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ARTE POR TERRAS DE NUN’ÁLVARES

ARTE POR TERRAS DE NUN’ÁLVARES

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 Foi oficialmente lançado no final de 2015, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o livro “ARTE POR TERRAS DE NUN’ÁLVARES. Pintores e obras dos séculos XVI a XVIII na Sertã e em Proença a Nova.” Da autoria conjunta de dois especialistas da História da Arte em Portugal, os professores Vítor SERRÃO e Ana Maria FARINHA, da Universidade de Lisboa, já é considerada uma obra fundamental para o conhecimento da arte na região do denominado Pinhal Interior Sul.

Escrevem os autores na Introdução: “O que existe nesta região em termos pictóricos é deveras importante e extravasa a mera dimensão regional. Trata-se de um singular conjunto de pinturas, esculturas e ourivesaria dos séculos XV, XVI, XVII e XVIII, dos períodos do Gótico Final, do Renascimento, do Maneirismo, do Barroco, do Rococó e do Neoclassicismo, que se descobriram e estudaram em templos, irmandades e antigos conventos dos concelhos da Sertã e de Proença-a-Nova, incluindo-se aí, naturalmente, terras como Cernache, Nesperal, Quinta das Águias, Passaria, Palhais, Santo António do Marmeleiro, Mosteiro de Santiago, Várzea dos Cavaleiros, Santa Maria do Seixo, Roda de Santa Apolónia, Outeiro da Lagoa (…) e ainda Cardigos, Amêndoa e Carvoeiro, no concelho de Mação.” (pág.14)

arte beira.jpgSão 400 páginas bem escritas, profusamente ilustradas fotograficamente e de conteúdo extraordinariamente relevante. Foi editado pela Theya Editora, com o patrocínio das Câmaras Municipais de Proença-a-Nova e Sertã, da F. Gulbenkian e da Casa da Comarca da Sertã, entre outros.

É uma obra insuficientemente divulgada e ainda desconhecida do grande público. Espero estar a contribuir para alterar este estado da coisa… E tenho muito orgulho em ter colaborado nos trabalhos fotográficos.

António Manuel Silva

 

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NOTA: Convém que fique claro que uma boa parte das fotos do livro são da autoria do António M. Silva.

Para além dos agradecimentos pessoais por o Tó Manel aparecer por aqui, quero lembrar que o blogue é uma obra colectiva, que a todos pode deixar bem ou mal vistos.

E sobretudo friso: manter e criar novas amizades, encontrar pontos de interesse comuns que nos façam gostar de frequentar certos ambientes e outros novos encontros a embelezar a nossa vida é fruto do trabalho de muitos. Cada vez mais conto convosco. AH