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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

CIRCULAR - CONVITE

08.04.19 | asal

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS DA DIOCESE DE

PORTALEGRE - CASTELO BRANCO

COMISSÃO DOS ANTIGOS ALUNOS SPCB

              (comasalpcb@gmail.com)

                    (asal.mail@sapo.pt)

 

ENCONTRO ANUAL DE 18 DE MAIO DE 2019, NA SERTÃ

 

 CIRCULAR

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Caros Amigos,

O Encontro dos antigos alunos dos seminários da diocese de Portalegre-Castelo Branco, que a Comissão Administrativa vem promovendo anualmente em terras da diocese, terá lugar, neste ano de 2019, no dia 18 de maio, na Sertã, como foi aprovado e anunciado no Encontro de 2018, em Portalegre.

 

Neste Encontro, vamos homenagear o Padre Manuel Antunes, sacerdote jesuíta natural da Sertã, justamente considerado um dos grandes pensadores portugueses do século xx, europeísta de formação, grande defensor da integração de Portugal na Comunidade Europeia e homem da igreja em diálogo com o mundo, associando-nos às comemorações do centenário do seu nascimento que tiveram lugar ao longo do ano de 2018 e princípio de 2019, na sessão que realizaremos na Casa da Cultura, na passagem pela Biblioteca com o seu nome e na deposição de uma coroa de flores no seu Busto.

 

Esperando o maior número possível de presenças, podemos divulgar, desde já, o seguinte

 

PROGRAMA

1.º - Concentração - Receção na igreja matriz da Sertã, inscrições (25,00 € per capita), fotografias e convívio, a partir da 10H30, com oferta de uma embalagem de Tisanas do João Chambel a todos os participantes.

2.º - Missa – Celebração eucarística presidida pelo Bispo da Diocese, D. Antonino Dias, pelas 12H00, na igreja matriz. No ato da inscrição será facultado um envelope para, quem quiser, entregar no ofertório uma dádiva para a Diocese.

3.º.- Almoço - Pelas 13H00, no restaurante “Ponte Velha”, na Rua do Convento, tel. 274 600 160.

4.º - Sessão na Casa da Cultura - Pelas 15H00, com a seguinte

 

ORDEM DE TRABALHOS

 

    - Ponto 1 - Apreciação e votação do Relatório de Atividades e Contas da Associação, referente ao ano de 2018.

     - Ponto 2 - União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses (UASP) – Como aderir com o estatuto de Observador.

    - Ponto 3 – Palestra sobre o Padre Manuel Antunes, pelo António Manuel Martins Silva, seguida de debate.

     - Ponto 4 – Marcação do lugar do Encontro de 2020.

 

5.º- Homenagem ao Padre Manuel Antunes - Passagem pela Biblioteca “Padre Manuel Antunes” e deposição de uma coroa de flores no seu busto.

 

6.º - Lanche - pelas 17H00, num dos salões do Santuário de N. Sr.ª dos Remédios e Encerramento pelas 18H00, com a “Canção do Adeus” e a coreografia típica dos Escuteiros (Chegou a hora do Adeus, irmãos/Vamos partir/Num abraço dado em Deus, irmãos/ Vamo-nos despedir/ Partimos com a esperança, irmãos/ De um dia aqui voltar/Com fé e confiança, irmãos/Partimos a cantar…)

 

NOTA: Partirá de Lisboa (Av. Marechal Craveiro Lopes, 390, Campo Grande, Junto ao Hotel Radisson Blu, à Segunda Circular) pelas 08H00, um autocarro da VTBUS, ao preço de 15,00 €, “per capita”.

 

INSCRIÇÕES PARA O ENCONTRO E AUTOCARRO: Até ao dia 14 de maio, por e-mail, blogue “Animus Semper”, facebook “Animus Semper Antigos Alunos”, ou para qualquer dos seguintes elementos: Heitor 967 421 096 – Nogueira 919 482 371 - Pires Antunes 919 414 179 - A. Henriques 917 831 904 - Martins da Silva 965 026 324 - Mendeiros 969 015 114.

 

Saudações Associativas,

A Comissão Administrativa, em 6 de abril de 2019

50 anos a fazer p.Arte

07.04.19 | asal

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Prometi voltar ao assunto e aqui está a minha visão dos 50 anos de arte do nosso colega e amigo António Colaço. 

O dia 4 de Abril vai ficar na memória, como resultado dos muitos esforços, dos muitos contactos havidos, das muitas colaborações recebidas, dos inumeráveis caminhos a percorrer para tudo estar em ponto de rebuçado e ser possível mostrar a obra com a dignidade sonhada pelo artista.

