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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Parabéns aos pares!

23.01.18 | asal

 HOJE, DAMOS PARABÉNS A DOIS AMIGOS:

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- O  Florentino Vicente Beirão, que nos habituámos a ver e ler nestas páginas, sempre muito oportuno nos seus temas, grande investigador, atento à vida da nossa associação e elemento activo desta Comissão que assumiu em Abrantes trabalhar pela animação do grupo dos antigos alunos dos seminários de Portalegre e Castelo Branco.

Nasceu em 23-01-44, formou-se e viveu do ensino, gozando a sua jubilação na terra natal, Alcains. No Encontro de Linda-a-Pastora, um dos seus livros será apresentado pelo conterrâneo, Doutor João Lopes.

Contacto: tel. 964 819 423

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- Também faz anos o Francisco Ferreira Martins, nascido em 23-01-49. Sabemos que trabalhou na Caixa Geral de Depósitos e vive em Oleiros, passeia como benfiquista por aí fora e pertence à Confraria Gastronómica do Cabrito Estonado. Estamos à espera que ele aceite a nossa amizade no Facebook, mas ele frequenta pouco.

Contacto: tel. 249 311 590

PARABÉNS AOS DOIS ANIVERSARIANTES. Sejam felizes na vida pessoal e familiar e que não vos faltem amigos e muitas razões de viver.

Gosto tanto de anunciar!

22.01.18 | asal

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Pois, chegam boas notícias...

 

Falou-me o Mendeiros: o António Lopes vai trazer para o Encontro deLúcio1.jpg Linda-a-Pastora não um, mas dois celebrantes.

Já nos tínhamos alegrado com o sim do P. Lúcio (Sr. Cónego!). Hoje, cresce a alegria por vermos entre nós um dos veteranos do nosso grupo, o Sr. P. António Cardoso, símbolo de uma vida em juventude. Também esteve connosco em Marvão, ele que lá estudou naquela «Universidade do Calhau», segundo disse o Chico Cristóvão.

 

 

 

A FUNDADORA

21.01.18 | asal

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MADRE MARIA CLARA

Fundadora da Congregação em que faremos o Encontro de Linda-a-Pastora.

 

A Madre Maria Clara, fundadora das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, marcou a segunda metade do séc. XIX com uma vida dedicada à caridade. Pela Congregação que fundou, ela abriu um grande número de casas para recolher pobres e necessitados, enviando ainda Irmãs para Angola, Cabo Verde, Guiné e Índia.

Morreu em Lisboa em 1/12/1899 já com fama de santidade. Depois do processo decorrido, foi declarada Beata em 21 de Maio de 2011 em Lisboa, no estádio do Restelo.

O seu corpo repousa hoje na Cripta da Capela da Casa-Mãe, em Linda-a-Pastora, onde chegam muitos devotos e crentes na sua acção benfaseja junto de quem lhe pede graças.

No dia 3 de Fevereiro, poderemos aproximar-nos dos seus restos mortais em clima de oração e veneração.

Este é um pequeno vídeo com a sua biografia. AH 

 

 

Nova lista de inscrições

21.01.18 | asal

Há gente a procrastinar!... E as Irmãs não gostam de números à última hora. AH

 

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS

DA DIOCESE DE PORTALEGRE - CASTELO BRANCO

 

ENCONTRO - CONVÍVIO DE 03 DE FEVEREIRO DE 2018 
(SÁBADO)

 

Local do Encontro: Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, Rua Madre Maria Clara, 1- Linda - a - Pastora

 

INSCRIÇÕES PROVISÓRIAS

Abílio Cruz Martins (2)
Alberto Duque (2)
Alexandre Nunes (2)

