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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

UM ALMOÇO – MUITAS RECORDAÇÕES

10.03.17 | asal

Vida, muita Vida 

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Chegado da Madeira há uma semana, já hoje pude conviver com o habitual grupo de amigos no almoço da Parreirinha. Hoje éramos sete.

E quase sempre há motivo para conversas além da rotina. Hoje, encostei-me ao Francisco Correia, que fazia de Figueira (estás a ver o que acontece aos atrasados?!) e que estava em frente do João Antunes, que fazia de Nogueira (também faltou, para fazer como o Pires Antunes...).

Um grupo heterogéneo, com cada qual a pensar pela sua cabeça, como manda a democracia. Eu já sabia, não é novidade, que cada um dá importância aos aspectos pessoalmente mais significativos, que a formação, a história pessoal, as amizades e a própria história nacional propiciaram. Nem vale a pena teimar... O que não podemos é endeusar o político ou o tal partido. É melhor preservar a liberdade.

Entretanto, já há gente a marcar hotel para Marvão em 20 de Maio. E outros a garantir que vão estar na lampreia em 1 de Abril. E ainda outros a querer estar com diferentes convivas noutros restaurantes. Isto é a vida...

Quem hoje marcou presença foi o João Heitor (“mas já me custa muito andar por aí!), o nosso patriarca. Fui buscá-lo e fui levá-lo a Carnaxide. E no meio das conversas atabalhoadas do trânsito e das obras, sempre consegui ouvir umas histórias que passo a registar.

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Sabiam que o João Heitor foi nomeado Presidente da nossa associação pelo Sr. Bispo, D. Augusto César, para ser o dinamizador da mesma? O ano é que já não consegui entender. E vejam bem como a história dá voltas. Ele foi expulso do seminário sem saber porquê. Na Páscoa do 4.º ou 5.º ano, a mãezinha recebeu uma carta a comunicar-lhe que o filho já não voltava a Alcains. «João, deves ter feito alguma... - Não, eu comportava-me sempre bem». Não serviu para padre, mas serviu para Presidente da associação. Muitos anos a levar a chama para a frente, com a grande ajuda do Sr. D. António Marcelino e do Joaquim Nogueira, que ele lembra e outros que lhe escapam já... É uma cabeça já com muito uso!

Mas ainda conseguiu contar a história do Domingos, da Póvoa de Rio de Moinhos, que andava numa tarefa muito importante - a acarretar cântaros de água num carrinho, do poço para o seminário. Assim se tinha água para as necessidades. O ecónomo, P. Marujo, viu aquilo e, passado algum tempo, ouviu um estrondo. Imaginou logo que o Domingos tinha caído para o poço e foi a correr gritar ao Mons. Moura. Foram todos para o pé do poço a tentar lobrigar algum movimento da água. A aflição era muita. Como chegar lá abaixo?

Eis que, passados uns minutos, aparece o Domingos calmamente a assobiar, vindo da horta (???). Com grande alegria, o P. Marujo gritou então: «O Domingos ressuscitou!»

António Henriques

ANIVERSÁRIO

10.03.17 | asal

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Nascido em 10-03-51, o Horácio Leal Martins festeja hoje mais uma primavera. Não temos foto disponível, mas podemos felicitá-lo pelo tel. 964 513 154.

Parabéns, Horácio, homónimo de outro aluno e nosso professor bem importante nas nossas vidas.

E que a vida te sorria à medida dos teus sonhos.

 

ÚLTIMA HORA(18,33h): Quem dizia que não havia foto? Graças aos colaboradores sempre alerta (obrigado, José Ventura!), aqui está o HORÁCIO, numa foto do encontro de Alcains. 

CONVITE DO FLORENTINO

09.03.17 | asal
Foto de Florentino Beirão.
MARÇO, DIA 17, 18,00 HORAS
APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE FLORENTINO BEIRÃO
 
É em Castelo Branco, na Biblioteca Municipal. Se puderes, porque não vais?
 
Aqui fica o convite.

PARABÉNS!

09.03.17 | asal

Mais um aniversariante? Não! São dois...

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Hoje faz anos o António Ventura, de Oleiros. Também não constava da nossa lista, que vai crescendo...

Assim, meu caro, PARABÉNS pelos teus 67 anos. Vamos vivendo com os pés assentes no passado, mas olhando para o futuro.

