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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

COMUNICADO

11.12.19 | asal

Caros Colegas e Amigos:

Joaquim Nogueira3.jpg

A minha saúde, periclitante nos últimos tempos, levou a que eu pedisse ao Mendeiros que indicasse um membro da Comissão para quem eu pudesse transferir o dinheiro acumulado, na minha posse, nos últimos anos. Assim, transferi para a conta do Mendeiros euros 1.159,84.

No dia do magusto, entreguei,  ao MARTINS DA SILVA,  um caderno,  onde estão discriminadas todas as receitas e despesas da nossa gerência. Assistiram a este acto o Martins Silva, que assinou a recepção, o Mendeiros, o Heitor e creio que o A.Henriques. Foi com tristeza que me vi obrigado a tomar esta decisão.

Duma coisa estou certo: fiz tudo o que pude e o melhor que sabia no âmbito da organização dos “dinheiros”.

Agradeço todo o apoio e carinho que me foi dado, não só pelos membros da Comissão, mas também por todos os associados  e por todos os antigos alunos.

Continuo como membro da Comissão, mas sem a responsabilidade das contas, até que esta termine o mandato.

É tudo o que tinha para comunicar, com um abraço e a amizade do

J.NOGUEIRA.

Nota: Penso que este meu acto deve ser comunicado aos associados.

NOTA 2: Meu caro Joaquim Nogueira, bem sabemos como a vida passa por nós e não dominamos todos os parâmetros. Aceitamos naturalmente a tua decisão e o pedido de publicitação do teu gesto. Nós funcionamos assim, com toda esta limpidez e boa intenção, desejando que todos assim nos interpretem. AH

Aniversário

11.12.19 | asal

P. Milheiro1.jpg

Faz hoje 88 anos o Sr. P. Joaquim Milheiro Valente, que vive no norte, em Requião, internado num lar segundo ouvimos dizer. Quando no activo, marcou a vida de muitos de nós, quer como professor quer depois no movimento Dominique, fundando ainda a Fraternidade de Cristo-Jovem.

Damos-lhe os nossos PARABÉNS e desejamos-lhe o melhor na saúde e na fruição dos valores da vida, sabendo todos que pouco a pouco o caminho se desfaz no mistério do Além, onde acreditamos encontrar uma vida melhor. Que Deus nos inspire e nos valha, neste emaranhado confuso que nos enleia. 

E deste colega, professor e amigo, muitas interpretações diferentes coexistem.

Jantar em Castelo Branco

10.12.19 | asal

Recebemos a seguinte mensagem do Carlos Lameiras:Valente Gavião 70.jpg

 

Jantar de Confraternização dos antigos alunos dos seminários de Gavião, Alcains e Portalegre dia 27 de Dezembro, 20 horas, restaurante English Savoy em Castelo Branco, rua A da Carapalha, 32.

Confirmação de participantes até 21 de Dezembro.

Contactar Carlos Lameiras 962660124 ou Veríssimo Rodrigues 919072350

 

NOTA: Mais uma rica iniciativa do grupo da zona de Castelo Branco, na continuação do que já acontecera nos anos anteriores. Pelas nossas contas, vai ser o 5.º convívio seguido.

Força, amigos! Muitos têm marcado presença. E este ano poderá ser melhor...

AH

Blogue - Relatório Anual

10.12.19 | asal

Recebemos hoje o RELATÓRIO ANUAL do blogue. A azul o que concerne a todos os blogues. e a verde os dados do nosso ANIMUS SEMPER. 

 

Olá asal,

Os blogs são feitos das palavras que nos marcaram.


Fomos espreitar como algumas marcaram os blogs em geral em 2019...

 

431 posts mencionaram a palavra perdoar.

 

636 mencionaram o azar.

 

1.729 mencionaram chocolate.

 

2.404 mencionaram um chefe.

 

3.848 mencionaram a sorte.

 

5.901 mencionaram uma viagem.