Confesso a minha admiração pelo teu labor nas reais circunstâncias em que te moves, meu caro Colaço! E acho que os muitos amigos que te acompanharam também partilham do mesmo sentimento. Foi bonito de ver e viver, como homenagem à arte, mas também como tarde de pensamentos nobres, de enlevo musical e de encómio à força da amizade.

Os poucos meios de que dispus (dificuldade de movimentos naqueles corredores apertados!) levam-me a apresentar um fraco trabalho, mas o blogue ANIMUS SEMPER tinha de estar presente.

PARABÉNS, artista! Parabéns, homem esforçado... AH

Palavra do Sr. Bispo

07.04.19 | asal

MAGIA – DIETA - IOGA - IOGURTE...

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Sentimos a alegria da fé, a fé do Senhor, a fé dos Apóstolos, a fé da Igreja, a fé!... Esse extraordinário e maravilhoso dom que nos leva a dar uma resposta livre à proposta do Senhor que Se nos revela! No coração de cada pessoa está inscrito o desejo de Deus e Deus não Se cansa de nos atrair para Si, pela fé. E se Ele nos deu o dom da fé, também acendeu em nós a luz da razão. Fé e razão não se contradizem nem se opõem, ambas têm origem na mesma fonte e nos conduzem para a Verdade plena. Sim, a verdade não pode contradizer a verdade, assim aprendemos. A fé não vai contra a liberdade humana, nem contra a inteligência humana, nem contra a dignidade humana, nem contra a ciência... A fé dá sentido à vida! E por mais longa que seja a nossa vida é sempre muito curtinha para agradecer o dom da fé e a graça do batismo! Por isso, inseridos na Igreja, na comunidade cristã, procuramos viver os tempos fortes que ela nos vai oferecendo para que não percamos a consciência disso mesmo e avivemos constantemente esse dom que está em nós: a fé!... A fé cuja vivência não pode limitar-se a não fazer mal a ninguém. Ela implica fazer o bem sem olhar a quem, tal como Jesus fez. A Quaresma é um desses tempos fortes. É um convite a viver com aquela exigência e responsabilidade de quem quer celebrar verdadeiramente a Páscoa, a Festa por excelência de cada cristão, de cada família cristã, da comunidade cristã, de toda a comunidade humana mesmo que alguns nunca dela tivessem ouvido falar e outros a queira minimizar ou simplesmente ignorar: Ele deu a vida por todos nós, por ti também! E “debaixo do céu, não existe outro nome dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (At 4, 12). Mas sendo a Páscoa a festa por excelência dos cristãos, é importante avaliar constantemente a estrutura do nosso crer, a intensidade e as motivações que nos levam à sua vivência. Pode haver desvios a fazer caminhar inutilmente. Muitas vezes, na força da fraqueza humana e na superficialidade do crer, gera-se a secura que abre fendas no coração, o vazio perturbador e angustiante, o deserto interior sem alegria nem paz. Afastando-nos da comunidade, distanciamo-nos cada vez mais daquilo que procuramos, isto é, daquele oásis da fé donde jorram as fontes de água viva e a qualidade existencial, a vida com sentido. Conforme nos ensina a Igreja, a fé “é um ato pessoal, uma resposta livre do homem à proposta de Deus que Se revela. Mas não é um ato isolado. Ninguém pode acreditar sozinho, tal como ninguém pode viver só. Ninguém se deu a fé a si mesmo, como ninguém a si mesmo se deu a vida. Foi de outrem que o crente recebeu a fé; a outrem a deve transmitir. O nosso amor a Jesus e aos homens impele-nos a falar aos outros da nossa fé. Cada crente é, assim, um elo na grande cadeia dos crentes. Não posso crer sem ser amparado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo também para amparar os outros na fé” (CIgC166). É por isso que não podemos crescer na fé sem a comunidade cristã, sem a Igreja. É na comunidade que nascemos para a fé, alimentamos a fé, crescemos na fé, celebramos a fé, fortalecemos a fé, testemunhamos e saímos para anunciar a fé com alegria e esperança. A vivência da fé em comunidade sociabiliza, gera família, ampara, provoca entusiasmo, compromete no bem, ajuda-nos a caminhar.
Gianfranco Ravasi escreveu que há quem reduza a fé “a um apagado estandarte popular, que se leva em procissões folclóricas, consolação dócil no meio das dificuldades da vida”; que “há quem transforme a fé numa bandeira que resplandece durante as tempestades, a plante no meio das praças e a levante sobre os mastros do palácio da política, criando deste modo teocracias e regimes sagrados”; que há “uma gama diversificada de tonalidades de fé que nos pode deixar perturbados e até tentados ao relativismo ou ao sincretismo”. Parece que o homem “já crê em tudo, e o proliferar de magos, mestres, adivinhos, esoterismos e outras charlatanices espirituais, prontas a unir mensagem e massagem, ioga e iogurte, ascese e dieta, espiritualidade e magia, são a prova concreta disso”. (cf. O.R. 30.6.2012). E Paulo VI afirmava: “Não falta sequer quem confunda a fé com as próprias experiências espirituais. Estas pessoas, ao falarem consigo mesmas, interiormente, julgam que a fé que possuem lhes é suficiente, e sentem-se satisfeitos com esta consciência que eles próprios elaboraram, até mesmo quando essa consciência permanece muda, perante os supremos problemas do destino humano e dos mistérios do mundo, procurando com magnanimidade uma resignação estoica ou angustiada. Há outras pessoas que, não querendo afastar-se completamente da religião cristã, aplicam à fé um critério seletivo. Por outras palavras, dizem que acreditam nalguns dogmas, mas que não admitem outros, que lhes parecem inaceitáveis ou incompreensíveis ou demasiadamente numerosos. Contentam-se com uma fé elaborada segundo as exigências da própria mente, quando não chegam ao ponto de professar, com este critério de autonomia em julgar as verdades da fé, o livre exame, que dá a cada um a liberdade de pensar como quiser, mas priva a própria fé da sua consistência objetiva, negando-lhe a sua prerrogativa régia de ser princípio de unidade e de caridade” (Paulo VI, 8-4-1970). 
Para nós, cristãos, crer em Deus é crer inseparavelmente n’Aquele que Ele enviou, isto é, é crer no Seu Filho Jesus Cristo (cf. CIgC151). Vindo do seio do Pai, Jesus revelou-nos o amor de Deus por nós, deu a Sua vida por nós, deu-nos a Sua graça e enviou-nos o Seu Espírito para que também nós acreditemos e nos sintamos fortes e firmes na fé para ir e anunciar o Seu Reino, um Reino de justiça e de liberdade, de amor e de paz. No entanto, quem acreditou e aderiu, livre e conscientemente, à proposta do Senhor, tem o desejo de conhecer cada vez mais Aquele em quem acreditou e de compreender melhor o que Ele revelou. Tarefa nem sempre fácil. Surgem dúvidas e curiosidades, fazemos perguntas e é bom que as façamos. As dúvidas e as perguntas fazem parte do crescimento na fé, ajudam a esclarecer, a ultrapassar dificuldades e preconceitos, a deixar cair tantas razões sem razão que julgam a fé impossível.

