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Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Animus Semper

Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco

Dias bonitos

Os dias têm-me corrido de feição, graças a Deus.

Ontem pude almoçar com o João Farinha Alves, em Setúbal, o que serviu para lembrarmos também os amigos mais chegados, aqueles que gostaríamos de ter ali ao lado. Mas estavam ausentes...

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Hoje recebo uma extensa mensagem de outro amigo, o Ernesto Jana, que grita que «apesar das nossas linhas do tempo há muito que não se cruzem, subsiste em nós uma estima e uma amizade cujo fundamento somente se entende pelo abraço de Vida Daquele nosso Pai a que chamam  Deus....».

E eu fico extasiado com todas estas manifestações de amizade neste tempo natalício, desejando a todos os meus amigos que sejam felizes, mas se pudermos encontrar-nos, melhor. Foi assim que fez uma prima da Antonieta, que veio de Beja passar dois dias connosco. Paz e muita felicidade a quem tem estes gestos.

Prenda.jpg

 

Para terminar o dia, fui buscar a prenda que me saiu no sorteio de Natal da Quermesse da Igreja de S. Francisco Xavier, com  as rifas que comprei no nosso Encontro de Novembro, no Restelo. Um grande cabaz de Natal, com bom vinho (talvez o possa partilhar com alguns amigos na sexta-feira!), bom bacalhau, mais presunto + chouriço, mais um doce e não sei quê mais... E até um bom cabaz!

Obrigado pela Vida. 

 

Também hoje já enviei uma composição de Natal a alguns amigos, um trabalho digital que me deu trabalho (agrupar imagens não é fácil!) e também muita satisfação... Aqui fica ela também para todos vós, os visitantes do nosso blogue. António Henriques

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Não há dinheiro

Escreve Agostinho Dias                                                                       

Agostinho Dias.jpeg

in "Reconquista"

Apesar da apregoado fim da austeridade no nosso país, continuamos a verificar que o dinheiro do orçamento não chega para tudo e tem de haver cortes, embora haja quem lhe chame cativações, ou erros de avaliação. A Unidade Local de Saúde de Castelo Branco teve um corte de 800 mil euros no orçamento de 2019, como noticiámos no número passado. Aos professores, aos enfermeiros e a tantos outros profissionais, o governo responde que não há dinheiro para a contagem total do tempo de serviço para progressão nas carreiras profissionais. A Segurança Social não tem dinheiro para pagar as dívidas das I.P.S.S., nem para levantar as penalizações na antecipação das reformas.
Só os políticos ainda não se apercebam da crise que estamos a viver e montaram campanhas publicitárias de propaganda eleitoral para nos convencer que somos um país que saiu da crise, que aumenta os rendimentos das classes trabalhadoras e que temos pela frente um futuro próspero, se continuarmos a votar neles. Até se dão ao luxo de orçamentarem mais de oitenta milhões de euros para a Assembleia da República, mais de 25 milhões de euros para distribuir pelos partidos de acordo com os votos que tenham, e gastarem de tal modo que o Tribunal de Contas não consegue fiscalizar as contas dos gastos feitos.
Como não há dinheiro, terão de inventar impostos indiretos que ninguém gosta de pagar. Que o diga Macron e a crise que a França está a viver. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos!”.

O Sr. Bispo agradece

EM CASO DE DÚVIDA… MELHOR É ACREDITAR!...

D. Antonino.jpgDavid de Jesus Mourão Ferreira, escritor e poeta muito reconhecido e admirado nos palcos da cultura, já falecido, sentia-se apaixonado pela vida: “O que acho cada vez mais extraordinário é a vida, a maravilha de estarmos vivos”. Mas também sentiu - e quem o não sente?! -, também sentiu momentos de interrogações existenciais. No entanto, seduzido também pela fé, testemunhou: “Em caso de dúvida, o melhor é acreditar sempre”. 