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Alexandre Pires (2)
António Henriques (2)
António Rodrigues Lopes (2)
Armindo Dias (1)
Armindo Luís (2)
Augusto Rei (2)
Florentino Beirão (1)
Francisco Correia (2)
Francisco Cristóvão (1)
João Oliveira Lopes (2)
João Pires Antunes (1)
João Torres Heitor (2)
Joaquim Mendeiros (2)
José Andrade (2)
José Centeio (1)
José Duque (1)
José Figueira (1)
José Maria Lopes (1)
José Ventura Domingos (1)
Lúcio Alves Nunes (1)
Manuel Inácio (2)
Manuel Pereira (1)
Manuel Pires Antunes (2)
Total : 41
Inscrições, até 01-02-2018, por e-mail, facebook ou para qualquer dos seguintes elementos da comissão: Heitor 967 421 096 –Nogueira 919 482 371-Pires Antunes 919 414 179 - A. Henriques -917 831 904- Mendeiros 969 015 114.

Saudações Associativas 
Lisboa, 19 de janeiro de 2018
P’A Comissão
Joaquim Mendeiros

Aniversário

21.01.18 | asal

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PARABÉNS, FRANCISCO!

 

Nasceu em 21-01-1945 nas Sarzedas, ali bem perto da minha terra, registado e batizado com o nome de Francisco Lourenço Cardosa. Estudou no seminário e na Faculdade de Direito, trabalhou e trabalha para sua realização pessoal e familiar, vivendo agora em Linda-a-Velha, a dois passos de Linda-a-Pastora, onde faremos o Encontro de 3 de Fevereiro. 

Aqui se registam os PARABÉNS deste grupo, cada vez maior na Internet, desejando ao colega as maiores felicidades e muita saúde por longos anos. E aparece, que é bom para todos nós!

Contacto: tel. 966 619 941

Palavra do Sr. Bispo

20.01.18 | asal

O CAMINHO FAZ-SE CAMINHANDO

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A Federação Luterana Mundial e o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, na conclusão do ano da Comemoração comum da Reforma, publicaram, em 31 de outubro último, um comunicado final conjunto, verdadeiro sinal de esperança nos caminhos do ecumenismo mundial. Assim se vai construindo “um vínculo cada vez mais estreito de consenso espiritual e de testemunho comum ao serviço do Evangelho”, até porque, aquilo que nos une é muito mais forte e muito mais importante do que aquilo que, porventura, nos queira dividir. Como cristãos, não devemos ignorar este movimento mundial que rasga caminhos em direção à construção da unidade na verdade. Até ao dia 25 deste mês, dia da Festa Litúrgica da Conversão de S. Paulo, estamos a viver a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Para nos ajudar a sintonizar com tal causa, torno presente o texto desse comunicado final:

