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Animus Semper

PORMENORES

Deixem-me mostrar mais uns pormenores do nosso encontro.

 

1 - A degustação das iguarias alentejanas parece que agradou a todos. De notar a surpresa destes pratos, da escolha do restaurante, mas que foram bem apreciados: uma sopa de cação bem gostosa (cá em casa também se faz...) e um misto de carnes grelhadas com migas alentejanas. De comer e chorar por mais. Vinho de Alegrete a condizer e não sei já qual a sobremesa (digam vocês...): salada de fruta, arroz doce? Sei lá que mais.

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Na mesa de honra também se come bem!

 

2 - Instalações: O Eduardo fotografou quase por completo a casa-mãe que servia de seminário (residência de teólogos e professores, salas de aulas...) e ao lado a capela, ao tempo privativa desta comunidade.

 

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3 - Caminhadas: Para chegar a estes espaços, era preciso caminhar. E estas deslocações foram bem aproveitadas para pôr a escrita em dia, o que tornou este encontro especial pelas conversas diversas que dois ou três amigos podiam ter. Agora com uns e logo com outros. Tempo para a grande Assembleia, não tivemos! Ainda alguém vai dizer que tínhamos medo de enfrentar a assembleia!

 

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Com fotos do Eduardo Oliveira, ficamos hoje por aqui. AH 

PORMENORES

OUTRA FOTO - MAIS MEMÓRIAS

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Aqui, em grande plano, o Alexandre Ramos Pires e a São, a viver em Carnaxide há muitos anos.

Também foram a Marvão, o que para eles é fácil dadas as raízes alentejanas e castelovidenses da São.

 

Mas há aqui um pormenor curioso: há alguns anos que este casal amigo se inscreve e participa na reunião anual da UASP (União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses), que se realiza em Fátima, durante um rico fim-de-semana que sempre lhes agrada muito.

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São os únicos da Diocese de Portalegre e Castelo Branco que lá aparecem, coisa estranha para o P. Janeiro, um do responsáveis nacionais.

Ora, está nas nossas intenções uma aproximação a esta estrutura nacional, até pelos contributos positivos de que podíamos usufruir. Mas o facto de sermos uma simples associação informal perturba um pouco.

O Sr. P. Janeiro até já prometeu vir a um dos nossos encontros, mas ainda não aconteceu. 

Mais um caminho a explorar, se tivermos gente que assuma esta relação. Que dizem? 

AH

 Para poderem ver mais sobre a UASP, cliquem em  http://www.uasp.pt/ 

ANIVERSÁRIO

PARABÉNS, FRANCISCO!

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Celebra hoje o seu aniversário o Francisco Silva Amaro, decerto todo enrolado em espartilhos a que se dedica, torcido com tantos afazeres nesta etapa da vida. Ele quem vem de 1948...

É a agricultura, são as caminhadas por aquele Fundão de boa memória na Rua do Vale(esta é comigo) ou na Rua da Cale, são as fotos das belezas que por ali se espalham, é a Arte em construção pessoal, é a Arte em mostras colectivas, é a Arte à venda, é ainda a Poesia e a investigação histórica. Pronto, chega...

Parabéns de todos nós. E votos de longa vida com saúde, em família e com muitos amigos, a começar por nós, teus admiradores. 

Contacto: tel. 964 461 426

PORMENORES

As fotos trazem memórias...

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Nesta foto, estão dois alunos de Marvão,  o Lúcio Alves Nunes (P., Cónego, celebrante da missa nos outros encontros em Lisboa) e o João de Deus Tavares, reformado do ensino público, e a viver ali ao descer de Marvão.

 

Como foi possível esta foto?

 

Umas semanas antes do Encontro, falávamos nós com o Sr. Fernando, proprietário da Varanda do Alentejo, quando veio à conversa o nome de alguns marvanenses antigos alunos dos seminários. Eu perguntei pelo João de Deus Tavares, há muitos anos radicado ali em baixo, em S. António das Areias. «Sim, conheço muito bem. É meu amigo. Aparece aqui muitas vezes. Foi Presidente da Santa Casa da Misericórdia de Marvão...»

Como há mais de 40 anos que não via o João, perguntei se ele tinha o seu n.º de telefone, que me foi entregue no momento. 

Falei para lá. Naturalmente não fui reconhecido de imediato, mas de repente ouço: "Tu és o Henriques. Conheci-te pela voz...". Ó meu Deus, como é bom ouvir estas palavras tão próximas.

Falei-lhe do Encontro de Marvão, de que ele não sabia nada. Também não usa a Internet; só a filha é que pode ajudá-lo.

