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Animus Semper

GAVIÃO - DÉCADA DE 40 - reacções

Estás a ver, Joaquim Nogueira?

- Em 5/12, publicaste a notícia da tua entrada no Gavião. Como o blogue salta logo para a página do Facebook, o tema é replicado com muita facilidade pelos 103 amigos que já estão inscritos nessa página. Desta vez, acho que vale a pena trazer para aqui algumas intervenções que já lá apareceram, para que os que não aderiram às redes sociais como o FB saibam o que se passa por lá. E vós também podeis comentar. Usem os comentários no final de cada post, escrevam uma mensagem na coluna da direita ou enviem a vossa opinião para o email do blogue, inscrito no perfil: asal.mail@sapo.pt

AH

 

Comentários no Facebook:

 

Fernando Cardoso Leitão Miranda Quantas lágrimas foram vertidas no dia em que os nossos pais nos deixaram neste recreio.

Não gosto · Responder · 2 · 5/12 às 18:28

Manel Pires Antunes Tenho ideia que também chorei algumas vezes... as saudades da família eram muitas. Quando já se vislumbravam as desejadas férias, lá fazíamos nós a contagem decrescente, com os dias apontados numa folha... cada dia passado era logo riscado! E a noite da véspera de férias? Só tropelias durante o jantar e, depois, já quase ninguém dormia, à espera do transporte para Belver, logo pela manhã. Brincávamos à nossa maneira...

Não gosto · Responder · 1 · 7/12 às 23:59 · Editado

António Colaço Invade-me uma espécie de gozo mórbido.
Era só isto o que o Colaço chato das entrevistas, fotografias e tantas palavras escritas, pretendia:
- partilhar o tempo vivido como se o tempo nunca se tivesse cindido.
Ainda bem que tu, dilecto Antonio António Henriques percebeste e dás continuidade com todos os irmãos que te acompanham!

Gosto · Responder · 1 · 11 h · Editado

Mário Pissarra Não me lembro de verter nenhuma lágrima! É verdade que já tinha doze anos a caminho dos treze. Antes pelo contrário, lembro-me do espanto que muitas coisas me causaram e de alguns episódios paradigmáticos. O Cipriano tombou o banco onde estávamos sentados. Tratei logo de afiar a biqueira da bota. Queixou-se, mas como era mais velho não se atreveu. Um colega mais velho que estava por perto comentou: este não pára cá muito tempo! De profeta não tinha nada. Foram só 12 anos!

Gosto · Responder · 1 · 10 h

Florentino Beirão Lágrimas...nem pensar...tudo melhorava na minha vida. Vivia muito mal com os meus numerosos irmãos. Acresce que fui para lá com muito querer e convicção... Que bom foram aqueles tempos no Gavião. Como aluno e como professor, em lua de mel...

Gosto · Responder · 1 · 10 h

Florentino Beirão Com o gótico nas costas...tudo se torna potencialmente mais belo. Tudo bom.