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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Pós-Encontro

Enquanto não chegam mais fotos, fiquem com estas. 

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Saborosa a feijoada, saborosa a sobremesa, saborosas as castanhas... Mas ainda mais saborosa a amizade que nos une. Houve alguns abraços que me comoveram.

Alegria por vermos alguns que há muito não víamos. Alegria e preocupação por vermos outros já trôpegos, seguindo a lei da vida a que todos obedecemos...

Obrigado a todos que quiseram transformar em real a relação virtual que todos os dias vamos alimentando. Cara a cara, é outra coisa. E lembrámos a "Vintóitma" do Chico Cristóvão, e lembrámos as peripécias do P. Milheiro, e desta vez até veio à mesa o perú do Cardeal. Mas essa não se conta a todos...

Boa noite. AH

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Almoço na Parreirinha

Cá está a foto de hoje!

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Oito amigos que marcaram presença, mesmo tendo amanhã o Encontro programado...

Então, porque não? Almoçar em grupo sempre anima mais. E dividindo as doses por dois até faz que a refeição fique mais barata!

O Martins da Silva foi a novidade de hoje. Acho que ele vinha saber também pormenores do dia de amanhã, para onde quer levar mais dois familiares.

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Mas olha, Martins, pela foto que o Manel me enviou, vês bem como tudo está preparado para nos receber condignamente...

Por doença, já hoje tive a notícia de um casal não poder ir. Quem os quer substituir? Nem é preciso telefonar antes!

E fico por aqui, para poder avançar com o vídeo sobre a Catedral de Portalegre, que ontem gravei... Reduzir a metade o tempo de gravação não é fácil. Isto porque os vídeos extensos se tornam maçadores. Terei ainda de sobrepor outra voz em momentos onde o ruído abafa a mensagem. Coisas técnicas tratadas por um amador, mas melhor não se arranja. Vocês desculpam...

Boa noite, boa viagem aos comensais de amanhã e leiam os outros posts do blogue, que já têm leitura bastante. AH

Palavra do Sr. Bispo

ADVENTO: DO POPULISMO AO PRESÉPIO

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O tempo do Advento conduz-nos ao Natal. Se tem o sabor da expectativa, da esperança, da preparação e da partida ao encontro de quem se espera, também tem o sabor da vida que se disponibiliza, do coração que se abre, das rotinas que se transformam para acolher bem quem chega.

