Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

A criação de Israel (1948-2018) (1)

18.04.18 | asal

O sonho dos pioneiros

Florentino.jpg

 

Ocorre, no próximo mês, setenta anos da criação do Estado de Israel. Oportunidade para revisitarmos os antecedentes deste histórico acontecimento. Na próxima ocasião, trataremos o espaço que vai da criação do Estado de Israel (1948), até aos nossos dias.

O traumatismo provocado pelo exílio dos judeus no ano setenta da nossa era, ordenado pelos romanos, destruindo o Templo de Jerusalém, foi mantendo neste povo a nostalgia do regresso à “Terra Prometida” por Javé a Moisés. Passados tantos séculos, repetia-se um novo “Êxodo”.

 Segundo o oráculo do rabino Moisés Maimonide (1138-1204), que se tornou muito popular, entre os judeus, na idade - média, “os tempos messiânicos teriam lugar logo que os judeus reconquistassem a sua independência e retornassem todos à Terra Santa”. Mais tarde, no séc. XVII, Spinoza (1632-1677), um filósofo judeu que fugiu de Portugal para a Holanda, devido à perseguição da iníqua “santa inquisição”, nas suas reflexões, referiu-se à identidade judaica e à sua emancipação como povo. Portanto, o sonho dos judeus, perseguidos e excluídos das sociedades onde viviam, durante tantos séculos, nomeadamente em Portugal e Espanha (séc. XVI-XVII), em se virem a juntar de novo, tornou-se uma contínua aspiração. Porém, seria só no séc. XIX, com a emergência dos nacionalismos na Europa, que se criou o contexto político propício, para os judeus tentarem concretizar esta sua velha aspiração.

Judeus.jpg

Os primeiros pioneiros que se lançaram na aventura do retorno, em demanda da Palestina, arrancaram da Rússia em 1889, após uma feroz perseguição promovida pelo Czar por, supostamente, os judeus se encontrarem ligados ao assassinato do czar Alexandre II, em 1881. Esta acusação levou a que milhares de judeus fossem massacrados, as suas mulheres violadas e os seus bens pilhados, com indiferença das autoridades. Perante estas desumanas atrocidades, cerca de cem mil judeus decidiram partir para a Palestina, ocupando terras agrícolas em Jericó, hoje Cisjordânia. Quando aqui chegaram, esta região inóspita era governada pelos turcos-otomanos que concederam a estes pioneiros gozarem de um estatuto de não-muçulmanos, embora submetidos a certas obrigações, nomeadamente de indumentária própria e de fiscalidade. Em troca, era-lhes garantida a segurança pessoal e aos seus bens.

Nascia então um grupo ativista “Os Amantes de Sião” – um monte de Jerusalém – que se organizaram no sentido de apoiarem o regresso do seu povo à antiga “Terra Prometida” por Javé.

Chegados a meados do séc. XIX, o jornalista judeu que vivia na Hungria, Theodor Herzl (1860-1904) incarnando também o espírito deste grupo, organizou o “sionismo mundial”. Entretanto, com o polémico caso Dreyfus (1895) em Paris, deu-se origem ao grito “morte aos judeus”, que causou em França uma feroz perseguição contra os judeus. Perante este violento acontecimento, este jornalista mais convencido ficou de que a integração dos judeus no espaço europeu se tornava cada vez mais impossível. A alternativa que se colocava então, para se evitarem semelhantes perseguições, seria a opção pela criação de um Estado judaico para reunir e salvaguardar este povo disperso, em diáspora, das ferozes e contínuas perseguições com que era confrontado em vários países da Europa, incluindo a Rússia.