Desejo-te, em nome de todos nós, um bonito porvir, com muitos anos de saúde e felicidade. 

Contacto: tel. 966 351 888

 

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E, à ultima hora, graças ao Facebook, soubemos que outro oleirense, da freguesia da Isna, também faz anos. São 62 anos de luta intensa e muito compromisso com a vida.

António Luís, aqui fica a tua foto e os nossos parabéns de aniversário. 

Votos de muita saúde, alegria e muitos amigos por longos anos.

Insisto: quando apareces? És sempre bem-vindo!

DIA DA MULHER

08.03.17 | asal

DIA DA MULHER 2017

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Trago para aqui um poema do Virgílio Moreira a celebrar este dia. AH

 

PARA A MINHA ESPOSA EM ESPECIAL, E PARA TODAS AS MULHERES A MINHA HOMENAGEM ATRAVÉS DESTA MINHA SINGELA POESIA

 

 

 

VIRGÍLIO.jpgSer Menina
Ser Jovem
Ser Bonita
Ser Namorada
Ser Esposa
Ser Mãe
Ser Confidente
Ser Desejada
Ser Adulada
Ser Conselheira
Ser Educadora
Ser Imprevista
Ser Lutadora
Ser Sofredora
Ser Companheira
Ser Rainha
Ser insubstituível
Tudo isto é: SER MULHER 

 

Virgílio Moreira

PURO ENGANO

08.03.17 | asal

PERDÃO!

Tínhamos acabado de dizer que nos esforçávamos «para nada faltar! E depois faltam-nos dados.». Lá se ia o Luís Alves sem qualquer referência...

Mas, afinal, temos dados a mais... Existe um José Lourenço e outro José Rodrigues Lourenço, que não são a mesma pessoa. Ontem fez anos o José Rodrigues Lourenço, de quem não temos foto e a quem tardiamente damos os PARABÉNS e desejamos longa vida.

O José Lourenço, cuja foto publicamos, faz anos mais tarde.

Que havemos de fazer? - Pedir desculpa aos dois! E mais nada podemos fazer. Assim se mostra como "errar é humano"!

Boa noite! E cá continuamos a tentar acertar sempre... AH

MAIS FUNCHAL

07.03.17 | asal

ALGUNS PORMENORES

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1 - FARMÁCIA PORTUGUEZA

Esta e a mais antiga farmácia da Madeira, a FARMÁCIA PORTUGUESA (ANDRADE), que foi fundada em 11 de Novembro de 1917 (quase a fazer 100 anos!), situada na zona histórica do Funchal, perto da Sé. Foi criada por António de Andrade Dionísio, e ainda mantêm um cariz familiar. Até 1988 foi seu director técnico o filho do fundador, Dr. José Eleutério Rodrigues Dionísio, falecido nesse ano. Até hoje, a Direcção Técnica está a cargo da bisneta do fundador, Dra. Ana Mafalda Rodrigues.

Farmácia muito conhecida, continua a ter uma relação de proximidade com madeirenses e turistas.

Já são muitos anos a SERVIR a população Madeirense! Como diria o outro: "Muitos anos a virar frangos, e sem queimar as asas!"

NOTA: De propósito, escrevi PORTUGUESA com Z e depois com S, pois é assim que a foto mostra. E ninguém se zanga com estes desacordos na língua!...

 

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 2 - OLHAR PARA O CHÃO

Já olhei para os ambientes, para as árvores, para as festas. Hoje mostro-vos o que vi a olhar para o chão. São pequenos pormenores que passam despercebidos a muita gente. Muitas ruas do Funchal apresentam uma estimada calçada portuguesa, fruto de muito trabalho de desconhecidos calceteiros. A preto e branco, o preto do basalto típico da ilha vulcânica e o branco de pedra importada, surgem-nos desenhos bem significativos. Aí vão alguns que recolhi, uns a apelar à história, outros, à vida vegetal.

António Henriques

 

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AFINAL, SÃO TRÊS!

07.03.17 | asal

Pois é, sempre alerta para nada faltar! E depois faltam-nos dados.

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 Mais um amigo celebra hoje o seu aniversário - o P. Luís Alves, senhor de muita energia e qualidade, a pastorear toda a zona que vai de Sobreira Formosa a Oleiros (quantas paróquias, Luís?). 