Quem está diante de nós para ser acolhido e Aquele de Quem vamos ao encontro, é Jesus Cristo. Já não é um desconhecido, é verdade. D’Ele já sabemos o que a história nos conta, o que os Evangelhos e a Comunidade Cristã nos testemunham, o que a fé e a oração nos dão a saborear de confiança e de sabedoria. Mesmo assim, Jesus Cristo tem sempre algo de novo a revelar a cada tempo e a cada pessoa. Tem história e é mistério. É conhecido e sempre surpreendente. Se misturarmos a nossa vida com a vida de Jesus, crescemos sempre. Aliás, esse é um dos grandes desafios do Advento. Muitas vezes, talvez procuremos Jesus apenas para que esta ou aquela situação fique resolvida. Jesus, porém, procura-nos, vem ao nosso encontro para permanecer sempre connosco.
A universalidade do acontecimento e do conhecimento de Jesus Cristo poderiam ter feito d’Ele apenas um fenómeno tipo populista, isto é, um fenómeno que aparecesse, desaparecesse e se desvanecesse, tão ao jeito dos nossos tempos. Mas, como a vida tem sempre de ser lida ”por dentro”, percebemos melhor que a universalidade de Jesus Cristo e do seu mistério é a expressão da verdade fundamental e da sabedoria que contém para a vida de todos. Jesus não é apenas uma verdade universal. É, sobretudo, uma verdade que se pode interiorizar e que se pode viver. Tem, nessa medida, outra substância que não apenas o brilho da aparência. Talvez, por isso, no meio de todo um universo a contracenar com a cultura light e populista, tenhamos um pequeno e simples espaço em Belém onde Jesus nasce e por onde Jesus entra na humanidade. Partindo daí, o horizonte é a humanidade inteira. A salvação é mais original que o pecado. Sabendo embora que a cultura light se carateriza pela busca da leveza e com tudo aquilo que isso reclama, também sabemos que o populismo quase sempre manipula ou mascara os olhares e o discernimento das prioridades. Parte de generalizações que absolutiza e incute soluções afuniladas, muitas vezes ao arrepio da realidade. Dá soluções automáticas e não constrói a consciência de “povo” ou de comunidade. Jesus Cristo, ao contrário do populismo, é sempre uma história de humanização. Porque assumiu ser homem, com Ele a humanidade vale muito mais. Assumir significa “fazer sua” a nossa humanidade.
Então é hoje que queremos acolher Jesus. Por muito ou pouco “passado” que tenhamos, por muito ou pouco “futuro” que esperemos, é “hoje” que Jesus vem ao nosso encontro. É hoje que O queremos acolher. Ele é sempre nosso contemporâneo. Como diz o Papa Francisco, dirigindo-se particularmente aos jovens, nós somos o “hoje” e o “agora” de Deus.
“Se és jovem em idade, mas te sentes frágil, cansado ou desiludido, pede a Jesus que te renove. Com Ele, não se extingue a esperança. E o mesmo podes fazer, se te sentires imerso nos vícios, em maus hábitos, no egoísmo ou na comodidade mórbida. Cheio de vida, Jesus quer ajudar-te para que valha a pena ser jovem. Assim, não privarás o mundo daquela contribuição que só tu – único e irrepetível, como és – lhe podes dar” (Francisco, CV, 109).
Ser o “hoje” de Deus significa que nada do que é humano é estranho a Deus. Então, encontrar-se com Jesus é reconstruir a vontade, a inteligência, os afetos, tudo. Quando Deus assume, em Jesus Cristo, a nossa humanidade significa que essa mesma humanidade é confirmada como o lugar onde Deus habita. E é extraordinário que, com as nossas fragilidades, Deus constrói uma história de amor. Nasce e atrai a Si, pastores, magos, homens de boa vontade; percorre os caminhos da Judeia e Galileia e os que O escutam sentem-se por Ele agarrados, sejam cegos, coxos, possessos ou gente em busca da verdade; sobe à cruz, ressuscita e faz entender que Ele é o caminho, a verdade e a vida.
O pequeno e simples espaço de Belém onde Jesus “teima” em nascer pode, pois, ser hoje o coração de tantos, particularmente dos jovens a quem a Igreja quer escutar mais e dedicar maior atenção. Parafraseando o texto da Exortação Cristo Vive, do Papa Francisco, Deus ama-nos, Cristo é o nosso Salvador, Cristo vive.
Deixar-se iluminar e transformar pelo encontro com Cristo e com o seu Evangelho é um desafio forte mas que todos, particularmente os jovens, podemos praticar no dia a dia.
O que faria Jesus se estivesse no meu lugar diante deste problema e por este motivo? Como agiria Ele confrontado com estes problemas? Que chamamento me faria?
Às interrogações vai sucedendo, a passo e passo, a resposta da presença de Cristo, presença que procurei, acolhi e me fez sentir encontrado. “O amor de Deus e a nossa relação com Cristo vivo não nos impedem de sonhar, não nos pedem para restringir os nossos horizontes. Pelo contrário, esse amor instiga-nos, estimula-nos, lança-nos para uma vida melhor e mais bela (...) A inquietude insatisfeita, juntamente com a admiração pelas novidades que surgem no horizonte, abrem caminho à ousadia que nos impele a tomar a nossa vida nas próprias mãos e a tornar-nos responsáveis por uma missão. Esta sã inquietude, que surge especialmente na juventude, continua a ser a caraterística de qualquer coração que permanece jovem, disponível, aberto. A verdadeira paz interior convive com esta profunda insatisfação. Dizia Santo Agostinho: «Senhor, criastes-nos para Vós e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Vós» (Francisco, Cristo Vive, 138).
E se este Advento culminasse numa história de amizade mais profunda com Jesus Cristo no Natal? E se deixássemos crescer ainda mais em nós a vontade de viver de Cristo e de experimentar os seus caminhos? E se ousássemos mais caminhos de fraternidade? E se nos comprometêssemos mais e fossemos corajosos anunciadores d’Aquele com Quem nos comprometemos?
A exuberância das nossas manifestações exteriores, para ser autêntica, está na saúde da raiz que, discretamente, nos alimenta porque nos liga ao que pode dar a vida. Vamos, seguramente, encontrar um lugar, dentro de nós, para acolher Cristo. O lugar que Maria e José tanto procuraram somos nós!

