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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Aniversário

gil dias.png

PARABÉNS, GIL!

Hoje faz anos o António Gil Martins Dias, que é da Isna de S.Carlos e professor em Proença-a-Nova, sendo ainda grande colaborador das nossas iniciativas. 

Aqui deixamos os PARABÉNS do grupo, desejando ao amigo as maiores felicidades e muitos anos de vida. 

Naturalmente, contamos ver-nos na Sertã, por mais razões que as normais. É que este Gil ainda é familiar do P. Manuel Antunes, que vamos homenagear. Ou estarei errado? E já agora, quando chega uma colaboraçãozinha no nosso blogue?

Sem contacto telefónico.

Aniversários

Nos últimos dias, ninguém fez anos. E eu descansei...

Desta vez, são aniversários no plural. E são mesmo três nesta página de encontros vários, que gostamos de ver viva e a celebrar a Vida!avelino.jpg

 

Em primeiro lugar, o menos novo é o P. João Avelino, que nasceu em 1942 e hoje vive o seu 77.º aniversário. Pois, meu caro, PARABÉNS! E que continues a viver com alegria a tua missão ao serviço da comunidade.

E ad multos annos! Quod bonum de te adveniat, beneficium est tibi. É latinório, mas talvez tenha sentido!... "O bem que fizeres reverterá para ti!

Contacto: tel. 962360699

 

 


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Vem depois o António Gil Dias André, que nasceu em 1947, perfazendo 72 de muita vida e felicidade, para além dos achaques que vão aparecendo de vez em quando. 

Meu caro, os PARABÉNS do grupo, que te deseja muita saúde e que sejas feliz.

Contactável pelo tel. 964 670 803

 

 

Finalmente, antunes.jpgcom o mesmo gosto anunciamos as 70 primaveras do António André Canhoto Antunes, que vem de 1949...

Aqui ficam os PARABÉNS dos amigos deste grupo. Sê feliz e que os teus sonhos se realizem.

Contacto: tel. 962 820 024

 

 

Resta dizer-vos que todos vós estais convocados para o Encontro de 18 de Maio na Sertã. Sobretudo, se sentis que a passagem pelo Seminário foi útil e agradável, o que vos torna pessoas gratas e saudosas dos amigos de então e dos nossos professores.

 

Mais imagens da Sertã

Depois da Missa, vamos descer ao povoado!

 

A nossa visita à Sertã deu para acertar os dados e ajudou muito a organizar o Encontro de 18 de Maio. É que agora está tudo combinado para passarmos toda a tarde quase no mesmo lugar. 

IMG_0439.jpg

Descendo pels ruas estreitas da Sertã, chegamos cá em baixo à ribeira e avançamos para a  Carvalha, uma zona muito aprazível, de grandes árvores e até com uma "ponte romana" (!) construída no tempo do domínio filipino. Assim mo disseram...

Passamos pela Biblioteca P. Manuel Antunes, aonde iremos depois do almoço, e vamos diretamente para o restaurante Ponte Velha, que muitos já conhecem e onde nos esperam

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os maranhos e o cabrito. É um amplo salão, onde cabemos bem, mesmo se formos 200! E acham que são muitos? Eu não acho, pois são uns 300 que estão a par das nossas atividades e, se quiserem, podem estar a conviver...

E volto a repetir, esse dia não vai resolver os nossos problemas e preocupações, mas vai ser diferente de todos os outros, sem marasmo nem monotonia, cheio de alegria e das recordações do nosso passado, onde se estruturou o nosso caráter... Nesse tempo, havia amizade sem competição e lá aprendemos a servir e ajudar os colegas. Os escuteiros tinham mesmo o lema "Sempre alerta para servir!".

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Este restaurante está colado à Casa da Cultura, onde vai decorrer a sessão da tarde. 

E que belo espaço vamos encontrar. Basta olhar para esta foto.

Ali ouviremos falar do P. Manuel Antunes e de outros temas inscritos no programa. Não vou pormenorizar...

Ficamos hoje por aqui. Recomendo só que vejam mais umas cinco ou seis fotos deste lugar. A.H.

