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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Talvez surpreendente!

21.01.19 | asal

Recolhi de "7Margens" este texto muito elucidativo. Pessoas que pensam e se reunem para pensar Filosofia, Literatura, Espiritualidade... Bonito!

“Pensar incomoda como andar à chuva” (Alberto Caeiro)

Esta  afirmação do heterónimo de Fernando Pessoa é desmentida pela Comunidade da Capela do Rato que, longe de se sentir incomodada, há quatro anos tem aderido entusiasticamente à proposta de diversos cursos onde se cruzam a filosofia, a literatura, a teologia e a espiritualidade.

Quando o padre Tolentino Mendonça, em 2016, me propôs a organização de um curso em que se pudesse falar de filosofia de modo a interessar um público  de “leigos”, achei que haveria um número razoável de  pessoas a aderir a esta iniciativa. A minha experiência em cursos deste tipo realizados na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa tinha sido positiva. Conhecendo muitos dos membros da Capela, pensava que seria fácil reunir uma vintena de pessoas que regularmente assistissem a sessões semanais. Com o dinamismo de uma equipa de excelência, ultrapassaram-se muitos obstáculos quanto à gestão e organização do curso. E manteve-se a exigência inicial de se abordarem assuntos complexos de um modo acessível, pois os auditores eram pessoas cultas mas sem formação filosófica.

No meu espírito esteve sempre subjacente o conselho de Ortega y Gasset para quem “A clareza é a cortesia do filósofo”. E procurei amigos “corteses” que amavelmente aceitaram o repto. Assim, em 2016, constituiu-se o primeiro curso subordinado ao tema Os filósofos também falam de DeusProcurámos que a lista cobrisse todas as épocas, da Antiguidade aos nossos dias. A exclusão de alguns pensadores dependeu da  disponibilidade dos diferentes especialistas que generosamente aceitaram o nosso pedido de colaboração. O curso decorreu semanalmente, de Janeiro a Maio, em doze sessões que contemplaram Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, S. Tomás de Aquino, Espinosa, Leibniz, Kant, Hegel, Nietzsche, Simone Weil, Paul Ricoeur e Agostinho da Silva [N.R. – O áudio das sessões está disponível aqui, clicando em cada uma das datas, entre Janeiro e Maio, com o título respeitante a cada filósofo] Para meu espanto, neste primeiro curso inscreveram-se 175 pessoas, um número que foi sempre aumentando nos anos seguintes.

O segundo curso, em 2017, teve como título Filosofar é também agir e nele foram consideradas grandes correntes da ética ocidental. Em dezasseis sessões analisaram-se as Éticas da Virtude, as Éticas das Virtudes e Ambiente, a Bioética, as Éticas da Cidadania, a Ética Animal, as Éticas do Cuidado, a Ética da Responsabilidade, as Éticas Ambientalistas, as Éticas Consequêncialistas, as Éticas do Dever, a Ética da Justiça, a Ética Empresarial, as Éticas da Justiça e do Cuidado, as Éticas Feministas e a Ética dos Evangelhos. [registos áudio disponíveis aqui, no esquema já referido]. A adesão foi grande, pois o curso foi seguido por 210 participantes.

Tendo o público mostrado interesse em trabalhar obras literárias, o curso de 2018 foi intitulado Quando a filosofia e a literatura se cruzam. E nele foram apresentadas  obras de Platão, Santo Agostinho, Voltaire, Goethe, Nietzsche, Iris Murdoch, Camus, Milan Kundera, Umberto Eco,  Gonçalo M. Tavares, Martha N

ussbaum, Paul Ricoeur e Clarice Lispector [registos áudios aqui]. Houve 230 participantes.

Em 2019,  sob o título Filosofia, Literatura e Espiritualidade, serão comentadas obras de autores como Bonhöffer, J.M. Coetze, Papa Francisco, Teolinda Gersão, Jean-Paul Sartre, Saint-Exupéry, Maria Gabriela Llansol, Etty Hillesum, Daniel Faria, Kafka, Joyce, Simone Weil, Shusaku Endo e Marguerite Yourcenar. E esperamos que D. José Tolentino Mendonça feche o curso, contando a sua experiência na Biblioteca do Vaticano.