 

12.076 mencionaram a família.

 

15.296 mencionaram o amor.

 

Que palavras marcaram o seu ano?

 

 

Aqui ficam alguns números sobre os últimos doze meses do seu blog. Em 2019, o blog ANIMUS SEMPER publicou 580 posts e gerou um total de 9 reações e 194 comentários. Toda esta atividade atraiu ao blog 26.873 visitas, que geraram 40.325 visualizações (entre comentários, pesquisas e todo o tipo de consultas).

Posts mais visitados

Os posts mais visitados do blog no último ano:

  1. OS VALORES PERDIDOS...
  2. PRAIA DA CONSOLAÇÃO, consola mesmo?
  3. Vozes de burro...
  4. Canção "Chegou a hora"...
  5. A CULTURA DO MILHO
  6. A F E T O S
  7. A MINHA IDA PARA A TROPA
  8. ANIMUS
  9. A MINHA IDA PARA A TROPA-2
  10. PARABÉNS, SR. BISPO

Conversas proibidas

10.12.19 | asal

José Maria Lopes1.JPG

No meu tempo de permanência no Seminário do Gavião, no princípio dos anos quarenta, o ano lectivo compunha-se de três períodos: o primeiro até ao Natal; o segundo até à Páscoa e o terceiro, longo, até ao início das férias grandes.

Foi no regresso do segundo período, naquele ano de 1944, trazendo nós coisas para contar uns aos outros, vividas nas nossas terras que, no recreio da noite, o último do dia, nos entretínhamos, numa das salas, a jogar alguns jogos de mesa, a conversar, a estudar o solfejo com o auxílio dos mais afinados e a contar, então, as nossas deambulações naqueles quinze dias fora do Seminário.
Como, também, talvez se recordem, não era permitido andarem juntos só dois alunos, mas sempre três ou mais.
Não desobedecendo a esta regra, um nosso companheiro ( eu não vou citar nomes) chamou-me e a um outro e fomos os três debruçar-nos no parapeito duma das janelas, de costas para a sala, virados para o exterior.
Disse-nos ele: - tenho uma coisa porreira para vos contar, mas juram que não dizem a ninguém.
Com este exórdio de conversa, ficámos muito curiosos e logo, em uníssono: - conta lá, conta lá.
Mas antes de relatar a conversa, lembro que havia sempre na sala - indo e vindo - um dos nossos professores e, naquele dia, coube a vez ao Padre Braz Jorge que ia aparecendo para ver se tudo estava a correr bem.
Nas duas ou três vezes que veio à sala, deu sempre por nós, os três, no mesmo sítio, na tal janela, e deve ter notado algum entusiasmo da nossa parte.
O colega que trazia a novidade especial começou, então, por nos relatar que num dos seus passeios, sozinho, pelos arredores da sua aldeia, deparou-se-lhe, atrás duma parede, um par de namorados, pessoas que ele conhecia, a mexerem-se um ao outro por tudo o que era sítio corporal.
Contou todas as cenas, cenas amorosas que tivera visto e algumas contadas com bastante pormenor.
Acabou o recreio. Todos para a capela para as orações da noite e de seguida para as camaratas, em absoluto silêncio.
No dia seguinte, o Padre Braz Jorge começou por chamar ao seu quarto os três intervenientes, um deles eu, em separado. Eu fui o segundo a ser chamado e o Padre Braz Jorge, antes de me interrogar, disse-me: - Zé Maria, não vale a pena mentires porque o teu colega já contou tudo o que falaram naquela janela e se mentires podes ser expulso.
Contei tintim por tintim, a conversa havida e nunca soube bem ao certo se o outro teria contado tudo como eu. Esta técnica ou táctica de dizer ao segundo ou ao terceiro que o primeiro já tinha dito tudo, deixava-nos vulneráveis porque nos obrigávamos a dizer a verdade.
A consequência desta " brincadeira" foi a expulsão do narrador (estava no 2.º ano) e nós, os outros dois, nada sofremos a não ser uma tremenda reprimenda e o conselho de nos livrarmos de tais conversas por serem indignas nos seminaristas.
Não quero terminar, sem citar o fim dum poema de José Tolentino de Mendonça, dedicado a Sofia de Mello Brayner e que remata assim:
                            Escutamos e respiramos o tempo de lugares diversos e nunca é demais
                            somos uma espécie de esquecimento que atinge a eternidade
                            como aqueles que recordam apenas
                            uma história distante
 
