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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

PORMENORES

Deixem-me mostrar mais uns pormenores do nosso encontro.

 

1 - A degustação das iguarias alentejanas parece que agradou a todos. De notar a surpresa destes pratos, da escolha do restaurante, mas que foram bem apreciados: uma sopa de cação bem gostosa (cá em casa também se faz...) e um misto de carnes grelhadas com migas alentejanas. De comer e chorar por mais. Vinho de Alegrete a condizer e não sei já qual a sobremesa (digam vocês...): salada de fruta, arroz doce? Sei lá que mais.

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Na mesa de honra também se come bem!

 

2 - Instalações: O Eduardo fotografou quase por completo a casa-mãe que servia de seminário (residência de teólogos e professores, salas de aulas...) e ao lado a capela, ao tempo privativa desta comunidade.

 

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3 - Caminhadas: Para chegar a estes espaços, era preciso caminhar. E estas deslocações foram bem aproveitadas para pôr a escrita em dia, o que tornou este encontro especial pelas conversas diversas que dois ou três amigos podiam ter. Agora com uns e logo com outros. Tempo para a grande Assembleia, não tivemos! Ainda alguém vai dizer que tínhamos medo de enfrentar a assembleia!

 

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Com fotos do Eduardo Oliveira, ficamos hoje por aqui. AH 

PORMENORES

OUTRA FOTO - MAIS MEMÓRIAS

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Aqui, em grande plano, o Alexandre Ramos Pires e a São, a viver em Carnaxide há muitos anos.

Também foram a Marvão, o que para eles é fácil dadas as raízes alentejanas e castelovidenses da São.

 

Mas há aqui um pormenor curioso: há alguns anos que este casal amigo se inscreve e participa na reunião anual da UASP (União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses), que se realiza em Fátima, durante um rico fim-de-semana que sempre lhes agrada muito.

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São os únicos da Diocese de Portalegre e Castelo Branco que lá aparecem, coisa estranha para o P. Janeiro, um do responsáveis nacionais.

Ora, está nas nossas intenções uma aproximação a esta estrutura nacional, até pelos contributos positivos de que podíamos usufruir. Mas o facto de sermos uma simples associação informal perturba um pouco.

O Sr. P. Janeiro até já prometeu vir a um dos nossos encontros, mas ainda não aconteceu. 

Mais um caminho a explorar, se tivermos gente que assuma esta relação. Que dizem? 

AH

 Para poderem ver mais sobre a UASP, cliquem em  http://www.uasp.pt/ 

ANIVERSÁRIO

PARABÉNS, FRANCISCO!

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Celebra hoje o seu aniversário o Francisco Silva Amaro, decerto todo enrolado em espartilhos a que se dedica, torcido com tantos afazeres nesta etapa da vida. Ele quem vem de 1948...

É a agricultura, são as caminhadas por aquele Fundão de boa memória na Rua do Vale(esta é comigo) ou na Rua da Cale, são as fotos das belezas que por ali se espalham, é a Arte em construção pessoal, é a Arte em mostras colectivas, é a Arte à venda, é ainda a Poesia e a investigação histórica. Pronto, chega...

Parabéns de todos nós. E votos de longa vida com saúde, em família e com muitos amigos, a começar por nós, teus admiradores. 

Contacto: tel. 964 461 426

PORMENORES

As fotos trazem memórias...

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Nesta foto, estão dois alunos de Marvão,  o Lúcio Alves Nunes (P., Cónego, celebrante da missa nos outros encontros em Lisboa) e o João de Deus Tavares, reformado do ensino público, e a viver ali ao descer de Marvão.

 

Como foi possível esta foto?

 

Umas semanas antes do Encontro, falávamos nós com o Sr. Fernando, proprietário da Varanda do Alentejo, quando veio à conversa o nome de alguns marvanenses antigos alunos dos seminários. Eu perguntei pelo João de Deus Tavares, há muitos anos radicado ali em baixo, em S. António das Areias. «Sim, conheço muito bem. É meu amigo. Aparece aqui muitas vezes. Foi Presidente da Santa Casa da Misericórdia de Marvão...»

