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Animus Semper

Hoje foi demais...

Parre.JPG

 QUE GRANDE ALMOÇO!

 

Ninguém fazia anos, mas erguemos o copo em honra do Lúcio Lobato que não estava lá.

Ninguém fazia contratos comerciais ou de casamento, mas as conversas desenrolaram-se com toda a vivacidade. Ninguém estranhou o número "exagerado" de convivas num restaurante, com alguns a pisar aquele espaço pela primeira vez.

Que malta é esta que gosta de conviver com toda aquela normalidade, que até escolhem comer todos a mesma massada de marisco (sem maçada nenhuma!...) e depois fazem contas em conjunto e todos saem satisfeitos por se sentirem irmanados por um "feeling" especial - o de termos frequentado o seminário em tempos muito diferentes e esses anos nos terem marcado para a vida?

Convivemos com alegria com o Herculano, novato neste almoço. Gostámos muito de ver o Manel Pereira, ainda abalado com os últimos achaques. Gostámos da presença, cada vez mais difícil do nosso patriarca (ou só bispo?!) João Heitor, que no final o Manel levou a casa em Carnaxide. Que bom ter connosco o casal Duque e o casal Mendeiros, assim como estar com o Joaquim Nogueira (já tem 15 textos publicados no blogue! e um no top 10 dos mais lidos, não é Joaquim?), o primo dele, o Manel Pires Antunes, os Josés Ventura e Andrade e, finalmente, o Chico Correia e eu, o escrevinhador.

Parece que nunca tínhamos estado tantos num almoço normal da Parreirinha de Carnide, se não me engano!

 

Pois, vejam agora a pérola que o Francisco Correia me mostra no almoço: um pequeno testemunho que muito nos diz, as palavras de alguém que não conhecemos e que passou pela mesma experiência. Eu pedi-lhe logo aquelas palavras para aqui reproduzir. Vale a pena!

António Henriques

 

 

Seminário e Tropa

«A minha passagem pelo Seminário “foi uma escola de vida. Deu-me formação humanista. Foi lá que aprendi os valores da humildade, da fraternidade, da sensibilidade social”, disse Fortunato Frederico, presidente da Kyaia, o maior grupo português de calçado, também presidente da APICAPS.

Na tropa, onde ficou “4 anos, um mês, um dia e quatro horas”, aprendeu os valores da disciplina, o respeito pelas hierarquias, o dever para com os camaradas. Esteve em Angola a cumprir o serviço militar perto de Kyaia, nome que deu à sua empresa.»

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