 
Caro António: tenho dúvidas se são úteis e se gostas destas palermices, mas, olha, são ditas com realidade. Tenho uma outra, já escrita, e seria a última, vivida no Gavião, com algum espaço de escrita. De Alcains, que me lembre, tenho três episódios que poderei escrever, mas não serão muito extensos. Um grande abraço.
 
José Maria Lopes
 
NOTA: José Maria, a frescura da tua escrita deixa-nos com água na boca, à espera do próximo episódio. Venham eles! Os de Alcains escreve-os para o livro a apresentar em Maio/16.
AH
                   

Pare, escute e olhe!

10.12.19 | asal

Vamos lá a uma sessão de beatice...

Será carinho, amor, união de sentimentos, a sensação mais íntima de paz interior?

Será amizade pura? Ou tentativa de assenhorear o seu dono de modo que ele não ligue nem olhe para mais ninguém?

E depois, nesta quadra de Natal, os corações moldam-se a um bem-querer especial, que não faz mal gastar uns momentos a contemplar esta cena.

"Do not disturb". AH

É só clicar no link e abrir:

https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&ik=d2c759dc94&attid=0.1&permmsgid=msg-f:1652483096675537478&th=16eecc9f06aed246&view=att&disp=safe 

NATAL PAGÃO, NATAL CRISTÃO

09.12.19 | asal

Flore.jpg

Com organização da Real Associação de Beira Interior e apoio da Junta de Freguesia da Fundada (Vila de Rei), o Dr. Florentino Beirão proferiu uma palestra “NATAL PAGÃO, NATAL CRISTÃO” no salão do Pavilhão Polidesportivo da localidade.
A sessão teve acompanhamento musical com temas natalícios, e não só, com música de Tom Hamilton e voz de Solange Branco.
O orador passou em revista várias etapas das comemorações natalícias desde os celtas aos tempos actuais, passando pelos romanos, Idade Média e Moderna, século XVI e Reforma até aos tempos actuais, chamando a atenção para a sua importância na poesia, na música, na pintura, na arte, na gastronomia e na Religião.
No final, os participantes visitaram o espaço de memória anexo à igreja matriz onde o Sr. Dionísio tem desenvolvido um excelente trabalho de preservação e tratamento museológico de importantes peças de arte religiosa.

António Manuel M. Silva

Os grilos do Gavião

06.12.19 | asal
Caro António Henriques: como no magusto contaste aquela estória do perú do Cardeal, que viveste, eu tinha-te dito que também passara por alguns episódios e que te iria enviar um deles para analisares se tem algum interesse. Um abraço do
José Maria Lopes

José Maria Lopes1.JPG

NOTA: meu caro, isto é uma maravilha! Eu espero mais... AH

 

Como bem se lembram os meus estimados condiscípulos, no Seminário do Gavião não tínhamos aulas nas Quintas-feiras nem nos Domingos.

