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Animus Semper

MARVÃO À VISTA

M A R V Ã O   À  V I S T A

 

Dois textos a sintonizar com esta peregrinação a Marvão:

o do Joaquim Nogueira e o do Florentino Beirão. Obrigado!

j.nogueira.jpg

 

O dia 20 de Maio aproxima-se. Vamos todos a MARVÃO. Conheço esta linda e pitoresca povoação, pois, durante a minha vida, por aí passei 3 vezes. Como turista, pois não frequentei o Seminário e não se falava nisso. No meu tempo – 1944 – 1949 – existiam os Seminários do GAVIÃO – do 1º ao 3º ano – de ALCAINS – do 4º ao 8º ano. A TEOLOGIA – do 9º ao 12º ano – era “tirada” no Seminário dos OLIVAIS, em conjunto com os seminaristas do Patriarcado de Lisboa.

Vale a pena associar-nos a esta reunião, não só pelo convívio, mas também  pela possibilidade que nos é dada de conhecer, ao pormenor, a beleza da região e os seus monumentos.

Sendo um dos mais antigos alunos e membro da direção da Associação, apelo a que  ninguém falte, pois

VALE A PENA IR A MARVÃO.  

J. NOGUEIRA

 

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Meu caro, pelo que vejo espelhado no Animus Semper, já cá canta uma centena de amigos dispostos a matar saudades, no nosso Encontro, na medieval Marvão. A lista vai subindo, imparavelmente. Que bom! 

Florentino.jpgEmbora sempre falte mais um. Ainda não encerrámos, rapaziada. 

Marvão, com a sua beleza natural - a tocar o sonho das alturas - e o seu simbolismo diocesano tornou-se um espaço mágico para muitos. Neles me incluo. O espírito Marvão foi permanecendo nos nosso professores em Portalegre que vinham imbuídos daquela simplicidade e rudeza de vida. Praticamente, todos foram nossos professores em Portalegre.

Sempre que os ouvia falar de Marvão era sempre em tom épico. Nos testemunhos do Animus ainda ressoam esses tempos, alegres e duros. Divertidos e de braço dado com a população. Uma espiritualidade franciscana corria por aquelas ruas naqueles seminaristas afeitos a todos os desafios. Em Portalegre, infelizmente, perdeu-se essa relação com a comunidade. A distância não ajudava. Eu só saía do seminário, nos anos 60, aos Domingos, para ir visitar os pobres da Conferência Vicentina.

Com o Animus de sempre," Alma até Marvão".

Florentino Beirão