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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Aniversário

Manuel Marq, Pires.png

PARABÉNS, MANUEL MARQUES PIRES!

 

Mais novo que eu, este amigo nasceu em 1942. Frequentou os 12 anos do Seminário e cedo fez crescer uma costela germânica que o marcou ao longo da vida. Hoje, dia 25, faz 76 anos.

Serviu a Diocese e foi mesmo laureado com o título de cónego. A saúde é que não ajudou e presentemente vive jubilado na zona de Portalegre, a abraçar com dor as agruras da vida. Assim tenho ouvido, e peço desculpa se estou a errar. Ainda tentei telefonar-lhe ontem, mas ele não atendeu o telefone.

Aqui deixo os PARABÉNS dos colegas do seminário, desejando ao Sr. Cónego saúde, felicidade e boa disposição. Deus te abençoe!

Herzlichen Glückwunsch und die besten Wünsche!

Contacto: tel. 932 766 852

Seremos todos Don Juan?

Princípio do prazer

Pissarra.jpg

  

Hoje, pela manhã, passei pela zona comercial da cidade. Entretive-me, alguns minutos, a observar uma criança a jogar à bola no seu interior. De vez em quando, a bola ia bater nos expositores de venda e nos produtos expostos. A mãe limitava-se a dizer: cuidado! Mas ele continuava a jogar. Não se pense que foi a primeira vez que observei tal comportamento. Aconteceu que, em certas ocasiões não me contive, e chamei a atenção dos pais. Nem sempre fui bem recebido.

O não contrariar a criança, o elogio da espontaneidade e a condenação da repressão --esse diabo à solta, esse papão sempre pronto a atacar e a mãe de todas ameaças infantis --, o não saber dizer não e a divinização do «é proibido proibir», etc., tem as consequências que todos conhecemos na educação, nos comportamentos em sociedade e na submissão futura dos pais aos caprichos e frustrações dos filhos. Mesmo que os pressupostos possam ser discutíveis, as consequências estão à vista.

Ao dirigir-me para casa, dei comigo a pensar na tirania do desejo. A criança que não é contrariada, que não aprende os limites do viver com os outros e na sociedade, tende a viver sob o império do desejo. No império do desejo só há uma lei: a sua satisfação aqui, agora e já! Tudo o resto, não existe. Neste império, ensinou-nos Freud, não há superego (conjunto das imposições sociais), nem tão pouca a actividade racional do ego. Reina a tirania do princípio do prazer, pois o princípio da realidade está ausente ou é expulso pela complacência e passividade dos pais. Não há censura.

O toxicodependente é também uma pessoa que vive no império do desejo. Na fase inicial pelo prazer que as drogas proporcionam. Como o desejo é, por natureza e como os gregos nos ensinaram, insaciável. Assim nessa busca de prazer o caminho lógico é aumentar a quantidade ou a qualidade para manter ou fazer crescer o efeito. Numa segunda fase, em que a vontade já é por si só impotente para reverter a situação, o ciclo reverte-se, as drogas são tomadas para impedir a dor da ressaca e os sintomas da carência.

A dúvida chegou quando cheguei ao Don Juan. O estudo do filósofo dinamarquês, S. Kierkegaard, ensinou-me que o estado estético da vida consistia em viver a saltar de prazer em prazer e era tipificado na personagem de Don Juan. Era uma forma inferior de vida, segundo ele, ao estado ético, ilustrado por Sócrates e incomparável ao comportamento de Isaac, exemplo do estado religioso. Aparentemente, a nossa sociedade, que apelidamos de hedonista, faz a apologia do estado estético. Este borboletear de prazer em prazer, pelo prazer do prazer, está pouco aberto a imposições sociais. Regras, constrangimentos ou ideais.

Como à criança, muitas vezes, o que lhe interessa é a compra da coisa e não a coisa, o D. Juan não lhe interessa a mulher conquistada, mas a conquista. Com os pensamentos ensarilhados e as ideias assanhadas, sob a ameaça da pergunta « no nosso tempo e na nossa sociedade, seremos todos Dom Juan?», cheguei a casa.