“Hoje, 31 de outubro de 2017, último dia da Comemoração comum da Reforma, damos graças pelos dons espirituais e teológicos recebidos através da Reforma; tratou-se de uma comemoração partilhada não só entre nós mas também com os nossos parceiros ecuménicos a nível mundial. Ao mesmo tempo, pedimos perdão pelas nossas culpas e pelo modo com que os cristãos feriram o Corpo do Senhor e se ofenderam reciprocamente nos quinhentos anos desde o início da Reforma até hoje.
Nós, luteranos e católicos, estamos profundamente agradecidos pelo caminho ecuménico que empreendemos juntos nos últimos cinquenta anos. Esta peregrinação, apoiada pela nossa oração comum, pelo culto divino e pelo diálogo ecuménico, levou à superação de preconceitos, à intensificação da compreensão recíproca e à obtenção de acordos teológicos decisivos. À luz de tão grandes bênçãos ao longo do nosso percurso, elevemos os nossos corações no louvor a Deus uno e trino pela graça recebida.
Hoje queremos recordar um ano marcado por eventos ecuménicos de importância incisiva, iniciado a 31 de outubro de 2016 com a oração conjunta luterano-católica celebrada em Lund, na Suécia, na presença dos nossos parceiros ecuménicos. O Papa Francisco e o Bispo Munib A. Younan, então Presidente da Federação Luterana Mundial, durante aquela função litúrgica por eles presidida, assinaram uma declaração comum, comprometendo-se a prosseguir juntos o caminho ecuménico rumo à unidade pela qual Cristo rezou (cf. João 17, 21). No mesmo dia, também o nosso serviço comum a favor de quantos necessitam da nossa ajuda e solidariedade foi fortalecido graças a uma carta de intenções assinada pela Caritas Internationalis e pela Lutheran World Federation World Service.
O Papa Francisco e o Presidente Yuonan declararam juntos: «Muitos membros das nossas comunidades aspiram receber a Eucaristia numa mesa única, como expressão concreta da plena unidade. Fazemos experiência da dor de quantos partilham toda a sua vida, mas não podem partilhar a presença redentora de Deus na mesa eucarística. Reconhecemos a nossa comum responsabilidade pastoral de responder à sede e à fome espirituais do nosso povo de ser um em Cristo. Desejamos ardentemente que esta ferida no Corpo de Cristo seja curada. Este é o objetivo dos nossos esforços ecuménicos, que queremos fazer progredir, inclusive renovando o nosso compromisso pelo diálogo teológico». Entre as bênçãos recebidas durante o ano da Comemoração, há o facto que, pela primeira vez, luteranos e católicos viram a Reforma de uma perspetiva ecuménica. Isto tornou possível uma nova compreensão dos eventos do século XVI que provocaram a nossa separação. Reconhecemos que, se é verdade que não se pode mudar o passado, é verdade também que o seu impacto hodierno sobre nós pode ser transformado de modo que se torne um impulso para o crescimento da comunhão e um sinal de esperança para o mundo: a esperança de superar a divisão e a fragmentação. Mais uma vez, sobressaiu claramente que aquilo que nos une é muito superior ao que nos separa.
Sentimo-nos felizes por a Declaração conjunta sobre a doutrina da justificação, assinada solenemente pela Federação Luterana Mundial e pela Igreja romano-católica em 1999, ter sido assinada também pelo Conselho Metodista Mundial em 2006 e, durante esse ano de Comemoração da Reforma, pela Comunhão Mundial das Igrejas Reformadas. Hoje mesmo, a Declaração foi aceite e recebida pela Comunhão Anglicana durante uma cerimónia solene na Abadia de Westminster. Sobre esta base as nossas comunidades cristãs podem construir um vínculo cada vez mais estreito de consenso espiritual e de testemunho comum ao serviço do Evangelho. Olhamos com satisfação para as numerosas iniciativas de oração comum e de culto divino que luteranos e católicos partilharam juntamente com os seus parceiros ecuménicos em várias partes do mundo, assim como para os encontros teológicos e as importantes publicações que deram substância a este ano de Comemoração.
Com o olhar dirigido para o futuro, comprometemo-nos a prosseguir o nosso caminho comum, guiados pelo Espírito de Deus, rumo à crescente unidade desejada pelo nosso Senhor Jesus Cristo. Com a ajuda de Deus e num espírito de oração, pretendemos discernir a nossa interpretação de Igreja, Eucaristia e Ministério, esforçando-nos para chegar a um consenso substancial a fim de superar as diferenças que até agora são fonte de divisão entre nós. Com profunda alegria e gratidão, confiemos no facto de «que aquele que iniciou em vós esta obra excelente lhe dará o cumprimento até o dia de Jesus Cristo» (Filipenses 1, 6).”

Antonino Dias
Portalegre
19-01-2018

Almoços em Castelo Branco

20.01.18 | asal

NOTÍCIA MUITO SABOROSA 

 

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Sabe mesmo bem receber estas palavras do Saul Valente. A promessa foi cumprida e o Mendeiros também rejubila. Somos muitos a reunir-nos à volta de uma realidade (não é só uma ideia) - a importância dos anos passados nos seminários. Cá está mais uma iniciativa louvável: em Castelo Branco, pelo Natal, há convívio de uma trintena de amigos - antigos alunos. Registamos com gosto estas palavras do Saul Valente, Sr. Sargento do Exército! AH

 

3º ENCONTRO ANUAL ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS GAVIÃO, ALCAINS E PORTALEGRE

 

«Boa noite, comandante.
Costuma-se dizer que mais vale tarde que nunca.
Amigo Mendeiros, por essa razão aqui te envio umas palavrinhas, na sequência do nosso telefonema, sobre o nosso encontro anual.
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No pretérito dia 27 de Dezembro de 2017, o Restaurante Capelo´s recebeu um grupo de cerca de 30 antigos alunos dos Seminários de Gavião (ano 70 foto), Alcains e Portalegre, no âmbito do seu 3º encontro anual.

