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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Aniversários

20.09.21 | asal

A. Assunção.jpegCompletam-se hoje os 70 anos do nosso amigo, Cón. António Leonor Marques Assunção, nascido em 1951.

Na sua presente missão, é Pároco de Cardigos, Carvoeiro e Envendos, Membro do Cabido e do Conselho Presbiteral e ainda Director do Secretariado Diocesano de Liturgia. Presentemente também passou a usar o Facebook para se encontrar com as gentes, o que mostra a sua capacidade de "aggiornamento"!!!

Pois, caro amigo, damos-lhe os PARABÉNS do grupo dos antigos alunos, com votos de longa vida com saúde e satisfação pessoal, de modo a realizar seus objectivos. "Ad multos annos!"

Contacto: tel. 965157256                      

Vitor Fazenda.jpg

Também faz anos neste dia o Vitor Manuel Lopes Fazenda, que nasceu em 1955 e vive em Escalos de Baixo... Do seu Facebook fico a saber que é sportinguista.

Ficam aqui os PARABÉNS DESTE GRUPO, com votos de muita saúde e longa vida.

Contacto: tel. 967 60 1019

Os 20 anos do 11 de setembro

18.09.21 | asal
Amigo e companheiro Henriques
Desta vez revisitei o dantesco momento da destruição das Torres Gémeas de Nova Iorque. Como Babel, a história repetiu-se. A tragédia ficará nas nossas memórias, como algo de medonho que presenciámos quase ao vivo.
Onde pode chegar a maldade dos homens...um mistério que desafia a humanidade. Construir o diálogo entre Civilizações é o urgente desafio para o qual todos somos convocados.
Na Alegria de vermos a pandemia menos feroz e limitativa das nossas vidas, para o nosso generoso António e para os nossos amigos do ANIMUS...aquele abraço apertado de sempre. Paz e Saúde.

Florentino_beirao.jpgF. Beirão

O mundo jamais foi o mesmo
 

Hoje não haverá ninguém, com mais de 30 anos, que não se lembre onde se encontrava quando ocorreu na América o ataque terrorista às Torres Gémeas em Nova Iorque e ao edifício do Pentágono em Washington, efetuadas por quatro aviões suicidas, em 11 de setembro de 2001.

Estes dois edifícios eram um dos maiores símbolos de Nova Iorque e o Pentágono a sede do Departamento da Defesa da USA. Atacar estes edifícios era, na mente dos suicidas, atacar simbolicamente, o poder do país mais rico do mundo.

 A notícia foi tão inesperada e chocante que rapidamente correu mundo, transmitida quase em direto pelas televisões, numa manhã radiante de sol. Ninguém jamais esqueceu as fumaradas e, posteriormente a derrocada das Torres de 110 andares, com vítimas inocentes a lançarem-se desesperadamente dos andares fumegantes e em chamas, saltando para a sua própria morte. Imagens terríficas e arrepiantes, transmitidas em direto pelas televisões não esquecem.

Mas passemos à origem, aos números, aos impulsionadores destes ataques ao coração da democracia ocidental, não olvidando ainda as consequências deste ato terrorista que mudou o mundo unipolar, centrado no poderoso império americano.

Quanto à sua origem, é dado como certo que tudo foi planeado ao pormenor, pela equipa do muçulmano radical Osama Bin Laden, nascido em 1957, herdeiro de uma fortuna quando jovem se encontrava deslocado na Arábia Saudita. Mais tarde, acabou por viver no Afeganistão, hoje em ruínas, passando depois para o Sudão, onde bebeu a ideologia da violência, através da Jihad, guerra – santa que garantia, após a morte, um lugar no paraíso, junto a Alá. Seria esta crença que o acompanhou no restante tempo da sua vida, até so seu assassinato em dois de maio de 2011, efetuado por militares americanos, no seu refúgio em Abbottabad, no Paquistão onde vivia escondido, com a cabeça a prémio. Odiando a Civilização Ocidental, tudo fez para que fosse vencida, graças à guerra – santa e aos ataques terroristas suicidas, estendidos a vários países da Europa e de África, como o do Quénia e o da Tanzânia. Espalhar a morte, o terror e o medo no Ocidente, eram os seus grandes objetivos.

Em 1998 publicou um manifesto onde se podia ler: “matar os americanos e os seus aliados, tanto civis como militares, é um dever individual de cada muçulmano”. Nesta altura, Bin Laden já estaria ligado e chefiava as células terroristas da Al Qaeda.

Se bem o escreveu, melhor o praticou nos Estados Unidos e noutros não muçulmanos.

Quanto às vítimas, só em Nova Iorque, atingiram o elevado número de 2.979. Os seus nomes encontram-se hoje inscritos num grandioso memorial, com espelhos de água, erguido no mesmo lugar onde se situavam as Torres Gémeas que se eclipsaram com os atos terroristas do 11 de setembro.

