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Animus Semper

REPORTAGEM

ENCONTRO EM LINDA-A-PASTORA – 28JAN2017

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Reportando…

 

Caros Amigos,

Como é habitual no último sábado de janeiro de cada ano, teve lugar no passado dia 28JAN2017, em Linda-a-Pastora, na Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, mais um encontro anual dos antigos alunos dos seminários da diocese de Portalegre e Castelo Branco, promovido pela Comissão da nossa Associação de antigos alunos.

 

Foi, como se esperava, um grande momento de convívio e de celebração da amizade, como também é hábito, entre nós, há décadas.

 

Presidiu à celebração eucarística o nosso companheiro, associado e amigo, Cónego Lúcio que, lembrando, na homilia, os bem-aventurados “pobres em espírito”, no sentido de humildade no íntimo/interior de cada um, e os bem-aventurados que persistem na fé, apesar de injuriados e perseguidos, nos convidou à reflexão sobre o que se vai passando nestes tempos de conflitualidade global, apontando, apesar disso, na figuração da “parábola dos talentos”, alguns sinais de esperança que corporizou nas figuras do Papa Francisco, do Secretário-Geral da ONU, António Guterres e no presidente Marcelo Rebelo de Sousa.

 

A este propósito, relembro eu que, quando há anos perguntaram a António Guterres a razão do seu persistente empenhamento na vida social e política, ele respondeu simplesmente, “veja a parábola dos talentos”, pretendendo com isso significar que era seu dever pôr as suas capacidades ao serviço da comunidade.

 

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Após o almoço (bacalhau com natas e febras) a merecer aplauso geral, teve lugar a sessão de trabalhos, onde, depois da abertura pelo presidente, João Heitor, o vice-presidente, Joaquim Nogueira, agradeceu os cuidados que tivemos com a sua saúde, durante as intervenções cirúrgicas a que se submeteu, recentemente, e o Cónego Lúcio traçou uma breve panorâmica da situação do clero na diocese, citando, nomeadamente, o seu caso, com várias paróquias a cargo, como acontece, aliás, com a generalidade dos párocos, apesar das ajudas de sacerdotes da Índia, da Polónia, da Roménia, de Angola e de outros países.

 

Seguidamente, o António Henriques fez uma apresentação dos meios de comunicação da Comissão, com especial incidência no blogue “Animus Semper” e na nossa página do facebook “Animus Semper Antigos Alunos”, com uma demonstração explicativa de grande relevância, sobretudo para quem não está familiarizado com as redes sociais e as suas potencialidades, projectando no ecrã da sala como se executam as tarefas, e exemplificando, de imediato, com os “parabéns “ ao Celestino Pinheiro pelo seu aniversário. Foi um importantíssimo contributo para entusiasmar os mais cépticos sobre as virtualidades da internet e de como podemos conviver todos os dias, uns com os outros, tão rapidamente.

 

Pela minha parte, fiz uma antevisão sucinta do Encontro de Marvão e do seu programa, realçando a homenagem aos antigos alunos que frequentaram o seminário de Marvão e que estiverem presentes no Encontro, a homenagem aos professores vivos (2.ª parte), a missa na igreja matriz, a recepção e o almoço no restaurante Varanda do Alentejo, a visita a AMMAIA, e o chá com “workshop” na Quinta d’ Abegoa, deixando para depois os pormenores, sem esquecer que iremos alugar um autocarro, a partir de Lisboa, pelo que se tornará absolutamente necessário garantir a sua ocupação, o mais breve possível, quando se iniciarem as inscrições.

 

Durante a sessão usaram, também, da palavra, o Manuel Carrilho Bugalho, que nos fez uma breve alusão a Marvão e ao seu tempo de Presidente da Câmara daquela vila e o António Lopes que nos trouxe um caderno de apontamentos de inglês do tempo do seu professor, ali presente, Cónego Lúcio, e nos disse um poema num contexto sintomaticamente alegórico sobre o “tempo”.

 

E é tempo de deixar, aqui, algumas palavras de apreço e agradecimento: Uma para o Cónego Lúcio que mais uma vez colaborou connosco, vindo da Sertã para celebrar a missa e participar activamente nos nossos trabalhos; outra, para o António Lopes que, com tão boa vontade, voltou a transportar o Cónego Lúcio, entre a Sertã e Lisboa e regresso; uma terceira para o Zé Ventura que se estreou, magnificamente, como nosso organista, e mais uma vez nos retratou de vários ângulos, para a posteridade, como é seu hábito; uma quarta para o António Eduardo Oliveira, igualmente, nosso fotógrafo de serviço; uma quinta para o José da Luz que ali esteve connosco para pôr à nossa disposição a Quinta d’Abegoa – Turismo Rural – na encosta de Marvão, onde serão servidas as Tisanas do João Chambel Isidro; e uma sexta palavra para as Irmãs da Congregação que foram de uma simpatia inexcedível.

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Finalmente, uma outra, muito sentida, de reconhecimento, a todos os presentes, que envolvo num grande abraço, onde incluo aqueles que, por razões várias, não puderam estar connosco, embora querendo, e a quem especialmente é dirigido este apontamento de reportagem, lembrando que dos 65 inscritos, 15 não puderam comparecer devido a intervenções cirúrgicas (O Pequito Cravo, o António Trolho e a Rosário, esposa do Francisco Cristóvão, a que desejamos rápido restabelecimento) ou a doença, bem como aqueles (muitos) que por e-mail, telefone e SMS nos desejaram um bom convívio.

Bem hajam.

Saudações Associativas,

Joaquim Mendeiros

 

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