Em todo este tempo, o acolhimento entusiástico  do padre Tolentino e o apoio permanente de uma equipa activa e coesa foram uma mais-valia, sem a qual os cursos não teriam atingido o sucesso obtido. No presente ano excederam-se as previsões, pois há 235 inscritos e uma lista de espera de 60 pessoas. [O curso, que se inicia nesta segunda-feira, 21 de Janeiro, tem as inscrições esgotadas desde o início do mês, mas o registo áudio irá ficando disponível aqui.]

É realmente uma Comunidade que gosta de pensar. 

Maria Luísa Ribeiro Ferreira é professora catedrática de Filosofia da Faculdade de Letras de Universidade de Lisboa

O Pensador e a Porta do Inferno, de Auguste Rodin (Museu Rodin); foto Wikicommons

São dois

21.01.19 | asal

padre adelino.jpg

HÁ FESTA EM DUAS CASAS!

Celebra hoje o seu aniversário o P. Adelino Américo Lourenço, nascido em 1940;  é Pároco de Idanha-a-Nova, Idanha-a-Velha, Alcafozes, Monsanto e Oledo.

É ainda Diretor do Jornal «Raiano» e, para além das suas funções religiosas, tem-se dedicado também à história e cultura da zona raiana, onde exerce a sua actividade há muitos anos. 

A este amigo deixamos os PARABÉNS do grupo, com votos de saúde e longa vida, para concretizar os seus objetivos de vida.

Contacto: tel. 966 310 864

 

Francisco cardosa.jpg

 

Também hoje faz anos o Francisco Lourenço Cardosa, que nasceu nas Sarzedas em 1945.

Estudou no seminário e na Faculdade de Direito, trabalhou e trabalha para sua realização pessoal e familiar, vivendo agora em Linda-a-Velha, a dois passos de Alfragide, onde muitos de nós vamos participar no Encontro de 2 de Fevereiro, no Seminário dos Dehonianos. Lá te esperamos, Francisco!

Aqui ficam os PARABÉNS do grupo no teu aniversário e que sejas muito feliz ao longo da vida.

Contacto: tel.  966 619 941

 

COMO CHEGAR AO SEMINÁRIO DE ALFRAGIDE

20.01.19 | asal

COMO CHEGAR AO SEMINÁRIO DE ALFRAGIDE

Seminário Nossa Senhora de Fátima - 214707300 - alfragide@dehonianos.org


1. Pelo Google Mapas
 Basta indicar Largo Padre Adriano Pedrali, Alfragide, Amadora (é o largo de entrada no Seminário de Alfragide).

2. Vindo de Lisboa pelo IC19
 Depois de passar Pina Manique, tomar a saída 2 – Alfragide
 Na primeira rotunda, seguir em frente (segunda saída – Alfragide Sul)
 Aparece logo outra rotunda, seguir em frente (Alfragide)
 Depois de cerca de 1km, aparece outra rotunda, seguir em frente alguns metros e virar logo na primeira à esquerda, onde aparece a entrada do Seminário

3. Vindo de Sintra pelo IC19
 Tomar a saída 3 – N117 Algés
 Seguir sempre em frente, durante cerca de 1 Km, e tomar a saída 4 – Alfragide, virar à esquerda passando por cima da N117, tomar depois a primeira saída à direita, onde aparece a entrada do Seminário

4. Vindo de Lisboa pela N117 em direção a Amadora/Sintra
 Tomar a saída 4 – Alfragide
 Na primeira rotunda, tomar a primeira saída à direita e virar logo na primeira saída à esquerda, onde aparece a entrada do Seminário

5. Vindo de autocarro (indico apenas dois)
 Autocarro 754: vem do Campo Pequeno e tem paragem junto à entrada do Seminário.
 Autocarro 750: vem de Algés e tem paragem junto ao IKEA de Alfragide (depois é preciso vir a pé uns 10 a 15 minutos).
 Há outros que vêm do Restelo ou da Amadora e têm paragem na N117 perto do Seminário.

Joaquim Mendeiros

                                                                           Veja também pelo Mapa.

Alfragide.png

 

Palavra do Sr. Bispo

19.01.19 | asal

DOS 24, 17 TINHAM MAIS DE 80 etc. etc. etc.