Israel.png

Só esta solução, segundo ele, poderia evitar o antissemitismo. Este termo foi inventado pelo jornalista Wilhelm Marr (1819-1904) em 1873, o qual, sendo hostil aos judeus, os julgava inassimiláveis por razões raciais. Ainda neste século, surgiriam vários grupos de judeus, uns religiosos outros laicos, coexistindo neles várias tendências políticas, desde a extrema-direita integrista, à esquerda marxista e trabalhista. A estes se juntava ainda a direita liberal e os sociais-democratas. A todos eles os unia a criação de um Estado judaico. Apenas o lugar para este novo país divergia entre eles. Chegou-se mesmo a propor, mas rejeitado em congresso, a possível localização na Argentina ou no Uganda, então colónia britânica. Porém, a opção final seria a Palestina onde, após vários contactos diplomáticos com o Sultão Abdul, senhor do império otomano, se compraram campos agrestes no litoral, a sírios e otomanos ricos, onde grassava o paludismo. Com uma comunidade aqui implantada, mais fácil se tornaria a criação do Estado de Israel em 1948, após a II Guerra Mundial, descobertos que foram os campos de extermínio nazi.

florentinobeirao@hotmail.com

Números do último ano

17.04.18 | asal

Estes números impressionam...

Avatar nosso.PNG

 

O blogue "ANIMUS SEMPER", na sua simplicidade, chega muito longe. Vejam os números do último ano. 

Há razões para continuar... As vossas colaborações são prestimosas. Façam como o Abílio Delgado fez ontem.

E agora aproxima-se Portalegre. Não querem dizer uma palavra sobre a vossa vida naquela cidade? Deixem-se de preguiça. Os vossos colegas e amigos agradecem...

Reparem também nos comentários que têm aparecidos nos posts. Alguns são preciosos, graças ao amigo João Lopes, que agora tem aparecido mais... AH 

 

 

Em Portugal (visitas último ano)

  • Almada74.212
  • Lisboa21.628
  • Coimbra5.529
  • Porto4.524
  • Seixal3.613

No mundo (visitas último ano)

  • Brasil1.821
  • França737
  • Estados Unidos562
  • Suíça429
  • Espanha307

Vasculhando os meus papéis

16.04.18 | asal
Uma colaboração muito especial! Reparem na data... Os erros desculpam-se em quem nunca foi à escola!
Obrigado, Abílio. Não deixem de abrir o link. AH
 

Abílio Delgado.jpg

Vasculhando os meus papéis, descubro esta curiosidade de precisamente há 100 anos, pois é, 1918, feitos pela minha avó, que sabia ler e escrever, sem nunca entrar numa escola.

A rima por vezes é mais sonora que literária.
Outra curiosidade é que esta Barca do Tejo provavelmente é a mesma que o António Manuel em tempos referiu, a da Amieira.
Se acharem oportuno e interessante publiquem.
Abraço.
 
Abílio Delgado
 

Aniversário

16.04.18 | asal

Eu não sabia! Mas o José Ventura lembrou-me...AH

João Romão.jpg

 

Faz hoje anos o João Afonso Romão, de Idanha-a-Nova. Reformado da função pública, entra na casa dos 70 e aí vai ele até aos 100, que achas, João?

Sportinguista como eu, teve ontem mais uma alegria. Até onde iremos este ano? Força...

O grupo dos Antigos Alunos aqui está para te dar PARABÉNS, DESEJAR-TE MUITA SAÚDE E LONGA VIDA...

Não temos contacto telefónico. Em Portalegre, a 19 de Maio, podes actualizar os teus dados. Abraço.

Mentira! Conseguimos já o n.º de telefone: 962 909 878

Palavra do Sr. Bispo

15.04.18 | asal

E BASTAVA UM EMPURRÃOZINHO!...

 

