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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

As flores da minha rua

12.11.20 | asal

Estamos em confinamento, não é?

Pois, no meio de todo o sofrimento que este estado de coisas nos provoca, eu sinto-me um privilegiado. Tenho uma casa grande e um quintal, onde me posso distrair com alguma liberdade. Durante uns meses, caminhava em casa e no quintal para fazer os meus 2km. Depois, escolhemos uma zona do Seixal, muito reservada, onde nos distraíamos com o ambiente, as águas, as belezas circundantes. Depois começámos a ver que mais gente começava a usar aquela plataforma para mudar de ambiente.

Com o crescer de regras para o confinamento, sobretudo o distanciamento social, eu resolvi aproveitar as duas ruas do bairro onde vivemos para fazer as minhas caminhadas. O silêncio raramente é perturbado; apenas os melros se ouvem. Movimento de carros, vejo um ou dois durante aquela meia hora. Pessoas, também muito raramente me cruzo com alguém...

Assim, comecei a olhar para as casas, as ruas, os gatos e a natureza circundante, flores e árvores. Às vezes, até dá para rezar o terço... Hoje, peguei no telemóvel e fui captando fotos das flores mais significativas. Nada de especial, é verdade, mas o suficiente para me distrair. 

Se quiserem, vejam. É o melhor que posso trazer para sacudir o vazio do nosso blogue.

António Henriques 

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