Como há mais de 40 anos que não via o João, perguntei se ele tinha o seu n.º de telefone, que me foi entregue no momento. 

Falei para lá. Naturalmente não fui reconhecido de imediato, mas de repente ouço: "Tu és o Henriques. Conheci-te pela voz...". Ó meu Deus, como é bom ouvir estas palavras tão próximas.

Falei-lhe do Encontro de Marvão, de que ele não sabia nada. Também não usa a Internet; só a filha é que pode ajudá-lo.

Conclusão: este simples telefonema deu para ele se aproximar, vir com a esposa ao Encontro e alegrar-se com muitos antigos colegas e conhecidos.

São só pormenores. Mas... 

AH

 

JACARANDÁS

Os jacarandás das Paivas


Quando se consegue um tempinho menos ocupado, começamos a olhar para o que nos rodeia. Desta vez, fiquei embasbacado com a beleza destas árvores no Jardim das Paivas, mesmo ao pé de mim, que se desfazem em flor, parecendo até que dispensam as folhas ou que também as transformam em flor para o espectáculo ser mais retumbante. Obrigado, minhas vizinhas.

AH

 

O NOSSO LOGÓTIPO

APRESENTA-SE

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Até agora, temos sido acompanhados por uma mãozinha verde de 4 dedos (??)  em fundo  amarelo que o SAPO disponibiliza, quando publicamos qualquer coisa na página do Facebook.

Agora, que o Joaquim Mendeiros se armou de artista com ajuda do filho, podemos apresentar o nosso logótipo, que já sinaliza o nosso perfil na coluna da direita do nosso blogue. É muito simples, mas vai ser a imagem das nossas comunicações. As letras identificam-nos como Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco.

Da primeira vez que pensava que ele saía automaticamente, e logo com o texto do Sr. Bispo, saíu realmente um quadrado em branco, contra o qual nada se pode fazer. São as minhas inabilidades técnicas. 

Hoje vou tentar mais uma vez, publicando só a imagem do logótipo. Se resultar, ainda passo para aqui a tal mãozinha para ficar na nossa história. 

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NOTA: Aqui fica a tal mãozinha amiga. Adeus até não sei quando.

 

 

ESTA É ESPECIAL!

Acabamos de dar conta desta crónica tão especial que não podemos ignorá-la.

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Mais uma vez, o Sr. D. Antonino nos surpreende e nos diz como é importante celebrar a Vida, mesmo a administrar a Santa Unção. 

 

GRATIDÃO E ALEGRIA EM COMUNHÃO FAMILIAR

 

Celebrar cem anos de vida, já vai sendo frequente. Celebrar oitenta e dois anos de matrimónio, é obra, coisa rara. Pois foi isso mesmo que aconteceu no dia vinte e cinco deste mês de maio. E lá fomos cumprimentar esses noivos de então, ambos centenários. Ele, com cento e três anos de idade. Ela, com cento e um. Casaram em Penha Garcia e residem em Monfortinho, mais propriamente em Termas de Monfortinho, concelho de Idanha-a-Nova, exemplarmente cuidados e apaparicados, em casa, pela “carinhoterapia” da sua atenta e dedicada família, verdadeiro testemunho de dedicação filial no meio da comunidade envolvente. Nessa altura, os noivos, prometeram amor mútuo que durasse para sempre, um amor que fosse “para além da formalidade social ou da tradição” e correspondesse à própria natureza humana que sempre aspira à estabilidade e ao amor para sempre. No meio das suas virtudes, limites e imperfeições, souberam crescer juntos, amadurecer o amor e cultivar a robustez da união familiar, o que constituiu também uma verdadeira escola para os filhos. Oitenta e dois anos de matrimónio, apesar dos calços e percalços, das curvas e contracurvas, dos êxitos e dos fracassos que a vida, por certo, lhes foi apresentando, são a garantia de que a vida deste casal não se reduziu "a um sentimento que vai e vem". Eles souberam apoiar o seu amor na verdade. Sim, só o amor firmado na verdade, só a verdade tocada pelo amor, faz com que a vida de um casal perdure no tempo, supere o instante efémero e permaneça firme a sustentar um caminho comum em direção a uma vida nova e plena, feliz e realizadora.

