Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

EM LOUVOR DAS MÃES

17.08.20 | asal

Bonifácio Bernardo.png

Roubei do Facebook para aqui. Obrigado, Cón. Bonifácio Bernardo... AH

Todas os dias são oportunos para pensar nas mães. Na nossa mãe. Nas mães dos outros. Nas mães.
Não há filho que, nas mais variadas situações de perigo, de doença, de sofrimento, não grite: 'Oh Mãe! Mãe!'. É coisa que brota cá de dentro, aprendeu-se naturalmente, na escola da vida familiar, desde a mais tenra idade. E perdura ao longo dos anos.
Também as mães gritam, sobretudo pelos filhos que geraram. E também choram. Na maternidade, por exemplo. Muitas vezes, gritam e choram em silêncio, por dentro. Vê-se nos seus olhos. Com frequência, os seus gritos são súplicas a quem pode ajudar. E tantas vezes são preces a Deus, sobretudo quando a ajuda dos homens não chega ou é insuficiente: 'Socorre-me Senhor. Cura a minha filha! Só Tu me podes valer!'' É o que faz a mãe siro-finícia do Evangelho de hoje.
É preciso cuidar e estar próximo das mães. De todas. Muito e muito, das mães solteiras, daquelas que são maltratadas e violentadas, fisica e psicologicamente, das que são assediadas e exploradas, segundo a medida da maldade humana. O nosso mundo só tem a ganhar com a riqueza que as mães encerram no seu ser. Elas que não a guardam para si, mas a comunicam generosamente. Para bem do mundo.

Bonifácio Bernardo