Logo ao lado, existe hoje um museu onde estão expostas algumas das memórias terríficas destes atentados, em fotos e restos de roupas e objetos queimados pelas chamas devoradoras. Recentemente, ali foi também inaugurada uma igreja ortodoxa para, em silêncio, se recordar e meditar.

Esta tragédia, como se sabe, conseguiu dividir o mundo em dois blocos inimigos, substituindo os tempos da guerra-fria. Os bons e os maus, num mundo maniqueísta em que as relações entre as Civilizações se tornaram difíceis ou quase impossíveis de uma relação saudável e profícua. Baseados neste princípio, hoje podemos entender melhor a vingança da América sobre alguns povos muçulmanos, tentando reparar estes ataques. Dentro desta lógica, acabaram por invadir de um modo brutal e mal explicado o Iraque, onde supostamente haveria armas nucleares, o que nunca foi provado, e o Afeganistão, país onde se acolhiam células terroristas. O saldo destas brutais invasões acabaria por ser nefasto para a América que perdeu muitos milhões de dólares, vidas humanas e credibilidade internacional.

Outra das consequências destes atentados foi a restrição das liberdades individuais. O medo instalou-se de tal modo no quotidiano que todos passaram a desconfiar de todos. O terrorista suicida pode estar ao nosso lado e estoirar uma bomba em qualquer momento. Quem viaja de avião sabe bem do que falo. Se Bin Laden foi assassinado pelos americanos, não podemos olvidar que novas células e fações terroristas existem e florescem no planeta. Por isso, o mundo de hoje jamais voltou a ser o mesmo.

florentinobeirao@hotmail.com

 

Lembrar também é viver

18.09.21 | asal

Meu Bom Amigo

Condeixa.jpg

 A meu pedido, a Mizé enviou-te duas fotos do Hotel do Paço, em Condeixa. Encontrámo-nos aqui para um almoço do curso médico de 1977, já lá vão 44 anos!  

Na altura, os jovens médicos faziam "serviço médico à periferia". Então, os 210 médicos desse ano, em Coimbra, foram todos para o interior, durante dois ou mais anos. Estavam no almoço cerca de 30. Um bonito grupo! Começaram a saltar as memórias...
Por sorteio, a Mizé foi colocada em Alvaiázere, perto de Tomar. Era um hora de carro, todos os dias. Acontece que o hospital ficava num lugar ermo, no meio de um pinhal. À noite, duas vezes por semana, havia urgências   O enfermeiro e o porteiro desapareciam.  Só ficava o médico. Ela tinha medo. E cá o mariolas. apesar do muito trabalho na Faculdade, lá tinha de ir, de camioneta, fazer de marido, enfermeiro e porteiro. 

Condeixa1.jpeg

Um dia apareceu um rapaz, que acabara de ter um acidente de motorizada.Torcia-se de dores. Prendera os testículos na geringonça. Mal me viu, "Ó senhor Doutor, acuda-me que morro com dores."

- Mas eu não sou o médico; é ali a minha esposa."
- Ai que não pode ser. Uma Senhora ver isto!... " 

Agarrei o homem que já fugia, envergonhado, e levei-o à médica, que lhe prescreveu a devida medicina. 

      Foi assim  mais um retalho na vida de uma jovem médica. Foram dois anos muito duros. E o resto não foi fácil para ela, o casal e as filhinhas. É a vida!
 Este hotel, com muito espaço, relvado e grandes salas, é muito bom para um convívio. Alimentação requintada!
 
E mais não digo. Um abraço do João Lopes
( Podes publicar se entenderes.)
 
NOTA: Então "houvera de publicar", como dizem os alentejanos! Assim se enriquecem estas páginas. Obrigado, Misé e João, pela colaboração. Venham mais!!! AH 

Palavra do Sr. Bispo

18.09.21 | asal
PATOLOGIAS DUM PROGRESSO SEM REGRAS

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 O planeta Terra continua imprevisível. E vai-se queixando, aqui ou além, com calamidades e outras coisas mais. Não por ser um senhor casmurro, que acorda mal dormido e mal humorado. Em pés de lá ou com botas cardadas, há quem, num desordenado modo de conceber a vida e a ação humana, o faça sentir-se assaltado, espancado, espremido e abandonado, sem respeito pela sua extraordinária complexidade, harmonia e beleza sem igual. Para espicaçar o apetite do leitor a saber mais sobre as suas queixas, convido-o, mais uma vez, a pescar, no mar imenso do senhor doutor Google, a Carta Encíclica Laudato Si, cujo III Capítulo vou sintetizar. É um fármaco a não desperdiçar. Se o tomarem diariamente, em doses aconselháveis, é um medicamento profilático de alta qualidade. E excelente também para minimizar as graves doenças desta casa comum, antes que, desde os telhados aos alicerces, tudo vá pró maneta, e o maneta não fique atrás!... Embora o diga a brincar, a coisa é mais que séria!...