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 29-11-2019.

Despertar consciências

“Pequenos passos” para despertar consciências contra a “black friday”                                            ---- Copiado de 7Margens

“Despertar consciências e contrapor-se ao apelo consumista da black friday” é o objectivo da campanha Pequenos Passos, uma iniciativa que pretende chamar a atenção para a necessidade de reduzir consumos, reutilizar vestuário e utensílios do quotidiano ou utilizar transportes públicos, por exemplo. Iniciativa da FEC – Fundação Fé e CooperaçãoAssociação Casa Velha e CIDSE – Organização de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento e Solidariedade, rede de agências de desenvolvimento católicas.

“Reduz, transforma, reutiliza, altera” é a mensagem do vídeo da campanha, feita em nome do planeta. “Não deixes o teu futuro em stand by”, diz a mensagem final do vídeo da campanha, que integra o projecto Juntos pela Mudança. Este pretende “contribuir para a resiliência às alterações climáticas, através da adopção de estilos de vida e estratégias mais justas e sustentáveis a nível local e global”.

A campanha usa dois números em forma de pergunta para dar o exemplo do que afirma: “Sabes que são precisos 7.000 litros de água para produzir um par de calças de ganga? E que a produção de um telemóvel smartphone consome 900 litros de água?”

Há pouco mais de um mês, o programa L’Émission pour la terre, do canal France 2, mostrou que umas calças de ganga podem mesmo gastar 11 mil litros de água e ter de percorrer 65 mil quilómetros até chegar às prateleiras das lojas.

“Dá uma nova oportunidade à tua roupa: reutiliza e adapta. Repara os teus aparelhos electrónicos e não os deites no lixo”, apela ainda a campanha Pequenos Passos que, na página da iniciativa, apresenta um conjunto de ideias práticas para mudar hábitos quotidianos. E que termina a perguntar: “Qual o pequeno passo que vais dar, por ti, pelo planeta, por todos?​

Reencontros

Boa noite, António Henriques !

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Aconteceu, hoje, no Solar dos Presuntos, o reencontro do Jorge Calhas, com alguns dos nossos colegas, após afastamento / desencontro de mais de 50 anos.

Para memória futura anexo fotografia que agradeço incluas no nosso blog.

28/11/2019 - José Ventura Domingos 

 

NOTA: Publico com muito gosto a tua foto, sinal de amizade e convite a partilhar o espírito de Natal. E espero outras fotos de novos e diferentes reencontros...

E apressem-se, porque o tempo não perdoa e o caruncho anda por aqui a rondar. Já alguns colegas faltam amanhã ao Encontro no Restelo porque o andarilho (há vários tipos de andarilho!) não lhes permite.

Mas é muito bom conviver! AH

Aniversário

VIVA O MANUEL LOPES CARDOSO! Celebra hoje as 70 primaveras. Manuel L Cardoso.jpeg

E o tempo passa depressa para quem tem muito que fazer, que acho que é o teu caso! Assim, com um forte abraço, damos os PARABÉNS ao Manuel Lopes Cardoso e desejamos-te muita saúde e longa vida  na realização feliz dos teus sonhos.

Para quem não sabe, o Manuel Cardoso é de Proença-a-Nova, onde hoje serve com alegria as paróquias de Proença-a-Nova, Peral e S. Pedro do Esteval como Diácono Permanente. Ad multos annos!

Contactável pelo tel. 933 297 465

Aniversário

Anos do P. Daniel Santos Almeida!

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Para este jovem sacerdote, de 37 anos (nasceu em 82!), responsável pelas paróquias da Sertã, Cabeçudo, Cumeada, Marmeleiro, Mosteiro e Troviscal, vão hoje  os nossos PARABÉNS, cheios de incentivos (oração, força, desejos?) a que continue a ter saúde e energia para desempenhar a sua missão e a realizar os seus projectos de vida. É que ele é ainda Capelão da Santa Casa da Misericórdia de Sertã e da Associação dos Bombeiros Voluntários de Sertã...

Em 18 de Maio de 2019, muito contámos com ele para nos aligeirar os trabalhos de organização do nosso encontro da Sertã. Um obrigado, mais uma vez. Na foto, o P. Daniel com elementos da Comissão.