1.jpg

Torno presente uma história que, tal como outrora, pode acontecer ainda hoje com qualquer um de nós se a indiferença para com os outros nos dominar e paralisar. 
A noroeste de Jerusalém havia uma piscina cuja existência é hoje confirmada pela arqueologia. As suas águas agitavam-se de tempos a tempos. Alguns estudiosos aventam a hipótese de que esse rebuliço das águas talvez se devesse a uma corrente de água que, de vez em quando, alimentaria a piscina, ou então a uma fonte intermitente. São hipóteses, embora, como é evidente, alguma explicação tivesse de ter. O povo acreditava que, depois dessa agitação da água, ela tinha poderes milagrosos, poderes de cura. Mas a crença popular ia mais longe. Afirmava que esse remexer das águas se devia a um anjo que, de quando em vez, se dava a esses preciosos afazeres, agitava as águas. Talvez que esta crença tenha a sua origem em tempos do profeta Ezequiel. Ele fala duma água que corre do Santuário, do Templo, uma água abundante, que dá vida, cura, é o símbolo do poder de Deus no meio do Seu povo (cf. Ezeq 47,1-12). São João, na passagem do Evangelho que já iremos ler, evoca essa crença. No livro do Apocalipse retoma essa ideia para dizer que a nova humanidade recebe a vida de Deus, do Seu Espírito, rio de Água Viva (cf. Ap 22, 1-5).
Mas voltemos à piscina, mesmo sem traje nem toalha nem sol. Porque as doenças sempre fizeram parte da vida e a vida sempre se desejou saudável e sem sofrimento, nessa piscina amontoavam-se doentes de toda a espécie de achaques, aguardando o tal agitar das águas. O primeiro a nelas mergulhar ficaria curado, assim se acreditava. 
Ora, por ocasião de uma das festas dos judeus, Jesus subiu a Jerusalém e esteve junto dessa piscina. Dêmos a palavra a São João e apreciemos como ele descreve a cena: 
“Houve uma festa judaica e Jesus foi a Jerusalém. Em Jerusalém, junto da porta das ovelhas, existe uma piscina rodeada por cinco corredores cobertos. Em hebraico, a piscina chama-se Betesda. Muitos doentes ficavam ali deitados: eram cegos, coxos e paralíticos, à espera que a água se movesse, porque um anjo do Senhor descia de vez em quando e agitava a água da piscina. O primeiro doente que entrasse na piscina, depois de a água ser agitada, ficava curado de qualquer doença que tivesse. Encontrava-se lá um homem que estava doente havia trinta e oito anos. Jesus viu o homem deitado e soube que estava doente há tanto tempo. Então perguntou-lhe: “Queres ficar curado?”. O doente respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me lance na piscina quando a água começa a agitar-se. Quando lá chego, já outro entrou na minha frente”. Jesus disse: “Levanta-te, toma a tua cama e anda”. No mesmo instante, o homem ficou curado, tomou a sua cama e começou a andar” (Jo 5, 1-18).
O texto de São João continua a falar-nos do imbróglio que se seguiu por causa de Jesus ter feito isto ao sábado. Fiquemos, porém, por aqui e imaginemos só este pobre coitado!... Trinta e oito anos à espera duma alma caridosa que o ajudasse. E bastava um simples empurrão para a água, um pequenino impulso! Ele estava mesmo mesmo mesmo ali à beirinha da piscina. Mas ninguém apareceu para o ajudar, ninguém! Trinta e oito anos, Santo Deus!... Certamente que é um número simbólico e tem também sentido simbólico. Talvez queira recordar os trinta e oito anos de esperança desesperada que o povo de Israel teve de viver enquanto atravessava de Cades Barne até ao outro lado do rio Zared, onde assumiria a terra prometida (cf. Deut 2, 14). O paralítico também estava ali, numa longa peregrinação em busca da cura e de sentido para a sua vida, há trinta e oito anos!... E pensarmos nós que bastaria mesmo um leve empurrãozinho para que isso acontecesse!... 
Mas eis que surge o inesperado, um desconhecido, Jesus. O paralítico não conhecia Jesus e é Jesus quem o provoca, quem toma a iniciativa, quem vai ao seu encontro e lhe pergunta se quer ser curado. O paralítico com certeza que ficou surpreendido com o teor da pergunta. Não era coisa que se perguntasse, até porque ele estava ali para isso, para ser curado. E acabou por não dizer se queria ou não ser curado. Queixou-se, isso sim, por não ter ninguém que o ajudasse a tempo e horas…Jesus, porém, curou-o e ele começou a andar.
Constata-se hoje, que, não poucos, fiados em fantasias e conversas vãs, também procuram sentido para a vida em variadíssimas piscinas, mas tantas delas de água turba. E o que é mais sintomático é que encontram sempre alguém que os estimula, acompanha e ajuda a espraiarem-se nessas águas inquinadas, insalubres, águas que arruínam, destroem e matam. Tanto sofrimento debaixo de tantos telhados devido à droga, ao álcool, à marginalização, à infidelidade, ao descarte, à violência e quejandos de turma…
No entanto, mesmo junto dessas situações, Jesus, fonte de água viva, faz-se encontrado, continua a perguntar se queremos ser curados e a propor-se como o caminho a verdade e a vida. Desconhecido para muita gente, Ele continua a Sua ação salvadora mas confiou aos Seus discípulos a sublime missão de O apresentar e O dar a conhecer a todos e em toda a parte para que em toda a parte e todos se possam lançar nesta feliz aventura de O seguir, curados, livres e saudáveis mesmo que no meio do sofrimento que a vida a todos possa oferecer.
O Papa Francisco lembra que “há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos. É a pregação informal que se pode realizar durante uma conversa, e é também a que realiza um missionário quando visita um lar. Ser discípulo significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto sucede espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho” (EG127).
Isto, porém, só acontecerá se, primeiro, cada um se deixar tocar por Jesus, se se deixar tocar pela Sua Palavra, traduzindo-a em atitudes concretas na vida. Sem isso, não haverá entusiasmo nem alegria nem vontade de aceitar o mandato do Senhor de ir e ensinar, com alegria e entusiasmo. Mas todos, na verdade, todos somos corresponsáveis na transformação da sociedade. Cada um, a seu modo e nas circunstâncias próprias da sua vida, está convidado e mandatado para fazer penetrar os valores cristãos no mundo social, politico, económico e cultural, ajudando a modificar pela força do Evangelho os valores que contam e os modelos de vida que libertam e salvam. E há sempre alguém, mesmo mesmo à beirinha da piscina (ou não!...), à espera de ajuda para que possa mudar de situação e caminhar pelos seus próprios pés, com alegria e esperança, no seguimento de Jesus, fonte de água viva. Tanta gente desiludida, desanimada e triste que em vez de perceber uma mão estendida de alguém para a ajudar a levantar-se e a caminhar, parece mas é que sente a algazarra de todos a saltar-lhe para cima da cabeça para a empurrar ainda mais para baixo. Não é humano, muito menos cristão.
Jesus classificou como Seus amigos aqueles que fazem o que Ele manda, e o que Ele nos manda é que nos amemos uns aos outros como Ele nos amou. E enviou-nos em Seu nome, prometendo estar sempre connosco até ao fim dos tempos. Dar Cristo a conhecer aos outros é uma importante forma de os amar e ajudar. Que ninguém espere tanto tempo! Quem espera desespera!

