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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Aniversários

07.11.19 | asal

São dois os aniversariantes deste dia:

Celestino Cardoso.jpg

 
Nascido em 1946, o Celestino Cardoso estudou no INEF e foi professorMem Martins, na escola Visconde Juromenha. Tenho a impressão que vive aqui perto de Lisboa, com todas as hipóteses de estar connosco.
Aqui ficam os PARABÉNS da malta, com votos de muita saúde e longa vida.

 

Contactável pelo n.º 933 563 890

 

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Temos ainda o José Sanches, de Alcains, que nasceu em 1957. Mas eu não tenho mais informações sobre ele.

Assim, deixamos aqui os nossos PARABÉNS, com votos de felicidade por muitos e bons anos. Se apareceres e nos deres mais informações, melhor! Vem aí o Encontro de 16 de Maio, na tua terra. Não queres aparecer?

Gostávamos de ter o teu email e n.º de telefone.

Aniversários

06.11.19 | asal

São dois os aniversariantes deste dia!

Bonifácio Bernardo.png

 - O Sr. Cón. Bonifácio dos Santos Bernardo, nasceu em Salvaterra do Extremo, a 6 de novembro de 1944 e foi nosso professor de Inglês e de Português, entre outras disciplinas...

Presentemente, exerce um sem número de funções: Director do Centro de Cultura Católica; Deão do Cabido da Sé de Portalegre; Responsável pelo Arquivo dicoesano e pela Biblioteca do Paço Episcopal e do Seminário Diocesano; Promotor da Justiça e ainda é Membro dos Conselhos Presbiteral e Pastoral Diocesano.

Aqui lhe deixamos os nossos mais vivos PARABÉNS, com votos de muita saúde e energia no cumprimento dos seus afazeres pastorais. E que Deus o ajude a sentir-se sempre feliz...

Contacto: tel. 938 490 015

 

João Luís M. Fernandes.jpeg

- Também hoje, dia 6 de Novembro, está a fazer anos o João Luís Matos Pereira, nascido em 1952.

«PARABÉNS A VOCÊ NESTA DATA QUERIDA...»

Fazemos votos de longa vida, com muita saúde e muitos amigos.

Não queres aparecer no Magusto do dia 30, no Restelo?

Para contacto, usar o tel. 966 043 821

Aniversários

04.11.19 | asal

E logo três!...

Há coincidências curiosas: três a fazer anos no mesmo dia é caso muito raro; e dois serem marido e mulher ainda é mais raro! Pois é o que acontece hoje!

Vamos então dar os parabéns aos três amigos, nascidos no dia 4 de Novembro:

Adriano Mendes e esposa.jpeg

 

 

- Adriano Afonso Mendes, com o tel. n.º 919 900 320

- Ana Jesus Mendes, esposa do Adriano Mendes, tel. n.º 964 054 517

 

 


Carlos Al. Sousa.jpeg

 

 - Carlos Alberto Domingos Sousa,

  tel. n.º 919 500 618

 

Com os nossos PARABÉNS, vão também os votos de longa vida, com saúde, felicidade, realização dos vossos sonhos e que sempre se sintam rodeados de muita amizade. Apareçam...

Nova data para o Encontro

03.11.19 | asal

ATENÇÃO, AMIGOS, MUITA ATENÇÃO.!!!!

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A data do São Martinho inicialmente agendada para 16NOV2019, é ALTERADA para o dia 30NOV2019, por razões profissionais pessoais do nosso cozinheiro.
A quem já se inscreveu, pedimos a confirmação para o dia 30.
Antecipadamente gratos pela vossa compreensão, apresentamos as nossas desculpas e para compensar cá vai um grande ABRAÇO, com saudações associativas.
Joaquim Mendeiros

 

NOTA: Somos um grupo que estamos muito dependentes de circunstâncias alheias:

- Já celebrámos o S. Martinho em restaurante e não gostámos porque não se podia reservar o espaço só para nós. Os convivas eram incomodados por outros e não podíamos comunicar;

- Já celebrámos o S. Martinho nas fracas instalações da Senhora da Rocha, que à medida que íamos envelhecendo se tornavam incómodas por exigir de nós muito esforço e trabalho físico; ainda por cima, a pessoa que então preparava a refeição deixou de estar disponível;

- Agora encontrámos os belos espaços de S. Francisco Xavier e uma equipa de voluntários que se prontifica a preparar o almoço para o grupo. Se o cozinheiro, o chef Higino, só está disponível no dia 30 de Novembro, é com toda a alegria que estaremos no Restelo nesse dia.  E mai nada!!! AH

Aniversário

03.11.19 | asal

PARABÉNS, PADRE!