Conclusão: este simples telefonema deu para ele se aproximar, vir com a esposa ao Encontro e alegrar-se com muitos antigos colegas e conhecidos.

São só pormenores. Mas... 

AH

 

JACARANDÁS

Os jacarandás das Paivas


Quando se consegue um tempinho menos ocupado, começamos a olhar para o que nos rodeia. Desta vez, fiquei embasbacado com a beleza destas árvores no Jardim das Paivas, mesmo ao pé de mim, que se desfazem em flor, parecendo até que dispensam as folhas ou que também as transformam em flor para o espectáculo ser mais retumbante. Obrigado, minhas vizinhas.

AH

 

O NOSSO LOGÓTIPO

APRESENTA-SE

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Até agora, temos sido acompanhados por uma mãozinha verde de 4 dedos (??)  em fundo  amarelo que o SAPO disponibiliza, quando publicamos qualquer coisa na página do Facebook.

Agora, que o Joaquim Mendeiros se armou de artista com ajuda do filho, podemos apresentar o nosso logótipo, que já sinaliza o nosso perfil na coluna da direita do nosso blogue. É muito simples, mas vai ser a imagem das nossas comunicações. As letras identificam-nos como Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Portalegre e Castelo Branco.

Da primeira vez que pensava que ele saía automaticamente, e logo com o texto do Sr. Bispo, saíu realmente um quadrado em branco, contra o qual nada se pode fazer. São as minhas inabilidades técnicas. 

Hoje vou tentar mais uma vez, publicando só a imagem do logótipo. Se resultar, ainda passo para aqui a tal mãozinha para ficar na nossa história. 

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NOTA: Aqui fica a tal mãozinha amiga. Adeus até não sei quando.

 

 

ESTA É ESPECIAL!

Acabamos de dar conta desta crónica tão especial que não podemos ignorá-la.

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Mais uma vez, o Sr. D. Antonino nos surpreende e nos diz como é importante celebrar a Vida, mesmo a administrar a Santa Unção. 

 

GRATIDÃO E ALEGRIA EM COMUNHÃO FAMILIAR

 

Celebrar cem anos de vida, já vai sendo frequente. Celebrar oitenta e dois anos de matrimónio, é obra, coisa rara. Pois foi isso mesmo que aconteceu no dia vinte e cinco deste mês de maio. E lá fomos cumprimentar esses noivos de então, ambos centenários. Ele, com cento e três anos de idade. Ela, com cento e um. Casaram em Penha Garcia e residem em Monfortinho, mais propriamente em Termas de Monfortinho, concelho de Idanha-a-Nova, exemplarmente cuidados e apaparicados, em casa, pela “carinhoterapia” da sua atenta e dedicada família, verdadeiro testemunho de dedicação filial no meio da comunidade envolvente. Nessa altura, os noivos, prometeram amor mútuo que durasse para sempre, um amor que fosse “para além da formalidade social ou da tradição” e correspondesse à própria natureza humana que sempre aspira à estabilidade e ao amor para sempre. No meio das suas virtudes, limites e imperfeições, souberam crescer juntos, amadurecer o amor e cultivar a robustez da união familiar, o que constituiu também uma verdadeira escola para os filhos. Oitenta e dois anos de matrimónio, apesar dos calços e percalços, das curvas e contracurvas, dos êxitos e dos fracassos que a vida, por certo, lhes foi apresentando, são a garantia de que a vida deste casal não se reduziu "a um sentimento que vai e vem". Eles souberam apoiar o seu amor na verdade. Sim, só o amor firmado na verdade, só a verdade tocada pelo amor, faz com que a vida de um casal perdure no tempo, supere o instante efémero e permaneça firme a sustentar um caminho comum em direção a uma vida nova e plena, feliz e realizadora.

Fomos cumprimentar estes noivos de outrora, ele mais falador do que ela e incontido na alegria pela presença do Bispo, mais uma vez, em sua casa. Rodeados pelos seus familiares e pelo Pároco, administrei-lhes o Sacramento da Santa Unção, celebração em que todos participaram com fé e devoção, de coração agradecido por tão feliz ocorrência. Seguidamente, e a fim de que o seu lar continue a ser sempre iluminado pela esperança e pelo amor, foi-lhes entregue uma Bênção Apostólica que o Santo Padre o Papa Francisco concedeu a ambos, tornando-a extensiva a toda a sua família. Foi um acrescido momento de alegria e de comunhão eclesial, unidos ao Santo Padre.

