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Animus Semper

OS OLHOS TAMBÉM COMEM

MUDEI DE AMBIENTE

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Por uns dias, andamos a distrair-nos na Pérola do Atlântico.

Passeando pela zona da Ajuda, no Funchal, uma zona bastante nova em termos de urbanização, onde os hotéis e os turistas começam a enxamear o espaço,  eis que na nossa caminhada vespertina, subindo com dificuldade a encosta dos Piornais, nos sentimos a olhar para novos motivos de interesse que fogem ao nosso dia a dia. 

Ruas destas, com tanta inclinação, são mesmo típicas desta terra, é a primeira constatação. Depois, é a disposição geográfica das casas e a sua própria moldura, um misto estranho de beleza pelos abundantes verdes circundantes e de colocação inesperada das habitações, coladas à montanha por aquela encosta acima, o que me faz imaginar como podem ser servidas por acessos que não vislumbro...

Lá vejo aqueles apetitosos e volumosos cachos de bananas, ali à mão de semear, e outra vegetação desconhecida que me atira mais para ambientes africanos, como nas fotos podem admirar. São pinheiros, mas não são! Serão dragoeiros? Talvez, até pela nobreza do seu tronco...

E as casinhas semeadas pelas encostas, a dizer-me como foi doloroso e brilhante a adaptação dos madeirenses às sua condições naturais, tudo nos convida a apreciar estes ambientes diferentes, a saudar-nos agora com o carinho familiar e até dos amigos que aqui viemos encontrar.

Isto é mesmo repousante!

António Henriques

 

 

 

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