Fomos cumprimentar estes noivos de outrora, ele mais falador do que ela e incontido na alegria pela presença do Bispo, mais uma vez, em sua casa. Rodeados pelos seus familiares e pelo Pároco, administrei-lhes o Sacramento da Santa Unção, celebração em que todos participaram com fé e devoção, de coração agradecido por tão feliz ocorrência. Seguidamente, e a fim de que o seu lar continue a ser sempre iluminado pela esperança e pelo amor, foi-lhes entregue uma Bênção Apostólica que o Santo Padre o Papa Francisco concedeu a ambos, tornando-a extensiva a toda a sua família. Foi um acrescido momento de alegria e de comunhão eclesial, unidos ao Santo Padre.

Gente humilde e sacrificada, gente de trabalho e de trabalho difícil, gente de vida dura e austera, gente simples mas de valores verdadeiramente assimilados e vividos, gente feliz e a saber valorizar a família como espaço de amor e de humanização. Gente que chegou, viu e venceu. E porque não há festa sem “quodore”, não podíamos deixar de participar também, lá em casa, à volta da mesa, no convívio familiar que se seguiu, com muita alegria e paz.

Assim consta:

“Aos vinte e cinco dias do mês de maio do ano de mil novecentos e trinta e cinco, nesta Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Penha Garcia, concelho de Idanha a Nova, diocese de Portalegre, compareceram na minha presença os nubentes José dos Santos Reino e Ermínia Pires Rodrigues com todos os papeis necessários e sem impedimento algum para o matrimónio, ele de idade de vinte e um anos, solteiro, lavrador, baptizado e morador nesta freguesia, filho legítimo de José dos Santos Senior e de Maria Esteves, naturais desta freguezia, e ela de idade de dezanove anos, solteira, doméstica, baptizada e moradora nesta freguezia, filha legítima de José Rodrigues Pires e de Emília Pires, naturais desta freguezia, os quais nubentes se receberam por marido e mulher e os uni em matrimónio conforme as leis da Santa Igreja Católica.
Foram testemunhas José Pires Rodrigues, casado, sapateiro e Joaquim Cigano, casado, lavrador, naturais e residentes nesta freguesia, os quais sei serem os próprios. E para constar lavrei este assento que depois de lido e conferido perante os Conjuges e testemunhas, o assigno só com as testemunhas não o fazendo os Conjuges por não saberem escrever.
Era est supra.
As testemunhas José Pires Rodrigues e Joaquim Cigano
O Prior P.e Possidónio Marques de Miranda”.

Antonino Dias
26-05-2017

AMMAIA E ARAMENHA

ESTÁ A TERMINAR O NOSSO DIA, em termos de imagens.

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Hoje, vamos recordar aquela tarde especial do dia 20 de Maio...

 

O vídeo que vos ofereço, elaborado com fracas condições técnicas, é a flor especial que vos produzi. Empenhei-me o mais possível em das fotos fazer luz, um pouco mais de luz, a partir do que ouvi na Ammaia.

PORTALEGRE é o próximo grande objectivo. Mas acho que todos esperam mais encontro, mais actividades, mais vida entre nós. Verdade?