Mesmo quem vive noutro mundo ou muito distraído com futebóis e fantasias alienantes, não deixa de apreciar o avanço da ciência, da cultura, do progresso. E aqueles que, de calças rotas, mas remendadas e limpas!, já saltámos do milénio passado para este, em que muitos tinham de ir descalços à escola, a quilómetros de distância, sem transporte, sem ar condicionado, sem cantina nem bar onde pudessem comer o que agora lhes proíbem por tão apaparicados que são (e ainda bem!), não podemos deixar de agradecer o que, de facto, foi acontecendo: “somos herdeiros de dois séculos de ondas enormes de mudanças: a máquina a vapor, a ferrovia, o telégrafo, a eletricidade, o automóvel, o avião, as indústrias químicas, a medicina moderna, a informática e, mais recentemente, a revolução digital, a robótica, as biotecnologias e as nanotecnologias. É justo que nos alegremos com estes progressos e nos entusiasmemos à vista das amplas possibilidades que nos abrem estas novidades incessantes”. Imensas autoestradas se abriram, por terra, mar e ar, nas mais diversas direções do saber e do fazer, e das respostas a dar às necessidades humanas. E mais veremos, tenham paciência e esperança!
No entanto, não são favas contadas que tudo esteja a ser usado de forma construtiva. Há muitos sintomas de doença, há patologias e desvios endeusados com consequências imprevisíveis. É um poder tal que, se está na mão de poucos, pode não significar progresso da humanidade e da história. Sobretudo quando se perde o sentido da responsabilidade e dos valores para bem gerir o uso desse poder. A liberdade do ser humano “adoece, quando se entrega às forças cegas do inconsciente, das necessidades imediatas, do egoísmo, da violência brutal”. Se ao longo dos milénios, o homem e a natureza caminhavam conjuntamente, dando-se as mãos, agora, o homem esqueceu essa nobre e educada delicadeza no trato e convivência com este jardim que lhe foi confiado. Vive apoiado na “mentira da disponibilidade infinita dos bens do planeta, que leva a ‘espremê-lo’ até ao limite e para além do mesmo”.
Os avanços da ciência, do saber e da técnica são um dom, uma graça, a humanidade mudou profundamente. No entanto, se é verdade que ninguém quer o regresso ao antigamente, “é indispensável abrandar a marcha para olhar a realidade doutra forma, recolher os avanços positivos e sustentáveis e ao mesmo tempo recuperar os valores e os grandes objetivos arrasados por um desenfreamento megalómano”.
Não podemos perder o sentido e a profundidade da vida. Não podemos viver numa espécie de vazio, de tédio enfadonho por entre uma permanente e globalizada novidade de produtos que entusiasmam os homens da economia e da técnica, os teóricos da finança e os promotores do ter e do poder próprio, mas exploram o povo, a natureza e, sobretudo, os mais pobres de entre os pobres. Os avanços da ciência e da técnica não são neutros. Se usados sem responsabilidade e valores, são daninhos, condicionam a cultura e os estilos de vida. Acabam por determinar e orientar “as possibilidades sociais na linha dos interesses de determinado grupo de poder”. Com boca doce, eles sabem impor a lógica do domínio que está para além da mera lógica do bem-estar e do bem-fazer. Pela sua teimosa influência, até se vai tornando “anti cultural a escolha dum estilo de vida, cujos objetivos possam ser, pelo menos em parte, independentes da técnica, dos seus custos e do seu poder globalizante e massificador”. E a vida “passa a ser uma rendição às circunstâncias condicionadas pela técnica, entendida como o recurso principal para interpretar a existência”. Os sintomas deste erro estão à vista: degradação ambiental, ansiedade, perda do sentido da vida, enfraquecimento da sã convivência social, uma economia que mata, uma tecnologia ao serviço do lucro, uma finança que sufoca a economia real. As reservas naturais vão-se esgotando, os ecossistemas sofrem, os problemas da fome e da miséria não se resolvem, agravam-se. Não há uma visão global da situação humana. Muitos não têm o básico, não se garante o desenvolvimento humano integral nem a inclusão social, não se respeita a vida, não se promove a ecologia integral. A fragmentação do saber, fez esquecer o desenvolvimento que a ciência gerou nas outras áreas, inclusive na área da filosofia e da ética social. Por tudo isso e muito mais, torna-se urgente “um olhar diferente, um pensamento, uma política, um programa educativo, um estilo de vida e uma espiritualidade que oponham resistência ao avanço do paradigma tecnocrático. Caso contrário, até as melhores iniciativas ecológicas podem acabar bloqueadas na mesma lógica globalizada. Buscar apenas um remédio técnico para cada problema ambiental que aparece, é isolar coisas que, na realidade, estão interligadas, é esconder os problemas verdadeiros e mais profundos do sistema mundial” (cf. LSi, 101-136).
Entre nós, no Alentejo, sente-se alguma preocupação com as culturas ou monoculturas intensivas ou superintensivas. Nutrientes, fertilizantes, desinfeção de pragas, maquinarias, rega, transportes dos produtos, etc. etc., acompanham o processo. E quem vê com os olhos de querer ver, não vê. Mesmo que estique os olhos por entre a imensa extensão das explorações, aliás, bonitas de se verem, fica sem enxergar bem se os pequenos produtores já foram dando à sola ou se viraram em assalariados precários, se a diversidade produtiva deu às de vila-diogo e levou atrás de si a economia agrícola regional, se a mão-de-obra é escrava, se os lucros são tributados na região, se ao menos no país, se todos ou quase todos em Espanha. O que parece verdade certinha, é que, em muitos locais, muitas espécies da biodiversidade já tiveram de comprar bilhete de “voos low cost” para migrar. E as safadas, encrespadas com tanta insistência das TVs em mostrar os técnicos a espetar a agulha da vacina no braço ou a enfiar a zaragatoa por nariz abaixo do cliente, até se aventuraram a partir sem certificado de vacinação e máscara, aceitando apenas a obrigação de cumprir o rápido distanciamento, antes que fosse tarde. E não eram negacionistas, não senhor. Inteirámo-nos junto de fonte fidedigna e bem informada, embora sigilosa, claro!
Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 2021-09-17.

