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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Dois almoços

06.07.18 | asal

Sexta-feira, 6 de Julho

Dois almoços:

Foto de António Henriques.

 

 

Eu tive um almoço especial com a minha família mais chegada. Éramos quatro, pais e filhos. E escrevi no Facebook:

Família reunida: coisa rara! Momentos para rir, abrir um espumante Raposeira, celebrar a festa do reencontro por um dia e da alegria do pai por se sentir melhor de saúde. Obrigado, mulher e filhos! AH

 

 

 

 

Na Parreirinha, outro almoço:

A nossa outra família!Parr 6-07.jpg
Gostei de te ver, caro António Henriques, com a tua família. 
Aqui vão os quatro que hoje almoçámos na Parreirinha. 
Muitas ausências provocadas pelo fenómeno férias. 
Aguardamos pela próxima sexta....
Um abraço.

 

 

 

 

6-07.JPG

 

Os restos....
Todos comemos sardinhas. Neste tempo nem podia ser outra coisa. 
Posso dizer que foi um almoço muito bom, aliás como sempre.

Manel Pires Antunes

Saudação do Sr. Bispo

06.07.18 | asal

1.jpg

O Sr. D. Antonino também quis estar presente!

 

«O blogue ANIMUS SEMPER faz anos: parabéns! Com ele, a Associação dos Antigos Alunos dos Seminários desta nossa Diocese de Portalegre-Castelo Branco cria laços de unidade, relaciona-se, diz-se e faz-se ouvir. Faz-se notícia, mostra que está viva e que ajusta as velas para continuar a caminhar com realismo, alegria e esperança.

Sim, há muitas maneiras de olhar o presente e de encarar o futuro, como afirma William G. Ward: “O pessimista queixa-se do vento; o otimista espera que ele mude; o realista ajusta as velas”.

Com um abraço para os responsáveis pelo blogue e para todos os membros da Associação, e suas famílias, deixo os votos reiterados de muitos parabéns pelo blogue. Força! Plus ultra!»

Antonino Dias

Aniversário

06.07.18 | asal

PARABÉNS, JOSÉ CENTEIO!

José Centeio.jpg

Natural da Lousa, Castelo Branco, nasceu em 1958 e trabalha na Associação Nacional de Direito ao Crédito, uma instituição voltada para os que mais dificuldades sentem no acesso a uma vida digna. Foi para expor e defender estas ideias que ele esteve cconnosco este ano em Linda-a-Pastora.

Vive em Loures, aqui perto da grande Lisboa.

Aqui deixamos os nossos PARABÉNS e fazemos votos de longa vida, com saúde, alegrias e na companhia de quem mais o satisfaz.

Viva a Vida... Zé, gostamos de te ver por aqui, mas nunca mais apareces. E nós contamos contigo...

Contacto: tel. 933347603

Mais um ano a fomentar amizade

05.07.18 | asal

PARABÉNS, ANIMUS SEMPER!

 

Faz hoje dois anos que nos lançámos na aventura de criar um novo blogue - ANIMUS SEMPER - que, à sua maneira e com poucos recursos, pudesse colmatar a lacuna deixada pelo encerramento do blogue "Animus60", que durante nove anos acompanhou a vida da nossa Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco, graças ao engenho, esforço e dedicação do António Colaço.

Não vou usar muitas palavras para celebrar este dia, que também é um aniversário. AEstou preso.jpg obra, resumida a números, chegou a estes patamares:

 ÚLTIMO ANO

26.954

Visitas

74
Média diária de visitas

39.647
Visualizações

108
Média diária de visualizações

 

Para uns, será muito, para outros, será pouco! Para mim, é a realidade que conseguimos, nas suas 74 visitas diárias e suas 108 visualizações. E eu não estou nada desesperado com estes números. Alegra-me ter contribuído para destacar o trabalho de todos aqueles que se revêem nestas páginas como obra colectiva em que muitos colaboram e muitos gostam de se mirar como associados. Deu-se relevo sobretudo às iniciativas de grupo e é em grupo que nos sentimos...

PARABÉNS, ANIMUS SEMPER!

A foto ao lado serve para cada um dizer o que lhe aprouver. Não sei se o polícia vai prender o responsável, cortar-lhe a cabeça, metê-lo atrás das grades, queimá-lo na fogueira da Inquisição ou da Censura (não seria a primeira vez!...), num holocausto desumano. 

Mas o que é certo é que este blogue deu para eu me distrair, ocupar o meu tempo sabendo que estava a unir a malta... Deu também para relevar a amizade que nos une, saborear momentos inesquecíveis, rever amigos, criar novos amigos e até me deu coragem para, nas minhas limitações, querer continuar a viver e animar este ponto de encontro.