Também acho que o dom da vida é um dom extraordinário a reconhecer e a agradecer. Sabemos que esta mania incorrigível de fazer anos nos atira cada vez mais para mais longe de quem nasce. Aproxima-nos do porto de embarque para os novos céus e a nova terra. Enquanto peregrinamos por este mundo, sabemos quanto os familiares e amigos nos ajudam a dar sentido e sabor à vida. Por isso, venho deixar o meu muito obrigado a todos quantos me apresentaram os seus cumprimentos no dia do meu aniversário. E, já agora, agradeço também a todos quantos têm tido aquela admirável persistência de ler, comentar e partilhar os meus textos aqui publicados, semana a semana. 
A todos desejo um Santo e Feliz Natal. N’Ele, a família cristã reúne-se para festejar o Natal de Jesus: revê-se e recorda, festeja e convive, contempla e louva, agradece e reafirma-se na comunhão, quem está longe, torna-se unido e próximo. Todos, unidos na mesma fé e na mesma alegria, esperam as bênçãos do Deus Menino para as curvas e contracurvas da vida: é Natal. Feliz Natal para todos, crentes ou não crentes, mas, como dizia David Mourão Ferreira, “Em caso de dúvida, o melhor é acreditar sempre”! Acredita-se acreditando, afirmou Bento XVI.
No seu “Cancioneiro de Natal”, David Mourão Ferreira tem um poema intitulado “Ladainha dos Póstumos Natais”, em que, com várias figuras de estilo, fala sobre um Natal diferente que há de surgir: o primeiro Natal com o seu lugar vazio, sem ele à mesa, sem ninguém vivo que ele conheça. 
Embora quem tiver pressa que vá andando, como costuma dizer-se, aqui deixo esse poema:

“LADAINHA DOS PÓSTUMOS NATAIS

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que se veja à mesa o meu lugar vazio

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que hão-de me lembrar de modo menos nítido

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que só uma voz me evoque a sós consigo

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que não viva já ninguém meu conhecido

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem vivo esteja um verso deste livro

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que terei de novo o Nada a sós comigo

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem o Natal terá qualquer sentido

Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que o Nada retome a cor do Infinito”.

.......
Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 17-12-2018.

Ganhei prémio

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Era criança, com 7 ou 8 anos, quando me saiu um bolo, rifado entre os presentes num baile normal de domingo, que era o maior acontecimento da aldeia. E nunca mais...

Cheguei aos 79 anos e agora veio outra vez o prémio da sorte, por notícias do Pires Antunes! Sortudo!, estão vocês a dizer. Pois é, façam como eu, joguem, joguem... Em abono da verdade, começo a desistir. O Euromilhões rouba-me a carteira... AH

 

«Saiu PRÉMIO!

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Realizou-se hoje o sorteio dos cabazes correspondentes às rifas vendidas na Quermesse de Natal da Igreja de S. Francisco Xavier, muitas delas adquiridas pelos nossos colegas que estiveram no almoço de S. Martinho, em  novembro. 

O terceiro prémio foi para o n° 102, que foi comprado pelo nosso colega António Henriques. 
Parabéns para ele!»

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Olálá!

Nada desprezível!

É uma carrada... Obrigado, Pires Antunes!

 

 

Tempo de Natal

Por aí fora, desenrolam-se festas de Natal que movimentam pessoas e sentimentos. Há no ar uma

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ânsia de união, bem-estar, paz e felicidade interiores. E nós vamos na onda e enchemos os dias com estes encontros. Também o Manel Pires Antunes me envia as fotos dos almoços da Parreirinha, a dizer que há amigos que se encontram, mesmo que eu lá não esteja, por outros afazeres mais prementes.

Vejam estas caras, com umas rugas no rosto, mas com energia para sair de casa e vir olhar para os outros, como o José M. de Oliveira, que vem de Cascais, ou o Joaquim Nogueira, com mais de 80 anos e de braço ao peito, que não faltou. 