Ânsia de encontro

17.09.21 | asal
As palavras do Pires Antunes são poucas, mas espelham a ânsia dos encontros. AH

242198480_4627141557317215_3337388106488754851_n.j«Oeiras sempre à frente….

O descanso dos guerreiros! 

Será o recomeço das nossas “actividades”?

Esta pandemia tem-nos chateado deveras.

Temos de ultrapassar os medos. Mas sempre em segurança.
Boa disposição não faltou!»
Pires Antunes
 
Conversa do Facebook:
Animus Semper Antigos Alunos
Oeiras? Onde? 
Parabéns pela surpresa...
Esplanada da Central da Figueirinha - Oeiras!
José Andrade
Ó Manel eu sabia que estava gordo... mas tanto não...
Mas que rico e farto almoço...
Até as sardinhas/petingas estavam uma delícia ...
Claro que já tinha saudades de estar com a malta... fiquei contente porque continuamos a resistir à espera de melhores dias... na próxima semana vou passar na Parreirinha de Carnide para ver como está a funcionar...
Vamos falando... 
Um abraço para todos.
Fui lá no último sábado. Mas não fui para a esplanada que inventaram. O espaço estava bem e recomenda-se.

Os 10 anos da UASP

17.09.21 | asal
Não sabíamos o que pudesse ser, 
simplesmente nos habitava a vontade de fazer caminho juntos, 
dada a forte experiência vivida nas comunidades formativas dos nossos Seminários;
e já lá vão dez anos, desde a fundação da UASP, 
uma década de iniciativas cuja memória aqui partilhamos num pequeno filme.
Contudo, esta apresentação multimédia não é só recordação do passado,
é também uma provocação e um desafio relativamente ao futuro da UASP: 
o que desejamos e queremos viver juntos nos próximos anos?
Contamos com o contributo de todos...
 
Assista aqui ao filme: 10º Aniversário da UASP - YouTube
 

Estive contigo!

16.09.21 | asal

Acabado de chegar a casa depois de uma quinzena de sol e iodo na Consolação de Peniche, eis que o meu amigo João chega aos 78 anos como quem não dá por isso.

João F. Alves.jpg

Resolvi fazer os 30 km da praxe e ir até Setúbal estar pessoalmente com ele. Já anunciara o acontecimento no blogue e no Facebook, já lhe tinha telefonado e quando vi que ele estava livre, fui passar umas horitas com ele. Há dois anos que não nos víamos.

E gostei muito de estar contigo, João Farinha Alves! Há uma riqueza emocional e espiritual a unir-nos que ajuda a sentirmo-nos muito próximos. E falámos de nós com naturalidade, gratos pela vida de que gostamos muito, como dizia o Jorge Sampaio: "Viver é porreiro"! Ele falou com alegria dos telefonemas recebidos de muitos amigos, uma surpresa para ele: "como é que eles descobriram o meu número de telefone?"

Eu admiro a dedicação até exagerada que ele oferece à família e admiro ainda aquela cabecinha a discorrer sobre assuntos de direito com uma clareza meridiana, sinal de que ele está continuamente voltado para a solução dos muitos problemas que surgem no notariado de que ele foi profissional. E muitos amigos aproveitam... 