Não faltou a mala de cartão e o seu “recheio pessoal” do Saul Valente, que fez as delícias dos convivas, cuja lista se anexa.

P.S. Ficou gravado em agenda que o 4º encontro será em Castelo Branco, como é óbvio, no dia 28 de Dezembro de 2018, no Restaurante Varanda das Estevas,  sita no Bairro do Valongo.

Continuação de Bom Ano.
Até já!»

Texto do Saul Valente 

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PRESENÇAS

 

Abilio Manuel Ribeiro Balau 

Anibal Calmeiro 

Antonio Barata Afonso 

António Damas Domingues Mesquita 

António Joaquim de Carvalho Pereira Nunes

Armando da Conceição Almeida 

Carlos José Alexandrino Beato 

Eurico Pires Grilo 

Francisco Mateus Gonçalves Lourenço 

João Carlos Dias Henriques 

João Carlos Rascão David

João Henriques Mateus Dias 

João Lopes Luís 

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João Manuel Alves – 962650188 

João Manuel da Conceição Mateus 

João Manuel da Siva Batista

João Rodrigues Lourenço 

Jorge Manuel Ribeiro

José Adelino Esteves Gameiro 

José António Ribeiro Lourenço

José Carlos Mendes Marinho

José Duarte Calmeiro 

José Filipe Marques Rodrigues 

José Henriques Mateus Dias 

José Lopes 

José Luís Silva Martins

José Manuel Capinha 

José Manuel Peres Nunes

José Manuel Gomes Torres

Manuel Garcia Tavares Proença 

Manuel Lopes Mendonça

Manuel Lourenço Nunes 

Manuel Nunes dos Santos

Martinho Lopes Mendonça

Paulo José da Conceição 

Rui Manuel Lourenço 

Rui Martins 

Saul Joaquim Nunes Valente

Vítor José Carvalho Damas 

 

Hoje foi demais...

19.01.18 | asal

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 QUE GRANDE ALMOÇO!

 

Ninguém fazia anos, mas erguemos o copo em honra do Lúcio Lobato que não estava lá.

Ninguém fazia contratos comerciais ou de casamento, mas as conversas desenrolaram-se com toda a vivacidade. Ninguém estranhou o número "exagerado" de convivas num restaurante, com alguns a pisar aquele espaço pela primeira vez.

Que malta é esta que gosta de conviver com toda aquela normalidade, que até escolhem comer todos a mesma massada de marisco (sem maçada nenhuma!...) e depois fazem contas em conjunto e todos saem satisfeitos por se sentirem irmanados por um "feeling" especial - o de termos frequentado o seminário em tempos muito diferentes e esses anos nos terem marcado para a vida?

Convivemos com alegria com o Herculano, novato neste almoço. Gostámos muito de ver o Manel Pereira, ainda abalado com os últimos achaques. Gostámos da presença, cada vez mais difícil do nosso patriarca (ou só bispo?!) João Heitor, que no final o Manel levou a casa em Carnaxide. Que bom ter connosco o casal Duque e o casal Mendeiros, assim como estar com o Joaquim Nogueira (já tem 15 textos publicados no blogue! e um no top 10 dos mais lidos, não é Joaquim?), o primo dele, o Manel Pires Antunes, os Josés Ventura e Andrade e, finalmente, o Chico Correia e eu, o escrevinhador.

Parece que nunca tínhamos estado tantos num almoço normal da Parreirinha de Carnide, se não me engano!