Gente humilde e sacrificada, gente de trabalho e de trabalho difícil, gente de vida dura e austera, gente simples mas de valores verdadeiramente assimilados e vividos, gente feliz e a saber valorizar a família como espaço de amor e de humanização. Gente que chegou, viu e venceu. E porque não há festa sem “quodore”, não podíamos deixar de participar também, lá em casa, à volta da mesa, no convívio familiar que se seguiu, com muita alegria e paz.

Assim consta:

“Aos vinte e cinco dias do mês de maio do ano de mil novecentos e trinta e cinco, nesta Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Penha Garcia, concelho de Idanha a Nova, diocese de Portalegre, compareceram na minha presença os nubentes José dos Santos Reino e Ermínia Pires Rodrigues com todos os papeis necessários e sem impedimento algum para o matrimónio, ele de idade de vinte e um anos, solteiro, lavrador, baptizado e morador nesta freguesia, filho legítimo de José dos Santos Senior e de Maria Esteves, naturais desta freguezia, e ela de idade de dezanove anos, solteira, doméstica, baptizada e moradora nesta freguezia, filha legítima de José Rodrigues Pires e de Emília Pires, naturais desta freguezia, os quais nubentes se receberam por marido e mulher e os uni em matrimónio conforme as leis da Santa Igreja Católica.
Foram testemunhas José Pires Rodrigues, casado, sapateiro e Joaquim Cigano, casado, lavrador, naturais e residentes nesta freguesia, os quais sei serem os próprios. E para constar lavrei este assento que depois de lido e conferido perante os Conjuges e testemunhas, o assigno só com as testemunhas não o fazendo os Conjuges por não saberem escrever.
Era est supra.
As testemunhas José Pires Rodrigues e Joaquim Cigano
O Prior P.e Possidónio Marques de Miranda”.

Antonino Dias
26-05-2017

AMMAIA E ARAMENHA

ESTÁ A TERMINAR O NOSSO DIA, em termos de imagens.

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Hoje, vamos recordar aquela tarde especial do dia 20 de Maio...

 

O vídeo que vos ofereço, elaborado com fracas condições técnicas, é a flor especial que vos produzi. Empenhei-me o mais possível em das fotos fazer luz, um pouco mais de luz, a partir do que ouvi na Ammaia.

PORTALEGRE é o próximo grande objectivo. Mas acho que todos esperam mais encontro, mais actividades, mais vida entre nós. Verdade?

Mas o dia 20 de Maio ficou na nossa história... AH

 

 

 

Centenário das aparições (5)

Aprovação e expansão de Fátima

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A muitos poderá surpreender a rapidez com que o fenómeno das aparições/visões – como opina o bispo Carlos de Azevedo - se propagou, de um modo tão veloz e consistente. Este alastrar, certamente, muito se ficou a dever ao empenho do carismático bispo de Leiria que, ao longo das décadas de vinte/trinta, tudo fez para aprovar e consolidar esta manifestação de religiosidade popular, nomeadamente, adquirindo e organizando o espaço da Cova da Iria, dotando-o das mínimas infraestruturas para acolher os peregrinos. Se a nível material, todo este projeto ia correndo veloz, o encomendado relatório das aparições a uma comissão de sete sacerdotes, tardava em ficar concluído. Foi necessário esperar por 14.04.1930, para que o padre Nunes Formigão entregasse este documento ao bispo de Leiria. Recorde-se que entretanto, já em 13.10.1922, tinha sido lançado o jornal “A Voz de Fátima”, por este sacerdote, como boletim oficial das aparições, o qual, até hoje, tem alimentando esta causa. Só entre 1922 e 1930, este jornal publicou cerca de 200 casos de curas, tidas como milagrosas. Fruto desta campanha, promovida juntamente com outros jornais católicos diocesanos, como o “Mensageiro de Leiria”, e “A Guarda”, em 13.05.1923, já se deslocava à Cova da Iria, cerca de 80.000 fiéis. Nesta altura, começava-se a desenhar, embora de um modo desordenado, ruas e habitações, para alojar peregrinos. Quanto às esmolas, eram recolhidas e enviadas para a diocese de Leiria, para as construções diocesanas já iniciadas.

Chegados a 1924, Lúcia que se mantinha recolhida num colégio em Vilar-Porto, das Irmãs Doroteias, com correspondência vigiada, só agora conseguiria obter licença para se encontrar pela primeira vez, com a sua mãe Maria Rosa, em Braga. Neste encontro, foi-lhe concedida a licença da mãe para ser freira, após receber o sacramento do Crisma, em agosto. Após esta cerimónia, seguiu para terras de Espanha (Tui / Pontevedra) no dia 25 deste mês, onde se integrou num convento da mesma ordem religiosa. Aqui passaria a mortífera guerra - civil (1936-1939), com escassez de alimentos. Valeu-lhe a família.