Antonino Dias
Portalegre, 13-04-2018.

E viva a Parreirinha!

14.04.18 | asal
13-04.JPG

Ena, tantos amigos!

 

Caramba..... hoje éramos quinze!
A amizade e o convívio são um excelente lenitivo para o nosso dia a dia. 
Numa semana somos menos, noutra somos mais..... mas há sempre lugar na Parreirinha. 
Bom fim-de-semana.

Manel Pires Antunes

 

                 xxxxxxxxx

Manel, isto é um prenúncio do grande Encontro de Portalegre a 19 de Maio.

Os grupos criam identidades próprias, moldam-nos de bons sentimentos, como a amizade, a tolerância, a gratidão, a sensibilidade para com o próximo (compaixão?)...

Até se partilharam receitas para emagrecer! E eu já comecei hoje a beber 3 copos de água morna com limão para me sentir melhor dos meus joelhos na ida à origem da minha formação cultural e religiosa. 

António Henriques

Primeiras inscrições - Isto vai!

14.04.18 | asal

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS

DA DIOCESE DE PORTALEGRE E CASTELO BRANCOAvatar nosso.PNG

COMISSÃO ANTIGOS ALUNOS SPCB

(comasalpcb@gmail.com)

(asal.mail@sapo.pt)

 

 

Caros Amigos,

 

Aproxima-se o ENCONTRO DE PORTALEGRE, a 19 de maio de 2018, que será mais uma grande jornada que a Comissão espera e deseja que fique gravado na nossa memória, porque vai ser um Encontro memorável.