 

Pois, vejam agora a pérola que o Francisco Correia me mostra no almoço: um pequeno testemunho que muito nos diz, as palavras de alguém que não conhecemos e que passou pela mesma experiência. Eu pedi-lhe logo aquelas palavras para aqui reproduzir. Vale a pena!

António Henriques

 

 

Seminário e Tropa

«A minha passagem pelo Seminário “foi uma escola de vida. Deu-me formação humanista. Foi lá que aprendi os valores da humildade, da fraternidade, da sensibilidade social”, disse Fortunato Frederico, presidente da Kyaia, o maior grupo português de calçado, também presidente da APICAPS.

Na tropa, onde ficou “4 anos, um mês, um dia e quatro horas”, aprendeu os valores da disciplina, o respeito pelas hierarquias, o dever para com os camaradas. Esteve em Angola a cumprir o serviço militar perto de Kyaia, nome que deu à sua empresa.»

Pobre país

19.01.18 | asal

"Uma saúde gripada não serve a ninguém..."

 

Saúde (en)gripada

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Muitos portugueses, nos últimos tempos, têm experimentado dois espinhosos incómodos. A crescente degradação dos centenários serviços dos CTT, agora privatizados, e as urgências de hospitais, a rebentar pelas costuras, por força de uma moderada crise gripal. Detenhamo-nos nesta última situação, tentando indagar as suas raízes e os possíveis remédios para a tentar prevenir e debelar. Trata-se de uma situação grave, relacionada com o bem-estar geral da população. Sobretudo, a mais doente e a mais idosa.

Como sabemos, todos os problemas sociais têm as suas causas. Algumas, mais longínquas, estruturais, outras mais recentes, conjunturais. No caso vertente, podemos enumerar as que se relacionam com a falta de investimento nesta área, sobretudo no tempo da malfadada troyka que nos sangrou durante uma mão cheia de anos. Esmifrado que foi o investimento neste importante sector da vida das pessoas doentes, tem tardado a cobrir o buraco aberto nas dívidas acumuladas no Ministério da Saúde.

Acresce ainda o facto de, nos últimos anos, terem emigrado alguns milhares de profissionais da saúde, sobretudo, enfermeiras e médicos para vários países, como a Inglaterra, países árabes e Bélgica. É todo este numeroso contingente de profissionais - formados com os nossos impostos - que agora nos começam a faltar, para fazermos face a algumas crises nos hospitais e centros de saúde. Deste modo, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) considerado internacionalmente, como um dos melhores da Europa, nos últimos anos, tem-se vindo a degradar com tanta rapidez, numa erosão preocupante, que não se podem aguardar dias risonhos, se nada for feito já, para lhe fazer face.

Encontra-se à vista da população em geral a degradada situação que ocorreu nas últimas semanas, com a chegada espectável de uma crise gripal, que deixou as urgências de alguns hospitais de pantanas. Falta de camas, de médicos e enfermeiros, tanto nos hospitais, como nos centros de saúde, com numerosas macas amontoadas, nos desconfortáveis corredores das urgências. Não faltando as imagens televisivas chocantes. Face a este degradado panorama, podemos concluir, com total segurança, que o nosso SNS não se encontrava preparado para responder a esta crise. Como aconteceu no verão, com a maldição dos fogos, a prevenção dos problemas não será o nosso título de glória. Pelo contrário, o Estado, quase sempre, costuma correr atrás do prejuízo, em lugar de prevenir situações problemáticas espectáveis.

O diagnóstico sobre esta nossa recente incapacidade. já se encontra efetuado. A falta de recursos públicos e materiais tem sido a grande falha apontada pelo sindicato dos enfermeiros portugueses, relativamente à incapacidade demonstrada pelo Governo, na solução atempada dos normais problema de saúde pública.

 A esta degradada situação, se fica a dever a morte de alguns doentes, sobretudo pessoas idosas, por vezes, com patologias cruzadas complexas. Algumas delas depositadas em contentores, por falta de espaços dignos em hospitais que tiveram de fechar enfermarias.

