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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Despedida

Despedimo-nos de 2018

com as palavras e foto do 

José DE Jesus Andre

«Que o salto para 2019 seja coroado de muitos sucessos.»

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, oceano, céu, lusco fusco, ar livre, natureza e água

 

Mas o 2018 não foi um ano perdido. Graças a Deus que nos olhámos com muita amizade...

E conversámos com os outros, e alguém nos chamou pelo nome, e aprendemos mais algumas coisas, e conseguimos perdoar as faltas, e conseguimos ajudar alguém, e alguém nos sorriu dando alegria aos nossos dias, e admirámos as maravilhas deste universo, e sentimos que vale a pena viver, e olhámos para os nossos dias com esperança, e agradecemos a Deus o dom da existência, e estivemos junto de alguns doentes a consolá-los, e acompanhámos alguns amigos na sua hora, quando se despediram «Até qualquer dia!».

Amanhã, dia primeiro de novo ano, é dia da Mãe de Deus e da Igreja. Como disse há dias Bagão Félix, «Deus não teve tempo de fazer tudo, deixou-nos a mãe...». Que com a sua bênção nos alegremos nos dias novos que estão a chegar. Para vocês todos, deixo um abraço de muita amizade. AH

 

Poesia no último dia...

Pires da Costa.jpegTerminamos o ano com este poema do Pires da Costa, um grito contra a hipocrisia e o cinismo e um apelo à vida com sentimentos verdadeiros. AH   

 

                               MEDITAÇÃO

 

 

Aqui banquetes, além a fome;

Aqui palácios, além barracas.

E o mundo, tranquilo, dorme,

Indiferente a estas marcas!

 

Aqui peles e sedas, além nudez,

Há dosséis e camas de cartão,

E o Mundo, em cega pacatez,

Avança inerte e sem reação.

 

Simula atitudes com hipocrisia,

Em solidariedade ocasional.

Vive-se no patamar da apostasia,

Dando sopas quentes p’lo Natal.

 

Pios gestos, cinismo profundo,

Simulacro ignóbil da caridade.

Envergonhemo-nos deste mundo

De injustiças, egoísmo e vaidade.

 

Esforcemo-nos, sejamos capazes.

Ao alto, se erga e agite a chama

Da vida que, em horas fugazes,

Em nós vibra, crepita e clama.

 

Em preclaro renascer reluzente

Da tua consciência adormecida,

Humanidade, ergue-te, sê gente,

Inflete tua caminhada suicida!…

 

    Pires da Costa

Impressões do seminário

Vamos voltar ao essencial desta associação: os tempos que nos moldaram enquanto vivemos no seminário. 

Nas minhas leituras, dei com algumas estatísticas sobre a vivência no seminário e copiei para aqui em PDF duas páginas do livro de Actas do 1.º Congresso de Antigos Alunos, publicado pela UASP em 2009, com o título «Seminários - Da Memória à Profecia». Este inquérito foi feito a alunos padres e a alunos leigos, grupos com visões um pouco distintas acerca da mesma realidade.

Se quiserem, escrevam-nos e digam da vossa experiência para publicarmos. AH

Seminários.jpg

Seminários.jpg.png

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O último aniversariante

PARABÉNS, JORGE!

António j. Mendes Dias.jpg

Nasceu em 31 de Dezembro de 1970, quase a cair para o novo ano, recebendo o nome de António Jorge Mendes Dias.

Natural do concelho de Oleiros, frequentou os seminários de Alcains e Portalegre durante sete anos, depois cursou a Universidade de Oxdord e hoje pugna pelo bem-estar das populações oleirenses, sendo hoje vereador do município.

PARABÉNS, António Jorge Dias, no teu 48.º aniversário. Desejamos ao amigo o melhor em saúde, realização pessoal e felicidade. 

Ao menos na Sertã, em 18/05, contamos ver-te...

Contacto: tel. 967 085 168

Aniversário

Vitor Diogo.jpeg

PARABÉNS, VÍTOR!

Ao Vítor Manuel Fernandes Diogo, um albicastrense a viver hoje na Póvoa de Santa Iria, aqui bem perto de Lisboa, estamos a dar os PARABÉNS pelos seus 66 anos, neste 30 de Dezembro, desejando-lhe saúde e alegria por muitos anos.

Quando nos encontramos, Vítor? Vem aí o 2 de Fevereiro, com Encontro em Alfragide? E a Sertã em 18 de Maio? A tua presença é uma alegria para muitos... 