José Ant. Gonçalves.pngNascido em 1970, este jovem P. José António Ribeiro Gonçalves é Pároco de Estreito, Orvalho, Sarnadas de São Simão e Vilar Barroco, Concelho de Oleiros e Arciprestado da Sertã; Coordenador do Secretariado da Educação Cristã da Infância e Adolescência; Arcipreste de Castelo Branco. Tem muito por onde se ocupar...

Os amigos que formam este Grupo de Antigos Alunos dos nossos seminários cumprimentam este colega que se ofereceu para servir o povo de Deus, dão-lhe os MELHORES PARABÉNS DE ANIVERSÁRIO e desejam-lhe saúde e longa vida no cumprimento feliz da sua missão. 

Contacto: tel. 966 895 709

Palavra do Sr. Bispo

01.11.19 | asal

O DESAFIO DA SOLIDARIEDADE GLOBAL

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Não é por mal que algumas coisas se dizem, sei. E de vez em quando isso acontece, quer porque não se foi muito feliz na maneira de abordar a questão, quer porque os termos ou a linguagem usada não foi a melhor, quer porque se quer agradar a algum auditório, quer porque a pessoa que fala está um pouco em jejum no assunto em causa. Muitas vezes, porém, é o suficiente para desclassificar e impressionar menos bem.
Na última situação destas a que assisti, a caridade não me pareceu bem abordada, nem a mim nem a outros que primaram pela presença. Mas a forma como ali foi trazida à baila tem sido bastante recorrente, apesar de acontecer em lugares onde ela deveria marcar a diferença, sendo promovida e atuada na ação em prol de serviços cada vez mais humanos e humanizadores e da boa convivência entre responsáveis, colaboradores, utentes e voluntários. De facto, por vezes, puxa-se pela palavra caridade para depreciar ou minimizar o seu significado e conteúdo. Declara-se a sua insignificância para realçar a solidariedade, como se aquela fosse inimiga desta, como se esta fosse muito mais importante sem aquela, ou como se alguém não pudesse falar da solidariedade sem zurzir na caridade, isto é, sem faltar à caridade para com a caridade!
Aplaudimos a solidariedade familiar e de vizinhança. Aplaudimos a solidariedade económica, política, social, ecológica, cultural e a que mais quisermos juntar como meio necessário para a construção do bem comum. É um valor e uma necessidade urgente e sempre inacabada. Em cada tempo, o bem comum vai exigindo novas formas de solidariedade, é uma exigência da justiça. Mais: não é só uma exigência da justiça, também é uma exigência da caridade. Quando “o empenho pelo bem comum é animado pela caridade, tem uma valência superior à do empenho simplesmente secular e político” (Caritas in Veritate,7).
Porque se desconhece a natureza, o valor e a sua estreita ligação com a verdade e a justiça, a caridade, sempre iluminada pela luz da razão e da fé, continua a ser rodeada de preconceitos, esvaziada de sentido. No entanto, como por vezes se deixa transparecer, ela não é uma espécie de humanismo piegas, não é sentimentalismo estéril, não é filantropia para a promoção do ego, não se identifica com aquele bem-fazer que brota de sentimentos de pena ou dó ou de interesses subjacentes de quem quer que o reconheçam e lhe batam palmas, não é um meio ao serviço de proselitismos ou para manter situações existenciais injustas, não está dependente de partidos e ideologias, deve sentir-se escrita e avivada no coração de cada um seja quem for. A caridade reclama a verdade, exige e supera a justiça, “não se move apenas por relações feitas de direitos e deveres, mas antes e sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e perdão” (id.6).
A própria Assembleia-Geral das Nações Unidas, em 2012, pela Resolução 67/105, proclamou o Dia Internacional da Caridade a celebrar no dia 5 de setembro de cada ano. O objetivo deste Dia é, entre outros e segundo os seus promotores, reconhecer o papel da caridade no alívio às crises humanitárias e ao sofrimento humano em todo o mundo, homenagear o extraordinário trabalho de inúmeras organizações e indivíduos, fomentar e promover o diálogo, a solidariedade, o entendimento mútuo e os valores universais. Como expressão de “solidariedade global”, a caridade sente o carinho e o encorajamento de todos os Estados-membros, organizações regionais e internacionais e os vários atores da sociedade civil, nomeadamente através da educação e de atividades que contribuam para a sensibilização da sociedade para este “enorme potencial de amor que vence o mal com o bem e abre à reciprocidade das consciências e das liberdades” (id.9).
Quando ela está ausente da vida pública e familiar, quando, por exemplo, a caridade falta em qualquer instituição ou estrutura social, mesmo que haja abundância de tudo e uma logística digna de se lhe tirar o chapéu, a solidariedade pode ser um corpo sem alma. Pode haver gente a usufruir da solidariedade de muita gente, em abundância de muitas coisas e boas condições, mas a sentir-se indesejada, não amada, abandonada, a morrer de fome de atenção, de caridade. Se assim for, mesmo que as instalações e os serviços prestados sejam de luxo, de cinco estrelas para cima, tudo não passará de mero assistencialismo, não liberta, não promove, não satisfaz, não gera família. Como sabemos, mesmo as Obras de Misericórdia não são apenas corporais, também são espirituais. E, não raro, estas são muito mais importantes que aquelas. O critério de ação, para nós cristãos, foi-nos dado por Cristo que nos mandou amar uns aos outros como Ele nos amou: atenta e dedicadamente, sem fingimento, gratuitamente, incondicionalmente, sem fazer aceção de pessoas, dando a vida, por Caridade... Como lembra Bento XVI na Encíclica Deus Caritas est, a consciência de que, em Jesus, o próprio Deus Se entregou por nós até à morte, deve levar-nos a viver para Ele, e com Ele para os outros (cf.DCe33).
Relembremos o texto de São Paulo: “Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e dos anjos, se eu não tivesse caridade, seria como um bronze que soa ou como um símbolo que tine. Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência, ainda que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse a caridade, eu nada seria. Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos famintos, ainda que entregasse o meu corpo às chamas, se não tivesse a caridade, isso nada me adiantaria. A caridade é paciente, a caridade é prestativa; não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade jamais passará (...) Agora, portanto, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade. A maior delas, porém, é a caridade” (1Cor 13, 1-8.13).