Nesses dias, de tarde, quando o tempo propiciava, saíamos bem aperaltados - de batina ou fato preto - para um passeio a pé, alternadamente, aos mesmos sítios: à Quinta da Margalha ou à Quinta do Alamal ou às margens do Tejo ou a um lugar perto do Gavião, na estrada para Abrantes, que se denominava Eira.
Num dia soalheiro de Maio, coube-nos ir à Eira fazer uma partidinha de futebol.
Para mim, o dia estava mais convidativo a admirar a Natureza do que ficar ali, na Eira, às caneladas a uns e a outros.
Eu, mais dois colegas, o Zé Dinis de Niza e o Zé Martins de Alcains fomos até um vale um pouco mais abaixo da Eira, vendo aquela paleta de cores daquele mês: o branco das camomilas; o roxo das soagens; o amarelo dos trevos e, a base, o verde da relva viçosa. Maravilha!!!
Começámos a perceber, pelo ruído, que havia ali alguns grilos e, munidos duma palhinha, passámos a fazê-los sair das suas casinhas.
Não tínhamos qualquer recipiente para acomodar os bichos e como eu vestia batina e esta compunha-se de um acessório, a romeira para cobrir os ombros, abriu-se um pequeno orifício na costura entre o forro e o pano, e fomos pondo ali os grilos.
Quando já tínhamos, talvez, uma dúzia ou mais de grilos perguntámo-nos: e agora o que vamos fazer aos grilos?
Como no recinto do recreio, ao fundo, ainda havia alguma relva, resolvemos levá-los e soltá-los naquele sítio.
Quando regressámos do passeio íamos direitos às camaratas para mudarmos de indumentária e, sinceramente, esqueci-me dos grilos dentro da romeira.
Quando me lembrei, não me preocupei e pensei que teria oportunidade para ir, então, soltar os grilos na tal relva, mas, quando quis fazer esse trabalho, os grilos tinham-se escapado pela tal abertura da romeira e espalharam-se pela camarata, não antevendo qualquer consequência desse facto.
Como se lembram, logo que entrávamos nas camaratas era obrigatório o silêncio absoluto e fechadas as luzes.
Poucos minutos após as luzes se fecharem, os grilos, espalhados por tudo o que era esconderijo, começaram a cantar.
Grande alvoroço; todos a rir e a falar, até que veio o nosso monitor, por curiosidade, o António Marcelino, e tivemos de vestir as calças ( as calças eram despidas e vestidas dentro da roupa da cama) e todos de rabo para o ar à procura dos cantores.

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Terminada a tarefa, depois daquele espectáculo, lá nos acomodámos, mas um dos grilos tinha-se escapado e ainda cantou um pouco mais tarde o que quer dizer que foi uma noite de regabofe, mas que ia trazendo consequências desagradáveis com a possibilidade de, quando se apurasse o autor da gracinha, poder ser expulso do Seminário. 
No dia seguinte, as culpas foram-me, exclusivamente, atribuídas e não fui expulso por diligência do Padre  Braz Jorge, meu conterrâneo, que convenceu o Reitor, Padre Falcão, a não me expulsarem, tendo-me sido atribuído um castigo de dez dias de joelhos nas horas de estudo e dos recreios e ainda hoje tenho um pouco os joelhos deformados(!!!).
José Maria