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Não é de estranhar que as pessoas se mantenham saudáveis e durem mais. A melhor alimentação, os cuidados prestados, a boa resposta aos fármacos, tudo, tudo constitui uma espécie de arjão a escorar a vida por entre as alegrias e as tristezas desta Casa Comum. Casa Comum onde se continua a tagarelar com a mafiosa serpente e a cair na esparrela de querer ser como Deus; onde se continua a teimar e a ensinar que o melhor e muito necessário é trepar ao fruto da árvore proibida; onde os Cains, os fingidos, os corruptos e os agentes do suborno surgem onde menos se espera com a justiça a ter dois pesos e duas medidas; e onde, porque já não há sequer azémolas categóricas como a jumenta de Balaão a fazer arrepiar caminho aos mais renitentes, sim, porque até disso já não há, a torre de Babel continua a crescer, gerando cada vez mais confusão entre nós, os bípedes, sempre insatisfeitos na busca do espetacular, do poder e da riqueza, mesmo que seja fantasiando, roubando, esmagando ou matando. O Senhor, que veio por causa disso e para o que era Seu, embora muitos dos Seus não O tenham reconhecido nem O queiram reconhecer, preveniu-nos disso, e a História confirma-o: quando Deus é abandonado, logo se instala o egoísmo, a indiferença, o desprezo do homem pelo homem com todo o seu cortejo de funestas consequências.