 

Curiosidade de café

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Esta manhã, enquanto tomava o café e ia fazendo a minha leitura matinal, abeirou-se de mim um frequentador do mesmo café e perguntou-me: «porque é que o senhor lê tanto? É que o encontro aqui, quase todos os dias, e está sempre aqui tão cedo. A esta hora só passam por aqui as pessoas que vão para o trabalho.»

Sabe, respondi-lhe, eu gosto muito de conversar e agora já é difícil encontrar pessoas com tempo para conversar, trocar ideias ou discutir. Já reparou que cada um está de volta do seu telemóvel, mesmo enquanto espera pelo pequeno-almoço ou enquanto bebe o café. Não ficou muito convencido com a minha explicação.

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Então acrescentei: além disso, ao ler tenho sempre oportunidade de conversar com o autor e, nalguns livros, com as suas personagens. Não só converso como discuto e, por vezes rebato os seus argumentos. Até me acontece tomar o partido de uma personagem contra outra e simpatizar com algumas e detestar ou condenar outras.

Nunca tinha pensado nisso, ripostou e partiu desejando-me boas leituras, pois, também ele devia ter o telefone à espera e estar cheio de pressa.

Nem deixou explicar-lhe que quando se tem um bom livro à mão nunca se está só ou sofre de solidão. Muito menos me deu tempo de lhe explicar que foi através da narração de histórias que a mais bela jovem de As Mil e Uma Noites pôs termo à matança das jovens virgens. Esta obra revela a coragem e a inteligência de uma mulher que, através da sua enorme capacidade de contar histórias, consegue aplacar a ira e a raiva de um rei traído pela maldade e infidelidade de outra mulher. Sherazade, a heroína desta obra clássica contou na primeira noite uma história tão bela que deixou o rei preso às suas palavras e, quando a manhã interrompeu a narrativa, disse-lhe que o que havia contado não se comparava com o que teria para lhe contar na noite seguinte. Desejoso de saber a continuação da história, Schahriar, o temível rei, permitiu que Sherazade vivesse mais um dia e, depois, outro dia e, ainda, outro dia... E o poder da palavra, o poder encantatório de contar histórias prolongou-se por mil e uma noites …
Mário Pissarra

Mais fotos da Igreja

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Já dei algumas informações, que hoje completo, sobre a manhã do dia 18 de Maio, toda ela a decorrer no alto da Sertã: a receção no largo da Igreja, os abraços iniciais, o pagamento do almoço e a Eucaristia, concelebrada pelo Sr. Bispo e sacerdotes.

Aquele espaço é acolhedor, tem sombras e permite alargar a vista pelos verdes ao longe. Até tem alguns bancos!

Da Igreja já falei e hoje repito que o que mais me chama a atenção é todo aquele conjunto de tapetes de azulejos

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azuis e amarelos que cobrem as paredes de todo o conjunto. Depois, também sobressaem as colunas e arcos góticos a separar as três naves do corpo da igreja. É visível na capela-mor um bom cadeiral dos dois lados, em que antigamente se cantava o ofício divino.

Durante a Eucaristia, estarão disponíveis envelopes para fazermos a nossa oferenda para a diocese, que noutros tempos investiu em cada um de nós. Há alguns anos que este gesto se mantém. É o nosso obrigado e um contributo para as necessidades da diocese.

Também na sacristia podemos admirar uns belos gavetões para as alfaias litúrgicas e um grande quadro a óleo.

As fotos seguintes, em galeria, ilustram melhor o meu texto. A. H.

 

Lista de inscrições

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ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS

DA DIOCESE DE PORTALEGRE - CASTELO BRANCO

 

                     COMISSÃO ANTIGOS ALUNOS SPCB

                          (comasalpcb@gmail.com)

                              (asal.mail@sapo.pt)

 

 

Caros Amigos,

 

Aproxima-se o ENCONTRO DA SERTÃ, a 18 de maio de 2019 (sábado), que a Comissão deseja e espera que fique gravado na nossa memória, individual e coletiva, como ao longo dos anos tem acontecido.

 

Vamos conviver, lembrando os nossos tempos de jovens estudantes e vamos cumprir um Programa todo ele voltado para a figura do Pe Manuel Antunes, um dos grandes pensadores portugueses do século xx, natural da Sertã, a quem prestaremos homenagem.

