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Animus Semper

AS NOTÍCIAS MAIS FRESCAS

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS DA DIOCESE DE

PORTALEGRE E CASTELO BRANCO

    COMISSÃO ANTIGOS ALUNOS SPCB

                 (comasalpcb@gmail.com)

                       (asal.mail@sapo.pt)

 

ENCONTRO DE MARVÃO 2017 – INSCRIÇÕES PROVISÓRIAS

 

D. Antonino Dias (1)

Abílio Cruz Martins (2)

Alberto Duque (2)

Alexandre Nunes (2)

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Alexandre Pires (2)

António Antunes Dias (1)                    

António Eduardo (2)

António Escarameia (1)

António Henriques (2)

António Manuel M. Silva (1)

António Martins Cardoso (1)

António Martins da Silva (2)

António Mendes Jorge (2)

António Pequito Cravo (2)

António Pires Costa (2)

António dos Reis (1)

António Rodrigues Lopes (2)

Arménio Silva Duque (1)

Armindo Luís (2)

Assis Cardoso (2)

Augusto Rei (2)

Bonifácio Bernardo (1)

Carlos Diogo (2)

Eduardo Pires Calção (2)

Eusébio Silva (1)

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Fernando Farinha (1)

Fernando Leitão Miranda (2)

Florentino Beirão (1)

Francisco Cristóvão (2)

Francisco Severino (1)

Francisco Simão (2)

Herculano Lourenço (1)

João Chambel Isidro (1)

João Correia Neves (1)

João Heitor (2)

João Oliveira Lopes (2)

João Pires Antunes (1)

João Rodrigues Dias (1)

Joaquim Mendeiros (2)

Joaquim Nogueira (2)

José Alves Dias (2)

José Cardoso Pedro (1)

José Figueira (1)

José Manteigas Martins (2)

José Maria Lopes (1)

José Maria Martins (1)

José Lourenço (2)

José Ribeiro Andrade (2)

José Ventura (1)

Leonel Martins (1)

Lúcio Alves Nunes (1)

Lúcio Serras Lobato (2)

Manuel Bugalho (2)

Manuel Inácio (2)

Manuel Lopes Mendonça (1)   

Manuel Pereira (1)

Manuel Pires Antunes (2)

Manuel Pires Marques (2)

Marcelino Dias Marques (1)

Total - 91

As inscrições podem ser feitas pelos e-mails da Comissão (comasalpcb@gmail.com e asal.mail@sapo.pt), por telefone - João Heitor (967 421 096); Joaquim Nogueira (919 482 371); António Henriques (917 831 904); Pires Antunes (919 414 179) Florentino Beirão (964 819 423); Joaquim Mendeiros (969 015 114) -, e pela página do Facebook da Comissão (animus semper antigos alunos)

Saudações Associativas

(A Comissão Administrativa, em 28 de abril de 2017)

 

AUTOCARRO – INSCRIÇÕES ABERTAS

 

A Comissão alugou um autocarro à VTBus, para a viagem a Marvão, em 20MAI2017, ao preço unitário de 12,50 €, com partida de Lisboa (Campo Grande, junto ao Hotel Radisson Blu – à 2.ª Circular), pelas 08H00 (concentração pelas 07H30), e regresso de S. Salvador da Aramenha pelas 18H00.

 

INSCRIÇÕES PROVISÓRIAS (36)

 

Abílio Cruz Martins (2)

Alberto Duque (2)

António Antunes Dias (1)

António Mendes Jorge (2)

António Martins da Silva (2)

António Pequito Cravo (2)

António Reis (1)

Arménio Duque (1)

Augusto Rei (2)

Eduardo Calção (2)

Francisco Cristóvão (1)

Herculano Lourenço (1)

João Correia Neves (1)

João Pires Antunes (1)

João Torres Heitor (2)

Joaquim Dias Nogueira (2)

José Alves Dias (2)

José Cardoso Pedro (1)

José Figueira (1)

José Maria Lopes (1)

José Maria Martins (1)

Manuel Inácio (2)

Manuel Pereira (1)

Manuel Pires Antunes (2)

 

Saudações Associativas

(A Comissão Administrativa, em 28 de abril de 2017)

 

A PALAVRA DO SR. BISPO

A GRANDEZA DOS PEQUENINOS

D. Antonino.jpg

 