Nasceu a 7 de Março de 1960 e trabalha ardorosamente para servir a Igreja de Deus nesta zona do Pinhal.

Aqui ficam os nossos PARABÉNS e votos de muita saúde e felicidade.

PARABÉNS AOS DOIS!

07.03.17 | asal

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Até já juntamos "dois em um" dia! 

 

A celebrar a vida temos hoje o Ernesto Afonso (à direita), que já canta primaveras desde 1952 (ainda um jovem ao pé de muitos de nós!) e que atenderá o tel. n.º 964 243 421 a quem o queira saudar.

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Na foto à esquerda, temos ainda outro jovem, embora mais maduro uns três anitos (se é que três anos fazem diferença!), o José Rodrigues Lourenço, contactável pelo tel. 962 028 857.

 

Aos dois, os nossos PARABÉNS e votos de muita saúde e felicidade.

FEITOS PARA O BEM E PARA O MAL?

05.03.17 | asal

Fomos roubar ao Mário Pissarra uma citação e um seu comentário pessoal que nos pode ajudar a pensar. AH

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CITAÇÃO:

Banalização do mal e da heroicidade ou responsabilidade social?

“Em contraposição à banalização do mal, Zimbardo criou o termo «a vulgaridade do heroísmo»: «Da mesma maneira que acreditamos que em cada pessoa há algo que a leva a fazer o mal, queremos também acreditar que há algo dentro da pessoa que a leva a praticar o bem. É algo que parece óbvio, porém não há evidência convincente que apoie a ideia de que há uma disposição inata para o bem e para o mal e, de forma nenhuma, apenas para o bem. Pode ser que exista, mas precisamos de mais dados concretos antes de nos convencermos disso.
«Até lá, proponho que nos foquemos nas condicionantes do meio ambiente do bem e do mal, que tentemos perceber o que nos rodeia que nos leva a fazer o mal, a ignorá-lo, a ser cúmplices de acções cruéis e assim culpados passivos enquanto outras pessoas agem de forma heróica para ajudar quem precisa.
Estou convencido que é vital que cada comunidade e sociedade promovam nas suas instituições formas transversais para ensinar às pessoas o heroísmo, a importância de praticar mentalmente acções heróicas para poderem defender as causas morais ou apenas ajudar uma vítima necessitada».”
Elsa Punset (2014). O Mundo nas Suas Mãos. Não é magia é inteligência social! Lisboa, Planeta: 123.

 

COMENTÁRIO:

Foi ao assistir ao julgamento do famoso nazi Eichman que ao ouvi-lo justificar as suas acções uma filósofa criou a expressão «banalidade /banalização do mal». Como é que uma homem aparentemente normal justificava com a maior das normalidades as suas acções criminosas? Quem está atento aos media não deixa de estar constantemente a a ser bombardeado com heróis de pacotilha e que, segundo os critérios normais, ficam aquém ou na melhor das hipóteses no limiar da normalidade (quem não se recorda de certas figuras de certos programas de televisão apresentadas como modelos, mas que mereciam mais a repulsa que a admiração?). Independentemente da tese que defendamos sobre o conjunto dos impulsos para o bem ou para o mal que nos constituem, sobre os quais há inúmeras teses e todas elas discutíveis, o autor sublinha a responsabilidade das instituições para nos formarEm para o bem. Não precisamos apenas de pessoas justas, mas também de instituições justas, defende P. Ricoeur.

Mário Pissarra

PARABÉNS!

04.03.17 | asal

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E hoje é o Tobias Delgado!

 

Já vem dos idos de 51, hoje está em capicua, e no Vergão Fundeiro ou na Sertã haverá festa com certeza!

Também nós nos associamos à alegria de mais uma primavera para o Tobias, damos-lhe os PARABÉNS e fazemos votos de muita saúde e felicidade por muitos anos.

Com um abraço da malta...