Há dois anos, terminava a primeira mensagem deste blogue com estas palavras:

«Todos precisamos do calor dos amigos e estes, com o andar da idade, são cada vez menos. Depende de nós abrirmo-nos aos outros ou fecharmo-nos na concha.»

 

Estamos vivos! Vamos continuar a construir comunidade...

 

A minha segunda palavra:

Por coincidência, fui hoje a uma consulta do ortopedista, Dr. Manuel Moniz, que há um mês e 12 dias me operou a um joelho, colocando-lhe uma prótese. Foi no Hospital da Luz, em Lisboa. Eu não conhecia o médico, calhou-me na rifa por ser o que mais depressa me atendia em consulta há dois meses atrás. 

Pois hoje eu saltei de alegria e espanto por ele me dizer que o meu joelho estava óptimo, que não precisava de mais fisioterapia (que só o estava a massacrar...), que eu fizesse a minha vida normal. Podia conduzir? Sim, sem problemas... 

Sinto-me grato, elogiei o seu trabalho e, por isso, estou aqui a dizer que tenho mais uma razão para dar graças a Deus pela vida, pela amizade e pela saúde. 

António Henriques

Nas Caldas com a cerâmica

04.07.18 | asal

Numa pequena fuga de um dia, apeteceu-nos dar uma volta pelo Oeste, para visitar espaços da memória há muito esquecidos. 

Passámos pela Foz do Arelho, sempre alegre e convidativa, com aquele ambiente pacífico da Lagoa de Óbidos a encostar-se ao reboliço das ondas atlânticas. Desta vez, o que mais me ficou na retina foi aquele extenso e alcantilado areal a querer defender a costa das invasões marítimas. 

bordallo_pinheiro.jpg

Mas foi nas Caldas da Rainha que mais nos detivemos, sobretudo para apreciar motivos decorativos que já muitas vezes nos encheram os dias, ora por razões de estudo ora por razões de passeio. Demorámo-nos a visitar a Fábrica Bordallo Pinheiro, que depois de passar por um período de crise (2008?), está hoje com grande afã industrial impresso pela empresa Visabeira. Mantendo o património artístico tradicional, a fábrica modernizou-se e criou novos artefactos, que as fotos vos podem mostrar.

Num aparte muito pessoal, há muitos anos atrás, visitámos esta fábrica pedindo licença ao seu dono de então - o Sr. Carlos Bordallo Pinheiro, de quem fui professor no Colégio de Santo António em Portalegre e mais tarde encontrei num Colégio da Sobreda de Caparica, quando ele se apresentava para um reunião de pais com os professores do filho. Foi uma surpresa muito agradável, para ele e para mim. Afinal, eu estava a ser professor de uma segunda geração de Bordallos Pinheiro, nome que ele assumiu depois de ter recebido a herança do Sr. Dinis Bordallo Pinheiro. 

 

De tarde, visitámos ainda o Museu de Cerâmica das Caldas, localizado ali bem perto da fábrica Bordallo Pinheiro, instalado num palacete dos Viscondes de Sacavém, numa zona ajardinada. Certamente por falta de dinheiro, o exterior do edifício apresenta um ar de abandono lamentável, que não se estende ao seu interior, todo ele bem recheado de ricas peças de cerâmica, desde azulejos do séc. XVI ao séc. XX até à cerâmica caldense dos séc.s XVII e XVIII, com relevo para a produção antropomórfica da barrista Maria do Cacos e de Manuel Mafra, em quem muito se inspirou o grande Rafael Bordallo Pinheiro, criando figuras populares bem conhecidas como o Zé Povinho e a Maria Paciência, além da aplicação de muitos motivos vegetais e animais ao exterior das peças (vasos, jarros...). É este que se  torna responsável da parte técnica da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, entre 1884 e 1905, o primeiro nome da fábrica. Este trabalho foi continuado pelo seu filho, Manuel Gustavo, que recebeu muita influência da Arte Nova, dando às peças um ar menos maneirista.

O museu apresenta ainda ricas mostras da Real Fábrica do Rato, criada pelo Marquês de Pombal após o terramoto de 1755.

 António Henriques

 

 

Aniversário

03.07.18 | asal

João Dias.jpg

PARABÉNS, JOÃO DIAS!

 

Nasceu em 3 de Julho de 1962 no Estreito, andou pelo Ministério da Defesa Nacional e mora em Castelo Branco. 

Pois então, aqui ficam os parabéns da malta, com votos de muita saúde e felicidade, na companhia de familiares e amigos.

Sem mais informações, que lhe foram pedidas.