Eram horas de fazer o almoço. Não pude continuar. A cozinha é um lugar onde, frequentemente, é difícil resistir ao princípio do prazer. Desenvencilhar estes pensamentos e ideias, naquele lugar, é um sacrilégio.

Mário Pissarra

Ir a Marrocos

Tó Manel.jpg

Perder e ganhar em Alcácer-Quibir...

 

MUDAM-SE OS TEMPOS?


No dia 04 de Agosto de 1578, nos campos de Alcácer Quibir, D. Sebastião tinha milhares de mouros armados e zangados prontos a “tratarem da saúde” aos cristãos que rodeavam o seu rei.
No dia 18 de Setembro de 2018, os cristãos tiveram a ajuda, a recepção no salão nobre da autarquia e direito a um sublime e refrescante chá quente de hortelã.
Há 440 anos os cristãos foram a cavalo e a pé, agora chegaram de autocarro com ar condicionado e até poderiam ter ido de comboio. Na época, o chão era deserto. Agora, com água chegada nos canais, a agricultura vai-se fazendo.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades… E as tecnologias.
Afinal, talvez mesmo em tempos de antanho a inimizade entre os povos mouros e cristãos não fosse tão estrutural como agora se diz. E se fosse apenas a ambição das elites a levarem os povos para as guerras? (Tal como agora…)

Aos dezoito dias do mês de setembro de 2018, finalmente no sítio da batalha de Alcácer Quibir! (Afastado da cidade de A. Quibir.)
Custou, mas foi! Em vez dos exércitos “mouros”, as autoridades locais, com muita criançada, desta vez brindaram os “cristãos infiéis” com simpática recepção, com chá de hortelã, no salão nobre do município.
Ao chegar, veio-me à lembrança a letra da conhecida canção de José Mário Branco: “Eu vim de longe, de muito longe. O que eu andei pr’aqui chegar!”
Brevemente mais notícias …

António Manuel Silva

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e ar livre

 

 

Mais um almoço

Com figos e tudo... 

21-09.JPG

 

Olha, estávamos 13! Para não haver qualquer azar deixámos ficar o prato do lugar 14!
O Mendeiros levou os figos. Mas que ricos figos.... bem escolhidos, melhores que os anteriores.
O Manel Pereira teve que se ausentar antes de terminado o repasto, por isso não está na foto que foi tirada pelo João Lucas..
Também teve que se ausentar antes da foto o Zé Duque que hoje apareceu "desfardado".
Pode ser que o Mendeiros ainda te envie um texto. Das fotos que enviei, escolhe uma que te pareça melhor. O Fotógrafo é que pôs contra a luz.
Um grande abraço.
Manel Pires Antunes
 
Sim, fico à espera de outro texto. AH
 
E aqui vai o texto prometido:
 
Joaquim Mendeiros PedroComi uma massada simplesmente deliciosa que uma pitada de piripiri me embalou para mais um copinho de tinto. Foi um belo almoço para comemorar os 60 anos de casados da Margarida e do Heitor que por razões de saúde não puderam estar connosco em carne e osso. O espírito, esse, esteve lá. Depois da festa fui ter com o Armindo Dias, recentemente aposentado, a Carnaxide, e dali seguimos para Alfragide, ao encontro do Pe Daniel no seminário dos Dehoneanos, para vermos as hipóteses de ali celebrarmos o São Martinho. As instalações são ótimas, mas têm a lotação esgotada para os dias que nos interessam. Vamos ver o que se poderá arranjar em data próxima. Há por aí outras sugestões?