Contacto: tel.962 351 533

DESAFIOS PARA FRANCISCO

Escreve Anselmo Borges

Anselmo Borges.jpg

Padre e professor de Filosofia

(in Diário de Notícias)

Perante uma das mais graves crises de sempre da Igreja, o desafio maior para Francisco continuará a ser tentar converter a cristãos os católicos, começando pela cúpula: cardeais, bispos, padres, religiosos e religiosas. Essa conversão implicará uma organização eclesial na linha do Evangelho.
O próximo ano será marcado por acontecimentos decisivos para se saber qual o lugar que a História reservará a Francisco: um Papa da continuidade ou o Papa da ruptura que se impõe. 
1. Em Fevereiro, reunião em Roma com os Presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo sobre a pedofilia. Ter-se-á a coragem de tomar medidas que acabem com essa podridão estrutural na Igreja? Vão ser abertos os arquivos para ficar a claro por uma vez tudo o que tem acontecido? E serão devidamente sancionados, colaborando também com a justiça civil, os abusadores e os encobridores? E para a formação dos novos padres: mais presença feminina e testes de maturidade, também com peritos credenciados de saúde mental?
2. Em Março, será aprovada a nova Constituição Apostólica sobre a Cúria Romana, Governo central da Igreja. Continuará o centralismo ou haverá uma Constituição democrática, de comunhão, com representação de todos, incluindo as mulheres, e das Igrejas locais do mundo, superando o dualismo clero-leigos a substituir pela relação viva: comunidade-ministérios (serviços)?
3. O Sínodo sobre a Amazónia em Outubro: ocasião para aumentar a consciência ecológica global e avançar com novos ministérios, incluindo a ordenação de homens casados ?
4. Em Janeiro, na Jornada Mundial da Juventude no Panamá: o anúncio da próxima Jornada em Portugal em 2022, com o regresso do Papa ao país, constituirá um novo impulso para reanimar a Igreja em Portugal, que parece continuar paralisada? 
Ano novo 2019 bom e feliz!

Palavra do Sr. Bispo

1.jpg

"A BOA POLÍTICA ESTÁ AO SERVIÇO DA PAZ"

Dentro da oitava do Natal, celebramos a Festa da Sagrada Família. Logo a seguir, no primeiro dia do ano, a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus e o Dia Mundial da Paz. Foi grande a participação de Maria no mistério da salvação. Exaltamos a sua singular dignidade, renovamos a adoração ao Menino “Príncipe da Paz” e imploramos o dom da paz.
O Papa Francisco, na sua Mensagem para este Dia Mundial da Paz, sob o tema: “A boa política está ao serviço da Paz”, torna presente as “bem-aventuranças do político”, uma proposta do Cardeal vietnamita Francisco Xavier Nguyen Van Thuan que foi prisioneiro no regime comunista durante 13 anos, alguns meses dos quais confinado numa cela minúscula, sem janela, úmida, tendo de passar horas com o rosto enfiado num pequeno buraco no chão para conseguir respirar, a cama era coberta de fungos, 9 anos foram de total isolamento, faleceu em 2002:

1. Bem-aventurado o político que tem uma alta noção e uma profunda consciência do seu papel.
2. Bem-aventurado o político de cuja pessoa irradia a credibilidade.
3. Bem-aventurado o político que trabalha para o bem comum e não para os próprios interesses.
4. Bem-aventurado o político que permanece fielmente coerente.
5. Bem-aventurado o político que realiza a unidade.
6. Bem-aventurado o político que está comprometido na realização duma mudança radical.
7 - Bem-aventurado o político que sabe escutar.
8 - Bem-aventurado o político que não tem medo.

Citando Paulo VI, Francisco reafirma que «tomar a sério a política, nos seus diversos níveis – local, regional, nacional e mundial – é afirmar o dever do homem, de todos os homens, de reconhecerem a realidade concreta e o valor da liberdade de escolha que lhes é proporcionada, para procurarem realizar juntos o bem da cidade, da nação e da humanidade». 
E termina a sua Mensagem, que convido a ler na íntegra, afirmando que “a paz é fruto dum grande projeto político, que se baseia na responsabilidade mútua e na interdependência dos seres humanos. Mas é também um desafio que requer ser abraçado dia após dia. A paz é uma conversão do coração e da alma, sendo fácil reconhecer três dimensões indissociáveis desta paz interior e comunitária:
– a paz consigo mesmo, rejeitando a intransigência, a ira e a impaciência e – como aconselhava São Francisco de Sales – cultivando «um pouco de doçura para consigo mesmo», a fim de oferecer «um pouco de doçura aos outros»;
– a paz com o outro: o familiar, o amigo, o estrangeiro, o pobre, o atribulado…, tendo a ousadia do encontro, para ouvir a mensagem que traz consigo;
– a paz com a criação, descobrindo a grandeza do dom de Deus e a parte de responsabilidade que compete a cada um de nós, como habitante deste mundo, cidadão e ator do futuro”.

