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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

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Mais sobre Fátima

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Com a muita informação que tive o prazer de trazer para aqui sobre o Encontro de Fátima, da autoria do Américo Vinhais (UASP), dispenso-me de repetir a mensagem. Ficam apenas alguns apontamentos que mais me fizeram pensar, se vocês os quiserem ler.

Os três testemunhos ouvidos ainda na manhã de sábado foram muito vivos. O Dr. Fernando Capela falou da sua relação com Deus, um misto de namoro, divórcio e casamento, que é o que acontece com muitos de nós, ora mais próximos ora mais afastados, situação que condiz com a nossa vivência em grupos mais dados à Igreja ou mais frios no que ao Espírito diz respeito. Vocês não sentiram já medo de serem "queimados" na vossa personalidade por se aproximarem demais do "calor" de Deus? De qualquer modo, o palestrante testemunhou que «Deus andou por aqui...», sentindo como a vida lhe proporcionou o gosto de ser cristão, sobretudo quando foi catequista.

A Prof.ª Maria Clara Oliveira, como educadora da fé de filhos e alunos, deu importância ao exemplo dos pais e às experiências que lhes proporcionamos na educação religiosa. Ter amigos que partilhem os mesmos valores e ser exigentes é que nos faz fortes. Mas insistiu que os filhos não são cópia dos pais e temos de respeitar a sua liberdade e personalidade.

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Finalmente, o José Luís Carvalhido da Ponte, numa voz forte e convicta, falou dos avós como educadores por prazer, não por obrigação. Valorizou a memória e as circunstâncias reais do nosso crescimento, pois não é o mesmo nascer em Nova Yorque ou em Castelo Branco, filhos de judeus ou árabes... Se não atendemos à memória, ao real da nossa existência, mais difícil se torna a nossa humanização. E são os avós que trazem aos netos a história, as tradições e os ritos das gerações anteriores. Também  classificou a nossa geração como materialista e hedonista, ao que é preciso contrapor a solidariedade, a amizade e o serviço aos outros, como estruturantes da nossa personalidade. 

E digam lá se, quando amamos, quando ajudamos alguém, quando servimos, não cresce cá dentro uma paz e uma felicidade que alegra a vida?!

AH

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