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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

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Aniversário

Quem temos hoje para apresentar na lista dos aniversários?agostinho dias copy.jpg

 

Não me digas que não conheces o Agostinho, beirão de gema, que depois de passar uns anitos como professor no Colégio Diocesano de Portalegre, onde convivi mais com ele, se passou para Castelo Branco trabalhando arduamente no jornal "Reconquista" (é seu Director) - o melhor jornal regional! - paroquiando ainda a comunidade de S. José do Cansado durante muitos anos e agora exercendo o seu múnus apostólico nas paróquias de Freixial do Campo, Juncal do Campo e Salgueiro do Campo?

Sim, é o Agostinho Gonçalves Dias, a celebrar os seus 74 anos (o João Porfírio, por esta diferença de 4 anos, disse-me que eu era um gaiato. Eu também te digo o mesmo do alto dos meus quase 79...).

Pois, meu caro amigo, conheço a tua coragem em assumir a vida com ambas as mãos, a dizer o que pensas com toda a simplicidade e assombro. Por isso, muitos te admiram! A foto não é muito actual, mas tu és avesso  a esta moda!

Neste dia, aqui ficam os PARABÉNS deste grupo de amigos e colegas, com votos de muita saúde e alegria pessoal na realização da tua missão e dos teus sonhos. Ad multos annos!

Contacto: tel. 963 090 714

 

NOTA: Como alguns não sabem bem quem tu és, trago hoje para aqui o teu escrito «sem papas na língua», saído no último número da "Reconquista". Toma!

 O mundo da corrupção

Agostinho Dias - 15/03/2018


A corrupção, que consiste em comprar com o dinheiro, aquilo que só se deveria adquirir com o trabalho e o próprio mérito, dentro da lei e da moral, parece ser uma prática comum na vida pública portuguesa. Existe na governação do país, na administração central e autárquica, no sistema bancário, nas instituições de solidariedade social, no desporto, e ao que parece, até no próprio Vaticano, além de agora também afetar gravemente os tribunais e o próprio ministério público, pilares fundamentais do estado de direito.
São muitos casos, alguns de grande complexidade e difíceis de provar, pelo que a tendência é a morosidade da justiça na sua apreciação, agravada por todos os expedientes da parte dos arguidos para que o julgamento seja adiado o mais possível. Segundo notícias vindas a público alguns casos têm sido investigados com base em denúncias anónimas. É ainda necessário investigar tais denúncias para evitar que a delação se torne um instrumento de vingança pessoal, ou de difamação de pessoas e instituições, o que agrava a morosidade. 
Tudo isto acontece porque vivemos numa sociedade que despreza os valores éticos, sejam de cariz religioso ou secular, e que põe à frente de tudo o consumo de bens materiais e a satisfação de modos de vida que custam muito dinheiro. A vaidade e a ostentação faz com que as teias da corrupção sejam cada vez mais sofisticadas e frequentes, e por isso mais difíceis de provar. De um modo geral os arguidos estão todos de consciência tão tranquila, apoiados por advogados tão convictos que, ou o Ministério Público apresenta provas evidentes dos crimes, ou eles negam-nos todos perentoriamente , apesar de jurarem dizer só a verdade e toda a verdade. Sinais dos tempos…
Razão tem o Papa Francisco para dizer que “a corrupção não tem perdão, porque o corrupto nunca se arrepende”.


agostinho.dias@reconquista.pt

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