Como consequência destas situações degradantes, acresce ainda que vai tardar que os hospitais regressem ao seu normal, uma vez que, em virtude desta situação de crise, os hospitais foram impelidos a ter de adiar cirurgias.

Sabemos ainda que, em apenas em duas semanas, os hospitais de Lisboa foram obrigados a atender cinco mil consultas. Devido a esta avalanche, doentes houve que tiveram que ser encaminhados para hospitais privados, devido à incapacidade dos públicos em os acolher.

Segundo alguns peritos, o remédio para debelar estas situações de número excessivo de doentes que acorre aos serviços de urgência estará relacionada com a falta de literacia da população, à falta de consultas disponibilizadas nos centros de saúde, onde não há exames complementares de diagnóstico e com horários laborais reduzidos. Acresce ainda à perceção de muitos em considerarem que há uma falta de credibilidade nas consultas efetuadas nestes locais. Urge assim uma educação da população para saber lidar com as alternativas que se lhe oferecem, para responderem aos seus problemas de saúde. Para o Estado e o governo, sobra o dever da promoção da informação à população, para que recorra ao SNS, procurando a resposta mais adequada para os seus problemas. Mas, enquanto os centros de saúde não tiverem capacidade de oferecer uma resposta rápida e eficaz à população, as urgências continuarão a ser a opção mais prática e acessível, com todas as consequências negativas daí derivadas. Uma saúde gripada não serve a ninguém.

florentinobeirao @hotmail.com

HOJE, É O LÚCIO

19.01.18 | asal

ORA ESTA? OUTRO VIZINHO A FAZER ANOS...

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Agora é o Lúcio Serras Lobato, meu vizinho a viver em Vale de Milhaços, Corroios. Avô amorudo, estudante da Usalma - Universidade Sénior de Almada, amigo de passear, eis aqui o que sabemos. Não é muito, mas é bom...

Amigo Lúcio, aqui deixamos os nossos MELHORES PARABÉNS por mais uma primavera. Que o dia se repita e tu com muita saúde e alegrias, especialmente familiares. Vê se vais ali perto, a Linda-a-Pastora, em 3 de Fevereiro. É bom encontrar os amigos com quem já fomos felizes durante anos. 

Contacto: tel. 916 758 106

MAIS ANIVERSARIANTES

18.01.18 | asal

PARABÉNS, BOAVENTURA!

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Soubemos agora que hoje também faz anos o Boaventura Calvário Antunes, nascido em 1948.

 

Caro amigo, PARABÉNS! Que o teu dia esteja a decorrer em ambiente de felicidade.

E que continues a desfrutar por muitos anos da beleza da vida.

FRANCISCO, PARABÉNS

17.01.18 | asal

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Hoje, estou a escrever com uma alegria especial.

Não é o tradicional afã de dar parabéns a quem faz anos. É muito mais que isso. Eu bem sei como me senti há 17 anos quando me vi passarinho fora da gaiola, com o tempo todo por minha conta. Não é uma simples libertação. É a possibilidade de viver a vida de outro modo, mais de acordo com os meus gostos e interesses...

Agora, passa-se o mesmo contigo, Francisco Luís Moura Simão, meu vizinho de há anos, reformado da última hora, ou melhor, do último mês. 

PARABÉNS, POIS, PELA TUA JUBILAÇÃO!

PARABÉNS TAMBÉM PELO TEU ANIVERSÁRIO! Se ficas torcido que nem dois 6, tens agora tempo para desentorpecer(?!). 

E que a vida te sorria por muitos anos, com saúde e muitas alegrias. E o Encontro de Fevereiro? É desta?