Contacto: tel. 934 297 787

 

 

ESCREVE O SR. BISPO

03.03.17 | asal

UMA LINDA FLOR PARA CADA MULHER

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Foi a partir de 8 de março de 1857, não sem a repressão da polícia de Nova Iorque, que as mulheres tornaram mais visível a sua luta por melhores condições de trabalho, igualdade de direitos laborais, sociais e políticos. A luta foi prosseguindo e em 1910, na Dinamarca, ficou decidido que o dia 8 de março de cada ano, em homenagem a tal movimento e como forma de obter apoio internacional, seria o “Dia Internacional da Mulher”. As Nações Unidas, porém, só em 1975, durante o Ano Internacional da Mulher, passaram a celebrar este dia, acentuando-se assim as iniciativas relacionadas com a temática: reuniões, estudos, debates, conferências…

Infelizmente, “somos herdeiros de uma história com imensos condicionalismos que, em todos os tempos e latitudes, tornaram difícil o caminho da mulher, ignorada na sua dignidade, deturpada nas suas prerrogativas, não raro marginalizada e, até mesmo, reduzida à escravidão. Isto impediu-a de ser profundamente ela mesma, e empobreceu a humanidade inteira de autênticas riquezas espirituais. Não seria certamente fácil atribuir precisas responsabilidades, atendendo à força das sedimentações culturais que, ao longo dos séculos, plasmaram mentalidades e instituições”. Importante é “olhar, com a coragem da memória e o sincero reconhecimento das responsabilidades, a longa história da humanidade, para a qual as mulheres deram uma contribuição não inferior à dos homens, e a maior parte das vezes em condições muito mais desfavoráveis. Penso, de modo especial, nas mulheres que amaram a cultura e a arte, e às mesmas se dedicaram partindo de condições desvantajosas, excluídas frequentemente de uma educação paritária, submetidas à inferiorização, ao anonimato e até mesmo à expropriação da sua contribuição intelectual. Infelizmente, da obra imensa das mulheres na história, bem pouco restou de significativo com os métodos da historiografia científica. Mas, por sorte, se o tempo sepultou os seus vestígios documentais, não é possível não perceber os seus influxos benfazejos na seiva vital que impregna o ser das gerações, que se foram sucedendo até à nossa. Relativamente a esta grande, imensa «tradição» feminina, a humanidade tem uma dívida incalculável. Quantas mulheres foram e continuam ainda a ser valorizadas mais pelo aspeto físico que pela competência, pelo seu valor profissional, pelas obras da inteligência, pela riqueza da sua sensibilidade e, em última análise, pela própria dignidade do seu ser!” (S. João Paulo II, Carta às Mulheres, 1995,3).
Sentimo-nos gratos ao Senhor pelo seu desígnio sobre a vocação e a missão da mulher no mundo e por aquilo que ela representa na vida da humanidade. Cristo, “superando as normas em vigor na cultura do seu tempo, teve para com as mulheres uma atitude de abertura, de respeito, de acolhimento, de ternura”. A própria Igreja, apesar de, no seguimento de Jesus, muito ter contribuído para a dignificação da mulher e sempre ter defendido a sua igualdade fundamental com o homem, nem sempre esteve bem e, hoje, tem pela frente “questões profundas que a desafiam e não se podem iludir superficialmente” (AE103). Auguramos que a igualdade do género seja defendida e assumida pelas instâncias nacionais e internacionais. Sim, a igualdade de género, a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, “a igualdade efetiva dos direitos da pessoa e, portanto, idêntica retribuição salarial por categoria de trabalho, tutela da mãe-trabalhadora, justa promoção na carreira, igualdade entre cônjuges no direito de família, o reconhecimento de tudo quanto está ligado aos direitos e aos deveres do cidadão num regime democrático” (SJPII, id.4). Igualdade de género não é a mesma coisa que “ideologia do género”. A ideologia do género é perversa, destrói a mulher, destrói o homem, destrói a família, destrói a sociedade. Numa atitude de apreço e de ternura, também nós honramos “na mulher a dignidade que ela sempre teve no projeto e no amor de Deus” e, com palavras de São João Paulo II a quem pedimos que interceda por todos nós, lhe agradecemos:
“Obrigado a ti, mulher-mãe, que te fazes ventre do ser humano na alegria e no sofrimento de uma experiência única, que te torna o sorriso de Deus pela criatura que é dada à luz, que te faz guia dos seus primeiros passos, amparo do seu crescimento, ponto de referência por todo o caminho da vida.
Obrigado a ti, mulher-esposa, que unes irrevogavelmente o teu destino ao de um homem, numa relação de recíproco dom, ao serviço da comunhão e da vida.
Obrigado a ti, mulher-filha e mulher-irmã, que levas ao núcleo familiar, e depois à inteira vida social, as riquezas da tua sensibilidade, da tua intuição, da tua generosidade e da tua constância.
Obrigado a ti, mulher-trabalhadora, empenhada em todos os âmbitos da vida social, económica, cultural, artística, política, pela contribuição indispensável que dás à elaboração de uma cultura capaz de conjugar razão e sentimento, a uma conceção da vida sempre aberta ao sentido do «mistério», à edificação de estruturas económicas e políticas mais ricas de humanidade.
Obrigado a ti, mulher-consagrada, que, a exemplo da maior de todas as mulheres, a Mãe de Cristo, Verbo Encarnado, te abres com docilidade e fidelidade ao amor de Deus, ajudando a Igreja e a humanidade inteira a viver para com Deus uma resposta «esponsal», que exprime maravilhosamente a comunhão que Ele quer estabelecer com a sua criatura.
Obrigado a ti, mulher, pelo simples facto de seres mulher! Com a perceção que é própria da tua feminilidade, enriqueces a compreensão do mundo e contribuis para a verdade plena das relações humanas” (SJPII, id.2).

