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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Pequenos contentamentos

05.04.18 | asal
Aconteceu um fenómeno... Nunca tínhamos tido tantas visualizações. 
 
ONTEM registaram-se  75 Visitas e 289 Visualizações!
 
 
Alguém nos tem procurado de novo...
 
Será por termos errado no aniversário do Tobias Delgado? Será por termos apresentado um pequeno texto para reflexão?

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Como não temos notícias frescas, vamos reflectir mais um pouco. AH
 

Para reflexão

2 - «Há pessoas que têm um autoconceito pouco complexo, baseado num número reduzido de autorrepresentações. São pessoas que apostam toda a ideia de si em poucos atributos. Por exemplo, uma pessoa extremamente religiosa, que organiza toda a sua vida à volta do serviço da sua fé: as suas opções para férias, para a alimentação, para a vida social estão associadas ao ciclo religioso e aos preceitos religiosos. Ou uma pessoa que vive em função do facto de ser mãe, totalmente dedicada às necessidades e desejos dos filhos. Nestes casos a complexidade do autoconceito é baixa e, por isso, as pessoas têm maior dificuldade em adaptar-se a mudanças e a situações complicadas da sua vida».

In “Nós e os  Outros”, de Maria Luísa Pedroso de Lima, Fundação Francisco Manuel dos Santos, págs. 18/19

Para reflexão

04.04.18 | asal

IMG_1998.jpg

«Somos as experiências que vivemos e é o que levamos delas que nos faz pessoas únicas. De facto, a memória é o que permite a continuidade de uma imagem sobre nós próprios, o que faz com que todos os dias nos reconheçamos ao espelho como a mesma pessoa da véspera (embora às vezes as diferenças sejam grandes…). A nossa identidade pessoal alimenta-se das recordações de diversos episódios da nossa vida {…} em todos esses episódios, construímos um sentimento de continuidade que corresponde a um “eu” que só nós conhecemos».

 

In “Nós e os  Outros”, de Maria Luísa Pedroso de Lima, Fundação Francisco Manuel dos Santos, págs. 17/18

Aniversário

02.04.18 | asal

PARABÉNS, AMIGO!Jana.jpg

 

Abrantino de longa data, ali ensinou e ali vive, numa missão de ensino e bem-fazer que chega a muitos.

É o José Eduardo Alves Jana, que hoje completa os 66 anos.

Neste tempo pascal, em que se fala de renovação, damos-te os PARABÉNS e deesejamos-te uma vida renovada em opções e motivos de alegria e paz interior. Muita saúde e "Ad multos annos"!

Contacto: tel. 919 245 952

Ai de ti, Jerusalém

01.04.18 | asal

Cidade santa e maldita

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Nesta quadra pascal, em que Jerusalém se encontra no centro dos eventos relacionados com a paixão e morte de Cristo, pensamos ser oportuno, revisitar a longa e atribulada história de Jerusalém, espaço onde decorreram os últimos momentos da vida de Cristo, rejeitado e condenado à morte, pelo poder religioso (Templo) e político (Império Romano). De mãos dadas, tudo fizeram, para evitar distúrbios na cidade durante a Páscoa, para colocar um ponto final na vida de um novo líder espiritual, filho de um carpinteiro, oriundo da zona da Galileia. Numa altura em que a cidade acolhia multidões de judeus, para celebrar a sua grande festa anual da Páscoa, os poderes da cidade não podiam dar espaço a uma nova doutrina que podia dividir e exacerbar mais os judeus, com disputas entre os vários grupos de crentes. A todo o custo, era necessário manter-se a paz, durante estes festejos. Neste ambiente de cortar à faca tornava-se imperioso, preventivamente, prender e julgar o líder de uma nova doutrina e sentenciá-lo. A narração dos quatro evangelistas contam-nos o resto. Como se chegou a este episódio trágico, é o que sucintamente nos propomos explanar.

A história da cidade de Jerusalém, pela sua longa e atribulada longevidade, não é fácil de contar em poucas palavras. Apesar disso, tentemos revisitar alguns dos seus momentos mais significativos que foram marcando esta cidade, três vezes santa e maldita. Espaço de oração e de guerra. De construção e destruição. De liberdade e de opressão. De riqueza e de pobreza. Paradoxalmente, cidade dita de paz, mas em guerra. De Deus e do diabo. Compreender Jerusalém e as suas contradições, não é tarefa fácil.