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 05-04-2019.

Aniversário

06.04.19 | asal

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Hoje, quase sem ninguém dar por tal, celebra o seu 82.º aniversário o António dos Reis, que nos habituámos a ver nos nossos encontros quase de braço dado com o seu e nosso amigo António Pequito Cravo. E porquê?

Os dois exercem a advocacia, os dois se completam e se ajudam, o que os torna exímios. 

Pois ao António dos Reis damos os nossos PARABÉNS, desejando-lhe saúde e energia para gozar os dias por muito tempo. E mais um abraço fraterno.

A foto é do nosso encontro no Restelo, quando o António vai encher o prato com o belo cozido de então.

Não temos contacto telefónico.

Aniversário

06.04.19 | asal

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Mais um!

Faz hoje 48 anos o João Durão, um jovem ex-seminarista como nós, mas do qual nada mais sabemos. No Facebook, parece que trabalha no sector hoteleiro em Lisboa. E tem ligações a Flor da Rosa, suponho eu!...

Por isso, aqui ficam os nossos PARABÉNS e votos de longa vida... E que os seus sonhos se realizem. 

Esperamos que ele apareça e diga coisas, para enriquecer o grupo.

Contacto: tel. 966 230 831

Fomos a Carnide

05.04.19 | asal

Mais um almoço em Carnide!

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Uma cara nova, quer dizer, que aparece de vez em quando para se alegrar com os amigos. É o António Pequito Cravo, proencense de gema, advogado de profissão, mais ou menos na reforma, que nos fez lembrar outros amigos parecidos e de quem já temos saudades: o António dos Reis e o João Farinha Alves. Vocês vão os dois estar na Sertã! O João é dali perto, o Vergão...