Palavra do Sr. Bispo

UM BLÁ BLÁ POR UM MELHOR ALENTEJO

1.jpg

 

 

Nesta semana, em Portalegre, ouvimos o Senhor Presidente da República, sempre presente e oportuno, e muitos outros especialistas falar de coisas e loisas nobres deste interior alentejano. Foi todo o dia e sem intervalos, já doía a cadeira. À falta de um dos três Ministros anunciados, ironizou-se, delicadamente, que tinha ido promover a agricultura a Angola. De facto, foi anunciar o apoio de 60 milhões de euros de fundos comunitários aos agricultores angolanos. Acreditamos que não seria por sentimentos de paternalismo ou de proteção nem pelo facto de os considerar pobres e desgovernados. Mas que a alta política tem lógicas, mecanismos e procedimentos que a nós, cá na província, é preciso fazer desenho para se explicar bem e fazer entender, lá isso é. Não é fácil de enxergar. 
Na prática mais prática, este interior faz acrobacias para atrair verdadeiramente quem o possa estimular e ajudar a dar volta ao texto. Sabe que está esquecido, não sei se abandonado. Tem a consciência de que, cada vez com menos votos, por mais otimista que seja, dificilmente irá ver a luz ao fundo do túnel. 
Em discursos e debates, porém, não há rincão deste país que lhe passe a perna. É sempre muito aplaudido e elogiado pela diversidade dos seus recursos, potencialidades e beleza por todos quantos querem mostrar saber e fazer figura por estas bandas! Mas pobres de nós os alentejanos por nascimento ou adoção!... Sei que não foi por mal, mas foi uma frase que me fez saltitar as vísceras e pular na cadeira. Alguém citou, com certeza sem querer dar ares de sabido nem nos querer dizer que somos os grandes preguiçosos de Portugal, alguém citou o que John Kennedy havia dito aos americanos: “Não perguntes o que a tua pátria pode fazer por ti. Pergunta o que tu podes fazer por ela”. Embora entenda o positivo de tal afirmação, naquele contexto em que até alguns aproveitaram para fazer propaganda política, foi, no meu pensar, mais um caneco de água fria a esmagar silenciosamente o entusiasmo inicial dos presentes, gente empreendedora, empenhada e sacrificada sem necessidade de grandes lições neste campo, mas com necessidade de se sentir reconhecida, estimulada e apoiada. Estavam também ali os autarcas concelhios e de freguesia do distrito, gente empenhadíssima e persistente no cuidar da qualidade de vida das suas gentes. Não se tratava de saber o que cada um pode fazer pelos outros e pelo país. Ali tratava-se de saber o que é que o governo que tudo centraliza, tem centralizado e não tem pressa em descentralizar, o que é que o governo pode e tem planeado fazer por esta gente, para que não desapareça, para que possa viver com esperança e dignidade, para que possa associar-se com gosto e determinação às tarefas que o futuro aponta e exige. Era um auditório de elite e de calos nas mãos há muito comprometida no desenvolvimento da região apesar de tantos cardos e espinhos, dificuldades e burocracias. 
Felicito todos os intervenientes pelo seu testemunho e pelo rasgar de horizontes, embora, como é natural, me revisse mais numas do que noutras comunicações. Fosse qual fosse o ponto de vista abordado, fosse qual fosse o entusiasmo com que era exposto e apontado o caminho a seguir, houvesse ou não discordância mais ou menos determinada, todos tinham um objetivo comum: um melhor Alentejo. Foi de aplaudir!
Não seria tanto para isso, mas é verdade que nada de concreto e substancial saiu dali, quer como resposta ao que os alentejanos, desde há muito e por muitas vezes reiterado, têm como necessidade premente para um maior desenvolvimento da região, quer como incentivo à resistência destes alentejanos que se sentem escoados de massa crítica, da traquinice e sonho juvenil e de braços para o trabalho. A maior parte da gente que rodeia os que enchiam o auditório está já no render da guarda. Trabalhou muito, sofreu muito, não se divertiu muito, não se aposentou cedo, vive sem reservas e de economias apertadas, está cansada e a precisar de descanso, apoio e paz. Além disso, como toda a gente sabe e os jovens não ignoram, ninguém tem vocação para mártir. O martírio pode acontecer se tiver de acontecer. Não se provoca, não se procura, não se aguarda pacientemente. Por isso, embora com pena, se não há perspetivas de futuro, os jovens vão em busca de novos poisos e possibilidades. Quem o não faria, o não faz ou virá a fazer?..
Parabéns ao “Movimento de Cidadania Melhor Alentejo” pela reiterada e primorosa organização e pela elevada qualidade da iniciativa. Renovaram a nossa confiança no adágio: água mole em pedra dura tanto dá até que fura! Não há no país, com certeza, muitos movimentos destes a provocar o debate com nível e a fazer crescer a cidadania de que tanto precisamos. Na verdade, é preciso dizer e gritar bem alto que estamos vivos, somos gente, estamos aqui. Sobretudo quando a comunicação social de influência e a gente da esfera do poder estejam muito ocupadas com outros afazeres ou tenham outros centros de interesse. 
Embora entendamos que, por vezes, não há qualquer outra alternativa, as solicitações são muitas, achamos que não é muito curial que os responsáveis convidados e a constar no programa venham apressadamente falar de cima para baixo e logo se ausentem dos debates que lhe dizem respeito em virtude das áreas a que presidem. A sua presença, mesmo que sem soluções para as coisas tratadas, o que é normal, é sempre manifestação de comunhão junto do povo e de interesse na busca comum do melhor para o país. E lá pelos intervalos sempre haverá espaço para umas selfies a fazer memória da efeméride.

