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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Avaliação das pessoas

12.05.19 | asal

Sempre preferi uma atitude compreensiva em relação às pessoas do que o hábito de as julgar e avaliar.Pissarra.jpg Não tenho qualquer pretensão a ter sido sempre fiel a esta minha preferência. Antes, pelo contrário, tenho a certeza de que muitas vezes julguei as pessoas. Provavelmente, nem sempre de modo justo.

Mas, qual é o meu problema com a avaliação das pessoas? A resposta é muito simples: o critério de avaliação.

Avaliar em função de quê?

- da sua força de trabalho?
- do seu poder de compra?
- do seu poder efectivo (político, ou outro)?
- dos seus valores e comportamentos?
- da sua formação académica?
- da quantidade de informação que mobiliza?
- das suas capacidade intelectuais?
- do domínio das novas tecnologias?
- da nacionalidade, religião, grupo étnico ou qualquer outro grupo de pertença?
- da idade e beleza física?
- da sua competência profissional e empenhamento?
- de características psicológicas como bondade, simplicidade, frontalidade, sinceridade, etc.?

É verdade que nenhuma tempestade dura para sempre. Não é menos verdade que todos os nossos julgamentos sobre qualquer pessoa são parcelares e passíveis de engano. 
Quantas vezes nos sentimos injustiçados pelo julgamento dos outros? Não devemos admitir que o mesmo se passa com os outros?
A atitude compreensiva é apenas um dos caminhos. Nada mais que isso. Preferível para alguns que a defendem como eu.
Mário Pissarra

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