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Animus Semper

MAIS REPERCUSSÕES

TESTEMUNHOS RECOLHIDOS DA PÁGINA DO FACEBOOK:

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Joaquim Mendeiros Pedro Ainda estou pelo Alentejo, a deliciar-me com a ressonância auditiva do(a)s participantes no Encontro de Marvão. Foi bom ver e ouvir a alegria de toda a gente irmanada na amizade, sã e genuina, como é próprio de uma Associação tão rica de valores como é a nossa. Um grande abraço a todos os participantes e a todos os que querendo, não puderam ir e a todos os que, através dos nossos canais de comunicação na internet, telefone e sms, nos testemunharam a sua presença espiritual, nos saudaram e nos encorajaram. Temos gente para ir sempre em frente...e assim será.
 
Manel Pires Antunes Antigos colegas disseram ter sido um dos melhores convívios....
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Só por este reencontro considero gratificante a deslocação a Marvão! Tantas memórias repescadas e recalcadas só em 4 anos de partilha de vivências. Milagre de Marvão!
 
José Andrade Em minha opinião, também é necessário dar os parabéns aos elementos da Associação pelo excelente dia que nos proporcionaram...
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Emocionei-me ao olhar para a janela onde, quase pegada, estava a minha carteira. Virada ao fontanário foi, muitas vezes, objecto de distracção. Ó Marvão das saudades...das amizades...
 
Lucio Lobato Papel muito bem desempenhado, aliás não podia haver melhor escolha.
Aos membros da Associação os parabéns e que todos nós nos empenhemos para que continuem o excelente trabalho efectuado até aqui.
 
Joaquim Mendeiros Pedro Vim hoje do Alentejo. Lá, mais propriamente, no Monte da Pedra a 5 km da Comenda, onde volto à outra minha infância, descansei um pouco e lembrei-me de tudo o que ficou por dizer. Tive uma pena enorme de não ter podido ouvir o Fernando Leitão, o João Tavares, o Manel Inácio e os outros antigos alunos de Marvão, como estava previsto, e de ouvir o João Lopes e o António Lopes a dizerem os poemas dos professores e o António Henriques a lembrar o Dias da Costa num dos seus poemas sobre o Castelo de Marvão e tudo o mais que ficou por dizer...Mas tratava-se de tão grande manancial de cultura que foi impossível tornar realidade o que tinha sido imaginado, porque o tempo não parou, " como tinha sido combinado..." Nestes dias vou estar muito ocupado com trabalho e na quinta-feira terei de voltar ao Monte da Pedra. Será, então, no próximo fim de semana que terei de escrever para o nosso blogue sobre o Meu Marvão, o que foi e como eu o tinha imaginado.
 
Manel Pires Antunes Pois foi, Mendeiros, o tempo foi escasso para a produção que estava imaginada. O Pires Marques tinha uma a contar. No Museu, onde era a camarata, da janela que está por cima da porta (acesso pelo coro da Igreja), viu o Rito um cão, pastor alemão. que acompanhava uns trabalhadores da Câmara. Vai daí, arranja um bocado de pedra/tijoleira ou coisa parecida e, quando o cão passa por baixo, atira-lhe para cima a dita pedra. Os homens olham para todos os lados, mas não olham para cima, e vai de apontar o "crime" a pessoas que viam mais longe.... "deve ter sido um gajo que vi agora escapar-se ali para baixo", dizia um. Corriam por todos os lados a ver se descobriam o culpado, mas .....nada. Nunca souberam quem foi o gajo que agrediu o cão.
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Não se perdeu nada, amigo Mendeiros, com a omissão de minha intervenção já que era um recalque sobre o que já aqui havia cronicado. Parabéns por todo o vosso trabalho. Já felicitei o António Henriques e sugeri-lhe que conseguisse o discurso do Chico Cristóvão na íntegra para aqui ser publicado, já que o considero porta-voz do grupo de Marvão.
 
Manel Pires Antunes Obrigado, António Henriques, pelas tuas reportagens! Trabalhaste muito, mas este Encontro foi uma delícia. O teu empenho foi reconhecido.
 
Arménio Silva Duque Eu não via o Senhor Padre Cardoso desde Julho de 1968.
 
Manel Pires Antunes Estava tudo muito bom! E nunca se acabava....
 
João Porfírio Parabéns...😀
 
Fernando Cardoso Leitão Miranda Chamiço! Foste lembrado e evocado entre os contemporâneos. Na mesa do repasto fiquei ao lado do João de Deus.Folheámos muitas páginas das memórias comuns. O próximo encontro é em Portalegre. Quero-te lá com o molho de chaves para abrires as portas do passado. Abraço amigo.
 
António Henriques: Estive a ler estes testemunhos com as lágrimas nos olhos. Eu só choro com as alegrias, que as tristezas não merecem estas preciosas lágrimas. Muito obrigado a todos pela participação, pela amizade, pela força que estamos a dar à nossa vida, que passou a ficar mais gostosa!...

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