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 01-11-2019.

O país espera “mais e melhor”

01.11.19 | asal
Caríssimo Henriques
 
Neste Dia de Santos, com uma grande Feira em Alcains, ainda me sobrou um pouco de tempo, para visitar os meus amigos do ANIMUS. Gente Boa que tudo nos merece.
Desta vez virei-me para o estado em que se encontram dois pilares da nossa via social: a Saúde, o melhor bem das nossas vidas e a Educação, base da socialização e  desenvolvimento dos povos.
Nunca será demais o que o país venha a investir, com critérios de uma boa gestão, nestes dois pilares.
Com um agradável sabor a castanha assada e pinga de uma doce jorpiga, abraço-te cordialmente e a todos os que nos acompanham.
F. B.

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Saúde e Educação doentes

 

Dois graves acontecimentos polarizaram a atenção do país, nestes últimos tempos. Um, ligado à má prática da medicina. O outro, relacionado com a problemática da Educação. Duas áreas sensíveis e da máxima importância, onde todo o investimento é sempre diminuto, face às necessidades, em contínua evolução.

Comecemos por recordar um caso recente, insólito e gravíssimo, ocorrido com o médico Artur Carvalho que, ultimamente, se tornou, por más razões, o centro das atenções da comunicação social. Nada menos, do que não ter detetado numa ecografia que fez a uma grávida, as gravíssimas deformações de que era portador o seu bebé que nasceu sem olhos e sem parte da cabeça. Grave é ainda o facto deste médico, durante vários anos e com queixas contínuas, ter continuado a asneirar e a manter-se na sua atividade, sem que fosse responsabilizado por anteriores práticas médicas problemáticas. A meia dúzia de queixas anteriores, de que já tinha sido alvo, foram caindo em saco roto, deixando-o à solta, na sua prática negligente e irresponsável. O que esta criminosa situação veio a revelar foi que, impunemente, poderá haver médicos que andam por aí a exercer a sua nobre profissão, sem que sejam responsabilizados pelos atos perniciosos que praticam. Desta feita, nada menos do que seis anos. Acresce ainda que este obstetra é sócio de uma clínica particular, com acordo com a Administração de Saúde. Pior ainda. Por ambição como alguns dos seus colegas, saltitando de lado para lado, despacham os doentes como quem, apressadamente, come uns tremoços numa esplanada.