Mas voltemos à vaca das cordas, como se diz e faz em Ponte de Lima, e não fiquem a pensar que estou pessimista. Não, não estou nem sou, estou de bem com Deus, com os outros e com a vida. E se há na seara algum joio, o trigo é muito muito muitíssimo mais. Há muita gente boa e coisas muito bem feitas, há muita gente solidária e a lutar desinteressadamente pelo bem dos outros e pela sua qualidade de vida, há muita gente que sempre soube dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. E como dizia o Padre Américo do Gaiato, recordo também que não há rapazes maus, mesmo que tenham comportamentos arrapazados. A ocasião é que faz o ladrão, diz a sabedoria popular, faz o ladrão, faz o corrupto, faz o que suborna, faz o que... e o que...
O Salmo 90 diz-nos que a vida das pessoas são setenta anos, se robustos, uns oitenta, mas tal fasquia há muito foi ultrapassada. A prová-lo está, por exemplo, um ilustre Senhor meu amigo, lá para os lados da Sertã, que fez 103 anos no dia 9 do corrente mês. Fez-me um telefonema na véspera do Ano Novo. Eu fiz-lhe outro no dia do seu aniversário. Em ambos os telefonemas, desafiamo-nos para, pelo menos, tomarmos um café juntos, lá pela vila da Sertã, para cavaquearmos um pouco e pormos a conversa em ordem. Há dias, depois de ele ter vindo de junto dos parentes na Cova da Piedade, onde foi festejar o aniversário, lá fui, feliz e de surpresa, cumprir a promessa, mas o homem já não estava no sítio que eu julgava. Após a Eucaristia, onde até lhe cantaram os parabéns, esgueirou-se no seu carro para o café. Fui lá, já de lá tinha zarpado. Fui a sua casa, ficou feliz, não queria acreditar no eu a visitá-lo! Após um caloroso abraço, logo ele puxa pela gola do casaco, escondida debaixo de um outro agasalho, e pede-me para ler o que estava escrito num pin de lapela: “não tenho 103, tenho 18 e 85 de experiência”. Ah, grande homem e sempre bem-disposto!... Como gosta de ler, lá, sobre a mesa junto de outros, deixei-lhe o livro “Dá mais Vida aos meus anos”, de Luigi Guglielmoni e Fausto Negri. Saímos, e lá fomos ao café, na esperança de que o tempo fosse longo, mas, nesta alegria de estar e ouvir com prazer, foi muito curtinho. Na nossa missão de proximidade com as populações, sempre encontramos gente com idade muito avançada. Uma, mais abatida, sim, mas outra, muito reguila, a querer saber e a querer contar, a reclamar tempo para ser ouvida até ao fim. Mas encontrar pessoas como o Senhor Manuel, isso não, não é fácil encontrar, é ave rara e a saber voar alto! Apresenta-se ali para as encruzilhadas da vida, a desafiar os mais novos e apaparicados, direitinho e ativo, sem ilusões, muito devoto de Nossa Senhora dos Remédios e sem vontade de colocar quaisquer entraves à Providência divina, a quem se sente muito reverente e agradecido pela sua vida escorreita, em muita alegria e paz, numa família que o estima, numa sociedade envolvente que o aprecia e lhe agradece toda a colaboração que ainda lhe presta. 
Em 2017, em Termas de Monfortinho, fui ajudar à festa de um casal que fazia oitenta e dois anos de matrimónio, ele com 103, ela com 101, dois amores na alegria e dinâmica do amor, um orgulho de familiares e vizinhos. Despedi-me sensibilizado e afortunado. Foi bonito e admirável, foi lição de vida, por vidas sacrificadas e lutadoras, mas sempre amorosas e agradecidas. 
E falar disto porquê e para quê? Porque, há dias, numa das listas concorrentes aos Órgãos Sociais da Irmandade de uma Santa Casa da Misericórdia desta Diocese - a Diocese tem quarenta Misericórdias -, entre vinte e quatro pessoas constantes dessa lista concorrente, dezassete tinham mais de oitenta anos, dois destes, oitenta e sete; seis, mais de setenta; o mais novo contava sessenta e seis anos. Uma maravilha, dirão os promotores da estratégia nacional para o envelhecimento ativo e saudável. Uma preocupação quanto ao futuro da instituição, dirão os que já deram o corpo ao manifesto e sabem quantas cambalhotas e insónias aquele serviço lhes fez dar. Bué da fixe, dirão aqueles que não se querem comprometer com nada e jogam sorrateiramente no relvado da má-língua.
Tudo isto teria a sua graça, sim, se não tivesse acontecido, penso eu, por artimanha de alguém muito convencido da vitória, o que não aconteceu! Mesmo que tenha sido por isso, também o é pelas circunstâncias deste interior envelhecido, sem gente, sem jovens e a esvair-se em direção ao vazio, sempre na esperança de que o último, confiante no calcitrin, apague a luz, desande a taramela do postigo, feche a porta e deixe a chave na caixa do correio. É verdade que, de quando em vez, rasgam-se nos céus uns momentos de inflamado entusiasmo sobre a necessidade de reverter a situação. Salta de lá um punhado de gente importante e sábia no falar, de mangas arregaçadas e sapatos envernizados, a dizer que agora é que vai ser. Sabemos, porém, que não vai ser nada: tudo como dantes no quartel de Abrantes. Podem existir as melhores intenções, podem até ter aquela visibilidade divertida de sachola nas mãos sob o olhar esticado e sorridente de grande comitiva de agrossilvicultores da mais alta ciência e luzidia sociedade no sector, como convém. Não adiantará muito! Tal como no pinhal do Rei Lavrador, também aqui os “sobreiros” irão secar: falta água, falta húmus, faltam partículas minerais, falta persistência, falta confiança, faltam braços para o trabalho, já quase tudo falta neste jardim de amores fingidos e paixões desencontradas! As autoridades locais, por mais que se esfolem, como, aliás, o vão fazendo, já pouco ou nada conseguirão fazer sozinhas, com a população restante. Só um sério e nacional investimento político, económico e estrutural, fruto da melhor vontade e das melhores ideias e iniciativas, será capaz de repor tanta população quanta baste para o normal funcionamento do mínimo exigível à qualidade de vida de quem aguarda pacientemente melhores dias, que, mesmo assim, se demorarem muito, só na eternidade serão possíveis! 
Fala-se na necessidade da implementação de projetos e empresas. E bem! Mas quem vai investir sabendo que não há mão-de-obra para movimentar tais empresas e projetos? Fala-se no desenvolvimento dos produtos endógenos, com qualidade. E bem! Mas quem os vai desenvolver e produzir se não há quem trabalhe? Fala-se na implementação do turismo porque a paisagem é única, o artesanato é interessante, o património é ímpar, a culinária é boa e os locais a visitar são importantes. E bem! Mas… quê dê se os monumentos estão sem cuidados e fechados, se os restaurantes e afins estão quase todos encerrados ao fim de semana, se os promotores do turismo não encontram dinâmicas atrativas e capazes ao nível local? E dir-me-ão: e por que cargas d’água os restaurantes hão de estar abertos ao fim de semana, para quê dinamizar eventos, implementar projetos e criar empresas se aquém não há gente que o justifique e alimente? E dir-lhes-ei: porque a gente d’além sabe que, aquém, os monumentos, os restaurantes e os cafés estão fechados, que não há nada que seduza a vir e estar um pouco, que não há projetos nem empresas nem emprego… Fala-se em... e em... E bem, é conveniente falar, embora o falar e o escrever seja sempre muito mais fácil! Mas como concretizar se... e se... e se? Tive um professor que, quando o seu saber já não tinha grande pano para as mangas, logo arrematava com um trio de etc. etc. etc. que ele, sob o júbilo da catraiada irreverente, prenunciava adecétera adecétera adecétera. 
Sempre pensei que os ingleses eram mais polidos no debate de ideias, no ouvir e no falar. Mas não é assim, acho que não são exemplo para ninguém, mesmo que aquilo seja só para inglês ver. No entanto, enquanto eles gritam como desalmados naquele amontoado e frenético parlamento a exigir que, mesmo após o brexit, possam continuar a ter sol na eira e chuva no naval, nós, enquanto o naufrágio acontece, não deixemos de, pelo menos, de viver felizes ao som do violino, não o do telhado, mas o daquela história épica, de romance e drama, etc. etc. etc....