Mas o dia 20 de Maio ficou na nossa história... AH

 

 

 

Centenário das aparições (5)

Aprovação e expansão de Fátima

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A muitos poderá surpreender a rapidez com que o fenómeno das aparições/visões – como opina o bispo Carlos de Azevedo - se propagou, de um modo tão veloz e consistente. Este alastrar, certamente, muito se ficou a dever ao empenho do carismático bispo de Leiria que, ao longo das décadas de vinte/trinta, tudo fez para aprovar e consolidar esta manifestação de religiosidade popular, nomeadamente, adquirindo e organizando o espaço da Cova da Iria, dotando-o das mínimas infraestruturas para acolher os peregrinos. Se a nível material, todo este projeto ia correndo veloz, o encomendado relatório das aparições a uma comissão de sete sacerdotes, tardava em ficar concluído. Foi necessário esperar por 14.04.1930, para que o padre Nunes Formigão entregasse este documento ao bispo de Leiria. Recorde-se que entretanto, já em 13.10.1922, tinha sido lançado o jornal “A Voz de Fátima”, por este sacerdote, como boletim oficial das aparições, o qual, até hoje, tem alimentando esta causa. Só entre 1922 e 1930, este jornal publicou cerca de 200 casos de curas, tidas como milagrosas. Fruto desta campanha, promovida juntamente com outros jornais católicos diocesanos, como o “Mensageiro de Leiria”, e “A Guarda”, em 13.05.1923, já se deslocava à Cova da Iria, cerca de 80.000 fiéis. Nesta altura, começava-se a desenhar, embora de um modo desordenado, ruas e habitações, para alojar peregrinos. Quanto às esmolas, eram recolhidas e enviadas para a diocese de Leiria, para as construções diocesanas já iniciadas.

Chegados a 1924, Lúcia que se mantinha recolhida num colégio em Vilar-Porto, das Irmãs Doroteias, com correspondência vigiada, só agora conseguiria obter licença para se encontrar pela primeira vez, com a sua mãe Maria Rosa, em Braga. Neste encontro, foi-lhe concedida a licença da mãe para ser freira, após receber o sacramento do Crisma, em agosto. Após esta cerimónia, seguiu para terras de Espanha (Tui / Pontevedra) no dia 25 deste mês, onde se integrou num convento da mesma ordem religiosa. Aqui passaria a mortífera guerra - civil (1936-1939), com escassez de alimentos. Valeu-lhe a família.

A partir da década de vinte, coube ao bispo de Leiria assumir a pastoral da Mensagem de Fátima e as obras da Cova da Iria. Para tal, em 1924, mandou construir um muro para cercar o recinto das aparições, com arcadas e portões de ferro, incluindo duas lojas, destinadas à venda de artigos religiosos. No mesmo ano, edificaria a capela alpendrada das missas. Esta seria demolida em 1946. Em 1925, decidiu ainda construir uma casa no local para um capelão permanente, a fim de fiscalizar e coordenar o culto. Juntou-se a estas obras um Sanatório (Albergue N. S. do Rosário) que levou cinco anos a erguer, para recolher e tratar os doentes que afluíam à Cova da Iria. Foi ainda erguida uma capela para confissões, em 1928. Neste ano, já havia no local quatro hotéis com telefone. Para possibilitar a construção dos novos edifícios e instalar megafones, tornou-se necessário erguer no local uma central elétrica. Esta carência seria colmatada em 13.05.1929. À inauguração, presidiu o presidente da República, general Óscar Carmona e Oliveira Salazar, a quem se juntou o bispo de Leiria José Alves Correia da Silva. Na década de trinta, foi lançada a primeira pedra da Basílica de N.ª. Sr.ª do Rosário, um projeto do holandês Gerard Van Krieken. Coube ao arcebispo de Évora presidir a esta cerimónia. Este templo principal, neobarroco, iniciado em 1938 - acordado entre o Cardeal Cerejeira e Salazar - com cerca de 60 metros de altura, viria a receber o título de Basílica, dado por Pio XII em 11.11.1954 (breve “Luce Superna”).

Entretanto, Lúcia, a partir de 1925 do seu convento, continuou a dizer-se bafejada com novas visões sobrenaturais da “Senhora”, pedindo-lhe nomeadamente em 17.12.1927, que fosse propagada a devoção ao Imaculado Coração de Maria e se espalhasse a devoção dos primeiros cinco sábados. Esta devoção seria aprovada em 13.09.1931.