Contacto: tel. 919 932 016

UM BANCO MUITO ESPECIAL

17.01.18 | asal

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 Mais um excerto do discurso do Prémio Nobel da Paz, Muhammad Yunus; desta vez apresenta o seu banco especial, que todos vamos comparar com a ideia de banco que temos entre nós. Vale a pena! AH

 

BANCO GRAMEEN

 

«Quando me envolvi na questão da pobreza não foi como legislador ou investigador. Envolvi-me porque a pobreza se encontrava à minha volta e não havia maneira de fugir dela. Em 1974 era-me difícil ensinar teorias elegantes de economia na sala de aula da universidade, tendo como cenário a terrível fome no Bangladesh. De repente senti o vazio dessas teorias perante uma fome e pobreza esmagadoras. Queria fazer algo de efeito imediato para ajudar as pessoas à minha volta, mesmo que fosse a um só ser humano, para que pudesse sobreviver melhor, a mais um dia. Deparei-me. Assim, com a luta de pessoas pobres para conseguirem quantias ínfimas de dinheiro que suportassem os seus esforços de sobrevivência. Fiquei chocado ao descobrir, numa aldeia, uma mulher que para obter um empréstimo de menos de um dólar de um usurário, teve que aceitar a condição de lhe dar o direito exclusivo de receber tudo o que ela produzisse, pelo preço que ele decidisse. Isto, na minha opinião, era uma forma de recrutar trabalho escravo.

 

Decidi então fazer uma lista das vítimas deste “negócio” usurário, na aldeia mais próxima da universidade.

 

Quando completei a lista, tinha os nomes de 42 vítimas com empréstimos no total de 27 dólares. Ofereci 27 dólares do meu bolso para libertar essas vítimas das garras daqueles usurários. O entusiasmo gerado por este pequeno gesto fez com que me envolvesse ainda mais. Se eu podia fazer tanta gente feliz, com uma quantia tão pequena, porque não fazer mais?

 

É isso que tenho tentado fazer desde então. A primeira coisa que fiz foi tentar que o banco situado na universidade emprestasse dinheiro aos pobres. Mas não consegui. O banco disse-me que os pobres não eram dignos de crédito. Depois de todos os meus esforços falharem ao longo de vários meses, ofereci-me como avalista dos empréstimos aos pobres. Fiquei espantado com o resultado. Os pobres pagaram os seus empréstimos pontualmente. Continuava, no entanto, a encontrar dificuldades em expandir o programa através dos bancos existentes. Foi então que decidi criar um banco para pobres e, em 1983, consegui, finalmente, fazê-lo. Dei-lhe o nome de Banco Grameen ou Banco de Aldeia.

 

Actualmente o Banco Grameen concede empréstimos a quase 7 milhões de pobres, 97 por cento dos quais são mulheres, em 73 000 aldeias do Bangladesh. O Banco Grameen disponibiliza, sem garantias, empréstimos para criação de rendimento, para habitação, para estudantes e criação de micro-empresas de famílias pobres, oferecendo, também, aos seus membros uma atractiva gama de produtos de poupança, como fundos de pensão e seguros. Desde que foram introduzidos em 1984, os empréstimos à habitação foram utilizados para a construção de 640 000 casas. A posse legal destas habitações pertence às próprias mulheres. Concentrámo-nos nas mulheres, porque descobrimos que os empréstimos concedidos a mulheres traziam sempre mais benefícios para as famílias.

 

De uma forma acumulada o banco já concedeu empréstimos no total de 6 biliões de dólares. A taxa de reembolso dos empréstimos é de 99%. O Banco Grameen gera lucro de forma regular. É financeiramente auto-suficiente e não recebe donativos desde 1995. Depósitos e recursos próprios perfazem 143% do total de empréstimos concedidos.  De acordo com uma auditoria interna do Banco, 58% dos seus mutuários já ultrapassaram o limiar de pobreza.

 

O Grameen começou como um pequeno projecto local gerido com a ajuda de vários dos meus estudante todos, raparigas e rapazes daquela região. Depois de todos estes anos, três desses estudantes continuam comigo no Banco, em cargos executivos de topo, e estão, hoje, aqui para receber esta distinção que nos é dada.

