Caro João Lopes: obrigado pela tua apreciação à minha "Rosa de cor Isabel" que escreveste em jeito de poesia delicada e melodiosa. Melodiosa porque lida em voz alta no silêncio do confinamento, entendi não merecer o elogio que ela encerra. Tomara eu ter a tua rica prosa e, por isso, dedico-te esta simples quadra: Não peço asas ao vento Como Torga escreveu Peço que o meu talento Seja chegado ao teu. Um abraço do José Maria Lopes