Como exemplo, demorámo-nos a falar dos problemas de muitos pais que, antes de morrer, querem deixar segura a subsistência do filhos que, por várias razões, não conseguem sobreviver sozinhos... Para além de terem de recorrer a uma instituição (Misericórdias?) que se comprometa nessa tutoria, graças ao património que foi doado, outros problemas surgem com o designado usufruto (quer com os pais quer com os filhos), pois estes podem ter de ser considerados "maiores acompanhados" (por não saberem orientar-se sozinhos!). E além do usufruto, uma figura de direito muito importante, pouca gente sabe de outra solução a que se possa recorrer para resolver melhor algumas situações. É o chamado "direito de uso", que consiste em uma pessoa usar um espaço sem dele ter mais nada, o que é diferente do usufruto, que permite até arrendar o espaço ou uma parte, gozando desses benefícios. Esta é a minha linguagem, não a de direito!!!

Também lhe falei dos três desejos que ultimamente me vêm à cabeça: visitar o Manuel Cardiga em Cardigos, o António Escarameia em Vila Velha de Ródão e a Serra das Talhadas nos Montes da Senhora. Mas tenho de ter companhia, naturalmente. 

E assim andamos por aqui. E assim o blogue continua a ser "ponto de encontro". Passem bem... Quem escreve a seguir?

António Henriques

Aniversário

15.09.21 | asal

João F. Alves.jpgParabéns, João Farinha Alves!

Nasceu no Vergão Fundeiro, Proença-a-Nova, em 1943. Correu seca e meca, enamorou-se pelos Açores, especialmente pela Ilha Terceira e vive há muitos anos em Setúbal. O notariado era o seu forte, mas agora, já aposentado, continua a aconselhar muita gente em questões de direito. 

Registo aqui os PARABÉNS DO GRUPO nos teus 78 anos, que é um modo de nos lembrarmos uns dos outros e desejarmos felicidades. Que vivas muito e sejas feliz. 

Contacto:  tel. 961 129 241

Divina Comédia - cantos VI e VII

14.09.21 | asal

Meu Bom António

 Aí te mando mais um texto (o quarto) sobre A Comédia, escrito em julho, mas não enviado para não incomodar, em férias, os nossos amigos. Outros estão na calha. Só desejo chegar ao mundo da esperança, ou seja, a sala de espera do Purgatório. 
Entretanto, como tenho feito investigação sobre o Afeganistão, história, geografia, cenário de vida e de morte, "cemitério de Impérios" ao longo dos séculos, proponho-me partilhar toda esse mundo de trevas e esplendor (para citar o  escritor afegão KHALED HOSSEIN) com os meus amigos, seguindo também o conselho do Santo Padre de aproximarmos um país-mártir, exótico e distante do nosso coração. 
 Um grande abraço, em Cristo Jesus,  nosso Irmão, João Lopes

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Canto VI (Círculo terceiro:  Gulosos) e canto VII (Círculo quarto:  avarentos e pródigos”)

   Acordado do desmaio que a triste história de amor de Francesca pelo cunhado lhe causara, Dante e o seu guia descem pela falésia abrupta ao 3º círculo. Vão ao encontro dos gulosos, dos que cometeram excessos alimentares, alambazando-se em excesso. Já  Aristóteles, na Ética a Nicómaco,  ensinara: (…) a ingestão em demasia ou insuficiente de alimentos destrói a saúde” ((Livro II, 16)  Jazendo por terra, os danados mal se mexem, sobre si próprios enrolados, como se estivessem a fazer uma digestão sem fim. O castigo que Dante, como suposto intérprete da justiça divina, lhes aplica, é sujeitá-los a uma chuva maldita, fria e pesada, bem como a uma fome desalmada que os mantém prostrados. E ainda aos latidos tremendos de Cerbero, o cão de três goelas,  “ que tanto atroa as almas, que elas surdas se quiseram” ( v. 33) Como se isto não bastasse, a terra em que estão deitados emite um cheiro fétido e nauseabundo.

  Alguém chama Dante. É Ciacco, um glutão de Florença, morto antes de 1265, ano do nascimento do poeta (Tu fosti, prima ch'io disfatto, fatto, v .42). O poeta aprecia o jogo de palavras! E, então, aproveitou para pedir ao famoso glutão que, dada a sua boa disposição, conhecia meio mundo, na próspera capital da Toscana, lhe predissesse o futuro próximo da vida política da sua Florença. E ele conta-lhe todo o historial de lutas partidárias até 1302, ano do exílio político do poeta. Dante quer saber mais sobre as lutas entre guelfos e gibelinos, mas o condenado remete-se a um silêncio total. Sempre curioso, o peregrino acaba a discutir com o seu Mestre sobre a ressurreição da carne, no Juízo final. Virgílio manda-o reler S. Tomás, deixando a questão em suspenso.