14-12-2018.JPG

 

 

 

 

 

 

Mas, já agora, outras fotos vos posso mostrar a dizer que há por aí muita vida e muito espírito de Natal a abraçar as pessoas. Olhem um cheirinho da Festa de Natal da Casa do Educador do Seixal e das suas valências - Unisseixal e Cesviver., ocorrida nesta sexta-feira, dia 14 de Dezembro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ena, tantos aniversariantes

QUE GRANDE DIA ESTE! QUATRO ANIVERSARIANTES...

 

- PARABÉNS, SR. D. ANTONINO DIAS!

D. Antonino.jpg

- É ja o primeiro a receber palmas. Natural de Longos Vales, Monção (15/12/1948), diocese de Viana do Castelo, foi nomeado Bispo Auxiliar de Braga em 2000 e em 8 de Setembro de 2008, o Papa Bento XVI nomeia-o Bispo de Portalegre e Castelo Branco. Tomou posse em 7 de Outubro e em 12 de Outubro de 2008 fez a sua entrada solene na nossa diocese. 

Desejamos ao Sr. D. Antonino muita saúde, muita ousadia e muita graça de Deus para concretizar a sua missão com sucesso e felicidade pessoal.

Temos a alegria de contar com o Sr. Bispo nos nossos encontros quando lhe é possível. E desde já dizemos que contamos com a sua presença na Sertã em 18 de Maio próximo.

 

P. Castanheira.jpg

- Em segundo lugar, temos o P. António Martins Castanheira, nascido em 1963, com a família ligada a Oleiros. É neste momento Membro do Colégio dos Consultores e do Conselho Presbiteral; Vice-Reitor do Seminário de Alcains; Ecónomo Diocesano; Pároco in solidum de Alcains, Caféde, Escalos de Baixo, Escalos de Cima, Lardosa, Lousa, Mata, Póvoa de Rio de Moinhos, Sobral do Campo e Tinalhas.

Os nossos PARABÉNS, amigo! Não esquecemos o muito que já fez pelos nossos Encontros. Obrigado!

Contacto: tel. 964 253 070

 

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- Em terceiro lugar, lembramos o Alfredo Gamanho Martins, que nasceu em 1943, a quem damos os PARABÉNS DO GRUPO. Profissionalmente é Chefe aposentado da P.S.P. e, como Diácono Permanente, está adstrito ao serviço das Paróquias de Castelo de Vide, Marvão, Santo António das Areias, São Julião, Beirã e São Salvador da Aramenha.

PARABÉNS a este servidor do povo de Deus em terras alentejanas.

Contacto telefónico:   914 678 471

 

 

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- Por fim, quem também celebra mais uma primavera é o António Pires Oliveira, natural da Amêndoa (1958), hoje advogado em Abrantes.

PARABÉNS, AMIGO! Que faças ainda muitos anos com saúde e felicidade. 

Contacto telefónico: n.º 966 026 783

Que coisas interessantes se descobrem nos jornais!

Acerca do António Pires de Oliveira, li em "O Mirante":

«Nasceu a 15 de Dezembro de 1948 em Amêndoa, Mação. Frequentou o seminário por desejo dos pais até aos 17 anos mas acabou por tirar o curso de Direito, exercendo advocacia há 25 anos. Actualmente tem escritórios em Abrantes e Mação. É casado e não tem filhos. Nos tempos livres gosta de ouvir música e toca alguns instrumentos. Interessa-se muito por religião e gosta de reflectir sobre as diferenças culturais entre Oriente e Ocidente. Considera que é importante ser o mais sério e perspicaz possível na defesa de interesse das pessoas que o procuram.»

Aqui temos um belíssimo colaborador futuro do nosso blogue!?