Entretanto, o referido relatório diocesano, encabeçado pelo padre Formigão, sobre as aparições, foi entregue ao bispo de Leiria apenas em 13.04.1930. Meses depois, em 13.10.1930, numa carta pastoral, “A Divina Providência” o bispo de Leiria declarou finalmente, “dignas de crédito as visões das crianças”. As décadas de vinte e trinta foram assim decisivas, mesmo se diferentes, do que viria a ser a configuração deste fenómeno até hoje. Lentamente, o majestoso recinto da Cova da Iria, de um espaço severo e agreste, foi-se tornando um lugar acolhedor, ao serviço do projeto do bispo de Leiria, possivelmente com os olhos postos no modelo de Lourdes.

 

florentinobeirao@hotmail.com

PEDAÇOS DO ENCONTRO DE MARVÃO

Continuamos a actualizar o blogue com mais informações do Encontro de Marvão.

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Hoje, com as fotos do José Ventura, vamos visitar mais espaços, passar pelo antigo Seminário e sua capela (do Espírito Santo), subir à Igreja de Santa Maria, hoje Museu Municipal (muito bem recheado!) e antes a camarata dos filósofos.

Vamos ainda entrar na Igreja de São Tiago para a Eucaristia, onde o P. Marcelino nos espera já fardado(!) lá fora (Tonho, não é fardado, é paramentado...). 

E depois vamos para o repasto da Varanda do Alentejo com boas iguarias alentejanas.

E o Encontro vai continuar, talvez amanhã, com as fotos, estas mensagens de luz, que o José Ventura nos enviou.

Aqui registo o extraordinário trabalho do Zé Ventura, sempre atento a todos os momentos. Obrigado, Zé, em nome de todos nós. 

Também já cacei (?!) algumas fotos muito boas do Eduardo Oliveira, outro artista da fotografia, que com o tempo irei usar. Aqui fica a primeira deste artista, a apresentar o colega.

Obrigado, Eduardo!

Deste video, retenho ainda de memória a presença de vários sacerdotes que viveram o Encontro como qualquer de nós. Nomes? Lúcio Nunes, António Cardoso, António Escarameia (até trouxe o órgão com ele!), Tarsício Alves, Fernando Farinha, Manuel Mendonça... 

Obrigado a todos. Que bom estar convosco, mesmo que por pouco tempo!  AH

 

 

 

MAIS UMA CRÓNICA

MARVÃO

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Terra de recantos de granito, janelas manuelinas, varandas de ferro, ruas estreitas e arcos góticos.

                        

São estes encontros que vão temperando a vida. Foi formidável mas sei o quanto  custa realizar este tipo de  eventos, muitos contactos, muitas viagens e, depois de tudo garantido, o programa com os horários definidos. A todos os que tiveram intervenção na organização deste encontro, deixo os meus parabéns.

Saímos de Lisboa à hora marcada, prevíamos chegar mais cedo, mas o autocarro não pode ultrapassar o limite da velocidade estipulada por lei e então fomos naquele andamento regular.

À medida que nos íamos aproximando de Marvão a paisagem ia mudando, o colorido dos campos vai-se extinguindo e já em Castelo de Vide com a serra de S. Mamede ao nosso lado, voltamos a admirar os tons verdes dos pinheiros, eucaliptos e castanheiros.

E por entre as ramagens destas árvores vislumbra-se lá no alto, a capelinha da Senhora da Penha, erguida junto à rocha.

E mais à frente, entrando na paisagem mais aberta, começamos a ver o Castelo de Marvão,

e aí, nós passageiros, começamos a ficar inquietos:

- Estamos quase, diziam uns!

- Eh pá, ainda temos muito que subir !

Bem, lá fomos rolando pela estrada e iniciamos a subida em andamento pachorrento, curva e mais curva até que chegamos à entrada da Vila.

O motorista olha em frente e depara-se com um arco, onde o autocarro dificilmente passava.

- Ficamos por aqui, disse o motorista. Saiam que eu vou parquear ali em baixo.