Toda a família, qual Família de Nazaré, continua a ser o lugar por excelência da manifestação de Deus, o local onde Jesus continua a ser gerado, acolhido e transmitido de geração em geração. É também o primeiro espaço onde se educa para a verdadeira paz. Na pastoral da criança que a Conferência Episcopal do Brasil propõe, constam dez mandamentos para que, na família cristã, as crianças experimentem e sejam educadas para a verdadeira paz:

01. Tenha fé e viva a Palavra de Deus, amando a sua família como a si mesmo.
02. Ame-se, confie em si mesmo e na sua família, ajude a criar um ambiente de amor e de paz ao seu redor.
03. Reserve momentos para brincar e se divertir com a sua família, pois a criança aprende brincando e a diversão aproxima as pessoas.
04. Eduque o seu filho na conversa, no carinho e no apoio. Tome cuidado: quem bate para ensinar está a ensinar a bater.
05. Participe com a sua família da vida na comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivam a violência.
06. Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo.
07. Partilhe os seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que pensa e ouvindo o que os outros têm para dizer.
08. Respeite as pessoas que pensam de forma diferente, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo.
09. Dê bons exemplos, a melhor palavra é o nosso jeito de ser.
10. Peça desculpa quando ofender alguém e perdoe de coração quando se sentir ofendido: o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar.

Na celebração do Dia Mundial da Paz, torna-se presente a bênção própria da liturgia judaica ainda hoje em uso. Ao iniciar o Novo Ano, ela expressa as bênçãos que o Senhor - e a Igreja - a todos nos endereça: 
“O Senhor te abençoe e te proteja. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz” (Num 6, 25-26).

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 28-12-2108.

Abraço de amizade

Momentos de puro prazer visual é o que vos proponho neste final de semana e quase final do ano.

Ilum6.jpg

Imagens natalícias da minha terra, que este ano se viu mais iluminada que antes...

É também um pouco de nostalgia, ao ver que mais um ano se vai, eles que agora são todos poucos...

Mas neste momento de mera paragem nos afazeres das festas, lembrei-me de vocês, os que diariamente consultam o ANIMUS SEMPER, onde nem sempre surge a novidade, onde às vezes falta criatividade e relação amiga com algum de vós... 

Quero, na pobreza das palavras e dos gestos, deixar-vos um abraço fraterno e votos de um NOVO ANO repleto de felicidade, que é o que mais nos alegra.

António Henriques

Entretanto, depois do meu almoço com os filhos (coisa rara e apetitosa!), chega de Carnide mais uma foto, a ilustrar o último convívio do ano na Parreirinha, com as palavras do Pires A28-12-18.JPGntunes:

 

"Aqui tens o último almoço deste ano!

 

Boa disposição não faltou, condimentada por uma boa medronheira que trouxe o Andrade. 
Abraço."

 

Pois, eu bem vi o prato vazio à minha espera e mais outros dois sem comensal. E lá pensei nos amigos que não apareceram, o que é o mais normal do mundo... Cada um mexe-se por onde quer, nem sempre com a alegria no rosto. É a vida!

Mas para o ano há mais... Outros vão aparecer! AH

 

Bagão Félix em entrevista

Bagão Félix.jpg

Trago hoje para aqui um pequeno trecho de uma grande entrevista que o jornal "I" fez a Bagão Félix no passado fim-de-semana (ainda a podem ler na Internet consultando os "ESPECIAIS"). Ele, um economista, amante da vida, benfiquista, pensador católico, entre outras coisas fala da sua fé e da sua relação com os bens materiais. É o que podem ler agora. AH

 

À medida que o tempo vai passando, vai-se tornando mais nostálgico?