Palavra do Sr. Bispo

PADRE EM GREVE - IGREJA FECHADA

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Na Revista IHU on-line da página web do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, vem publicado, em 7 deste mês de dezembro, um artigo sob o título: Paróquia italiana anuncia que fechará no Natal: ''Jesus, migrante dos migrantes, foi rejeitado na nossa fronteira''. Aí se dá conta que o Pároco da Igreja de San Torpete, em Gênova, Itália, por “objeção de consciência”, irá fechar as portas da igreja desde o dia 24 de dezembro a 5 de janeiro de 2019. Para além da conivência dos cristãos num Natal sem Cristo, a causa última que lhe fez saltar a tampa foi o decreto do ministro do Interior italiano, sobre a questão migratória. O Pe. Paolo Farinella faz “greve” porque o governo e o Parlamento italianos, “no silêncio total dos católicos e dos cristãos, às vésperas do Natal, expulsa da Itália aquele Jesus de Nazaré do qual se gostaria de celebrar o nascimento”.

Depois de fazer o enquadramento histórico da paróquia, Farinella refere a paróquia de San Torpete como “um lugar de espiritualidade, de poesia, de cultura, de música e de política com o seu foco na Eucaristia dominical, frequentada por pessoas de outros bairros da cidade e de fora de Gênova”. Como “paróquia sem paroquianos”, San Torpete “tornou-se a paróquia da diáspora dos peregrinos nómadas”. E mais refere: “O Natal não é mais o Natal cristão: não é mais “memória” do nascimento de Jesus, mas um cínico fato comercial, misturado com ritos e liturgias repetitivos, “mercadorias à venda” no pagão “espírito de Natal”, sequestrado pelo mercado neocapitalista. Os católicos, de fato, não acreditam que o Natal seja a consciência da “proximidade de Deus” para construir uma nova humanidade universal. Eles se contentam, culpavelmente, com a fabulazinha inócua do presépio, que, entre gansos, animais, artesanatos, bonecos e mecanismos de engenharia hidráulica, faz do “mistério fundamental da fé cristã”, a Encarnação do Lógos-Verbum-Palavra, um instrumento de alienação em benefício de crianças e adultos infantis, que, embora batizados, só entram em uma igreja nessa ocasião. Turistas do religioso folclórico. O “clima de bondade” domina o tempo natalício, entre papais-noéis, bois, burros, bruxas e gaitas de foles, tanto que os jornais (como Il Secolo XIX do sábado, 1º de dezembro), falam de “espírito de Natal”, referindo-se às perspetivas de comércio e de vendas. O “mistério do Deus que vem” se reduz a uma religião civil e pagã, ocasião de circunstância da qual Deus é excluído e expulso. As luzes das ruas indicam as “lojas” como grutas de Belém, com os anjos adorando a mercadoria exposta à venda, marcada por uma estrela piscante. Os cristãos são cúmplices da degradação do Natal, porque a memória do nascimento de Jesus não tem nada a ver com esse Natal, transformado em saga camponesa de montanhas de presentes e presépios, enquanto, ao lado, “os pobres Cristos” morrem de fome e de frio no mar, nos bordéis da Líbia, pagos pela Itália, que fomenta as guerras com o imundo comércio de armas, do qual obtém lucros ilícitos. A comida é jogada fora, enquanto, nas mesmas ruas, “Jesus, o migrante dos migrantes”, morre de fome e de frio ao canto de “Tu scendi dalle stelle al freddo e al gelo” [Tu desces das estrelas ao frio e ao gelo”].