Caminhando lentamente, lá fomos subindo e os nossos queridos organizadores, vieram ao nosso encontro, um abraço a este outro àquele, as gargalhadas e telemóveis a disparar. Tudo era novo, uma  paisagem soberba a pedir mesmo belas fotos.

Conduzidos ao Restaurante, a Varanda do Alentejo,  sala cheia,  caras que não víamos há muito tempo, mesas postas com salgadinhos, sumos, águas e vinho branco fresquinho.

Meus amigos, era croquete numa mão e copo na outra. Foi o máximo, muitos abraços, sorrisos, recordações e por aí fora…

Vieram as visitas ao Museu Municipal, muito interessante, mas no exterior uma paisagem de encher a vista. Fiquei colado a olhar para todos os quadrantes. Se a minha terra tem vistas deslumbrantes, então aqui ficamos maravilhados.

A Eucaristia, cJOÃO.jpgoncelebrada por vários sacerdotes e presidida pelo Sr. Bispo, D. Antonino, que mais uma vez quis estar connosco, revestiu-se de grande participação de todos nós, como que em agradecimento a Deus por este encontro.

 

Regressamos ao Restaurante onde nos foi servido um almoço de pratos tipicamente alentejanos, cuja escolha foi em cheio.

Até repeti a sopa de cação e as migas alentejanas.

No decorrer do almoço, o trabalho foi para os fotógrafos. Eles não paravam …. e as fotos estão

soberbas. Podemos considera-las autênticos documentos deste evento.

Regressamos à história, a cidade Romana de AMMAIA junto a S. Salvador da Aramenha, foi um rebuçado deste nosso encontro.

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 Ainda há muito para desvendar debaixo daquelas terras.

 

 

Recompostos com um belo lanche, em S. Salvador de Aramenha, encerramos este belo encontro e estamos animados para o próximo ano em Portalegre.

Caros amigos até sempre.

 

João Antunes

     23/5/17

MARVÃO - mais fotos

DA RECEPÇÃO À CASA DA CULTURA

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A caminhar, sobretudo a subir, alguns ainda sentiram dificuldades. O Rei deu férias aos palafreneiros e sozinho teve de se agarrar às pedras. O Arménio não dispensou uma bucha, não vá o almoço atrasar. Isto são só pormenores.

Os pormaiores são a caminhada saudável pelas ruas, o encontro na Casa da Cultura, sob a batuta do Mendeiros, a homenagem aos marvanistas (neologismo sobre os seminaristas...), o testemunho do Chico Cristóvão, que nós ainda vamos ter neste espaço (assim o esperamos...). E a palavra do Bugalho acerca de Marvão e da sua estada lá como Presidente da Câmara, não chegará aqui? Manuel, estamos à espera.

Amanhã haverá mais fotos... AH

 

 

 

OUTROS TESTEMUNHOS

Amigos e companheiros de jornada.

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Pelo que eu li e transborda dos testemunhos já saídos no nosso Animus, dedicados ao memorável "DIA Marvão", por mais que se escreva, será sempre uma sombra do indizível que vivenciámos. Acreditem. As emoções fortes sentidas ao longo do dia: Os abraços há tanto tempo esperados e desejados. A peregrinação aos lugares "sagrados" onde os nossos irmãos mais velhos me precederam e foram tão felizes. A Eucaristia que nos uniu na mesma fonte da Alegria com D. Antonino, na sua missão de Pastor atento e próximo, de trato tão simples e amável....

Foram tantas realidades num só dia, que digerir tudo isso não vai ser tarefa fácil. Tanto transbordar do coração, em pouco tempo, foi uma dose tão intensa, abundante e fecunda, que extravasa a minha/nossa capacidade de sorver todos os momentos, desse inesquecível Dia.

Ser Feliz, afinal, torna-se tão fácil quando, simples como as pombas, cruzamos as alturas em comunhão.

Para todos os que trabalharam para este Dia, um forte abraço agradecido. Para o nosso Poeta Mendeiros, uma saudação e um “Bem Hajas” muito afetuoso.  