Pois o Pequito Cravo veio mesmo inscrever-se para o 18 de Maio (atenção, Mendeiros!). Para a semana, alguns elementos da Comissão vão confirmar na Sertã se tudo está conforme os nossos desejos.

Ainda falámos do Leonel C. Martins, outro info-excluído, que não vê blogue nem Facebook e usa o telefone para se atualizar. Como será em latim a palavra "info-excluído", meu especialista? Tudo isto para dizer que o Leonel já anda a querer saber coisas sobre o Encontro da Sertã!

Outras conversas: entre os sete comensais, havia três que estiveram na Expo do Colaço. Assim pudemos contar o muito que se passou naqueles dois corredores apinhados de gente, com altas figuras a discursar e a enunciar encómios ao nosso artista nos seus 50 anos de arte. Linda também a participação musical do João Paulo Peças, uma voz de ópera! Mas o resto fica para novo post, que o cansaço ainda não passou.

Fica a foto a testemunhar o evento de hoje. AH

O nascimento da União Europeia (1)

05.04.19 | asal
Caro Henriques
Aí te envio mais umas breves reflexões. Desta feita, fui encandeado pela União Europeia, cujas eleições estão à porta. Quando os Bispos franceses, recentemente, nos avisaram em Lourdes que a Europa se encontra mergulhada numa profunda crise, convém prestarmos atenção às causas desta degradada situação. Recordar o passado histórico desta original aventura humana, bem como os sonhos dos seus fundadores, poderá ajudar-nos a compreender melhor as causas deste mal estar. Fugir às raízes é desvirtuar o projecto fundador.
Em tempo de purificação quaresmal, examinar para transformar e refundar, pode ser uma atitude redentora. A Europa em crise agradece.
Cordialmente, um forte abraço

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F. Beirão
 

Um sonho lindo

 

Nos próximos tempos, não faltará a habitual animação política, em vista à conquista de alguns lugares no dourado Parlamento Europeu, os quais fazem salivar qualquer político ambicioso. As listas dos candidatos a estas eleições que terão lugar a 26 de maio, já foram dadas à luz e, após algumas polémicas iniciais, tanto no partido do governo, como no PSD, tudo parece ter voltado a uma aparente normalidade. A partir de agora, cada candidato irá apresentar e esgrimir os seus melhores argumentos, a favor da sua candidatura. Oxalá nos enganemos, mas, para este debate, o que mais virá à tona serão os casos mais badalados na imprensa, relacionados com a espuma dos dias. Para já, as questões da saúde, da educação e das estreitas ligações familiares entre alguns membros do governo, têm alimentado as picardias iniciais da pré-campanha. Os grandes e atuais problemas da UE poderão vir a ficar na gaveta.

Quanto à adesão dos cidadãos, se o número habitual se mantiver, mais de metade poderá ficar em casa. E os que decidirem votar, será mais para mostrar um cartão amarelo às políticas governamentais da atual “geringonça”.

Como se sabe, nestas eleições, já irão exercer o seu poder de voto, muitos jovens que nasceram após a assinatura do Tratado de Adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia (CEE), em 12.06.1985, pela mão do governo de Mário Soares, nos Jerónimos.

Sendo assim, achamos pertinente recordar alguns momentos mais marcantes da já longa caminhada do projeto da União da Europa, bem como conhecer as razões que levaram à sua criação e ainda lembrar os princípios que a devem nortear, segundo os seus pais fundadores.

Este ambicioso projeto europeu iniciou-se logo a seguir à 2.ª Guerra Mundial (1939-1945) quando a maior parte da Europa se encontrava destruída, pobre e dividida politicamente entre vencedores e vencidos. Face a esta realidade, dois grandes políticos, o francês R. Schuman e o inglês W. Churchill, logo em 1946, desafiaram os líderes dos países europeus a dar as mãos para reerguerem a devastada velha Europa. O seu sonho, além de a refazer materialmente, seria também tentar criar um espaço democrático, respeitador dos direitos humanos, livre, solidário e de paz. Este projeto deveria ainda ser aberto aos países que decidissem, mais tarde, optar pela sua adesão a este projeto. O exemplo a seguir seria o da próspera Suíça que já vivia em democracia, em paz, em segurança e em prosperidade económica.

A ideia de unir a Europa, segundo o projeto primitivo, foi ganhando mais adesões e, dois anos depois, com o Plano Marshall já no terreno, deu-se o primeiro passo, com a criação do Benelux, unindo a Bélgica, os Países Baixos e o Luxemburgo (OECE). Em 1949, com a criação do Conselho Europeu, dar-se-ia mais um novo passo para a cooperação política, entre estes países. No ano seguinte, dois povos quase sempre desavindos, a França e a Alemanha, decidiram dar o abraço da paz. Aceites que foram os princípios e os anseios dos primeiros países aderentes, passou – se, a partir de 1950, a trabalhar na concretização de medidas para  tornar este sonho em realidade. 