Em 2018, não se pode celebrar o Natal também por “objeção de consciência” ao Decreto-Lei n. 113/2018, despudoradamente conhecido como “decreto de segurança”, embora seja um decreto de insegurança máxima e de afronta aos valores e aos sentimentos mais profundos da Democracia e do Direito. Por trás de palavras bombásticas, confusas e imorais, esconde-se a vontade determinada de atacar “os Migrantes”, justamente às vésperas daquele Natal que celebra o nascimento de Jesus, migrante perseguido pela polícia de Herodes, que fugiu da perseguição, que foi acolhido no Egito e que voltou a se estabelecer em Nazaré, depois de uma viagem alucinante e perigosa através do deserto de Neguev. Tudo isso ocorre no silêncio cúmplice de um mundo católico que exalta um ministro que balança um presépio de plástico, que sacode um evangelho falso e ilude com o terço nas mãos, sem provocar um regurgito de vômito dos chamados católicos de salão. O Papa Francisco os chama de “cristãos de pastelaria”. Neste ano de 2018, se Jesus, com Maria e José, se apresentasse entre nós para celebrar o seu nascimento, com o decreto imundo de Salvini, ele seria detido na fronteira e enviado de volta por ser um migrante económico, por não ter uma permissão de residência e porque na Palestina há uma guerra “velha” desde 1948. Exaltando Salvini, homem inculto, sem qualquer senso do Estado e do Direito, os católicos são cúmplices de crimes de lesa humanidade e de “deicídio”, porque, cada vez que se comete um erro no plano do Direito contra a pessoa do pobre, faz-se isso diretamente contra Jesus na carne viva dos migrantes.
Com que direito cristãos podem pretender celebrar o Natal daquele Jesus que o seu país, sem qualquer resistência ou protesto deles, expulsa o Homem no Filho de Deus?
A poucos dias da aprovação dessa lei com o voto positivo do senhor [Luigi] Di Maio [vice-primeiro-ministro italiano], que se deixa fotografar ao beijar o sangue de São Januário (pobre dele!), como é possível abrir as igrejas e se entreter com canções de ninar, “Tu scendi dalle stelle”, cantos gregorianos, presépios infames, quando, do lado de fora, o verdadeiro Cristo é ofendido, torturado, estuprado, vilipendiado, vendido, esbofeteado, morto, como o “Homem das Dores” do profeta Isaías? (Is 53).
O “decreto Salvini” é inconstitucional, e “primeiro os italianos” é um opróbrio jurídico que rasga séculos de conquistas da civilização jurídica. Enquanto esperamos a decisão da Suprema Corte que não chegará antes de dois anos, o Direito definha, a Democracia está ferida, a Constituição, dilacerada, e os cristãos... não têm vergonha de assistir e de ser coniventes com esse massacre contra cada “homem que vem a este mundo”. Só nos resta assumir o único gesto de dignidade que sobrou: a nossa consciência oposta como bastião de objeção total com ato público, radical, disruptivo e inequívoco: a Igreja de San Torpete em Gênova ficará fechada, porque um Natal sem Cristo, um Natal sem Deus é um Natal sem Homem.
Que a igreja, fechada por fracasso, possa estimular o pensamento e a reflexão dos fiéis e daqueles que têm consciência de que o Natal é “Deus-connosco-Emmanuel”. As celebrações serão retomadas com a Epifania (6 de janeiro de 2019), a “manifestação do Senhor aos povos do mundo”, festa de universalidade sem fronteiras, realizada por “uma grande multidão, que ninguém podia contar: gente de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7, 9). Não celebrem o meu nascimento – diz Jesus – porque Eu-sou desde sempre. Em vez disso, celebrem o renascimento de vocês como criaturas novas: convertam-se e voltem ao Evangelho (Mc 1, 15)”.
……
Esta atitude sacode-nos, convida-nos a acordar. Também nós precisamos de nos centralizar no que é importante, tornando-nos mais fraternos e solidários. Não podemos ser coniventes na degradação do Natal do Senhor e na banalização das suas consequências, tanto na vida pessoal e familiar, como na vida profissional e social!...

Antonino Dias
Portalegre-Castelo Branco, 14-12-2018.

Aniversário

Aníbal R. Henriques.jpgOUTRO ANIVERSARIANTE DE NOME ANÍBAL HENRIQUES. 