Colaço expõe em Mação

02.07.18 | asal

COLAÇO.jpg

 VAMOS INCENDIAR.TE, MAÇÃO


António Colaço concebeu, no âmbito da 25.ª Feira Mostra do Concelho de Mação, o projeto VAMOS INCENDIAR.TE, MAÇÃO. 
Trata-se de um Memorial com duas dimensões:
1- No stand do Município na Feira Mostra esteve patente um triptíco concebido a partir de restos do incêndio do Vale das Árvores. São duas telas, aglomerado de partículas de madeira, em que surgem coladas alfaias e outros materiais que encontrou no seu terreno depois do incêndio. Peças queimadas pelo fogo e oxidadas pelo tempo que trazem memórias e são complementadas pelo que restou do poste de eletricidade que alimentava o furo da horta. O buraco central resultante do esforço de um picanço (ou pica-pau) para fazer o seu ninho tem destaque neste pedaço de madeira banhado a ouro e ornamentado com “caligrafias imaginadas” e colagens em que cada um “escreverá o que quiser”. A uma afirmação do povo que, tal como o pássaro, “não desiste e continua a lutar”. 
2- Na Igreja Matriz, no sábado, 30 de junho, às 17h, foi instalada uma criação que tem como elemento principal um tronco de oliveira queimado a fazer lembrar “um Cristo crucificado” e cujo negro “pintado” pelas labaredas faz contraste com o vermelho, numa evocação com derrame de tinta vermelha que será derramada e escorrerá pela parede da Torre. Tó Manel.jpg
Um autêntico Cristo crucificado que representa todo um concelho sacrificado às chamas devoradoras do nosso verde horizonte. O tronco ficará exposto a meio da Torre, dependurado por cordão de aço. 

 

Para António Colaço este projeto é A ARTE ao serviço do RENASCIMENTO de um povo que não se verga ao esquecimento de quem nos governa, o pior dos incêndios.

(Com base em texto da página facebook da C. M. Mação)

 — com Vasco Estrela e Margarida Lopes.

 

Escreve António Manuel Silva

                                                                                             4 fotos em Galeria (clicar)

 

 

Aniversário

02.07.18 | asal

 

Abílio Dias.jpgMas alguém faz anos hoje? Ou ficam à espera de dias mais quentinhos?

 

Olha, é o Abílio da Silva Dias que se atreveu a nascer hoje, quer dizer num dia igual a este, mas em 1953...

Onde? Pois, em Sernache do Bonjardim, na terra de ilustres senhores como o Nuno Álvares Pereira... Passou pelos seminários, trabalhou na Galp (outros também por lá passaram, nem que fosse só para meter gasolina!...) e agora, reformado, vive em Sines. Mais não sabemos...

PARABÉNS, ABÍLIO! Que a vida te sorria em saúde e alegria...

Restauro das imagens

01.07.18 | asal

Imagens capela.jpg

 Para não deixar cair a ideia

 

Vamos lá retomar a conversa, perdida entre a sopa e o segundo prato, no meio de tanto alarido causado pelas emoções do Encontro de Portalegre. Foi bom, foi… A nossa memória rejuvenesceu o passado e ficámos mais vivos. «Sem a memória nós não somos. E é ela que matura a sabedoria de que precisamos», disse neste sábado ao Expresso o P. Tolentino Mendonça, o novo guardião dos livros e dos segredos do Vaticano. Dentro de cada um de nós, deu-se uma estruturação que nos iluminou o caminho. E agora vamos continuar. Há mais para fazer.

Podemos retomar a sugestão que apareceu nestas páginas e fazer dela um objectivo comum: vamos restaurar a conhecida pintura da capela do Seminário.

 

Beneméritos a voluntariarem-se até ao momento:

 

João Lopes

Florentino Beirão

Fernando Cardoso Leitão Miranda

António Assunção (Cón.)

Anónimo (reagiu ao texto do Florentino e ia começar a juntar tostões)

Abílio Martins

Manuel Pires Antunes

António Henriques

 

NOTA: QUEM COLOCA O SEU NOME A SEGUIR AO MEU? AH

Palavra do Sr. Bispo

01.07.18 | asal

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 BACAMARTES CARABINAS DRAGAS OBUSES MÍSSEIS…

 