Palavra do Sr. Bispo

06.12.19 | asal

CORRUPÇÃO: A PIOR CHAGA SOCIAL

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As Nações Unidas, desejando promover uma cultura da honestidade e melhor serviço ao bem comum, declararam o dia 9 de dezembro de cada ano como Dia Internacional Contra a Corrupção: foi em novembro de 2003. Nascida, por vezes, de um pequeno favor ou jeitinho, a corrupção tem muitas pontas, variados tipos e caras, jeitos e feitios, fatos e vestidos. Infelizmente, é uma realidade transversal às sociedades na diversidade dos seus estratos sociais, das suas áreas e setores de presença, ação e serviço. Mais epidémica se torna quando escasseiam os valores da convivência social, a boa educação e o testemunho de quem tem responsabilidades na gestão da causa pública, seja qual for a importância ou o nível dessa causa ou serviço. O chico-esperto sempre pula de qualquer bancada para entrar no jogo da corrupção, esquecendo a verdade de si próprio e a dos outros, isto é, a honestidade.
A corrupção, tanto a ativa como a passiva, é pecado. À face da lei civil é crime. Ela trai os princípios da moral e as normas da justiça social. Distorce a verdade e a função das instituições. A solidariedade ético-social que deve reinar entre as pessoas e os povos é posta em causa. O desenvolvimento e o progresso do bem comum sofrem. Quando, porém, o pecador reconhece o mal feito, se não é corrupto, logo se arrepende e pede desculpa e perdão, repara o mal feito, sente vergonha e procura emendar-se, mesmo que tenha de responder civilmente e sofrer as consequências dos seus atos. Se é corrupto, não dá a mão, desculpa-se ou nega, sente-se cheio de razão e seguro de si mesmo. Tem dificuldade em reconhecer os caminhos por onde se meteu, quer seja no âmbito político ou religioso, quer no público ou privado, quer no mundo empresarial ou de negócios, quer onde quer que seja...
Ao prefaciar um livro sobre a Corrosão, livro que nasceu de um diálogo entre o Cardeal Peter Turkson e Vittorio Alberti sobre como combater a corrupção na Igreja e na sociedade, o Papa Francisco, que vezes sem conta se tem referido à corrupção, afirma que “o ser humano tem uma relação com Deus, uma relação com o próximo, uma relação com a criação, ou seja, com o ambiente em que vive. Essa tríplice relação – na qual também se inclui a do homem consigo mesmo – confere contexto e sentido à sua atuação e, de um modo geral, à sua vida. Quando o homem respeita as exigências dessas relações, é honesto, assume responsabilidades com retidão de coração e trabalha para o bem comum. Quando, pelo contrário, sofre uma queda, ou seja, se corrompe, essas relações sofrem laceração. Assim, a corrupção exprime a forma geral da vida desordenada do ser humano decaído. Ao mesmo tempo, ainda como consequência da sua queda, a corrupção revela uma conduta antissocial tão forte que mina a validade das relações e, portanto, os pilares sobre os quais se apoia uma sociedade: a coexistência entre as pessoas e a vocação para desenvolvê-la. A corrupção destrói tudo isso, substituindo o bem comum por um interesse particular que contamina toda a perspetiva geral. Ela nasce de um coração corrupto e é a pior chaga social, porque gera gravíssimos problemas e crimes que envolvem todos. A palavra “corrupto” recorda o coração roto, o coração partido, manchado por alguma coisa, arruinado como um corpo que, na natureza, entra em processo de decomposição, libertando mal cheiro. O que está na origem da exploração do homem pelo homem? O que está na origem da degradação e do desenvolvimento falhado? O que está na origem do tráfico de pessoas, de armas, de droga? O que está na origem da injustiça social e do rebaixamento do mérito? O que está na origem da ausência de serviços para as pessoas? O que está na raiz da escravidão, do desemprego, da incúria das cidades, dos bens comuns da natureza? O que afeta, em suma, o direito fundamental do ser humano e a integridade do ambiente? A corrupção que, na verdade, é a arma, é a linguagem mais comum inclusive das máfias e das organizações criminosas do mundo. Por isso ela é um processo de morte que alimenta a cultura de morte das máfias e das organizações criminosas”.
Aos Empresários Católicos, Francisco alertava-os para este risco, entre outros: “O risco da honestidade. A corrupção é a pior chaga social. É a mentira de procurar o lucro pessoal ou do próprio grupo sob as aparências de um serviço à sociedade. É a destruição do tecido social, sob as aparências do cumprimento da lei. É a lei da selva, mascarada de aparente racionalidade social. É o engano e a exploração dos mais débeis ou menos informados. É o egoísmo mais grosseiro, escondido por detrás de uma generosidade aparente. A corrupção é gerada pela adoração do dinheiro e volta para o corrupto, escravo daquela mesma adoração. A corrupção é uma fraude da democracia e abre as portas a outros males terríveis como a droga, a prostituição e o tráfico de pessoas, a escravidão, o comércio de órgãos, o tráfico de armas, e assim por diante” (17/11/2016). E no III Encontro Mundial dos Movimentos Populares, Francisco dava um conselho: “A qualquer pessoa que seja demasiado apegada às coisas materiais ou ao espelho, a quem ama o dinheiro, os banquetes exuberantes, as casas sumptuosas, roupas de marca, carros de luxo, aconselharia que compreenda o que está a acontecer no seu coração e que reze a Deus para que o liberte destes laços (...) todo aquele que seja apegado a estas coisas, por favor, que não entre na política, não entre numa organização social ou num movimento popular, porque causaria muitos danos a si mesmo, ao próximo e sujaria a nobre causa que empreendeu”.