E lá descem aos círculos 4º e 5º, no canto VII, ao encontro dos avarentos e dissipadores, uma categoria de pecadores, exposta com uma visualidade imagética tal, que, segundo comentadores como John Took (ver entrevista ao I, on line, de 11/7/2021)  mostra bem a flagrante atualidade da Comédia - expressão da mentalidade medieval e pré-renascentista, é certo, mas que põe a nu os temas fundamentais da nossa existência.  Com efeito, Dante acreditava que podemos viver o inferno, o purgatório e o paraíso aqui e agora.  O Além vive-se na terra e atravessa a consciência de cada homem e mulher, com a tensão e as contradições que o Autor, dramaticamente, vivenciou. Note-se o cunho autobiográfico do texto, em 1ª pessoa, o que não é apenas um expediente narrativo, mas uma forma de se expor a si próprio, com uma autenticidade exemplar e paradigmática da nossa condição humana. ( O nosso Papa Francisco disse!)

 O que o nosso poeta diz, por meio de Virgílio, é, basicamente o que Aristóteles escrevera na sua Ética: “ O esbanjador é excessivo a deitar fora e deficiente no poupar. O avaro, por sua vez, é excessivo no receber e deficiente no dar” (p. 58, ed. Quetzal,  reimpresso em 2020). Não é, por acaso, que Plutão, o deus das riquezas, preside ao bando dos avarentos, sob a figura de um “lobo maldito” sempre esfomeado. Avarentos e pródigos formam um conjunto de almas, afetadas por um vício e o seu contrário. Odeiam-se uns aos outros, questionando-se, mutuamente, com ar fero: “ Guardas, porquê?” Ou “ Porque dissipas”? Virgílio, o mestre, insiste no caráter transitório  e mutável da fortuna acumulada, que troca de dono, de geração em geração, e, além disso, se pode perder, tornando inútil a luta insaciada ou a busca insana de bens, por sua natureza, perecíveis. (vv 61-63) E quantas vezes se converte toda essa fortuna, todo esse ouro a jorros, em luxo e ostentação? Só gente cega e ignorante, sem a mínima consciência moral, tais escândalos pratica. ”Diz o poeta romano: “ Ó criaturas loucas, quanta ignorância vossa vos ofende!  Esse, cujo saber tudo transcende, fez os céus(…) distribuindo por igual a luz.” Ou seja, o sol, quando nasce, é para todos.  Mas Virgílio constata uma desigual distribuição dos bens, “uma gente que impera e outra que langue.”( passa fome) (vv 81-82)  Não se prega aqui uma revolução social. Insinua-se, porém, um outro conceito moral e teológico ( inspirado por um anjo) de fortuna, que consiste no equilíbrio e prosperidade económica dos homens e na conquista da virtude da moderação.

Quem são os condenados? Genericamente, fala-se de papas, cardeais e de leigos sem nome, que, de punho fechado, viviam numa cidade de banqueiros, mercadores e comerciantes, na lufa-lufa do entesourar para, tantas vezes, gastar (abrir a mão) em luxo e bens supérfluos.  Os castigos, aplicados a este antigo e novo riquismo, são terríveis: têm de empurrar com o peito pedregulhos, pela ladeira acima, entrechocando-se e dando cavernosos urros de espantar. João Lopes.jpg

Ao vê-los, Dante exclama: “ Ó justiça divina! Quem pod´rá/ tormentos, penas tais, que vi, narrar? Porque assim nos condenam culpas nossas? (v. 19-21)

João Lopes. Coimbra, 14 de Setembro, ( dia da morte de Dante, Ravena, 1321)

NOTA: A imagem é de Bartolomeo Di Fruosino-têmpera-365 x 265 cm - 1430 - (Bibliothèque Nationale (Paris, France))

Aniversário

14.09.21 | asal

Jorge Francisco Jacinto.jpg

Faz hoje 42 anos o Jorge Francisco Esteves Jacinto, que vive em Abrantes e trabalha na empresa Aviludo. Gosta de motos e não sei que mais.Damos sinceros PARABÉNS ao Jorge, desejando-lhe as maiores felicidades. E que faça muitos anos com saúde e muitos amigos. 

Quando te poderemos encontrar? Ainda não te vimos...

Não temos mais informações.

Aniversário

13.09.21 | asal

O aniversariante de hoje

José Luis Bacharel.png

Conheci o  Eng. José Luís Nunes da Silva Bacharel quando a sua esposa, a Clara, ensinava no Colégio de S. António, em Portalegre, como minha colega. Trabalhava ele na Delegação de Saúde. Entretanto, passados muitos anos, volto a Portalegre e, para surpresa minha, dou com este amigo como Diácono Permanente da Diocese.

Assim, é com muita alegria que, em nome dos antigos alunos dos nossos seminários, dou os PARABÉNS ao José Luís, desejando-lhe saúde, muitos anos de vida e realização pessoal a bem do povo de Deus e da sua família.