Antonino Dias 
Portalegre, 21-09-2018

60 anos de casamento

Almoço especial

Amanhã, sexta-feira, 21, temos Parreirinha com figos para delícia dos apreciadores. Vamos ter oportunidade de falar sobre o futuro almoço de enguias ali para os lados de Sarilhos, também para apreciadores e do São Martinho que já está aí à porta e vamos felicitar a Margarida e o Heitor pelos 60 anos de casados!

Aqui deixo um desafio ao A. Henriques para alegrar a festa no Blogue e no Facebook comemorando este aniversário de casamento com especial carinho !

60 anos de casamento é obra! Até amanhã, companheiros.

Joaquim Mendeiros 

Margarida Heitor.jpg

 

 João Heitor2.jpg

Pois é, a Margarida esconde-se um pouco na sua humildade, mas mesmo assim consegui colocar os noivos a olhar um para o outro, pois não tinha foto dos noivos em conjunto. Como diz o Mendeiros, sessenta anos de casamento é obra... Vamos alegrar-nos com a festa deste casal, que há mais de 50 anos acompanham e animam o Grupo dos Antigos Alunos da diocese de Portalegre e Castelo Branco, ele sempre na primeira linha, convocando os colegas, preparando todos os Encontros... Agora, a provecta idade já não lhes permite estar à frente, mas mesmo assim, com sacrifício pessoal não deixam de estar presentes. A Margarida passa por uma fase difícil, com as quedas que partem pernas... Desejamos-lhe rápida recuperação...

E aos dois aqui deixamos os nossos PARABÉNS NA SUA BODA DE DIAMANTE. Sejam muito felizes ainda por muitos anos.

NOTA: E a festa acontece logo no dia em que eu não posso estar na Parreirinha. Prometo ver-vos em breve.

AH

Aniversário

Jorge Nogueira.jpg

Mais um aniversariante, dos que este ano engrossaram a nossa lista. 

 

Trata-se do Jorge Miguel Farinha Nogueira, da Sertã,  nascido em 21 de Setembro de 1972.

Cursou Teologia na Universidade Católica e dedica-se ao ensino no Agrupamento de Escolas Luís de Camões, zona de Lisboa.

Vive no Carregado, aqui bem perto dos nossos encontros na região de Lisboa. Quando o teremos a conviver connosco?

Ele, que é da Sertã, estará lá em Maio/2019, 3.º sábado?

Tantas interrogações e só ele pode responder...

Amigo, PARABÉNS neste dia especial. Que sejas muito feliz, com uma longa e saudável existência.

Contacto: tel. 919 484 603

Parabéns, Sr. Cónego!

A. Assunção.jpeg

 ANIVERSÁRIO

Completam-se hoje os 67 anos do nosso amigo, Cón. António Leonor Marques Assunção, nascido em 1951.