E PARABÉNS em nome deste grupo, com votos de realização pessoal a bem dos que o rodeiam.

Contacto: tel. 964 890 980

Venite ad convivium

CONVIVIUS IN S. FRANCISCUS XAVIER ECCLESIA – SANCTUS MARTINIUS
LISSABONE - 30 NOVEMBER 2019 - MENU
Carissimi,

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Hodie, maxima honor anunciare vobis mihi est, quid ad celebrandum Sanctus Martinius in S Franciscus Xavier Ecclesia, habemus omnia quod imaginare potuerimus. Primum, corporis, deinde spiritus, ut, secundum scripturas, regnum nostrum non erit finis!
Quero eu dizer, em tradução livre, que é para mim uma subida honra anunciar que vamos ter no S. Martinho tudo o que possamos imaginar para bem do corpo e da alma para que, de acordo com as escrituras, possamos viver eternamente!
Para que tudo seja perfeito, iremos animados pelo espírito daquela máxima latina, segundo a qual “ Amicum si habeam, felix ero ” (se eu tiver um amigo, serei feliz) e as castanhas, a água-pé e as conversas afastar-nos-ão, naquele sábado, dos problemas dos outros dias que vamos vivendo “...gementes et flentes, in hac lacrimarum valle...” .
Depois destes leves considerandos, vamos ao que interessa, ao MENU que nos fará bem ao corpo e ao espírito (mens sana in corpore sano)...

CULTURA GASTRONOMICA
A - IN PRIMA PUNTATA
1 - Potio Aperitiva
Pans saloio, queijinius regionalius et laminatus presuntis.
2 – Platus Principalis
Feijoatta cum totum, de manducare et chorare por mais.
3 – Postmensa
Dulci regionalis
4 – Liquidus
Vinus, alba ac tintus, aquas ac refrigerantis.
5 – Digestiva
Cafeína expressius ac whiskyus

B - IN SECUNDA PUNTATA
Castaneas, vinius ac aqua-pes.
C - PRECIUS - DOLOROSA: 20,00€ avec IVA de 13% incluso (stipendium ad valorem acrescentatum) per capita.
Mendeiros
(textum sriptum de acordo com o antigo acordo ortográfico latino-português)

Ultimas da UASP

Proclamação de São Francisco Marto como padroeiro da UASP

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Considerando que passou já uma década sobre a realização do Congresso dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses (2009), patrocinado pelo Santuário de Fátima no contexto das celebrações do centenário do nascimento de Francisco Marto;

Considerando que este ano estamos a viver o Centenário da sua morte, ou seja, do seu nascimento para o Céu: entrada plena e feliz na tão ardentemente desejada contemplação de “Jesus escondido”;

Verificando que, na vida dos Antigos Alunos dos Seminários, o que é único é terem passado um tempo mais ou menos longo em comunidade, na procura de um sentido para a vida, fazendo aquela peregrinação na fé de que Maria é modelo;

Verificando que esta procura escavou fundo na nossa alma e ainda hoje, independentemente do rumo escolhido pelos que por lá passaram, quase todos nos sentimos herdeiros e devedores àquela experiência comum;

Sabendo que, chegados aqui, já não conta tanto o lugar onde foi, mas sim com Quem foi, pois Ele é o“caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6), o “mesmo, ontem, hoje e pelos séculos.” (Heb 13,8)!

Sabendo que uma certa saudade não nos faz reféns do passado, mas antes peregrinos de um tempo novo, onde reine a paz e a justiça;

Sabendo que a vida espiritual de São Francisco Marto é reflexo daquela Luz Divina, “que, vindo ao mundo, ilumina todo homem” (Jo 1,9) e o conduziu a uma íntima e sublime experiência de Deus;

E desejando colocar sob esta Luz o projecto da UASP para que seja um espaço acolhedor para todos os peregrinos de Deus;

E desejando que nele o maior número possível se possa rever e partilhar as grandes interrogações que nos atravessam a alma e o coração;

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A Assembleia Geral da UASP, reunida em sessão ordinária de Outono, proclama São Francisco Marto patrono da União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses para que, por sua intercessão, cumpra a sua missão, enriquecendo a vida das Associadas e seus Membros, pois reconhece na sua experiência espiritual um forte estímulo para o crescimento na fé, no amor e na esperança!