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 18-01-2019.

Aniversário

19.01.19 | asal

ORA ESTA! OUTRO VIZINHO A FAZER ANOS...

Lúcio Lobato1.jpg

  

Agora é o Lúcio Serras Lobato, meu vizinho a viver em Vale de Milhaços, Corroios. Avô amorudo, estudante da Usalma - Universidade Sénior de Almada, amigo de passear, eis aqui o que sabemos. Não é muito, mas é bom...

Amigo Lúcio, aqui deixamos os nossos MELHORES PARABÉNS por mais uma primavera. Que o dia se repita muitas vezes e tu vivas com muita saúde e alegrias, especialmente familiares. Vê se vais ali perto, a Alfragide, em 2 de Fevereiro. É bom encontrar os amigos com quem já fomos felizes durante anos. 

Contacto: tel. 916 758 106

Aconteceu hoje

18.01.19 | asal

VEJAM QUEM APARECEU HOJE!

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Notícias da Parreirinha:

«Tonho, continua a usufruir as delícias dos mares....
Aqui tens a foto de hoje. O Manel Pereira fez anos e estamos a comemorar tal feito inédito (?).
O champanhe (?) chegou para todos e para os que faltaram. 
Vê lá se estás no próximo, pois vamos ter Moet Chandon....
Um abraço.

Manel Pires Antunes»

M. Pereira.JPG

 

 

Olha que espectáculo! O aniversariante com um boné exótico. 

A conversa nunca mais acabava... ainda restávamos quatro a contar as últimas.

Dois aniversariantes

18.01.19 | asal

 Franc. Simão.jpgPARABÉNS, FRANCISCO!

Aqui está um meu vizinho a fazer 67 anos. Beirão de nascimento, amorense por profissão, consumiu a sua energia, como a esposa, na Escola Secundária do Fogueteiro, da qual saiu jubilado no ano passado.

Com os PARABÉNS de aniversário, desejamos que a vida te sorria por muitos anos, com saúde e muitas alegrias. E o Encontro de 2 de Fevereiro? Vais ou ficas? Espero que gostes de estar com os amigos...

Contacto: tel. 919 932 016

 

                                                                       

                                                            PARABÉNS, BOAVENTURA!

Boaventura.png

 

 

Hoje também faz anos o Boaventura Calvário Antunes, nascido em 1948.

Caro amigo, PARABÉNS! Que o teu dia esteja a decorrer em ambiente de felicidade.

 

E que continues a desfrutar por muitos anos da beleza da vida.

Olha, há neste momento uma convocatória especial: encontro dos antigos alunos em 2 de Fevereiro, em Alfragide, no Seminário dos Dehonianos. Inscreve-te... 

 

Mais um aniversariante.

15.01.19 | asal

Ó minha vida, nunca mais acerto...

 

Pelo Facebook, venho a saber agora que também faz anos neste 15 de Janeiro o ManuelManuel Pereira.jpg Pereira, que vem de 1943.

 

A nossa lista está muito incompleta e nós não vemos maneira de a completar sem a colaboração dos amigos.

 

Do Manuel temos foto, aqui todo refastelado no Encontro de Castelo Branco.

Ao Manel, amigo de muitas andanças,  os PARABÉNS do grupo por mais um aninho, desejando-te saúde e muitas alegrias.

 

Contacto: tel. 917278891

Á última hora, trago para aqui outra foto, onde se prova mais uma tendência deste amigo: é um dos que vive inclinado para Carnide, onde se encontra muitas vezes com um grupo de convivas, à sombra da Parreirinha.

