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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Da Parreirinha para o Zé Figueira

18.10.19 | asal

Mais uma sexta-feira, mais um almoço de confraternização entre amigos e colegas.

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O chefe executivo hoje não pôde estar por afazeres familiares. Manel, desejamo-vos o melhor, a ti e à Mila.

Apareceram oito convivas, com conversa que nunca mais acabava. Até deu para aprender mais uns truques no smartfone, que hoje os telemóveis gozam com a nossa muita ignorância. Faz-me lembrar certos botões do meu carro que nunca usei. Eles estão lá, pelos vistos porque eram necessários ou facilitavam a condução, mas eu não os uso. E o pior é quando algum aparece com uma luzinha e eu não sei a explicação... Boa vai a vida!

Mas vejam lá estas caras agradáveis, embora alguns com umas maleitas devido à idade! 

 

Zé Figueira.jpg

Além de Carnide, eu aproveitei a ida a Lisboa para ir até à Junqueira, infiltrando-me na confusão dos autocarros da Carris... Eu não sabia que as coisas eram tão complicadas! Mas, graças ao saber dos dois Josés Maria (Lopes e Martins), consegui apanhar o 716, o 758 e o 717 (ou estou enganado?!) e fui dar com o José Figueira de cadeira de rodas, a acabar a estafa da fisioterapeuta, que trata dele com mestria e carinho, como merece um aspirante a eneagenário... 

Abraçámo-nos com muito gosto, ele que há quase dois meses se encontra na Domus-Vila em convalescença de uma operação à anca. Perguntou-me pela minha perna e ficou deveras alegre por saber que já estou bem! Mais uma recauchutagem para continuarmos a gostar de viver. E por várias vezes ele me disse que «gostava muito de viver», como ainda há pouco tempo confidenciou a Manuela Silva antes de nos deixar nesta terra. 

E a conversa foi para os amigos com quem tinha almoçado e com quem ele tantas vezes almoçou. Dei-lhe as últimas novidades, falei do Encontro de 16 de Novembro e, chegada a hora do lanche, ala que se faz tarde, vai lá tratar do corpinho... Boas melhoras, caro amigo!

O pior foi vir de comboio para casa. Nunca me tinha acontecido ter de fazer pressão para conseguir entrar na carruagem e ficar em toda a viagem até aos Foros de Amora com os corpos colados uns aos outros, como antes acontecia no metro. É verdade, a Fertagus agora passou a metro. Falta-lhe realmente mais uns metros de carruagens para servir condignamente o público. AH

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