Florentino Beirão

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OLÁ, PROFESSORES III 

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 OLÁ Joaquim Mendeiros OLÁ António Henriques


Para vós um sincero MUITO OBRIGADO pelo vosso empenho,esforço e querer na EXCELENTE organização do encontro de Marvão.
Tudo estava afinado,convosco já em Marvão para os últimos pormenores; o Autocarro de Lisboa saiu à hora marcada, a chegada foi carinhosa, abraços, recordações, vivências de tempos passados e o futuro estava diante dos nossos olhos: éramos nós e não outros os protagonistas desta história... Brilhante...  Um pequeno almoço semelhante ao de um hotel de 7 estrelas e a seguir toda uma vivência onde o acaso  era a vossa presença para que tudo estivesse bem.
Ao vosso esforço se deve a presença constante do nosso Bispo e das forças vivas da cidade de Marvão.
Assim, e copiando o livro Professores II,  Vos Saúdo,Vos Reconheço, Vos Homenageio e vos digo:
Agradeço a Deus tão bons condiscípulos e que Ele vos dê e à vossa família  as graças  necessárias para continuardes este caminho.
Muito Obrigado.
 
Abilio Martins

RESCALDO DO CONVÍVIO DE MARVÃO

Mais uma reportagem...

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Foi uma jornada memorável. Para quem, como eu, foi no autocarro, a partida de Lisboa ocorreu às oito da manhã. Dirão que foi cedo, mas, para mim, foi formidável: Lembrei-me dos tempos de trabalho – em África, a chamada do pessoal era às 06h30 e, aqui, em Portugal, a “alvorada” nunca era além daquela hora. Portanto, foi bom recordar tempos mais antigos.

Não éramos muitos – só 24 - no autocarro. Fez-se uma paragem na zona de Abrantes e continuámos, pois sabíamos que o “grupo grande”- mais de cem - nos aguardava, com ansiedade. Também nós queríamos chegar, pois o desejo de nos reunirmos todos era enorme. Finalmente, CHEGÁMOS A MARVÃO! Que alegria, quantos abraços, quantas recordações de tempos passados.

Os colegas já chegados tinham tomado o pequeno almoço, mas não se tinham esquecido de nós e, depois de “matar” saudades, comemos, ao mesmo tempo que convivíamos. Estávamos atrasados e não havia tempo a perder.

Eu e o M. Pires Antunes tínhamos feito os formalismos da inscrição e cobrança, no autocarro, e , por isso, aí vamos nós para a CASA DA CULTURA. Vou-me abster de descrever o resto do programa, que foi cumprido, sempre em alegre convívio, e cuja descrição já foi feita.

O dia tinha passado e a hora de regressar chegara. Assim, com tristeza de termos que nos separar, mas com o espírito “cheio” de tão belas recordações, partimos, sonhando já com o ENCONTRO DO PRÓXIMO ANO.

Parabéns à Comissão e a todos os que colaboraram na organização do Encontro. Parabéns, também, a todos os presentes, não esquecendo as simpáticas MULHERES! Um abraço para todos e todas.

 ATÉ BREVE!

Lisboa, 22 de Maio de 2017. J.NOGUEIRA.

MAIS REPERCUSSÕES

TESTEMUNHOS RECOLHIDOS DA PÁGINA DO FACEBOOK:

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Joaquim Mendeiros Pedro Ainda estou pelo Alentejo, a deliciar-me com a ressonância auditiva do(a)s participantes no Encontro de Marvão. Foi bom ver e ouvir a alegria de toda a gente irmanada na amizade, sã e genuina, como é próprio de uma Associação tão rica de valores como é a nossa. Um grande abraço a todos os participantes e a todos os que querendo, não puderam ir e a todos os que, através dos nossos canais de comunicação na internet, telefone e sms, nos testemunharam a sua presença espiritual, nos saudaram e nos encorajaram. Temos gente para ir sempre em frente...e assim será.
 
Manel Pires Antunes Antigos colegas disseram ter sido um dos melhores convívios....
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Só por este reencontro considero gratificante a deslocação a Marvão! Tantas memórias repescadas e recalcadas só em 4 anos de partilha de vivências. Milagre de Marvão!
 