Parr18.JPG

Aniversário

15.01.19 | asal

15-01-1952 - nasce o António Colaço!COLAÇO.jpg

Nos teus 67 anos, caro amigo, muitos de nós sentem que este é um dia muito especial para ti e para nós. Não nos esquecemos dos anos em que andaste a congregar a malta, num esforço para além de normal, porque sofreste, cheio de ilusão, para «tornar os dias mais leves»...

Os 66 trouxeram-te uns pedregulhos pesados, mas tu estás a removê-los com valentia, o que nós muito apreciamos. E continuas a obedecer a ti próprio, cheio de projetos  porque queres "tomar p.arte". Sim, que a vida sem projetos é apenas um bocejo... 

Os teus amigos aqui estão para te PARABENIZAR, te dar um abraço e desejar-te muitos anos de vida saudável, cheia de realização pessoal e familiar. Ad multos annos!

"Há gaivotas voando dentro de mim....", dizes tu... Pois voa, amigo, sobe às alturas e não caias. E se caires ao ligar a lâmpada, que os teus amigos te amparem na queda. Sim, repito o teu gesto: trouxe para aqui este vídeo para fazer o que fazes aos outros - tocar e cantar os Parabéns...

Contacto: tel. 917 245 647

 

Aprendizagem da música

14.01.19 | asal

Por falar do Zé Ventura, músico e fotógrafo, não resisto a partilhar. O Mário tem graça! AH

Pissarra.jpg

 

O meu amigo e condiscípulo José Domingos Ventura, bom músico e afamado organista no seminário contou-me a história de um outro aprendiz de música. À época tínhamos iniciado a formação de um grupo instrumental de música. Os pais de um condiscípulo mais abastado ofereceram ao filho um acordeão. Nas férias seguintes o pai dirigiu-se ao Zé Ventura e perguntou-lho: «achas que o meu Manecas» consegue aprender a tocar o acordeão?»

Acordeonista.jpg

O José ficou embaraçado, foi-se esforçando para não dizer o que pensava. Mas para mim, quando me contou este episódio, fez uma descrição muito engraçada e abundantemente ilustrada com linguagem gestual. Encontrei esta imagem sobre a aprendizagem da música que ilustra perfeitamente a descrição do que o José me descreveu. Reparem que a pauta. Não tem notas. Só a indicação de abrir ou fechar o fole. A Tónica da descrição do José Ventura era a forma como terminavam todas as tentativas. Para ser mais realista reproduzia o fecho do acordeão. Fartei-me de rir.

Mário Pissarra

 

Um novo catolicismo social

14.01.19 | asal

Saiu hoje em "7 Margens" esta notícia, que é também um apelo à modificação das estruturas sociais e a um novo catolicismo social, com empenhamento pessoal a favor dos que vivem na periferia e já não suportam tantas diferenças de vida e condições sociais. E isto não é só em França... AH

 

«Como estabelecer um diálogo social quando já não há qualquer linguagem comum entre a esfera financeira das grandes cidades e as periferias, entre os desenraizados e os que pertencem a algum lugar? Em que realidade institucional se pode um tal diálogo apoiar quando os corpos intermédios foram minados e a representação política desacreditada? Como encontrar um caminho comum quando a “cultura urbana” globalizada se opõe à cultura popular? As três interrogações são apresentadas como “os contornos da questão social contemporânea” no “Apelo por um novo catolicismo social”, lançado em França por cerca de vinte intelectuais católicos de diversas sensibilidades, agora mobilizados para reclamar a edificação de comunidades solidárias.

Para os subscritores, a questão social, hoje, “ultrapassa largamente as condições específicas de uma classe social. Ela atinge a própria natureza do vínculo colectivo, em todas as suas dimensões: familiar, cultural, económica, ecológica, geográfica; dimensões que a ideologia da economia ‘financeirizada’ nega”. Em causa, dizem, fica a coesão de um povo e de uma nação.