A partir da década de vinte, coube ao bispo de Leiria assumir a pastoral da Mensagem de Fátima e as obras da Cova da Iria. Para tal, em 1924, mandou construir um muro para cercar o recinto das aparições, com arcadas e portões de ferro, incluindo duas lojas, destinadas à venda de artigos religiosos. No mesmo ano, edificaria a capela alpendrada das missas. Esta seria demolida em 1946. Em 1925, decidiu ainda construir uma casa no local para um capelão permanente, a fim de fiscalizar e coordenar o culto. Juntou-se a estas obras um Sanatório (Albergue N. S. do Rosário) que levou cinco anos a erguer, para recolher e tratar os doentes que afluíam à Cova da Iria. Foi ainda erguida uma capela para confissões, em 1928. Neste ano, já havia no local quatro hotéis com telefone. Para possibilitar a construção dos novos edifícios e instalar megafones, tornou-se necessário erguer no local uma central elétrica. Esta carência seria colmatada em 13.05.1929. À inauguração, presidiu o presidente da República, general Óscar Carmona e Oliveira Salazar, a quem se juntou o bispo de Leiria José Alves Correia da Silva. Na década de trinta, foi lançada a primeira pedra da Basílica de N.ª. Sr.ª do Rosário, um projeto do holandês Gerard Van Krieken. Coube ao arcebispo de Évora presidir a esta cerimónia. Este templo principal, neobarroco, iniciado em 1938 - acordado entre o Cardeal Cerejeira e Salazar - com cerca de 60 metros de altura, viria a receber o título de Basílica, dado por Pio XII em 11.11.1954 (breve “Luce Superna”).

Entretanto, Lúcia, a partir de 1925 do seu convento, continuou a dizer-se bafejada com novas visões sobrenaturais da “Senhora”, pedindo-lhe nomeadamente em 17.12.1927, que fosse propagada a devoção ao Imaculado Coração de Maria e se espalhasse a devoção dos primeiros cinco sábados. Esta devoção seria aprovada em 13.09.1931.

Entretanto, o referido relatório diocesano, encabeçado pelo padre Formigão, sobre as aparições, foi entregue ao bispo de Leiria apenas em 13.04.1930. Meses depois, em 13.10.1930, numa carta pastoral, “A Divina Providência” o bispo de Leiria declarou finalmente, “dignas de crédito as visões das crianças”. As décadas de vinte e trinta foram assim decisivas, mesmo se diferentes, do que viria a ser a configuração deste fenómeno até hoje. Lentamente, o majestoso recinto da Cova da Iria, de um espaço severo e agreste, foi-se tornando um lugar acolhedor, ao serviço do projeto do bispo de Leiria, possivelmente com os olhos postos no modelo de Lourdes.

 

florentinobeirao@hotmail.com

PEDAÇOS DO ENCONTRO DE MARVÃO

Continuamos a actualizar o blogue com mais informações do Encontro de Marvão.

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Hoje, com as fotos do José Ventura, vamos visitar mais espaços, passar pelo antigo Seminário e sua capela (do Espírito Santo), subir à Igreja de Santa Maria, hoje Museu Municipal (muito bem recheado!) e antes a camarata dos filósofos.

Vamos ainda entrar na Igreja de São Tiago para a Eucaristia, onde o P. Marcelino nos espera já fardado(!) lá fora (Tonho, não é fardado, é paramentado...). 

E depois vamos para o repasto da Varanda do Alentejo com boas iguarias alentejanas.

E o Encontro vai continuar, talvez amanhã, com as fotos, estas mensagens de luz, que o José Ventura nos enviou.

Aqui registo o extraordinário trabalho do Zé Ventura, sempre atento a todos os momentos. Obrigado, Zé, em nome de todos nós. 

Também já cacei (?!) algumas fotos muito boas do Eduardo Oliveira, outro artista da fotografia, que com o tempo irei usar. Aqui fica a primeira deste artista, a apresentar o colega.

Obrigado, Eduardo!

Deste video, retenho ainda de memória a presença de vários sacerdotes que viveram o Encontro como qualquer de nós. Nomes? Lúcio Nunes, António Cardoso, António Escarameia (até trouxe o órgão com ele!), Tarsício Alves, Fernando Farinha, Manuel Mendonça... 

Obrigado a todos. Que bom estar convosco, mesmo que por pouco tempo!  AH

 

 

 

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