Deste modo, já foi possível, chegados a 18.04.1951, realizar-se a assinatura do Tratado de Paris, efetivando o plano Robert Schuman, sob a liderança do grande planificador do projeto europeu, o francês Jean Monet. Com a assinatura deste documento, estava criada a União Europeia do carvão e do aço (CECA) que juntou no mesmo ideal os denominados países fundadores da Comunidade Europeia Económica (CEE): França, Alemanha, Itália, Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo. Seria deste núcleo que viria a nascer a futura União Europeia (UE), como hoje a conhecemos.

A fase seguinte consistiu em dotar os anteriores tratados de uma plena autoridade democrática. Para tal, estes tiveram de ser ratificados, pelos parlamentos dos respetivos países. Após esta aprovação, realizada em 01.01.1958, surgiria a então denominada Comunidade Económica Europeia (CEE) a qual, a partir desta data, para se solidificar, foi criando diversas instituições que não seriam eleitas democraticamente, mas nomeadas, após acordos partidários e políticos: a Comissão, o Conselho, a Assembleia, o Tribunal da Justiça e o Comité Económico e Social. Todas estas instituições estabelecem os fundamentos de uma União cada vez mais estreita, entre os países que formam hoje a União Europeia. A esta fase de lançamento do sonho europeu, outras se seguiram. Delas daremos conta.

florentinobeirao@hotmail.com  

Aniversário

05.04.19 | asal

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Celebra hoje o seu 39.º aniversário o P. Nuno Miguel Lopes da Silva,  Pároco de Constância, Montalvo e Santa Margarida da Coutada; Responsável pelo Pré-Seminário; Capelão das Irmãs Clarissas de Montalvo (Ordem de Santa Clara) e Diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral da Juventude e Vocações.

Cheio de responsabilidades, não lhe falta tempo para estar na Sertã em 18 de Maio, mas aqui estamos para lhe dar os nossos sinceros PARABÉNS por mais uma primavera, desejando-lhe muita saúde e energia para levar a cabo a sua missão. 

Contacto: tel.  965 153 711

A exposição do Colaço

04.04.19 | asal

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                                                                                                                                              Estivemos lá, no meio daquela multidão de amigos. Mas hoje não dá para mais. O cansaço também chega aos resistentes. Fica aqui uma amostra. Outras seguirão, na medida das minhas capacidades, muito inferiores ao Colaço. A.H.

https://www.facebook.com/animussemper/posts/649887075465114?notif_id=1554412673928935&notif_t=feedback_reaction_generic 

Irei medrar nos campos em flor

02.04.19 | asal

FLOR CAMPESTRE

 

Não serei árvore nem arbusto,

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Hei-de viver ignaro em pinhais,

Sei o que quero, a todo o custo:

Quero morar pelos matagais.

 

Quero deixar de ser quem sou,

Nada, ninguém me irá deter.

Hei-de estar onde não estou,

Serei planta rasteira a crescer.

 

Preso, terei a minha liberdade,

Alheio ao frio, à chuva, ao calor,

Hei-de rir dos tontos da cidade,

Irei medrar nos campos em flor.

 

Lá ao fundo, um riacho a correr,

Meu deleite por ouvi-lo cantar.

Dele, água cristalina irei beber,

Se alguma vez a chuva faltar. 

 

Ali perto, estreita, uma vereda,

Por lá passará gente distraída.

Em mim, um sentir de alma leda,

Livre, sem dores, descontraída.

 

Num contentamento incontido,

Minha alma exultará a vibrar

Quando, entre ervas escondido,

Te vir perto de mim a passar!

 

  A. Pires da Costa

Aniversário

02.04.19 | asal

Alves Jana.jpg   É hoje o aniversário do José Eduardo Alves Jana, nascido em 1952, um ilustre dinamizador da vida cultural e associativa de Abrantes, depois de gastar os seus anos profissionais a ensinar Filosofia na Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes.

Aqui estamos a dar-te os PARABÉNS e a desejar-te muita saúde para continuares a servir, já que a vida associativa é um dar e receber em troca, mesmo que sejam produtos diferentes em transação. Toma, nunca tinha dito isto!...

E vamos ver-nos e gozar a tua presença na Sertã, em 18 de Maio... Como é costume.

Contacto: tel. 967 204 089

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