 

Vamos conviver, lembrando os nossos tempos de juventude, vamos homenagear os nossos professores já falecidos, os antigos alunos presentes que tenham oitenta ou mais anos e os colaboradores do opúsculo “ PROFESSORES III” e vamos eleger a Comissão Administrativa para o próximo triénio, em conformidade com os nossos “ESTATUTOS”.

 

Toda a prioridade vai ser dada ao Encontro de Portalegre, pelo que a Comissão pede a todos os antigos alunos que o divulguem junto dos amigos mais próximos, porque todos juntos teremos mais capacidade interventiva e cada uma de nós contribuirá tanto mais, quanto mais consiga mobilizar os outros.

 

Já chegaram aos membros da Comissão algumas inscrições para o Encontro cuja lista se publica de seguida e lembramos que as inscrições poderão ser feitas pela forma seguinte:

 

  1. Através do e-mail da Comissão (comasalpcb@gmail.com e asal.mail@sapo.pt);
  2. Através do telefone dos seguintes membros da Comissão: João Heitor (967 421 096); Joaquim Nogueira (919 482 371); António Henriques (917 831 904); Pires Antunes (919 414 179) Florentino Beirão (964 819 423); Joaquim Mendeiros (969 015 114).

 

 

INSCRIÇÕES

 

Abílio Cruz Martins (2)

Alberto Duque (2)

Alexandre Nunes (2)

Alexandre Pires (2)

Aníbal Henriques (1)

António Escarameia (1)

António Henriques (2)

António Martins da Silva (2)

António Patrocínio (1)

António Pequito Cravo (1)

António Rodrigues Lopes (2)

António dos Reis (1)

Arménio Silva Duque (1)

Armindo Luís (2)

Augusto Rei (2)

Bonifácio dos Santos Bernardo (1)

Carlos Filipe Marques (1)

Carlos Tavares (1)

Eduardo Pires Calção (2)

Fernando C. Leitão Miranda (2)

Florentino Beirão (1)

Francisco Cristóvão (1)

Francisco Simão (2)

Herculano Lourenço (1)

João Chambel Isidro (1)

João Correia Neves (1)

João Torres Heitor (2)

João Oliveira Lopes (2)

João Pires Antunes (1)

João Rodrigues Dias (1)

Joaquim Mendeiros (2)

Joaquim Nogueira (2)

José Alves Dias (2)

José Duque (2)

José Figueira (1)

José Maria Lopes (1)            

José Maria Martins (1)

José Ribeiro Andrade (2)

José Ventura (1)

Manuel Inácio (2)

Manuel Pires Antunes (2)

P. Manuel Mendonça (1)

Rui Teixeira Lopes (1)

TOTAL – 64

Saudações Associativas

(A Comissão Administrativa, em 14 de abril de 2018)

Joaquim Nogueira de luto

13.04.18 | asal

É sempre doloroso receber e dar estas notícias...

Cruz de cemitério.jpg

 

Acabámos de ouvir ao Joaquim Nogueira que faleceu repentinamente o seu irmão Armando, de 80 anos, a viver na zona da Sertã, creio eu. 

Não sabemos de mais desenvolvimentos, mas chamo a atenção especial dos colegas e amigos da zona da Sertã e limítrofes que queiram estar próximos do Joaquim e saber mais pormenores (velório e funeral), que o podem fazer pelo tel. 919482371.

Chegou a hora da despedida do Armando, sempre inesperada. Chega a dor, chegam as lágrimas, chegam também as memórias bonitas e sombrias dos anos de convivência familiar e depois...

Vamos acreditar que um dia nos vamos abraçar de novo, já sem estes trastes todos, sem estes pesos, sem estas preocupações e revestidos de um corpo espiritual e incorrupto, cheio de bondade.

Que Deus receba em paz e alegria o Armando.