A Sagrada Escritura fala muitas vezes da necessidade da oração. E há muitas formas de oração, pessoal e comunitária: oração de bênção, de adoração, de súplica, de intercessão, de ação de graças, de contemplação, de louvor... Jesus rezava e aconselhou a rezar. Contou-nos parábolas sobre o dever de rezar sem desfalecer. Apresentou-nos a fé, a humildade, a persistência e a confiança filial como caraterísticas essenciais da oração. Ao ensinar-nos o Pai-Nosso, apontou-nos como primeira preocupação a ter na oração a de rezar para que o nome do nosso Pai do Céu seja santificado, o Seu Reino venha a nós e a Sua vontade se faça. Ensinou-nos a pedir, em seguida, o Pão nosso de cada dia, a perdoar para que sejamos perdoados, a pedir-Lhe que não nos deixe cair em tentação e nos livre do mal. 
Mais: Jesus rezou por nós! Sim, rezou por nós. Rezou por Pedro, para que a sua fé não desfalecesse. Rezou por todos quantos haviam de acreditar n’Ele através da Sua Palavra. Rezou para que todos permanecêssemos unidos como um só, como Ele e o Pai são um só. Rezou e manifestou o Seu amor dando a vida, oferecendo-se por todos, quer acreditem ou não, quer nunca O tenham conhecido ou nem sequer tenham ouvido falar d’Ele. Tenham esta ou aquela fé, esta ou aquela religião, quer vivam, em consciência, apoiados na sua crença ou não, sejam sábios ou ignorantes, pertençam à raça a que pertencerem e seja qual for a sua cultura ou língua. Ele morreu por todos: “Não existe outro nome dado aos homens pelo qual possamos ser salvos” (At 4, 12). “Quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor” (Rom 14,8), “n’Ele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17, 27-28).
Jesus, que rezou por nós, também nos disse: “se pedirdes alguma coisa a Meu Pai em Meu nome, Ele vo-la concederá. Até agora não pedistes nada em Meu nome: pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa” (Jo 16, 23-24).
Na verdade, Jesus nunca se fez rogado. Foi muitas vezes abordado por gente que lhe vinha pedir ajuda em favor deles mesmos ou de outros. Nunca disse um não a quem quer que fosse que d’Ele se abeirasse com esses propósitos: mães, pais, irmãos, patrões, amigos … a todos acolhe e atende. E foi-nos claro: “Eu vos digo: pedi e ser-vos-á dado! Procurai e encontrareis! Batei e abrir-se-vos-á a porta! Pois, todo aquele que pede, recebe; quem procura, acha; e a quem bate, a porta será aberta. Será que alguém de vós que é pai, se o filho lhe pede um peixe lhe dá uma cobra? Ou ainda: se pede um ovo, será que lhe vai dar um escorpião? Se vós que sois maus, sabeis dar coisas boas aos filhos, quanto mais o Pai do Céu! Ele dará o Espírito Santo àqueles que Lh’O pedirem” (Lc 11, 9-13).
Dirá alguém: ora ora, eu que tanto rezo, nunca sou ouvido!... Será que sim?.... 
Nós, que somos maus, não damos uma cobra a quem nos pede peixe. Não damos um escorpião a quem nos pede um ovo. Nem uma faca ou uma pistola a uma criança que a vê em cima da mesa. Não, não fazemos isso, mesmo que a criança chore todo dia e se pendure em nós. Porquê? Porque amamos a criança. Sabemos que se lhe dermos isso, ela pode aleijar-se ou matar-se! Se nós, que somos maus, não fazemos isso, quanto mais o Pai do Céu que nos ama e é infinitamente bom! 
Não será que Deus não nos atende porque passamos a vida a pedir-Lhe facas, pistolas, carabinas, mísseis, euromilhões, exceções, privilégios…? Coisas que se Deus no-las desse seriam – quem sabe? -, para nossa ruína ou ruína dos outros? … Jesus acentuou: “Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a Sua justiça e tudo o mais vos será dado por acréscimo” (cf. Mt 6,33). Sim, a boa oração não é egoísta, não é autorreferencial, não tem como prioridade os acréscimos. Procura a glória de Deus, a conversão própria e alheia. Compromete-nos na construção da santidade sobre o alicerce firme ou pedra angular que é Cristo, no meio de alegrias e tristezas, de êxitos e fracassos. Não se começa uma casa pelo telhado…
Naquela noite em que Judas vinha ao seu encontro para O entregar, Jesus, numa angústia tal que chegou a suar sangue, pediu ao Pai, ao Pai que sempre O ouvia (cf. Jo 11, 42), que o livrasse daquela hora. Ia ser traído, preso, torturado, condenado à morte. Mas logo acrescenta: No entanto, ó Pai, não se faça a Minha vontade, mas a Tua (cf. Lc 22, 42).
Pedir o que devemos pedir como Jesus nos ensinou, com humildade, confiança e persistência, não encaprichar quando nos parece que não somos ouvidos e estar abertos à vontade de Deus, é a verdadeira atitude da pessoa crente e orante, identificada com Cristo. Os planos de Deus não são os nossos planos, a Sua lógica não é a nossa lógica.

Antonino Dias 
Portalegre, 29-06-2018.

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