Centro de Espiritualidade Francisco e Jacinta Marto

Fátima, 24 de Novembro de 2019

Aniversários

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Hoje, temos dois aniversariantes a quem parabenizamos.

 

- O João de Oliveira Lopes, 78 aninhos, natural de Alcains, que fez carreira docente na Universidade de Coimbra, onde ainda vive. Também se voluntariou para ajudar a nossa associação como elemento da "Comissão de Voluntários", que tem feito o que pode para unir e colocar os antigos alunos em comunhão uns com os outros. 

São bem interessantes os comentários que de vez em quando aparecem no nosso blogue com a sua autoria. E nós esperamos mais colaboração.

Responde pelo tel. n.º 963 623 138

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- Depois, temos o P. João Rosa Ferreira, que celebra o seu 64.º aniversário e que, segundo o Anuário Católico, trabalha na Casa do Gaiato em Coimbra.

Na diocese de Portalegre e Castelo Branco, não consta qualquer serviço pastoral para ele.

Contacto: tel. 919 434 863  

 

 

Aos dois colegas damos os PARABÉNS, desejando longa vida com saúde e felicidade pessoal.

Tempo de reflexão

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Do inverno para a primavera - um ciclo de vida inevitável ou algo mais: uma postura humana capaz de renovação pessoal? Pires da Costa mais uma vez conosco! AH

 

    Seja qual for a natureza duma evocação, é quase inevitável que ela nos conduzirá ao gesto de reflectir.

    Passado, presente e futuro formam uma trindade capaz de dar uma mais completa  forma de viver, se soubermos fazer um encadeamento dos citados períodos temporais  na base de uma permanente reflexão que os ponha, ao  mesmo tempo, unidos e separados, isto é, interdependentes  mas não amarrados.

    Daí que a reflexão meditada, serena e objectiva poderá  constituir a forma ideal para nos apercebermos das realidades das nossas vidas e de tudo o que nos cerca, ou seja, a sociedade e o meio em que nos encontramos inseridos.

    No cumprimento de um calendário determinado pela natureza e organizado pelos homens, decorre, neste período do ano que se aproxima e a que chamamos Inverno, o tempo por excelência para meditarmos sobre o que têm sido as nossas vidas e, em consequência disso, reflectirmos sobre o modo como poderemos aperfeiçoar a nossa conduta, o nosso comportamento e a nossa atitude em face dos valores em que acreditamos com convicção, sejam eles de que natureza forem.

    Nos tempos convulsos de hoje, em que parece não haver tempo para nada, na procura de tudo se querer fazer sem que, muitas vezes, saibamos bem porquê  e para quê, bom será que todos e cada um de nós paremos, de vez em quando, para examinarmos, à luz dos princípios consensuais colhidos nos ensinamentos já recebidos e na experiência que o correr da vida nos dá, a nossa postura no mundo em que vivemos, muitas vezes perturbados e confusos.

    Que o ser solidário não se limite apenas  à tomada de atitudes revestidas de um certo folclore, balizadas pelo cumprimento de calendários e hábitos estereotipados, como que na procura de uma boa consciência que nos é imposta pelo conceito do bem parecer e nos transmite uma cómoda mas falsa tranquilidade. 

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  Se bem procurarmos, será nos dias e noites de maior recolhimento, que  a época dita invernosa nos proporciona, que poderemos encontrar  as vias mais propícias  para nos  humanizarmos num grau de perfeição mais elevado.

    E tal como a mãe Natureza que parece parar durante um trimestre em cada ano, como que para se revigorar e arranjar forças  capazes de a manter produtiva no restante período  da sua translação em volta do fornecedor da luz que a ilumina, também nós, – que nos autoproclamamos os mais dotados seres do planeta, ainda que muitas vezes não o pareçamos – aproveitando uma certa quietude a que este tempo nos obriga,  poderemos  aprofundar as nossas reflexões, com vista a um aperfeiçoamento que nos torne mais esclarecidos, mais determinados, com a alma mais aberta e capaz de deixar entrar no nosso íntimo um sentimento de fraternidade que nos ajude a sermos mais humanos e solidários.

    Só assim poderemos aspirar a um futuro mais risonho, mais digno, mais equilibrado, mais sadio e frutuoso, não só para cada um de nós mas também para os outros, numa espécie de jogo de reciprocidades  em que todos poderemos ganhar. Todas as épocas são boas para reflectir. E talvez que um dos males dos nossos tempos seja reflectirmos pouco. Curiosamente, com a desculpa de que não temos tempo. Ou será porque não queremos ou não nos convém?..