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 6-12-2019.

Um livro - um Seminário

05.12.19 | asal

Quando há uma semana me dirigi a Portalegre para olhar para a Catedral e saber das obras que nela se vão efetuar (vídeo já publicado aqui há alguns dias), aproveitei também para saber pormenores sobre o livro que o mesmo Sr. Cón. Bonifácio acaba de mandar para impressão, em que se descreve a história daquela grandiosa obra que durante muitos anos foi o Seminário de Portalegre e onde muitos de nós colhemos ensinamentos para a vida.

Serve a presente entrevista para todos se inteirarem do conteúdo e das razões deste livro. Sempre na mira de "fazermos comunidade" e nos sentirmos todos irmanados em mais um empreendimento.

AH

Aniversário

05.12.19 | asal

Adérito1.jpg

Neste dia 05-12-58, nasceu ali para os lados de Castelo Branco o  Adérito José Alves Mateus, que estudou no Seminário, como ele diz na sua página do Facebook, seguindo depois a vida militar como profissional na Marinha de Guerra. Vive agora em Cascais.

É a este jovem de 61 anos que estamos a dar os PARABÉNS e a desejar-lhe muito sucesso, muita saúde e felicidade. E não te esqueças de nós. Aparece com farda ou sem farda, que todos te saúdam com gosto.       

Contacto: tel. 962 325 342

Relatório e Contas do Encontro

04.12.19 | asal

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS DA DIOCESE DE

PORTALEGRE - CASTELO BRANCO

COMISSÃO ANTIGOS ALUNOS SPCB

LOGÓTIPO.png                                (comasalpcb@gmail.com)

                                     (asal.mail@sapo.pt)

 

ALMOÇO CONVÍVIO DE 30 DE NOVEMBRO DE 2019- (SÁBADO)

 

SÃO MARTINHO 

 

BREVE RELATÓRIO E CONTAS

 

Caros Associados e Amigos,

 A Comissão Administrativa da nossa Associação promoveu mais um Encontro dos seus membros e amigos, no salão da Fábrica da Igreja de São Francisco Xavier, no Alto do Restelo, em Lisboa com a presença de 44 participantes para comemorar o S. Martinho.

O convívio teve início a partir das 11H00, com abraços, cumprimentos e recordações, a que se seguiram os aperitivos e a tão desejada feijoada, obra do mestre Higino Queiroz de Mello, terminando com as habituais castanhas assadas, na companhia de vários colaboradores da paróquia, num conjunto fantástico, merecedor dos maiores aplausos.

Aberta a sessão cultural gastronómica do São Martinho, pelas 13H00, agradecemos a presença dos participantes, a disponibilidade das instalações por parte do pároco da freguesia, Cónego José Manuel Ferreira que, por dificuldades de agenda, não nos pôde acompanhar durante o almoço, e reiterámos o convite para a indispensável colaboração de todos na edição de um livro sobre o seminário de Alcains, escrevendo textos e enviando fotografias para poder ser lançado a 16 de maio de 2020 no grande Encontro que terá lugar no seminário, celebrando os seus 90 anos.