 Uma ecografia que necessita de 30 minutos para ser analisada com cuidado, ter sido despachada em 10. Como diz o povo, “depressa e bem, não há quem”. Tratando-se da Saúde das pessoas, chega a raiar a esfera do criminoso. Como recomenda ainda a sabedoria popular, “com a Saúde, não se brinca”.

Com uma deficiente vigilância do Ministério Público e com a lentidão vergonhosa dos processos à espera de julgamento, nos quais numerosos médicos são acusados, os casos vão-se arrastando impunemente.

O novo e dilatado Governo, acabado de ser empossado pelo Presidente da República, terá muito que cuidar desta área, se quiser ser digno dos votos que o povo lhe deu nas recentes eleições, onde foi prometido solenemente, “mais e melhor”.

A vida e a saúde, senhores governantes, não podem estar à mercê da disponibilidade da Ordem dos Médicos que deverá arrumar a sua casa para que, casos como este, jamais se possam vir a repetir. A prioridade do primeiro-ministro António Costa virada para a Saúde, não pode ser uma vã promessa. Cumprir os programas eleitorais deverá ser uma exigência de uma democracia madura.

Outro dos assuntos quentes teve a ver com a recente agressão de um professor a um aluno. Na realidade, a indisciplina e a violência nas escolas, infelizmente, são também temas que, periodicamente, vão sendo notícia, relativamente ao ambiente que se respira no meio escolar.

Quanto a nós, a desmotivação de muitos professores e de uma grande parte dos alunos que se encontram envolvidos no ato do ensino-aprendizagem, será uma das grandes causas deste mal- estar. Sem o mínimo de disciplina e de empatia entre alunos e docentes, torna-se irrespirável o ambiente de um trabalho - sempre exigente - que deve ocorrer na sala de aula. Claro que não é fácil. Filhos de muitas mães, como se costuma dizer, o professor tem que mostrar a sua autoridade - não autoritarismo – para que se crie um ambiente favorável entre todos.

Quando isto não acontece, como foi o recente caso do professor que agrediu um aluno, estremece o Carmo e a Trindade. Pais acusam o professor pela agressão ao filho. Sindicatos criticam o ministro da Educação Tiago Brandão - agora reconduzido - por não condenar a violência contra os professores. Acrescenta ainda, segundo a Fenprof, este ministro ser rápido a condenar a violência dos professores, mas quando acontece o contrário, nem uma simples palavra. Neste caso, como é público, tratou-se de uma agressão de um docente de Tecnologias e Comunicação na Escola Secundária D. Leonor em Lisboa, a um aluno na sala de aula. De imediato, o professor foi suspenso de exercer a sua atividade. Dois pesos e duas medidas acusa o Sindicato. Face a estes casos recentes, o mal-estar social na Saúde e na Educação merece “ mais e melhor”.

florentinobeirao@hotmail.com

Honra a todos os santos

01.11.19 | asal

Hoje, dia de todos os santos!

Vamos lembrar os santos dos altares e todos aqueles que lidaram connosco ao longo da vida e nos ajudaram a crescer, dando-nos exemplo de bondade, honestidade, dedicação ao próximo...

São os nossos familiares que muito se sacrificaram para nosso bem; são os nossos vizinhos que todos os dias nos saudavam com um bom-dia generoso; são os nossos companheiros de viagem, nossos amigos que nos deram copos de água de apoio e nos animaram na caminhada...

São todos aqueles que nós admirámos mesmo à distância pelos seus gestos extremados de defesa da humanidade, que fizeram que o mundo andasse para a frente nos valores de vida e numa moral de atenção a todos, especialmente os mais abandonados.

Honra a todos os santos!  AH

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