O diagnóstico da situação francesa apresentado no documento é dramático. Recordando que há uma França periférica, cujo futuro inquieta a maioria da população, os subscritores verificam que o país afastado das grandes cidades ameaça tornar-se “um deserto sem correios, sem maternidades, sem médicos, sem fábricas, sem quintas e sem comboios”. Acrescenta o apelo que esse país periférico, que não pode pagar cada vez mais impostos, ao mesmo tempo que os serviços públicos são desmantelados, recusa a marcha forçada em direcção à mundialização económica ultraliberal e à globalização cultural, sem sobre isso ter uma palavra a dizer. “Há fogo. A nossa casa comum, a França, arde. Esta atmosfera possivelmente insurrecional é perturbadora. Para o governo, a equação parece insolúvel: não se pode levar à força as pessoas em direcção a um ‘mundo novo’ que as rejeita. Neste contexto, a situação pode ficar fora de controlo. Mas na revolução, é sempre o mais forte que impõe a sua lei, não o mais justo.”

A nova questão social, segundo os subscritores do apelo, ultrapassa as fronteiras francesas. “Em muitos países, na Europa e no mundo, o valor do trabalho, a dignidade dos trabalhadores, o direito a um salário justo e a um ambiente saudável são diariamente desrespeitados”. Se esta situação diz respeito às estruturas económicas, ela também é responsabilidade de cada um, “enquanto a cultura de ‘sempre mais barato’ nos fizer esquecer que, por trás de cada produto e de cada serviço, há trabalhadores e respectivas famílias”.

Lembrando que, Caravaggio.jpegno passado, os católicos sociais se levantaram para defender a classe trabalhadora, o apelo enfatiza um desafio: “Hoje, os católicos devem-se levantar para apoiar o povo da França e lutar por um sistema económico mundial e uma Europa ao serviço do desenvolvimento humano integral. Devemos estar conscientes de que as fracturas francesas não serão resolvidas apenas através de leis, mas pelo empenhamento de cada um.” Os católicos devem, por isso, mobilizar-se “para construir comunidades solidárias, baseadas num vínculo de responsabilidade comum, que possa dar ao nosso país uma perspectiva, um destino partilhado, um trabalho, um espaço para a cultura popular, uma história continuada, um novo impulso familiar, educativo, ecológico, espiritual e verdadeiras solidariedades”.

Entre os subscritores do apelo divulgado por La Vieestão Joseph Thouvenel, sindicalista; Patrice de Plunkett, ensaísta; Denis Moreau e Emmanuel Gabellieri, filósofos; Antoine Renard, presidente das Associações Familiares Católicas da Europa; Gérard Leclerc, jornalista; Diane de Bourguesdon, consultora em estratégia; e Marie-Joëlle Guillaume, escritora.»

 

Ilustração: Caravaggio, As sete obras de misericórdia; igreja de Pio Monte della Misericordia, Nápoles.

Aniversários

13.01.19 | asal

Assis.jpg

PARABÉNS, ASSIS!

 

Nascido em 13-01-45 na Isna de Oleiros, terra de gente trabalhadora, que não teme a neve ou o frio, cresceste, estudaste, trabalhaste e agora gozas a tua jubilação ali para os lados de Coimbra. Foste professor no seminário e fora dele. E o escutismo também te encheu os dias.

Meu caro Assis Ribeiro Cardoso, aqui estamos a saudar-te no teu aniversário, com PARABÉNS e votos de longa vida, cheia de saúde e felicidade.   

Que continuemos a ver-nos de vez em quando. Sempre virão boas memórias, as raízes do presente.

Contacto: tel. 962 786 410

 

OUTRO ANIVERSARIANTE

Ant. Rod Lopes.jpg

 

Também faz anos hoje, dia 13/01, o  António Rodrigues Lopes, um indígena do Monte da Pedra, perto da Comenda (correção feita pelo J. Mendeiros) e grande colaborador da associação, com quem contamos para muitas tarefas... E não para, estuda, estuda!

Queremos dar os PARABÉNS ao nosso amigo no dia em que celebra as suas 73 primaveras cheias de vida.

O abraço de PARABÉNS junta-se aos votos de longa vida, com saúde e muita felicidade. E até 2 de Fevereiro, como é costume.

Contacto: tel. 964982594

Primeiras inscrições

12.01.19 | asal

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS DA DIOCESE DE

PORTALEGRE - CASTELO BRANCO

COMISSÃO ANTIGOS ALUNOS SPCB

Avatar nosso.PNG

(comasalpcb@gmail.com)

(asal.mail@sapo.pt)

 

CIRCULAR

 

ENCONTRO - CONVÍVIO DE 02 DE FEVEREIRO DE 2019

(SÁBADO)

 

Local do Encontro : Seminário Nossa Senhora de Fátima/ Dehonianos

Largo Padre Adriano Pedrali, 1, 2610 – 129 alfragide. TElf. 214 707 300

 

Caros Amigos,

 

Como já foi publicitado, o nosso primeiro Encontro deste ano de 2019 vai ter lugar no dia 2 de fevereiro (sábado), no Seminário Nossa Senhora de Fátima/Dehonianos, em Alfragide (Amadora), a partir das 11H00.

