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Animus Semper

Imaginar é bom...

Roubei estes texto e fotos ao Tó Manel Silva. AH

 

A BARCA… DA AMIEIRA
Não levava ao Inferno mas quase.
Durante gerações, uma outra, muito maior, abriu as águas, ainda não poluídas, do Tejo para as quentes e ondulantes searas alentejanas a milhares de “ratinhos” que, na ceifa dos campos alentejanos, iam ganhar, durante 40 dias, o pouco dinheiro líquido anual que ajudava a pagar as emergências da pobreza da vida beirã.
Era aqui uma das ligações entre a Beira e o Alentejo. Por aqui transitaram os frades cavaleiros de Malta, com sede no Crato, senhores destes territórios em visita às suas terras da Beira nas vilas de Envendos, Carvoeiro, Bichieira (Cardigos), Proença a Nova, Sertã, Oleiros… Soldados, almocreves, “físicos” e curandeiros, mouros, cristãos, judeus e pagãos, bons e maus homens, criminosos e polícias, plebeus, reis e princesas, mortos e vivos … todos por aqui transitaram!
Só eu não consegui! A barca não tinha “homem do leme”…

António Manuel M. Silva

 

 

 

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