 

Não. Vou-me tornando mais amante da minha vida. Gosto muito de viver. Foi a maior e a única prenda que os meus pais me deram. Foi terem-me dado vida. Tenho-lhes uma gratidão infinita. Não tenho muito medo de morrer, mas tenho muita pena. Eu sou católico e, portanto, tenho alguma esperança na vida para além da morte. Alimento-me da esperança que, ao mesmo tempo, é dúvida, porque só se pode ter fé existindo dúvida. De outro modo, não é fé, é crendice.

 

…. Sempre acreditou em Deus?

 

Sou muito heterodoxo. A minha relação com Deus é direta, ou tenta ser. Como dizia Teresa de Calcutá, ‘rezar não é falar com Deus, é tentar que Deus fale connosco’. Rezo em silêncio muitas vezes. Quando rezo uma oração é raro ela entrar dentro de mim porque é mecânica. Por isso, rezo muito em silêncio. Deus, para mim, é intimidade absoluta. Com qualquer pessoa tenho tabus. Tenho com amigos, comigo, com a minha mulher, com as minhas filhas, tinha com os meus pais. É natural, todos somos assim. Quando me liberto totalmente deles é quando estou com Deus. Eu procuro transmitir a minha pobreza essencial, despir todas as circunstâncias e todos os disfarces. Só encontro a minha autenticidade quando acho que falei com Deus.

 

 

Nunca teve dúvidas?

 

Acreditei sempre. Eu e os meus irmãos tivemos uma educação cristã. Não sou beato, longe disso. Sou muito heterodoxo. Uma das coisas que mais me custam na Igreja é ver que alguns dos seus elementos clericais são piores do que eu. Gosto de ter o apoio de pessoas que são melhores do que eu. Isso é que me dá perspetivas de me valorizar. E depois, como dizia Pascal, acreditar em Deus é impossível, mas não acreditar é absurdo. Ou seja, esta passagem só faz sentido se houver alguma coisa que me transcenda. Acreditar é difícil, primeiro porque está fora de moda e politicamente incorreto, segundo porque, para acreditar, estamos nas trevas, não estamos na luz. Estamos nas trevas porque não temos capacidade para entender o que é transcendental. Não temos linguagem e, portanto, tem de ser um ato de fé. Muitas vezes, caio, suplico, levanto-me, duvido, vergasto-me, avanço. Tenho todas essas atitudes na minha relação com Deus.

 

... Disse numa entrevista que é muito desprendido materialmente. Isto é uma escolha ou uma característica?

 

Tem evoluído com a minha idade. Tenho espírito de colecionista. Coleciono ampulhetas há 40 e tal anos. Tenho centenas delas. Livros também. E canetas – tenho centenas, desde o século XIX, e todas elas escrevem. Livro e caneta para mim é o meu mundo. Hoje não quero nada, a não ser o que é importante para a minha vida: saúde e o suficiente para fazer as minhas viagens. Conheço 80 países e viajei muito com as minhas filhas, felizmente. Não havia internet, estudava muito bem os sítios. Mas qualquer material que tenha a mais é um fator de pressão e stress para mim. É uma aflição. Por exemplo, agora no Natal não quero nada. Entre nós não damos nada.

 

 

Muitas pessoas dizem isso e acabam sempre por dar…

 

Não entro nisso. O Natal transformou-se numa coisa absolutamente terrível. Tenho o Natal do pós-guerra. Não havia nada e se os nossos pais nos dessem um chapeuzinho de chocolate era um Natal maravilhoso. E é desses Natais que tenho saudades. Há uns dias, fui à Baixa e tive de parar numa Igreja para sentir o espírito. Até ao dia 24 é o apogeu das compras, depois é o apogeu dos monos [risos]. É uma coisa terrível. As crianças recebem e no fim ligam à coisa mais simples. No dia de Natal estou a celebrar a vida e não quero stress.

Aniversário

João Amaral Oliveira (João Vaz).jpg

Há um ano, neste dia, batíamos palmas ao João Vaz, com página no Facebook. Hoje também batemos palmas ao João Amaral Oliveira, dois nomes para uma mesma pessoa e as duas com página no mesmo Facebook.

PARABÉNS a este amigo, nascido em 1978, que viveu em Goa e agora vive no Fundão. Peço desculpa pelas deficiências da nossa informação. Um dia que ele apareça poderá iluminar as nossas incertezas. Quem sabe se não será já na Sertã a 18 de Maio?!

Muitas felicidades é o que lhe desejamos.

Contacto: tel. 272 419 651

 

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