    Queira Deus que todos, homens e mulheres desta humanidade um tanto desvairada no turbilhão das ideias e dos actos, arranjemos tempo para uma reflexão que nos abra o olhar e o espírito com firmeza, de modo a que possa concretizar-se o desejo do Poeta : -  Quando dúvidas tiver o Homem / Sobre o que é mal ou o que é bem, / Que  as forças cegas se domem / Com a visão que a alma tem…

A. Pires da Costa

Aniversário

José Ribeiro.jpgDamos os PARABÉNS ao José Marques Ribeiro, Técnico reformado de Tráfego e Condução na empresa Carris, que hoje completa os seus 67 anos.  Como fala da Sarnadinha, deve estar ligado a Vila Velha de Ródão, mas acho que agora vive em Setúbal.

Desejamos a este colega que seja feliz, com saúde, longa vida e muitos amigos. Quando apareces? Temos encontro em 30/11 no Restelo... Deves encontrar lá algum colega nascido em 52,,,

Contacto: tel: 966 653 882

Inscrições para o Magusto

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS DA DIOCESE DE
PORTALEGRE - CASTELO BRANCO

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COMISSÃO ANTIGOS ALUNOS SPCB
(comasalpcb@gmail.com)
(asal.mail@sapo.pt)

S. MARTINHO – 30NOV2019

IGREJA DE SÃO FRANCISCO XAVIER EM LISBOA (RESTELO)

Caros Amigos,
Estamos na reta final das inscrições para o nosso São Martinho/Festa de Natal do próximo dia 30. Até agora, somos já 50. Seria bom que se apressassem porque temos de informar o chefe de cozinha no princípio da semana do número mais ou menos aproximado dos convivas. Ficamos à espera.
INCRIÇÕES EM 23 DE NOVEMBRO DE 2019:
Abílio Cruz Martins (2)
Abílio Delgado (3)
Alberto Duque (2)
Alexandre Pires (2)
António Eduardo (2)
António Henriques (2)
Armindo Luís (2)
António Martins da Silva (2)
António Pequito Cravo (2)
António Raimundo (2)
Augusto Rei (2)
Cónego José Manuel Ferreira (1)
Francisco Correia (2)
Francisco Cristóvão (2)
Herculano Lourenço (1)
João Torres Heitor (1)
Joaquim Mendeiros (2)
Joaquim Dias Nogueira (2)
José Andrade (2)

José Ant. Cardoso Pedro (1)
José Maria Lopes (1)
José Maria Martins (1)
José Ventura Domingos (1)
Manuel Inácio (2)
Manuel Pereira (1)
Manuel Pires Antunes (4)
Manuel Pires Marques (2)
Padre Borges (1)
TOTAL - 50
Contactos para Inscrição: E-mail da Comissão (comasalpcb@gmail.com); Blogue Animus Semper (asal.mail@sapo.pt); Página do Facebook da Comissão (Facebook Animus Semper Antigos Alunos); Telefones: Heitor- 967 421 096; Nogueira 919 482 371; Pires Antunes-919 414 179; Mendeiros – 969 015 114; A. Henriques -917 831 904; Martins da Silva -965 026 324.

Palavra do Sr. Bispo

EUTANÁSIA: O SILÊNCIO DE TANTOS ATEMORIZA!...

