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Animus Semper

ANTÓNIO COLAÇO

O QUE FAZEMOS HOJE?

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Podia ser esta uma rubrica a repetir muitas vezes se existissem repórteres (eles existem, é só ter vontade!), para enriquecer este espaço de encontro. É que nós ainda não cruzámos os braços, ainda estamos por aí a embelezar o mundo, nosso e dos outros. Desta vez, fui buscar ao Facebook a crónica do António Manuel M. Silva, especialmente para aqueles que não frequentam aquela rede social. E o sujeito da crónica é, nem mais nem menos, que o nosso blogueiro de muitos anos com o ANIMUS60, de boa memória, o colega e amigo António Colaço. AH

 

DE ASSESSOR DO PS A ARTISTA DO LIXO


Conheci COLAÇO.jpgo António COLAÇO nos meus tempos de menino e moço quando ambos andávamos pelo Alto Alentejo, nos seminários diocesanos, à procura de destino para os anos que agora já estão gastos. Nasceu no Gavião mas veio com a família para Cardigos onde o pai trabalhava como padeiro numa das panificadoras que existia

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m nos anos 50/60. Aprendeu as primeiras letras com a “menina” Conceição integrado numa turma da primária. Mas não é de Cardigos que me lembro dele…

Depois, cada um de nós fez a sua vida e voltámos a encontrar-nos alguns anos mais tarde, em Abrantes, quando ele havia fundado a primeira rádio pirata portuguesa, RAL (Rádio Antena Livre). Fundaria também, julgo que num andar em Campo de Ourique, a primeira Televisão pirata. Depois ainda o encontrei numa visita de estudo à Assembleia da República com os alunos da escola de Proença-a-Nova onde nos conduziu pelos corredores da dita casa da democracia. Era então assessor de imprensa do Grupo Parlamentar do PS. Vejo-o regularmente nos encontros dos antigos alunos dos seminários diocesanos de Portalegre/Castelo Branco. Tem uma casa em Mação, onde vem com alguma frequência, mas raramente o encontro por lá.
É meu “colega” colaborador do jornal de Mação, VMT (Voz da Minha Terra) onde, mensalmente, escreve a rubrica: “Perto do Princípio”.
Apareceu-me ontem (14/10) em destaque na última página do DN. Que era artista de luxo, com várias exposições em sítios nobres, já eu sabia, agora artista do lixo?!
(Tenho pendurada na adega/garrafeira do Pelóme uma serigrafia do Colaço. Partilho-a convosco, assim como um conjunto de fotos de uma exposição do autor, em 2012, no Hotel de Santa Margarida, em Oleiros.)

 

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