“MULHER

Um aroma suave
exalou das mãos do Criador,
quando seus olhos contemplaram
a solidão do homem no Jardim!
Foi assim:
o Senhor desenhou
o ser gracioso, meigo e forte,
que Sua imaginação perfeita produziu.
Um novo milagre:
fez-se carne,
fez-se bela,
fez-se amor,
fez-se na verdade como Ele quer!
O homem colheu a flor,
beijou-a, com ternura,
chamando-a, simplesmente,
Mulher!

Ivone Boechat”

Antonino Dias
03-03-2017

ANIVERSÁRIO

03.03.17 | asal

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PARABÉNS, RAUL ALVES FERNANDES!

Aos três de Março de 1950, na povoação de Maljoga, freguesia de Proença-a-Nova, nasceu uma robusta criança do sexo masculino, filha de... e de..., a quem foi dado o nome de Raul Alves Fernandes.

É este homem alto que hoje aqui homenageamos, por fazer parte dos que pisaram os soalhos e campos dos seminários de Portalegre e Castelo Branco em busca de formação, cultura, vocação e melhores dias. (Isto hoje está a correr bem, talvez por estar a vir de outro aniversário  muito importante!...).

Conclusão do escriba: Parabéns, amigo! Ad multos annos... Muita saúde e felicidade!

Contacto: tel.  917 257 052

CARNAVAL TRAPALHÃO

01.03.17 | asal

Ainda a partir da Madeira

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O Carnaval trapalhão foi ontem. Gente não faltou. Montes e montes de gente. Mas as piadas foram poucas e até uma certa desorganização não ajudou. Não faltou o Trump e suas trumpalhadas e o Coelho preso, mas o de cá e que cumpre pena aos fins de semana. Também o CR7 e a D. Dolores Aveiro, vestida de banana, assim como o "fugidos dos impostos" marcaram presença. E a famosa cantora Maria Leal, vedeta regional, se fartou de cantar, com seu pouco jeito, para as autoridades.

Valeu estarmos acompanhados, respirar o ambiente de festa e andarmos metidos no barulho. Depois, terminou tudo no Ritz, com vela acesa e antúrio a sério. O meu gelado estava bom. O resto nem por isso...

 

 

A VINGANÇA SERVE-SE FRIA

Para levarmos boas recordações desta ilha, não podia faltar a Taberna da Poncha na Serra d´Água, com espectaculares alcantilados, e uma subida ao Paúl da Serra para visitar o nevoeiro. E, um pouco mais ao norte, lá fomos visitar o mar de S. Vicente. Um bom passeio de Quaresma, onde só a poncha ultrapassou os limites do permitido!

António Henriques

 

PARABÉNS!

01.03.17 | asal

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MANUEL DOMINGUES, muitos PARABÉNS!

Meu caro, logo no primeiro de Março quiseste sentir a luz e os sons deste mundo. Tal não foi a tua pressa de viver... Este ano estás mal, com as proibições da Igreja, logo um dia de  jejum e abstinência!... Como vais fazer? Como vais celebrar a festa da vida? Di-no-lo.

Da nossa parte, registo os PARABÉNS da malta e os votos de saúde e felicidade por muitos e bons anos. 

Contacto: tel. 960 133 163

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