Para ti, Joaquim Nogueira e restante família, o abraço da nossa solidariedade amiga. 

 

Aniversário

13.04.18 | asal

Armindo J Dias.jpg

Hoje, 13/04, é o aniversário do Armindo de Jesus Dias!

  

Nascido em 1952, são assim 66 anos, o que representa já uma boa idade!

E por aí anda a fazer pela vida, não esquecendo os amigos e o nosso grupo.

E nós alegramo-nos contigo, Armindo! Parabéns e votos de longa e feliz existência.

Vemo-nos, decerto, em Portalegre em 19 de Maio. Vamos rever amigos e agradecer o muito que por nós fizeram aqueles professores e aquela instituição.

Contacto: tel. 917 237 023

Notícias da UASP

12.04.18 | asal

Logo_UASP_Email.jpg

Por mares dantes navegados... Madeira e Porto Santo, 15 a 22 de Setembro de 2018, nos 600 anos da sua descoberta!

 

 

Caros amigos e presidentes das AAASP, boa tarde!


Conforme informação dada na última Assembleia geral da UASP, vimos, por este meio, enviar o programa completo da próxima etapa do projecto "Por mares dantes navegados..." que nos levará às ilhas da Madeira e Porto Santo, nos seis séculos da sua descoberta!
 
Como nas etapas anteriores, o programa foi elaborado com indispensável ajuda local - neste caso, o presidente da AAAS do Funchal: Manuel Gama - que o enriqueceu nas várias dimensões que esta iniciativa contempla: histórica e cultural, eclesial e espiritual, ambiental e paisagista.
 
Muito gostaríamos que esta informação pudesse chegar a todos os interessados (antigos alunos, familiares e outros...) para que as inscrições, acompanhadas de metade do pagamento, nos sejam enviadas até ao dia 28 de Maio. 
 
Disponíveis para os esclarecimentos que forem necessários,
 
Atenciosamente,
P. Armindo Janeiro
                                                                         PROGRAMA
 
                                                                  FICHA DE INSCRIÇÃO

Aniversário de um jovem

11.04.18 | asal

Diogo Luís.jpg

Será o mais jovem da lista?

Celebra hoje o seu 34.º aniversário o Diogo Luís, um jovem...

Vive na Sertã, casado com a Carla Luís, e ainda há poucos dias eles foram pais de duas bébés, o que significa alegria a dobrar e também algumas preocupações a mais.

Eu até estou a pensar que bem podíamos fazer uma colectazinha para oferecermos uma prenda a este jovem casal. Quem se atreve a avançar?

Eu quero...

Para já, Parabéns aos dois pais. E que Deus vos abençoe e às vossas filhas...

Ao Diogo, um abraço especial de PARABÉNS E VOTOS DE LONGA VIDA CHEIA DE SAÚDE.

Preparando o Encontro

10.04.18 | asal

Vamos ter um livrinho, com textos originais!

Mendeiros1.jpg

 


Estive ontem na tipografia a ajustar pormenores sobre o opúsculo " Professores III ", nomeadamente, os custos de impressão, e a fazer um trabalhinho de fotoshop em várias fotografias, o que, não sendo difícil, também não é fácil.

Entre estas estavam as do Pe Domingos e do Mons. Moura, os mais antigos do grupo, nascidos ainda no século XIX. E uma das surpresas que não vou divulgar, reservando-a para Portalegre, é o nome dos autores dos textos. Foram todos fantásticos, e aqui deixo o meu primeiro reconhecimento de gratidão.

OBRIGADO, AMIGOS. Serão conhecidos e recompensados em Portalegre, também com uma surpresa!

Joaquim Mendeiros Pedro

Almoços

07.04.18 | asal

6-04.JPGChegou hoje a prova!

 

Depois da paragem da Semana Santa, voltaram os almoços da Parreirinha, em Carnide.

Sempre um espaço de encontro, onde encontramos amigos para confraternizar um pouco.

Cada um escolhe os espaços e os grupos que frequenta. Mas não é uma decisão sem consequências. Somos moldados por tantas pessoas... Mesmo quando reclamamos a nossa independência e autonomia, não é bem assim. Ora vejam o que dizem os investigadores.