 

“ Quae cum ita sint…”( Sendo assim…”), vamos aproveitar a oportunidade para estarmos juntos apreciando a companhia dos amigos de sempre, longe da agitação dos dias do nosso quotidiano que, de uma maneira ou de outra, vamos vivendo no seio das nossas famílias, do nosso trabalho ou da nossa comunidade, para que, tanto quanto possível, cada um de nós possa viver bem e feliz (“Ad bene beateque vivendum”, como diria Cícero).

 

Por isso, o próximo Encontro de 2 de fevereiro deste ano de 2019, em Alfragide, irá ser mais uma bonita jornada de convívio, recordando um pouco o tempo da nossa juventude, numa espécie de reencontro que poderíamos recordar assim:

 

“E quando eu te canto

ó tempo de outros tempos,

sinto o meu sonho a crescer…

É como se o vento,

me trouxesse a esperança,

de outra vida p’ra viver,

e eu voltasse a ser criança…”

 

E passando às Inscrições, já temos 41!

 

Abílio Cruz Martins (2)

Alberto Duque (2)

Alexandre Nunes (2)

Alexandre Pires (2)

António Colaço (2)

António Henriques (2)

Pe António Martins Cardoso (1)

António Martins da Silva (2)

António Rodrigues Lopes (2)

Armindo Luís (2)

Florentino Beirão (1)

João Oliveira Lopes (2)

João Pires Antunes (1)

João Torres Heitor (2)

Joaquim Dias Nogueira (2)

Joaquim Mendeiros (2)

José Andrade (2)

José Figueira (1)

José Maria Lopes (1)

José Maria Martins (1)

José Ventura Domingos (1)

Pe Lúcio Alves Nunes (1)

Manuel Bugalho (2)

Manuel Inácio (2)

Manuel Pereira (1)

Manuel Pires Antunes (2)

Total : 43

 

Inscrições, até 29-01-2019, por e-mail, facebook ou para qualquer dos seguintes elementos da comissão: Heitor 967 421 096 –Nogueira 919 482 371- Martins da Silva 965 026 324 - A. Henriques -917 831 904- Mendeiros 969 015 114.

 

Saudações Associativas com votos de um bom ano novo.

Lisboa, 12 de janeiro de 2019

A Comissão

Aniversário

12.01.19 | asal

José Maria M. Martins.png

Mais um beirão a fazer anos. 

José Maria Morgado Martins faz hoje 75 aninhos. No seminário, era uma espécie de vocação tardia e, por isso, os colegas olhavam-no como o pai de todos. E ele era mesmo simpático!

Professor aposentado a viver ali para os lados de Queluz, ainda há dias foi nosso comensal na Parreirinha de Carnide. E contamos com ele para o Encontro de Alfragide, não é, Zé Maria? 

 PARABÉNS, amigo! E aqui ficam também os votos de longa vida, cheia de saúde e felicidade. Com um abraço do grupo.

Contacto: tel. 219 317 104 e talvez o 925706186.

Da Parreirinha

11.01.19 | asal

O nosso convívio semanal. 

Abóboras.jpg

 

 

Hoje com uma decoração “hortícola” peculiar no balcão da entrada. Afinal, trata-se de um produto muito usado na nossa Beira Baixa.

Manel Pires Antunes

 

 

 

11-01-19.jpg

 

Pois, foram sete os que resistiram ao frio. Sete até é o número perfeito e mais perfeito fica se perdoares setenta vezes sete, disse o Joaqum Nogueira. Realmente, já é muito perdoar 70x7...

O Manel já pensa na liturgia do dia 2 de Fevereiro, leituras, cânticos adequados ao dia, participação da malta (nomeou o Martins da Silva, que é da Comissão).

O Zé Andrade também já me perguntou se eu publicava no blogue o mapa da zona. Sim, é importante, para ninguém se perder e ir bater à Senhora da Rocha ou a Linda-a-Pastora. 

É de pormenores que falamos, mas importantes.

Agora, o importante é inscreveres-te para o Encontro de Alfragide. AH