 

Toda a prioridade vai ser agora dada ao Encontro da Sertã, pelo que a Comissão pede a todos os antigos alunos que o divulguem junto dos amigos mais próximos, porque todos nunca seremos demais para alimentar o espírito associativo que nos anima.

 

Já temos 81 inscritos para o Encontro cuja lista se publica de seguida e lembramos que as inscrições poderão ser feitas pela forma seguinte:

 

  1. Através do e-mail da Comissão (asal.mail@sapo.pt ou comasalpcb@gmail.com), blogue “Animus Semper”, facebook “Animus Semper Antigos Alunos”.
  2. Por telefone para os seguintes membros da Comissão: João Heitor (967 421 096); Joaquim Nogueira (919 482 371); António Henriques (917 831 904); Florentino Beirão (964 819 423); Joaquim Mendeiros (969 015 114), Martins da Silva (965 026 324).

 

INSCRIÇÕES

 

Abílio Cruz Martins (2)

Alberto Duque (2)

IMG_0424.jpg

Alexandre Nunes (2)

Alexandre Pires (2)

Aníbal Henriques (1)

Antonino Dias (1)

António Colaço (2)

António Henriques (2)

António José Pires (2)

António Manuel Silva (1)

António Martins da Silva (2)

António Patrocínio (1)

António Pequito Cravo (2)

António Pires da Costa (2)

António dos Reis (1)

António Rodrigues Lopes (2)

Arménio Silva Duque (1)

Armindo Luís (2)

Augusto Pissarreira (1)

Augusto Rei (2)

Carlos Diogo (2)

Carlos Filipe Marques (1)

Carlos Tavares (1)

Daniel Santos Almeida (1)

Fernando Leitão Miranda (2)

Florentino Beirão (1)

Francisco Correia (2)

Francisco Simão (2)

João Chambel Isidro (1)

João Correia Neves (1)

João Torres Heitor (2)

João Oliveira Lopes (2)

João Pires Antunes (1)

Joaquim Mendeiros (2)

Joaquim Nogueira (2)

José Alves Dias (1)

José Alves Jana (1)

José Antunes Figueira (1)

José Cardoso Bairrada (1)

José Castiço (1)

José de Jesus André (1)

José Maria Lopes (1)            

José Maria Martins (1)

José Ribeiro Andrade (2)

José Ventura (1)

Lúcio Serras Lobato (2)

Manuel Bugalho (2)

Manuel Domingues (1)

Manuel Inácio (2)

Manuel Pires Antunes (2)

Manuel Pires Marques (2)

Saúl Valente (1)

Tobias Delgado (2)

TOTAL – 81

Saudações Associativas

(A Comissão Administrativa, em 14 de abril de 2019)

Imagens da Sertã

Fomos ontem à Sertã para olharmos aos pormenores que preenchem o nosso Encontro de 18 de Maio.

Aproveitámos IMG_20190412_155318.jpgpara colher imagens que nos ajudem a apreciar à distância os espaços que nos vão receber. E, na verdade, os ambientes são acolhedores.

 

Hoje mostro a parte alta da Sertã, com a sua igreja já velhinha, em que os arcos góticos nos atiram para o séc. XV (inscrição com a data de 1442). Igreja de três naves, dedicada a S. Pedro, sobressaem os tapetes de azulejos a cobrir todas as paredes, ali colocados no séc. XVI. Também chama a atenção o teto em madeira com caixotões pintados.Verdade, já é evidente a necessidade de uma profunda restauração e eu não sei onde se vai buscar o dinheiro para tal! Pode ser que o euromilhões de Cernache ainda chegue a esta obra... Destaque ainda para os altares barrocos que podemos admirar. O órgão ali está à vista e o José Ventura ainda o experimentou.

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ATENÇÃO: no largo à volta da Igreja, onde até se encontra um lindo coreto, vamos fazer a receção dos "encontristas", abraçar-nos e lembrar outros tempos. Os carros hão-de estacionar ali perto, junto do Mercado Municipal.

Daquele lugar sobranceiro, vemos em frente o castelo da Sertã e o casario misturado com os verdes à distância. Lá em baixo, corre a ribeira da Sertã, de águas calmas.

O pequeno vídeo que mostro foi elaborado automáticamente pelo Google. Eu aproveito-o para aqui. Poupa-me trabalho!