Por isso, revisitar momentos da sua história, poderá ajudar-nos a compreender melhor a sua situação atual, onde cada pedaço da sua terra é disputado, palmo a palmo, pelas três religiões monoteístas: cristãos, judeus e muçulmanos.

A primeira ocupação humana desta Jerusalém remonta a 3.500 a.C.. No séc. X a.C., o poderoso rei David escolheu-a para ser capital e, pouco depois, seria o opulento rei Salomão a construir o seu primeiro majestoso Templo, centro da vida espiritual dos judeus.

Este seria destruído em 586 a. C. por Nabucodonosor, rei da Babilónia que deportou os judeus para o seu país. Só regressarão com o rei Persa, Ciro, que lhes permitiu a reconstrução de um novo Templo. No ano 63 a.C., são os romanos a conquistar a cidade, transformando-a numa província romana. No ano 20 a. C, sob este domínio, o rei Herodes, sujeito aos romanos, fez do Templo um monumento de novo importante e grandioso. Cerca do ano 30, Jesus de Nazaré foi crucificado sob a ordem de governador romano Pôncio Pilatos, o tal que lavou as suas mãos.

No ano 70, os romanos destruíram, novamente, o Templo de Jerusalém. Em 325, Constantino construiu a Igreja do Santo Sepulcro. Chegados a 636, Jerusalém será conquistada pelo califa Omar, que construiu em 691 a casa do Rochedo e 10 anos depois, a esplendorosa mesquita al-Aqsa, sobre a esplanada do antigo Templo de Salomão. Séculos mais tarde, disputam a cidade os cristãos – as Cruzadas - em ação, conquistando a cidade em 1.099. Massacrados e dispersos os judeus, só regressariam em1187 som o domínio muçulmano do sultão Saladino o qual autorizou o seu regresso. Seguiu-se o domínio Mongol e Otomano, antes de ser colocada sob mandato britânico em 1917, após a 1ª guerra mundial. Em 1947, a Palestina é partilhada por dois Estados – Israelita e Palestiniano. Em 1967, com a guerra dos seis dias, Israel tomou posse de Jerusalém. Em 1980, Israel faz de Jerusalém (zona oeste e este) a sua capital. Esta decisão não foi aceite pela comunidade internacional. Apesar disso, em 2017, Donal Trump, presidente da USA, reconheceu Jerusalém capital de Israel, contra o aviso da ONU, ameaçando transferir a embaixada americana de Telavive para Jerusalém. A polémica continua em aberto.

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Hoje, neste pequeno espaço, vivem católicos, ortodoxos (em maioria) vindos sobretudo da Rússia, siríacos, etíopes, coptas e caldeus, embora seja uma minoria da população, com apenas 3%. A maioria é muçulmana, com 72%. A restante é judaica, sobretudo ortodoxa. Este ambiente, por vezes, torna-se escaldante, com pedras e balas a voarem pelos ares, resultando mortos e feridos, de ambos os lados da contenda.

Agora, podemos compreender melhor as palavras de Cristo proferidas quando se aproximou da cidade, chorando sobre ela, proclamou: “ai de ti, Jerusalém!”.

Boas Festas.

 

florentinobeirao@hotmail.com

Recebemos boas-festas

01.04.18 | asal

Caro amigo António HenriquesAnt. Assunção.jpeg

Tenho acompanhado todos neste nosso blog, nesta ocasião sobretudo o António Colaço, também com ligação a Cardigos onde agora também sou pároco.

Para ele e para todos, Feliz Páscoa com Cartão que preparei para estas comunidades e que envio em anexo

Com amizade

A. Assunção

http://eleesta-nomeiodenos.blogspot.com/ 

 

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A paz esteja convosco! Lc 24,36

 

A UASP deseja à suas Associadas, antigos alunos dos Seminários, seus familiares e amigos, uma Páscoa Feliz!

 P. Armindo Janeiro

Presidente da Direcção

 

 

 

AGRADECEMOS A TODOS OS AMIGOS E FAZEMOS VOTOS DE QUE TODOS SINTAM A ALEGRIA E A RENOVAÇÃO PESSOAL EM CRISTO RESSUSCITADO.

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