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Portugal foi o primeiro Estado soberano da Europa a exarar na Constituição a abolição da pena de morte, embora não tivesse sido o primeiro a assumir tal princípio. Foi um passo histórico em que Portugal se tornava paladino na defesa da vida humana como um direito fundamental inviolável. A Constituição Portuguesa continua a proclamar que “a vida humana é inviolável”, que “em caso algum haverá pena de morte”, que “a integridade moral e física das pessoas é inviolável”, que “ninguém pode ser submetido a tortura, nem a tratos ou penas cruéis, degradantes ou desumanos” (Artigos 24º e 25º). Pelo protocolo n.º 6 à Convenção para a Proteção dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais, de abril de 1983, a pena de morte foi abolida e proibida em praticamente toda a Europa. Portugal, porém, se foi dos primeiros na defesa da vida como o primeiro dos direitos humanos e fundamento de todos os outros direitos, tem agora, mais uma vez, quem queira remar em sentido contrário. É um caranguejar reforçado pelo silêncio de tantos que, embora discordando, se limitam a ver passar a banda ou se calam sob as subserviências ideológicas, partidárias ou outras. Cento e quarenta anos depois daquele passo civilizacional, já Portugal, em 2007, abriu as portas ao aborto, podendo ser realizado no serviço Nacional de Saúde e em estabelecimentos de saúde privados autorizados, facilitando, assim, a destruição da vida de milhares e milhares de crianças por ano e promovendo a cultura da morte. Se antes acreditara que até o mais terrível dos criminosos poderia ser recuperado, poupando-lhe a vida, agora, abre a porta à morte dos inocentes, dos mais frágeis e indefesos da sociedade, os que nem sequer podem ser julgados!... Até o próprio “inverno demográfico” do país aconselharia a respeitar mais e melhor a primavera da vida!...
Como se isso fosse uma grande proeza civilizacional e não bastasse, há quem se esmere agora pela eutanásia e pelo suicídio assistido! Isto é, pela provocação intencional da morte de uma pessoa, a seu pedido (homicídio) ou por si própria (suicídio). Para tal, faz-se crer na opinião pública que os defensores da vida são ignorantes e retrógrados. Faz-se passar a ideia de que a defesa da vida é uma questão meramente religiosa e, por isso, sem sentido numa sociedade pluralista. Que é uma necessidade urgente e própria dos progressos culturais do tempo. Que é só para casos limite e em favor de uma morte digna. Que a dignidade da pessoa que sofre e a sua autonomia e liberdade o reclamam. Esquece-se, porém, que a autonomia pressupõe a vida como bem indisponível e como pressuposto de todos os direitos. Sabemos que só é livre quem vive e que a dignidade do ser humano não depende de qualquer circunstância, é objetiva, a doença não a diminui. Pedir que o matem ou matar-se não é um exercício da liberdade, mas a supressão da própria raiz da liberdade. São muitos os problemas éticos, jurídicos, médicos, morais e sociais que esta decisão arrasta.
Eliminar-se ou eliminar a pessoa para acabar com a dor é um absurdo, não é cuidar nem amar, pode ser consequência de quem foge às responsabilidades de cuidar e acompanhar. Além disso, como o sofrimento pode prejudicar a capacidade de tomar decisões, ninguém ficaria com a certeza de que o desejo de morrer possa expressar a vontade livre e consciente do doente em causa.
No artigo 64ª da Constituição da República Portuguesa, os cuidados da saúde a que todos têm direito, não podem estar à mercê da vontade dos governos de turno. Eles revestem a natureza de uma imposição constitucional, e devem ser realizados “através de um serviço nacional de saúde (SNS) universal, geral e (...) tendencialmente gratuito”. E mesmo que se afirme que a eutanásia será apenas para casos muito excecionais, há dados conhecidos que em alguns Estados em que se liberalizou, os critérios para a sua aplicação estão em constante alargamento, e sempre em nome da perda da dignidade da pessoa como se isso fosse assim tão linear. Nunca a pessoa perde a sua dignidade seja qual for a circunstância. O que será indigno é não lhe garantir os direitos já tantas vezes repetidos de um fim de vida digno, isto é, o direito aos cuidados paliativos que aliviem o sofrimento físico e psíquico, que lhe seja respeitada a sua liberdade de consciência, que seja devidamente informado com verdade sobre a sua situação clínica, o direito de decidir sobre as intervenções terapêuticas a que se irá sujeitar, o direito a recusar a obstinação terapêutica, os tratamentos inúteis e desproporcionados ou fúteis, o direito a estabelecer o diálogo esclarecedor e sincero com os médicos, familiares e amigos, o direito a receber a assistência espiritual e religiosa.
E embora as comunidades religiosas existentes no nosso país - comunidade Islâmica, Israelita, Budista, Hindu e Bahá’í, as Igrejas Adventista, Ortodoxa e Católica, a Aliança Evangélica e o Conselho Português de Igrejas Cristãs - sejam, de facto, a favor da vida, não se trata de um debate confessional ou religioso como alguns querem fazer crer. Trata-se, isso sim, é de um combate e debate cívico em prol dos direitos humanos. A nossa própria Constituição, que é laica, define a vida humana como “inviolável”. A Associação Médica Mundial reafirma o seu “firme compromisso” a favor do respeito pela vida humana, rejeitando desta forma a eutanásia e o suicídio assistido. O Conselho Nacional de Ética e Deontologia Médica da Ordem dos Médicos vai no mesmo sentido. A eutanásia não é um ato médico. O doente não pode perder a confiança no médico. Os médicos podem invocar a objeção de consciência. Ouvi há dias que há países em que Instituições recusaram os acordos com o Estado porque este os obrigava a aplicar a eutanásia. Destruir os outros ou a si próprio não é um direito nem um dever, é um temível mal social do qual o Estado se pode tornar cúmplice ao insinuar às pessoas quando e como podem ou não decidir morrer. Se assim for, de facto, também se pode colocar a questão já por aí apresentada: qualquer um de nós, quando se encontrar improdutivo, doente ou dependente, mesmo que no uso das suas qualidades mentais, poderá vir a perguntar-se o que é que deve fazer da sua vida. E pode sentir a necessidade de colocar a própria eutanásia, não como um direito da sua liberdade ou autonomia, que nunca o será, mas como um dever para si, para que não seja considerado um egoísta, um inútil que só dá trabalho e despesa, um tropeço para os outros. E será que a ninguém pesará esta responsabilidade? Nem àqueles que legislaram? Nem àqueles que não garantiram os cuidados paliativos? Nem àqueles que fogem com os apoios financeiros?... Nem àqueles que prescindiram da solidariedade e do amor?
O Partido Comunista Português tem defendido o “valor intrínseco da vida”. Para ele, a legalização da eutanásia “não pode ser apresentada como matéria de opção ou reserva individual”. Inscrever na lei “o direito a matar ou a matar-se não é um sinal de progresso mas um passo no sentido do retrocesso civilizacional”. E que, para além desta discussão convocar “princípios constitucionais evidentes, como a inviolabilidade da vida humana, o direito à vida ou a responsabilidade de o Estado assegurar e respeitar a vida humana”, não temos em Portugal “uma situação do ponto de vista social, médico e clínico que coloque esta discussão como prioritária ou estas medidas como absolutamente necessárias para dar resposta a um problema social”. A solução “não é a de desresponsabilizar a sociedade promovendo a morte antecipada das pessoas nessas circunstâncias, mas sim a do progresso social no sentido de assegurar condições para uma vida digna, mobilizando todos os meios e capacidades sociais, a ciência e a tecnologia para debelar o sofrimento e a doença e assegurar a inclusão social e o apoio familiar”. Não se pode classificar a morte antecipada como um “ato de dignidade”. E embora se possam “expressar em alguns casos juízos motivados por vivência própria, conceções individuais que se devem respeitar”, não deixa de ser “para uma parte dos seus promotores, uma inscrição do tema em busca de protagonismos e de agendas políticas promocionais.”