A. H.

 

Aniversário

Armindo Dias1.jpeg

Hoje, 13/04, é o aniversário do Armindo de Jesus Dias!

  

Nascido em 1952, são assim 67 anos, o que representa já uma boa idade!

E por aí anda a fazer pela vida, não esquecendo os amigos e o nosso grupo.

E nós alegramo-nos contigo, Armindo! Parabéns e votos de longa e feliz existência.

Vemo-nos, decerto, na Sertã em 18 de Maio. Vamos rever amigos e agradecer o muito que por nós fizeram aqueles professores e aquela instituição. Ao Seminário devemos muito daquilo que hoje somos. Na Sertã vão estar aqueles que, de coração limpo, gostam dos amigos da juventude e querem revê-los, antes que não haja mais essa possibilidade. Alguns já se foram...

Contacto: tel. 917 237 023

 

Palavra do Sr. Bispo

EH, PÁ!... COMO A VIDA ESTÁ DIFÍCIL, PÁ!...

1.jpg

 

O texto base duma formação que teve lugar entre nós, recordava a pedagogia das perguntas como pedagogia também de Deus. De facto, Deus, na Sua proximidade e condescendência, usa uma pedagogia insuperável. As perguntas que faz ao homem, embora algumas já venham das origens, são perguntas sempre novas, atuais e atuantes. O homem precisa constantemente de ser alertado e chamado à razão, é frágil, deixa endurecer o coração e mete-se por vielas que não conduzem a bom porto. Lá nos princípios, Deus pergunta pelo homem. Não porque, por descuido ou esquecimento, o tivesse perdido em qualquer festa ou praia deste globo terráqueo ou o tivesse deixado cair por um qualquer buraco negro de alguma galáxia. Mas porque o homem, puxando pelos seus galões e insignificâncias, saiu da casca e sentiu-se perdido no meio das suas ambições de grandeza. “Onde estás?”, perguntou Deus ao homem e o homem respondeu: “Ouvi os Teus passos no jardim: tive medo, porque estou nu, e escondi-me”. Deus continuou: “E quem te disse que estavas nu? Acaso comeste da árvore da qual Eu te tinha proibido comer?” O homem respondeu: “A mulher que me deste por companheira deu-me o fruto, e eu comi”. Deus disse à mulher: “Que fizeste?” A mulher respondeu: “A serpente enganou-me, e eu comi” (Gn 3, 9-13). Infelizmente continua a ser assim. Confiante em si próprio, o homem quase sempre se embandeira e, cheio de nove horas, age mal, transgride, envergonha-se, esconde-se, desculpa-se, culpa os outros, não assume as suas responsabilidades, gera a instabilidade nesta Casa Comum da qual até há quem se julgue dono e senhor, por egoísmo e coisas mais do mesmo saco. Buscando tantas razões sem razão, o homem acaba por sentir “passos” pesados na sua consciência. Com certeza que ao serem expulsos daquele jardim belo e aprazível como cada um o queira imaginar, e sabendo que teriam de aceitar as consequências da sua aventura, com certeza que - embora não conste lá no Livro! -, com certeza que teriam sido os primeiros a dizer um ao outro, de lágrimas nos olhos e a toque da espada flamejante: “Eh, pá!... como a vida está difícil, pá!...”. Se a vida ficou difícil para eles, também não ficou fácil para nós. Também nós vamos penando as passas do Algarve, mesmo que ande por aí gente a dizer que nunca nada esteve tão bem como agora!... Muita coisa melhorou, sim, parabéns por isso e que Deus ajude quem faz o bem sem olhar a quem. Tais melhorias, porém, fazem-nos esticar os olhos e os ouvidos até às periferias que são muitas e diversas e não deixam de continuar a colocar-nos a pergunta: onde está o teu irmão? O que é que lhe fizeste ou deixaste de fazer? (cf. Mt 25, 31-46). Onde está o teu irmão que caluniaste, humilhaste e destruíste, o que abandonaste no lar, no hospital ou na cadeia, o que não tem emprego, nem casa, nem pão, nem dinheiro para pagar a água, a eletricidade, a saúde, a roupa, a educação dos filhos e tudo o mais cuja míngua o conduz à morte lenta e sofrida? “Onde está o teu irmão?” Alguns também responderão: “Não sei. Sou, porventura, o guarda do meu irmão?” Mas Deus insiste: “Que