José Andrade Em minha opinião, também é necessário dar os parabéns aos elementos da Associação pelo excelente dia que nos proporcionaram...
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Emocionei-me ao olhar para a janela onde, quase pegada, estava a minha carteira. Virada ao fontanário foi, muitas vezes, objecto de distracção. Ó Marvão das saudades...das amizades...
 
Lucio Lobato Papel muito bem desempenhado, aliás não podia haver melhor escolha.
Aos membros da Associação os parabéns e que todos nós nos empenhemos para que continuem o excelente trabalho efectuado até aqui.
 
Joaquim Mendeiros Pedro Vim hoje do Alentejo. Lá, mais propriamente, no Monte da Pedra a 5 km da Comenda, onde volto à outra minha infância, descansei um pouco e lembrei-me de tudo o que ficou por dizer. Tive uma pena enorme de não ter podido ouvir o Fernando Leitão, o João Tavares, o Manel Inácio e os outros antigos alunos de Marvão, como estava previsto, e de ouvir o João Lopes e o António Lopes a dizerem os poemas dos professores e o António Henriques a lembrar o Dias da Costa num dos seus poemas sobre o Castelo de Marvão e tudo o mais que ficou por dizer...Mas tratava-se de tão grande manancial de cultura que foi impossível tornar realidade o que tinha sido imaginado, porque o tempo não parou, " como tinha sido combinado..." Nestes dias vou estar muito ocupado com trabalho e na quinta-feira terei de voltar ao Monte da Pedra. Será, então, no próximo fim de semana que terei de escrever para o nosso blogue sobre o Meu Marvão, o que foi e como eu o tinha imaginado.
 
Manel Pires Antunes Pois foi, Mendeiros, o tempo foi escasso para a produção que estava imaginada. O Pires Marques tinha uma a contar. No Museu, onde era a camarata, da janela que está por cima da porta (acesso pelo coro da Igreja), viu o Rito um cão, pastor alemão. que acompanhava uns trabalhadores da Câmara. Vai daí, arranja um bocado de pedra/tijoleira ou coisa parecida e, quando o cão passa por baixo, atira-lhe para cima a dita pedra. Os homens olham para todos os lados, mas não olham para cima, e vai de apontar o "crime" a pessoas que viam mais longe.... "deve ter sido um gajo que vi agora escapar-se ali para baixo", dizia um. Corriam por todos os lados a ver se descobriam o culpado, mas .....nada. Nunca souberam quem foi o gajo que agrediu o cão.
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Não se perdeu nada, amigo Mendeiros, com a omissão de minha intervenção já que era um recalque sobre o que já aqui havia cronicado. Parabéns por todo o vosso trabalho. Já felicitei o António Henriques e sugeri-lhe que conseguisse o discurso do Chico Cristóvão na íntegra para aqui ser publicado, já que o considero porta-voz do grupo de Marvão.
 
Manel Pires Antunes Obrigado, António Henriques, pelas tuas reportagens! Trabalhaste muito, mas este Encontro foi uma delícia. O teu empenho foi reconhecido.
 
Arménio Silva Duque Eu não via o Senhor Padre Cardoso desde Julho de 1968.
 
Manel Pires Antunes Estava tudo muito bom! E nunca se acabava....
 
João Porfírio Parabéns...😀
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Chamiço! Foste lembrado e evocado entre os contemporâneos. Na mesa do repasto fiquei ao lado do João de Deus.Folheámos muitas páginas das memórias comuns. O próximo encontro é em Portalegre. Quero-te lá com o molho de chaves para abrires as portas do passado. Abraço amigo.
 
António Henriques: Estive a ler estes testemunhos com as lágrimas nos olhos. Eu só choro com as alegrias, que as tristezas não merecem estas preciosas lágrimas. Muito obrigado a todos pela participação, pela amizade, pela força que estamos a dar à nossa vida, que passou a ficar mais gostosa!...

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