Nasceu em Portalegre em 13-09-1945 e lá vive com a família na zona do Senhor do Bonfim. Presentemente, trabalha ao serviço das paróquias de Alagoa e São Lourenço.

Contacto: tel. 938 454 583 

Aniversário

11.09.21 | asal

Carlos Gonçalves1.jpg

O aniversariante de hoje

É dos Montes da Senhora e nela exerce importantes funções. Desde o ensino à política, tem-se esforçado por servir o melhor que pode a comunidade a que pertence.

Trata-se do Carlos Alberto Ribeiro Gonçalves, que nasceu em 11-09-1970, perfazendo agora 51 anos, uma idade jovem e plena de esperança e projectos para o futuro.

Caro amigo, aqui se registam os PARABÉNS dos teus ex-colegas nos seminários, com votos de muita saúde, longa vida e muitos sucessos pessoais e familiares. E quando é que apareces?

Contacto: tel. 938 604 730

Memórias a propósito

10.09.21 | asal

Caro António Henriques,

Mendeiros.jpg

A banhos de sol na Consolação, felizmente (e não a banhos de tinto no Cartaxo, felizmente também), creio que será oportuno proporcionar ao Carlos Tavares que te visitou recentemente na tua praia iodada preferida, memórias de dois dos nossos professores que ele, provavelmente, não terá lido (?) e que lhe serão familiares: uma, referente ao seu tio, o Pe Alberto, que o António Gil Martins e eu retratámos no livrinho "Professores III" e a outra sobre o cunhado, Manuel Cardiga que lembrámos no livrinho "Professores I".

Se ele já conhecia os textos, paciência. Talvez seja novidade para outros.
Um abraço,
Joaquim Mendeiros
 

                                 Alberto Dias TavaresP. Alberto Tavares.jpg

 Natural de Cardigos (06.07.1907 – 21.06.1991)

Professor de Latim

 

O Padre Alberto deve ter sido o professor mais comentado por todos os seminaristas por causa de algumas das suas facécias e, também, pela vasta e para nós por vezes fastidiosa cultura, embalada em reconhecidos dotes oratórios, principalmente quando éramos deslocados dos tempos livres do recreio para assistir às suas palestras na vila do Gavião.

Todos estarão lembrados do famoso “sarrafo” que ele gostava dar a “cheirar” a certos meninos, sobretudo àquele sobrinho de um velho colega seu que lhe tinha recomendado que o fosse “espertando” de vez em quando, e que nós, sempre que queríamos interregno na aula, lho recordávamos: - “Ó senhor padre Alberto o f…… ainda hoje não cheirou!” E logo ele se aprontava: -“Ai não? Então venha cá o f…. para cheirar!”. Nunca o dava a “cheirar” de forma acintosa...e tinha a sua graça.

Eu, que era um “cabulão” e que tinha conluio com quem estava atrás de mim na carteira e a quem facultava o visionamento dos testes de Matemática, postos estrategicamente ao lado, em troca das frases de Latim passadas em papelinhos de trás para a frente, sofri o maior vexame da minha vida na prova oral de Latim, que aqui não vou contar, mas jamais devido a qualquer abordagem desproporcionada do professor, Senhor Padre Alberto, que podia estar velho, sim, mas não caquético.

Dele guardo a imagem de um homem ternurento, de uma ternura encapotada que, apesar disso, sentíamos no seu olhar.

                                                                                              António Gil Martins

 

Lembro-me muito bem da luta do Padre Alberto contra as moscas, nas aulas de Latim. Não admitia que pousassem no seu liso crânio, apesar de tão exposto a aterragens indesejadas, e logo lhes dava o destino fatal e irrevogável dos que “gozam” o descanso em paz.

Ah! E bem me lembro de que o sarrafo também servia para aliviar as costas e os ombros dos alunos, daqueles dípteros, donde eram cuidadosamente retirados, depois de finados, com a ponta do “mata-moscas”. A ternura, aqui, transformava-se numa suave tristeza…

                                                                                              Joaquim Mendeiros

 

Manuel Nunes Cardiga

Nasceu em Vila de Rei, a 20 de janeiro de 1933Manuel Cardiga.jpg

Foi professor de Matemática, entre outras disciplinas.

 

Olá, professor Manuel Cardiga!

Há gente que olha de soslaio a matemática,

como se fosse uma ciência mal-amada, fria,

que nos arrepia,

ou uma ciência ausente da nossa mente…

Como nós, no tempo de crianças,

de forma um pouco, assim… indiferente.

Falavas de equações, números, quantidades,

e nós indiferentes, concentrados nas humanidades.