O Aníbal Ribeiro Henriques pertence à leva dos que entraram no Seminário do Gavião no ano de 1965/66. Todos o conhecem como vindo da Sertã, mas há muitos anos que vive em Santarém. Formou-se no Inst. Superior Técnico e o seu único emprego foi na RTP, pela qual se encontra, penso eu, em pré-reforma.

E, já agora, digo que é meu primo direito. Mas ainda não consegui puxá-lo para o grupo.

Parabéns, Aníbal! Deus queira que faças muitos anos com saúde e felicidade.

Contacto: 962887682

Mais um comentário

eu.jpg

Meu caro Manuel Domingues, esperava mais ecos, mas as pessoas têm dificuldade em escrever. Assim, avanço eu…

Os teus textos-comentários vêm mostrar à saciedade como é difícil a comunicação. No primeiro dia, parecia que te apresentavas desiludido, descrente, um pouco distante deste grupo que te parecia velho, caduco e ainda minoritário, “passando guia de marcha à nossa juventude”. Até querias rebaptizar o nome do grupo para “Alguns Alunos….”. Falavas ainda de elites, mas nem todos são doutores, professores, engenheiros… Até achavas que o blogue era demasiado de feição jornalística, quando devia apresentar-se com feição mais ao jeito de quem escreve sem grandes conhecimentos, ao uso popular… A tua distância era tanta que falavas mesmo de teres sido “hóspede” no Seminário.

Um dia depois, nos outros comentários, surges como um homem empenhado, a querer mesmo deixar obra nos poucos dias que vivemos nesta terra: « A vida vale pelo que fazemos pelos outros». Dizes ainda que o blogue te tem ajudado a crescer e quem se empenha neste blogue «presta-nos um serviço de forma gratuita e generosa» (o que agradecemos!). Dizes mesmo que «Ninguém dos que participa ou manifesta opinião está a mais».  Ah! Também és mais condescendente, defendendo que « Velho e jovem, convivência pacífica». É verdade que a relação velho-jovem não está ainda resolvida, pois não sabemos quando os velhos tiram o lugar aos jovens e quando os jovens desprezam e deitam os velhos para o monte sem a tal manta de que um dia também vão precisar…

Caramba, gosto mesmo deste Manuel Domingues! Tu és mesmo fruto do seminário, daqueles que é pelo exemplo que atingem as pessoas, que gostam de conviver e servir, como o tal velho te disse: é por isso que és diferente!...

Agora, as outras constatações que referes são comuns a todos nós. É verdade que os almoços são só para alguns! É verdade que somos muitos mais… É verdade que as colaborações no blogue são de poucos… É verdade que os próprios números de visitantes do blogue “são ilusórios” - 100 em visitas diárias e 60 no magusto! Isto é um exemplo… Também é capaz de ser verdade que só os velhos aparecem, embora esse termo seja muito indefinido.

Mas, para além de um pequeno grupo que terá saído do seminário revoltado, todos os outros podiam ter razões para aparecer. E não aparecem… Ainda há dias, almoçava eu com o Abílio e a conversa foi para esse tema. O Abílio faz muitas vezes a pergunta: «porque é que os nossos colegas não vêm mais aos nossos encontros?» e eu não sei bem o que responder. Só não acredito que seja "falta de tempo", que nas nossas idades algum tempo temos nós... Outras razões haverá e quem falta também não vem para aqui confessar-se. Fico com a resposta mais linear: só vem quem acha que é importante vir!

Existe uma comissão de voluntários, criticada por uns poucos, para animar a associação e o encontro de todos os colegas. Mas milagres não fazemos.

Meios de comunicação não nos faltam. O teu email é um dos 232 que já possuímos e que recebem as nossas informações. Podíamos fazer mais? Sim, mas, a começar por mim, ando envolvido em vários projectos e posso dar o meu lugar a quem queira fazer mais do que eu, que não estou agarrado ao tacho…

Alegra-me, por outro lado, ter andado nestas coisas e encontrado pessoas fantásticas que eu não conhecia. Do meu ano, quase ninguém aparece… Os quatro que terminaram o curso comigo todos já faleceram. É preciso encontrar novos amigos e os nossos encontros, como disse magistralmente o João Lopes no comentário às tuas primeiras palavras, «têm primado pelos afectos e não pela indiferença».