Como já foi várias vezes anunciado, o livro está a cargo do Florentino Beirão que irá coordenar os trabalhos e promover a respetiva edição, em nome da nossa Associação, sendo absolutamente necessário que lhe enviemos textos lembrando episódios da nossa juventude durante os anos que lá passámos ou de que tivemos conhecimento, enriquecendo-o com as nossas recordações que ali ficarão “ad perpetuam rei memoriam”.

A propósito de livros, o António Henriques fez um relato da sua recente visita à Catedral de Portalegre (já transmitida em vídeo no blogue Animus Semper) onde entrevistou o Cónego Bonifácio sobre os trabalhos que se irão realizar na recuperação do seu interior (altares, imagens e retábulos, nomeadamente) para os quais a diocese terá de contribuir com um milhão de euros. E neste contexto, o Cónego Bonifácio editou também um livro sobre o seminário de Portalegre que será posto à venda brevemente, revertendo os lucros para aquele efeito, esperando-se que os antigos alunos contribuam para o bom êxito da iniciativa através da compra do livro, para além de outra qualquer forma de participação que julguem adequada. 

As honras da casa foram feitas pelo Padre Borges, coadjutor da paróquia, que apresentou cumprimentos e felicitou os presentes, pondo em destaque o valor das iniciativas como a nossa, verdadeiramente essenciais para o fortalecimento da amizade e da solidariedade.

Todos estão de parabéns e merecem os nossos agradecimentos: os organizadores e coadjutores, o nosso anfitrião, os nossos fotógrafos de serviço, Zé Ventura e António Eduardo, e todos aqueles que disseram presente, partilhando a amizade de sempre.

Merecem, igualmente, o nosso obrigado, todos aqueles que não puderam comparecer mas que nos mandaram mensagens de felicitações e estiveram connosco em espírito.

A título informativo, damos conhecimento das contas, pela forma seguinte:

R E C E I T A

 

Participantes:

1 -  44 X 18,00 € (A favor da Igreja)                                                  792,00 € 

2 -  44X 2,00€ (a favor do Fundo de Solidariedade da Associação)                                     88,00 €

                                                                                                                                    Soma        + 88, 00

D E S P E S A

Correio e Consumíveis diversos                                                                                      -242, 10 €


SALDO NEGATIVO (A suportar pelo Fundo de Solidariedade)  (242,10 – 88,00)  - 154,10 €

 

Saudações Associativas

A Comissão, em 4 de dezembro de 2019

Aniversário

04.12.19 | asal

Carlos Farinha.jpg

Faz anos neste 4 de Dezembro o Carlos Farinha. É de Oleiros e vive em Alfeizerão, onde gasta o seu tempo na Churrasqueira's Farinha. Porque não passar por lá?

É dos que querem o Sporting campeão! É dos meus... Mas os outros todos também são dos meus "amigos", pois a clubite é moderada e sensata!

Deixamos aqui os PARABÉNS DO GRUPO para o Carlos e que a vida lhe sorria.

Contacto: tel. 914800400

Aniversários

03.12.19 | asal

Francisco Manso.png

São dois os aniversariantes de hoje:

- O menos jovem é o Francisco Nogueira Manso, que hoje completa os 69 anos, uma idade cheia de energia e ainda jovem. Antigamente é que um sexagenário era um velhinho!...

Não sabemos quando ele vai aparecer. E só depende dele!

Contacto: tel. 962 866 230

 

Nuno Folgado P..jpg

- Temos depois o P. Nuno Miguel Barradas Tavares Folgado, com 40 anos, cheio de energia e entusiasmo, como a foto documenta.

É   Pároco in solidum de São Miguel da Sé, São José Operário (Castelo Branco) e Benquerenças; Diretor do Secretariado Diocesano de Pastoral; Moderador do Serviço Pastoral e Assistente Regional do Corpo Nacional de Escutas (CNE).

Contacto: tel. 934 910 503

Aos dois amigos damos os nossos sinceros PARABÉNS, desejando que os seus dias decorram com saúde, felicidade e na consecussão dos seus objectivos de vida. Ad multos annos!