Muitas vezes participa nos nossos encontros, vivendo como nós as peripécias do grupo. Na sua presente missão, é Pároco de Cardigos, Carvoeiro e Envendos, Membro do Cabido e do Conselho Presbiteral e ainda Director do Secretariado Diocesano de Liturgia, o que esperamos não obste à sua presença na Sertã no encontro de 18 de Maio de 2019.

E acompanha a vida do grupo e do nosso blogue com comentários frequentes. Ainda ontem ele apareceu a elogiar a eleição do António Joaquim Pissara para Presidente do Supremo Tribunal da Justiça.

Pois, caro amigo, damos.lhe com alegria os PARABÉNS do grupo dos antigos alunos, com votos de longa vida com saúde e satisfação pessoal, de modo a realizar seus objectivos. "Ad multos annos!"

Contacto: tel. 965157256

 

Vitor Fazenda.jpg

 

Acabo de saber que há outro ex-seminarista a fazer anos hoje. É o Vitor Manuel Lopes Fazenda, de quem pouco sabemos. Vive em Escalos de Baixo, é sportinguista... Do seu Facebook não retiro mais...

Já lhe pedimos amizade para a nossa página do Facebook.

Ficam aqui os PARABÉNS DESTE GRUPO, com votos de muita saúde e longa vida.

Esperamos que o Vítor apareça...

 

Notícia de última hora

joaquim-picarra.jpg

 ELEIÇÃO MUITO ESPECIAL

É com muita alegria que soubemos da notícia: o António Joaquim Pissarra foi escolhido para Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, numa eleição que não precisou sequer de uma segunda volta.

É irmão do Mário Pissarra e também andou nos Seminários de Gavião e Alcains. Parabéns a este homem brilhante, neste momento a quarta figura na hierarquia do Estado. E votos de muito sucesso...

Ler a notícia desenvolvida pelo "Observador", clicando no link abaixo.

 

https://observador.pt/2018/09/18/juiz-antonio-joaquim-picarra-e-o-novo-presidente-do-supremo-tribunal-de-justica/

Figueira, figos e outras conversas

14-09-18.JPG

 

São sempre agradáveis os momentos que desfrutamos na Parreirinha de Carnide, do Sr. Manuel da Sertã, terra que vai ficar na nossa história com o Encontro de Maio/2019, no terceiro sábado.

Ontem, dia 14 de Setembro, não foi diferente. Éramos sete os convivas que apareceram. De novidade, a presença do casal Adelina e Joaquim Mendeiros, que há algum tempo não víamos, eles que se entretêm com os netos e com a casa do Alentejo, no Monte da Pedra. E não só, que o resto é trabalho e não vale a pena insistir nele...

Para consolo dofigos.jpgs presentes, os nossos amigos também trouxeram uma carrada de figos pingo-mel e capa rota, colhidos fresquinhos nos terrenos do Zambujal e que nos deliciaram.

Quem mais apreciou a prenda foi o Figueira, o Zé Figueira, este octogenário de nome de árvore mas sem figos. Bem nos rimos com a falta de produção do rapaz, ele que aproveitou o momento para encher os espaços vazios do estômago com tão gostosa iguaria, tão próxima de si, mas só etimologicamente.

Continuando, a presença do Mendeiros traz sempre motivos de sobra para darmos uns passos mais na preparação das próximas actividades do nosso grupo. Novembro é já próximo. Vamos tratar do Magusto na Senhora da Rocha ou noutro local que melhor nos sirva. Aquele espaço obriga a muito trabalho e talvez seja melhor optarmos por melhores instalações... Começámos a ver onde poderá ser...

Figueira José.jpg

 

E uns almoços extra? Falou-se há tempos numa ida às enguias... Haverá interessados?

Também há gente com vontade de dar por aí uns passeios de fim de semana. Diz o Mendeiros que autocarro e guia turístico se arranjam com facilidade.

Os dias de praia estão a esgotar-se... Podemos agora virar-nos para outros interesses. Boa-tarde!

AH

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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