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 22-11-2019.

Últimas da Parreirinha

Com chuva e com frio custa passar o rio!

22-11-2019.JPG

Mas lá fui ao almoço na Parreirinha, sobretudo porque queria falar com os amigos sobre o Encontro do próximo sábado (30/11), saber o que eu ainda podia fazer para ajudar o grupo.

Estivemos seis, que o dia não convidava a grandes saídas. Mas entre eles estava o casal Mendeiros, que não deixou de falar da sua IPSS de Sesimbra, sempre à espera que algum de nós queira ir para lá ocupar um quarto. Não disse se fazia algum desconto...

Pessoalmente, alegrei-me por ouvir o Joaquim Nogueira dizer que sempre vai ao Encontro, ele que há uns dias afirmara que o médico não o deixava ir. E outros estão em situações semelhantes. O caruncho ronda por aí e vários amigos já não se atrevem a conviver com antigos colegas. Eu neste momento estou a ver como é que pessoal de Setúbal, Almada, Carnaxide e nem sei que mais poderão ir ao magusto e à feijoada se ninguém se oferecer para os levar. Não digo nomes, mas sei bem quem são (alguns pelo menos). Pessoalmente, poderei levar dois no meu carro. Já me ofereci...

Depois de vir do almoço, já enviei email para todos a lembrar o próximo encontro.

E agora, vamos viver o fim de semana em paz familiar. Mandem notícias. E que chova muito!

AH

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