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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Ir à Serra das Talhadas

03.09.21 | asal
Ora aqui está uma bela proposta de passeio pela nossa terra! AH 

Tó Manel Silva.JPG

 

NAS TALHADAS PELA HISTÓRIA, PELA ARTE,
PELA PAISAGEM E PELA GASTRONOMIA…
 
Dia 24-Agosto. JÚ, ZÉ LUÍS, ZÉ ALBERTO e TÓ MANEL, os protagonistas. Não foi o calor que impediu o passeio multidimensional de Cardigos às TALHADAS…
Na Sobreira Formosa, na primeira paragem da manhã, o Centro de Interpretação de Fortes e Baterias, ligado à temática das Guerras Peninsulares e Invasões Francesas, estava fechado. Abre à tarde. Sem problemas. Siga a marcha…
Na Fróia, o tempo foi o suficiente para uma vista de olhos por uma bonita e badalada praia fluvial. Nada que espantasse os visitantes, provenientes de Cardigos, vila que se ufana do seu fantástico espaço fluvial.
O FORTE DAS BATARIAS na encosta das Talhadas, sobre a ponte do Alvito, recentemente integrado no ROTEIRO DE TURISMO MILITAR, foi calcorreado atentamente pelos visitantes sob um sol escaldante. (Contrastando com a noite fria e chuvosa de Novembro de 1807 que recebeu os invasores franceses a caminho da Sobreira, de Proença, Cardigos e Abrantes na ânsia de chegarem o mais rapidamente possível a Lisboa.) Entretanto, antes, foi uma visita à ponte do Alvito e uma vista panorâmica sobre as Talhadas do lado das Sarzedas.
A denominada “TORRE DE VIGIA SIZA VIEIRA”, motivo de tanta conversa e alguma controvérsia, aguardava os visitantes, majestosa e imponente, quase fazendo passar despercebido o velhinho Cruzeiro. Quase…

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(Olha bem para ele Manel Pires Antunes, tu que assististe à inauguração.) Do alto da torre, o Sr. Luís, de São Pedro do Esteval, foi identificando algumas localidades perdidas nas serranias e nas florestas mais ou menos queimadas. (OBSERVAÇÕES: sem querer menosprezar o trabalho feito, pelo contrário pretendendo melhorá-lo, dois reparos: 1) Para a falta de segurança (protecções) no piso inferior da Torre; 2) A presença do tanque de plástico e das paletes prejudica esteticamente o local.)

Na descida, uma passagem pelo Chão do Galego permitiu a visualização do FAROL DOS VENTOS, uma obra de arte que integra o “Roteiro de Obras de Arte da Paisagem da Cortiçada”, projeto intermunicipal financiado pelo Programa de Apoio em Parceria pela Revitalização do Pinhal Interior, da DGArtes.
O almoço juntou mais alguns AMIGOS no restaurante das bombas, na Catraia, “SNAC-BAR DAS BOMBAS” que, mais uma vez, sob a batuta do “Chef” Adelino, esmerado serviço de mesa e recepção extra dos anfitriões, Sr. José Rodrigues e seus filhos Eduardo e Rui, proporcionou momentos de extraordinário convívio degustando uma sardinhada das antigas e chanfana de se lhe tirar o chapéu. O vinho? O azeite? Fácil de calcular, não é verdade?
De tarde… O regresso a CARDIGOS e a intenção de voltar com menos calor…
Tó Manel

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