 

Esta ideia que começou em Jobra, uma pequena aldeia do Bangladesh, foi alargada a todo o mundo e hoje existem programas idênticos em quase todos os países.»

 

NOTA: ACABARAM DE LER ESTE TESTEMUNHO. É o momento de enviarem para asal.mail@sapo.pt a vossa inscrição para o Encontro de Linda-a-Pastora (3/02/2018), em que o colega José Centeio falará sobre este tema. Procrastinar é um erro... AH

COMBATER A POBREZA

16.01.18 | asal

Do discurso de Muhammad Yunus, ao receber o Prémio Nobel da Paz em 2006.

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A POBREZA É UMA AMEAÇA À PAZ

 

Minhas Senhoras e meus Senhores:

Ao conceder-nos este prémio, o Comité Nobel Norueguês dá um importante apoio ao conceito de que a paz está directamente ligada à pobreza. A pobreza é uma ameaça à paz.

 A distribuição de rendimentos no mundo dá-nos uma história bem reveladora. Noventa e quatro por cento do rendimento mundial vai para 40 por cento da população enquanto sessenta por cento dessa população vive apenas com 6 por cento desse rendimento. Metade da população de todo o mundo vive com 2 dólares por dia. Mais de um bilião de pessoas vive com menos de um dólar por dia. Isto não é uma fórmula para a paz.

 O novo milénio começou com um grande sonho global. Líderes de todo o mundo juntaram-se nas Nações Unidas em 2000 e adoptaram, entre outros, o objectivo histórico de reduzir a pobreza em metade até ao ano 2015. Nunca na história do Homem um tão arrojado objectivo tinha alguma vez sido adoptado pelo mundo inteiro, numa só voz, quantificado e com prazo. Mas eis que acontece o 11 de Setembro e a guerra no Iraque e de repente o mundo desvia-se da perseguição deste sonho e os líderes mundiais do combate à pobreza para o combate ao terrorismo. Até agora, só pelos Estados Unidos da América já foram gastos mais de 530 biliões de dólares com a guerra no Iraque.

 Acredito que o terrorismo não pode ser vencido com acções militares. O terrorismo deve ser condenado com o mais duro dos discursos. Devemos erguer-nos firmemente contra ele e encontrar todos os meios para o combater. Devemos debruçar-nos sobre as causas do terrorismo para lhe podermos pôr um fim definitivo. Penso que consagrar recursos a uma melhoria de vida dos pobres é a melhores estratégia, melhor do que a compra de armas. 

 

A POBREZA É A NEGAÇÃO DE TODOS OS DIREITOS HUMANOS

A paz deve ser entendida de uma forma humana, numa perspectiva social, politica e económica, alargada. A paz é ameaçada por uma ordem económica, social e politica injusta, pela ausência de democracia, pela degradação ambiental e pela ausência de direitos humanos.

A pobreza é a ausência de todos os direitos humanos. As frustrações, a hostilidade e a raiva geradas pela pobreza abjecta não podem garantir a paz em nenhuma sociedade. Para construir uma paz sustentada é necessário encontrar formas de criar oportunidades para que as pessoas possam ter uma vida decente.

A criação de oportunidades para a maioria da população – a pobre – está no centro do trabalho a que nos temos dedicado nos últimos 30 anos. ...»

(continua)

MAIS DOIS A FAZER ANOS

15.01.18 | asal

Pelo Facebook, venho a saber agora que também fazem anos neste 15 de Janeiro o ManuelManuel Pereira.jpg Pereira, que vem de 1943, e o José Delgado, mais novo - nasceu em 1952.

 

A nossa lista está muito incompleta e nós não vemos maneira de a completar sem a colaboração dos amigos.

 

Do Manuel temos foto, aqui todo refastelado no Encontro de Castelo Branco, mas do José Delgado, não.

 

Aos dois damos os PARABÉNS, FELICITANDO-OS POR MAIS UM ANO e desejando-lhes saúde e muitas alegrias.