fizeste? Ouço o sangue de teu irmão, clamando da terra por mim...” (Gn 4, 9-10). O homem sem coração, fazendo de conta que nada tem a ver com o outro, fecha-se no seu casulo ou exige só para si, cultiva a inveja e a dor-de-cotovelo, fomenta guerras, constrói muros, sequestra, viola, tortura, trafica, vende pessoas, assalta, explora, escraviza, trafulha, suborna, corrompe, instrumentaliza, sente-se dono, ignora os gritos de migrantes e refugiados, mata em família por indiferença e abandono, por violência, aborto e eutanásia, faz das crianças reféns ou moeda de negócio para satisfazer caprichos de pais ressentidos em acordos de separação... E está tudo bem? Nunca nada como agora? Sim, se nos fizermos surdos ou indiferentes. Mas Deus continua a perguntar-nos: “Onde é que tu estás?” “Por onde é que tu andas?” “O que fizeste?”. E insiste que ouve os gritos dos nossos irmãos a quem até chama pelo nome: “Onde está o teu irmão Abel?”. De facto, os outros incomodam muita gente. Fazem ouvir “passos” pesados naquelas consciências que de jardins belos e floridos já nada têm. Porque acham que a culpa é só e toda dos pobres e miseráveis, dos excluídos e até dos governos, porque se julgam superiores e assumem que isso nunca lhes acontecerá, essa gente sente-se incomodada por aqueles que gritam e reclamam justiça. Mesmo assim, muitos, e sem emenda, esquecendo a economia social e que os outros também são gente, continuam a agir como donos, não desistem de fazer valer e impor a “economia que mata”: diminuem as medidas, aumentam os pesos, viciam as balanças, compram os fracos por dinheiro e os necessitados por um par de sandálias, fazem do direito um veneno e do fruto da justiça um amargor, aceitam subornos e enganam os necessitados (cf. Amós, 5.8). Mas também os que teimam em remar contra essa maré incomodam muito e muita gente, a mesma gente. Já o Livro da Sabedoria aponta este pensar e agir: “Armemos ciladas ao justo, porque nos incomoda e se opõe às nossas obras. Censura-nos as transgressões da Lei e repreende-nos as faltas de educação. Declara ter o conhecimento de Deus e chama-se a si mesmo filho do Senhor. Tornou-se uma censura viva dos nossos pensamentos e até a sua vista nos é insuportável. A sua vida não é como a dos outros e os seus caminhos são muito diferentes. (...) Provemo-lo com ultrajes e torturas, para conhecermos a sua mansidão e apreciemos a sua paciência. Condenemo-lo à morte infame...” (Sab2). 
A história do mundo vai-se desenvolvendo assim, conjugando o poder de Deus, o bem e a maldade dos homens. No entanto, mesmo que o homem perca as estribeiras e se torne lobo do outro homem, Deus não se ressente nem o abandona. Rico em misericórdia, até enviou o Seu Filho para que o homem se direcione de novo e prossiga em paz nos caminhos do bem e da fraternidade. Nesta caminhada, porém, Jesus também nos faz perguntas, muitas perguntas, perguntas claras e diretas. Às portas da Semana Santa em que celebramos a Sua Paixão, Morte e Ressurreição, e na qual muitos irão, por certo, participar, apenas recordo, para mim e para ti que me lês, três dessas perguntas de Jesus que vão ao encontro de saber se verdadeiramente O conhecemos, amamos e Lhe agradecemos: “Quem dizeis que Eu sou?” (Lc 9, 20); “Tu amas-Me?” (Jo 21, 16); “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão?” (Lc 17, 17-18).

 

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 12-04-2019.

Foi bom ir à Sertã

1.jpg

Da Sertã para o mundo...

Foi este o grupo dos que hoje estiveram na Sertã com o P. Daniel a ultimar todos os pormenores. Eu tirei a foto!

E valeu a pena. Vamos fazer algumas alterações, mais favoráveis para aqueles que se queixam de artrites ou artroses. Os espaços são bons e próximos uns dos outros.

Brevemente daremos mais informações. 

Sertã está a preparar-se para ser um Encontro memorável.

AH

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