Só faço um último apelo: que sejamos todos nós a chamar os colegas. Algumas boas vontades começam a despontar por aí para que o Encontro da Sertã seja um êxito. Assim o desejo vivamente. O blogue, de que sou responsável, tem dado guarida a todos os movimentos de antigos alunos de que temos conhecimento. Não sei fazer melhor, mas garanto-te que este “ponto de encontro” tem sido para mim uma verdadeira obsessão, que também a mim me enche de alegria e tem animado os meus dias.

Vamos, por certo, ver-nos brevemente. Um abraço do António Henriques

Um outro jornal

Acho que vale a pena divulgar. Um jornal digital, independente, com jornalistas credenciados, que, enre outros temas, pretende divulgar e abordar os temas espirituais e religiosos de modo sério, vai iniciar o seu trajecto em 9 de Janeiro. E pedem colaboração... AH

7 Margens.png

Caras Amigas

Caros Amigos,

Regressamos ao vosso contacto para vos darmos conta dos passos dados desde a última carta. Fazemo-lo mais tarde do que tínhamos pensado.
Afinar o site e acertar as rotinas da sua alimentação permanente exigiu mais tempo do que o planeado. Chegámos finalmente ao ponto em que tudo parece estar a funcionar como queremos. Podemos, deste modo, anunciar vos a data em que o 7 Margens estará, com várias notícias diárias,
disponível para todos os que o queiram visitar: 7 de janeiro de 2019.
Para que o seu lançamento seja o êxito que todos desejamos, renovamos o pedido de colaboração em alguns dos itens já referidos em ocasiões anteriores. Precisamos sobretudo de pessoas que se disponham a intervir ao nível do comentário e da opinião, do envio de informações e notícias, a
colaborar no campo da fotografia e do vídeo, ou ainda a disporem-se a efetuar traduções e chamar a atenção para textos a traduzir.
O mail para nos darem conta da vossa área de colaboração preferencial é este: setemargens@setemargens.com
Muito obrigado!


Enviamos também uma curta apresentação do projeto Sete Margens, respondendo assim a alguns amigos que nos têm solicitado um texto de divulgação para poderem enviar a outros convidando-os a participarem neste projeto.
Outra área que tem consumido algum do nosso tempo são os contactos com patrocinadores institucionais à atenção dos quais elaborámos um dossier de apresentação mais extenso. Uma ajuda preciosa seria poderem nos sugerir fundações, instituições, congregações, paróquias, movimentos, empresários e outros que conheçam e vos pareçam capazes de se interessar
por um projeto como o Sete Margens.
A nossa campanha junto deste conjunto inicial de amigos permitiu recolher um pouco mais de €13.000,00. Agradecemos a todos os que exprimiram financeiramente o seu apoio. Como o lançamento do jornal foi adiado, os nossos custos também foram menores do que os previstos. Mas vamos entrar em janeiro a zero, pelo que o vosso contributo financeiro é decisivo. Ainda estamos longe de ter encontrado as tais 200 pessoas ou famílias “apoiantes” que apostem no
lançamento deste projeto com um donativo de 100 euros.
Se podes contribuir deste modo, ou entusiasmar outros a fazê-lo, não te esqueças! A nossa conta é na Caixa Geral de Depósitos com este IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1
Até Breve! Contamos voltar ao V/ contacto ainda antes do Natal.

Até lá estamos ao vosso dispor. Precisamos do vosso apoio e companhia.

Um abraço amigo,

António Marujo, Eduardo Jorge Madureira, Jorge Wemans e Manuel Pinto
Sete Margens, dezembro de 2018

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