Falavas de raízes quadradas e potências,

dois elevado a três ou quatro elevado a cinco,

e nós indiferentes às tuas insistências…

Tentavas demonstrar, formular,

por no ritmo o logaritmo,

coisas que não entravam em cabeças alheadas

mais inclinadas a cochichar com o parceiro do lado!

Nós sempre indiferentes e tu explicando:

X mais Z igual a T, numa certeza difícil de entender,

mesmo pensando…

Uma, outra e outra vez, K1, K2 mais K3…

Não nos seduziam razões, relações ou proporções,

matemáticas aplicadas, mistas ou puras

cálculos, movimentos ou figuras…

Queríamos as mães que estavam longe,

 e os seus afetos,

indiferentes ao quadrado da hipotenusa,

e à soma dos quadrados dos catetos…

J. Mendeiros

E sou eu outra vez!

08.09.21 | asal

Não é costume, mas desta vez cá estou eu outra vez a falar dos acontecimentos do dia. Não sei como classificá-lo. Há dias, disse que foi um dia especial... E hoje, que IMG_20210906_163149.jpgesperávamos por aqui um dia chuvoso, capaz de nos tirar o apetite de irmos à praia, tive mais surpresas que vieram animar a pasmaceira de quem faz apenas cura de sol e iodo dias a fio...

O José Andrade veio com a esposa passar aqui dois dias. Ele já sabe que este sol é diferente e veio repetir o gozo de umas horas calmas e repousantes connosco. Houve tempo para falarmos de muitos assuntos, nem sempre a acordarmos na IMG_20210907_145611.jpgmesma visão e solução, o que faz com que cada um leve para casa matéria para pensar. O diálogo é também isto: - porque é que os outros são diferentes de mim? Até me faz lembrar a história daquela mãe que dizia que todos os soldados estavam errados e só o seu filho marchava com o passo certo!...

E falávamos os dois dos amigos quando o telefone toca e o António Patrocínio fala do outro lado: - «estou aqui, no largo da igreja, a olhar para a praia. Tu estás mesmo aí abaixo?» - Claro que estava, pois vim para aqui só para isso. E ele desce os 70 degraus e foi uma alegria esta manhã a conversar os três na praia. Tanta matéria referida na sua tarefa de regularizar a situação fiscal dos bens da diocese... E vieram à fala os testemunhos do livro,  muito variados, como o tal madeiro que o Sr. Cón. Falcão lhe pediu para apanhar do chão, que podia tropeçar nele. Era um fósforo, afinal... 

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O Patrocínio é um homem agradável e a bem com a vida, mesmo com alguns percalços que já sofreu. Fala sempre por bem e até se refere à semana que o Sr. D. Augusto César lhe pagou para irem para a Madeira, ele e a esposa, com tudo pago. Não é por nada, mas apetece-me dizer bem deste moço! E continua a ajudar sobretudo o Sr. P. Castanheira, o ecónomo da diocese, dando o que pode para os processos do património estarem sempre atualizados...

Também falámos dos nossos encontros, quer dos tempos antigos em que ele também fazia parte da direção e destes novos tempos em que a pandemia não nos deixa reunir. E aconselhou os responsáveis de agora a falar primeiro com o P. Castanheira com vista a qualquer encontro no Seminário de Alcains, ele que é o Reitor. Eu tomei nota, naturalmente! 

Ao casal Andrade e ao António Patrocínio um muito especial "bem-hajam" por nos virem alegrar neste retiro que escolhemos na "praia das pedras negras". Passem bem...

António Henriques

NOTA: O Patrocínio informou-nos que o Escarameia, pároco de Vila Velha de Ródão, escreveu um livro sobre as suas vivências no Seminário. Será verdade? Então, António Escarameia, acendes uma luz e  põe-la debaixo do alqueire, tão escondida que ninguém dá por ela? Temos de ir a Vila Velha saber das novidades... E podemos comer a sopa de peixe, que também é outra preciosidade da terra! AH 

Aniversários

07.09.21 | asal

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Celebra hoje o 42.º aniversário o P. Miguel Coelho, Pároco in solidum de Alcains, Caféde, Escalos de Baixo, Escalos de Cima, Lardosa, Lousa, Mata, Póvoa de Rio de Moinhos, Sobral do Campo e Tinalhas, Arciprestado de Castelo Branco.

Com tantas responsabilidades, parece que ele não vai ter tempo para olhar para estas palavras. De qualquer modo, aqui estamos a dar-lhe PARABÉNS e desejar-lhe uma vida feliz.

Contacto: Tel. 272906213

- E PARABÉNS também ao ADELINO FERNANDES DIAS, nascido em 1952 em S. Pedro do Esteval, colega dos 43 alunos que entraram no Gavião no ano lectivo de 63/64. Esteve no grande Encontro de Alcains em 2010, mas não temos foto. Se alguém nos puder ajudar, agradecemos.

Contactável pelo tel. 919 077 828