É mais um texto pequeno que vos deixo:

 

Para reflexão 

4 - «…Tomamos muitas decisões a pensar na impressão que queremos causar nos que nos rodeiam, na faceta de nós próprios que nos convém salientar num determinado contexto – quer dizer, fazemo-nos em função dos outros. Mas a nossa identidade está dependente dos outros por diversas outras razões.

A primeira é que levamos muito a sério o que os outros dizem sobre nós. Crescemos a ouvir os pais e professores dizerem que somos de determinada maneira. {…} Mais tarde, ouvimos descrições nossas pela boca de amigos, colegas, cônjuges, filhos que, em conversas ou discussões, partilham connosco como nos veem.{…­} Como se fôssemos o reflexo das imagens dos que nos rodeiam têm de nós. {…}

E deste modo construímos uma imagem de nós que é um pouco uma manta de retalhos porque corresponde a imagens muito diferentes: somos queridos e bondosos para uns, egoístas e preguiçosos para outros, divertidos e sociáveis nuns grupos e trabalhadores incansáveis noutros contextos.».

In “Nós e os  Outros”, de Maria Luísa Pedroso de Lima, Fundação Francisco Manuel dos Santos, págs. 20/21

Últimas

06.04.18 | asal

Amanhã vou almoçar à Parreirinha, conversar, etc., etc., etc.

Mendeiros1.jpg

No fim de semana, vamos divulgar o Programa do grande Encontro de Portalegre, de 19 de maio. Como já anunciámos, temos assegurado um autocarro para a viagem Lisboa-Portalegre-Lisboa, com partida do Campo Grande e que em Portalegre transportará as nossas mulheres e acompanhantes para a visita guiada a um Museu da cidade.

Temos quase todos os textos de homenagem aos nossos professores falecidos. Mas ainda faltam textos dos seguintes Professores falecidos: Padres Henrique Pires Marques, José Ribeiro Rei, Vítor José Gonçalves Beirão, António Marujo, David Dias Rosa e Jaime Alves de Oliveira.
Mão à obra?
Vamos eleger a Comissão para o próximo triénio e tudo o mais que iremos informando, aos poucos, para não cansar. E vamos fazer tudo isto num espírito de amizade e com o estômago devidamente aconchegado. 

Estejam atentos às notícias do nosso blogue e da nossa página do facebook.
Vamos fazer deste Encontro uma jornada memorável, inesquecível, como sucedeu em Marvão e em Castelo Branco.
Saudações associativas.

Abraços, 
Mendeiros

Aniversário

06.04.18 | asal

Faz hoje 47 anos o João Durão, naturalmente antigo aluno dos nossos seminários, mas do qual nada mais sabemos.

Por isso, aqui ficam os nossos PARABÉNS e votos de longa vida, ele que ainda é um jovem... E que os seus sonhos se realizem. 

Esperamos que ele apareça e diga coisas, para enriquecer o grupo.Avatar nosso.PNG

Contacto: tel. 966 230 831

 

Actualização: no Facebook, o João Durão é João António Belo! Assim, 

podemos mostrar a foto deste jovem...

João Durão.jpg

 

 

Resta deixar umas palavras

 

Para reflexão

3 - «Quando o autoconceito é mais complexo, ou seja, quando as pessoas têm diversos atributos pessoais na sua autorrepresentação, têm mais facilidade de gerir situações complicadas da sua vida, porque não têm “todos os ovos no mesmo cesto”. Por exemplo, se uma pessoa se vê como mãe, mas também como profissional, criativa, sportinguista, diabética, ciclista e religiosa, tem seguramente mais recursos para reagir à saída de casa dos filhos, do que quem se autodefine quase exclusivamente enquanto mãe. A gestão desta complexidade pode ter custos em termos de coerência, mas a investigação tende a apontar efeitos positivos».

In “Nós e os  Outros”, de Maria Luísa Pedroso de Lima, Fundação Francisco Manuel dos Santos, pág. 19