Francisco e Jacinta Marto vão ser canonizados no dia 13 de maio, pelo Papa Francisco, em Fátima, na celebração do centenário da primeira Aparição da Senhora. Francisco nasceu no dia 11 de junho de 1908, e Jacinta em 5 de março de 1910, em Aljustrel, freguesia de Fátima. Depois de terem dedicado os seus dias ao amor a Deus, ao Imaculado Coração de Maria, ao Santo Padre e à oração pela conversão dos pecadores, pela paz e pelas intenções de quem lhes suplicava que pedissem, Francisco faleceu no dia 4 de abril de 1919 e Jacinta no dia 20 de fevereiro de 1920. Em toda a história da Igreja, são as primeiras crianças, não martirizadas, a serem declaradas modelo de santidade. Receberam a fé e o amor à verdade no seio da família.
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) publicou, a propósito, no passado dia 27, uma Nota Pastoral que aconselho a ler, onde manifesta a sua alegria e afirma que os Pastorinhos, envolvidos “pela carinhosa e materna luz de Maria” experimentaram “a ternura e a força do braço amoroso de Deus” fazendo “resplandecer no testemunho da sua curta existência a elevada e perene glória da santidade”. Todos nos damos conta, dizem os Bispos, “de como o Espírito Santo suscitou, salvaguardou e potenciou o coração infantil, encantado e simples com que cada um deles contemplou, assimilou e refletiu a imagem de Cristo. Fruto desta abertura ao Espírito, reconhecemos na experiência espiritual de Jacinta uma imitação generosa de Cristo, servo sofredor e abandonado na cruz e, na de Francisco, uma imitação contemplativa de Cristo «escondido» e silencioso”.
De facto, a partir dessa experiência, as duas crianças passaram “a estar completamente centradas em Deus: convidados a adorar o Mistério da Trindade, vivem focados no rosto de misericórdia do Pai; convidados a oferecer a vida pelo bem dos irmãos, não mais deixam de ter no seu horizonte o cuidado pelos que mais necessitam, os pecadores; convidados a orar continuamente, passarão a rezar todos os dias o Rosário pela paz no mundo; convidados a consagrar-se a Deus, ao jeito do Coração Imaculado de Maria, viverão as suas breves vidas com a intensidade do Magnificat.”
A vida de Francisco carateriza-se pela constante contemplação de Cristo «escondido»: “Sempre que podia, refugiava-se num lugar isolado para rezar sozinho, passando longas horas no silêncio da igreja paroquial, junto ao sacrário, para fazer companhia a «Jesus escondido». Na sua intimidade, Francisco entrevê um Deus entristecido face aos sofrimentos do mundo, sofre com Ele e deseja consolá-lo. Salienta assim que a vida de oração se alimenta pela escuta atenta do silêncio em que Deus fala”. Por sua vez, a vida de fé de Jacinta é caraterizada “pela singela generosidade da fé. Nas pequenas coisas da sua vida simples de menina, Jacinta tudo entrega em dom agradecido ao coração de Deus, em favor da humanidade. Expressava frequentemente o desejo de partilhar o amor ardente que sentia pelos corações de Jesus e de Maria e que a fazia crescer no cuidado pelos pecadores. Todos os pequenos detalhes do seu dia, inclusive as contrariedades da sua doença, eram motivo de oferta a Deus pela conversão dos pecadores e pelo Santo Padre. Nas suas memórias, a prima Lúcia diz dela que rezar e sofrer por amor «era o seu ideal, era no que falava».
Captaram de tal modo a mensagem da Senhora que ficaram com uma consciência “profunda da gravidade do pecado e das suas consequências” e assumiram o “compromisso simples e generoso em favor da reconciliação dos pecadores e da paz no mundo”.
Fascinados pela beleza do amor de Deus, manifestavam “um desejo profundo do Céu” e “um ardente desejo de estar com Jesus vivo e com a Mãe do Céu”. Tanto assim que “a vontade de estar para sempre com o Senhor levava o Francisco a procurar frequentemente a oração pessoal, feita de joelhos, muitas vezes por detrás de um muro ou de uma cerca. Também na Jacinta este desejo é evidente. O que ela imediatamente contou aos seus pais, depois da primeira aparição de Nossa Senhora, foi a promessa de que iria levá-la para o Céu, com o Fra20161208_122925.jpgncisco”. E quando sofriam e estavam doentes, ou mesmo na própria agonia, era o desejo deste encontro definitivo com Nosso Senhor e Nossa Senhora que os amparava e animava. 

“Apesar da sua tenra idade, quando são instados a negar as aparições ou a revelar o que lhes fora confiado como segredo, permanecem fiéis à verdade, assumindo o sofrimento que a opção lhes causava. O seu exemplo evidencia que se pode testemunhar a fé em Cristo em qualquer condição de vida: de criança, de adulto ou de ancião; seja-se extrovertido ou tímido; no areópago da culta Atenas do primeiro século, no lugar de Aljustrel do início do século passado, ou hoje, no mundo global”.

Antonino Dias
28-04-2017

MARVÃO VALE A PENA

Logo à entrada de Marvão, somos surpreendidos por este belo monumento:

o Mosteiro de Nossa Senhora da Estrela. Vale a pena ir a Marvão!

Mosteiro N S Estrela.jpg

 

«As primeiras edificações góticas, em Portugal, chegaram através das Ordens Mendicantes. O Convento Franciscano de Nossa Senhora da Estrela está nesta sequência. Instituído, em 1448, associado à memória de uma "aparição" da Virgem, foi construído, dentro do estilo gótico, vigente na altura, revelado no seu interior, capela e claustro, e, exteriormente, pelo portal com arquivolta de arcos quebrados, emoldurada por um gablete.

Frente ao portal, um cruzeiro "manuelino", do século XVI, de mármore, com coluna torça e capitel trabalhado...»

(copiado do site da Câmara Municipal de Marvão)

LAICIDADE - a propósito

ab104.jpg

 

NOTA: Acho útil trazer para este espaço as palavras do Mário Pissarra a propósito de questões levantadas nos últimos dias. Elas próprias não esgotam o tema, mas podem ajudar a reflectir e a produzir novos comentários. AH

 

1 - Poderá um crente defender a laicidade do Estado?

Sim. A esfera da vida religiosa e da cidadania não coincidem. Enquanto a religião estabelece uma relação com uma transcendência, a cidadania refere-se à vivência com os outros numa sociedade concreta. A laicidade caracteriza uma determinada forma de o Estado se relacionar com a religião. Ao nível da organização da vida social, o Estado está acima de qualquer religião e é laico na medida em que garante o pleno exercício e vivência da cidadania de cada um. Isto pressupõe, por um lado, o respeito por parte do Estado da opção religiosa de cada um; por outro, que cada um respeite as leis do Estado (que não podem ter uma fundamentação religiosa) que regem a vida pública.

A Igreja católica não aceita o divórcio, a eutanásia, o aborto, etc. Poderá o Estado laico transpor para a sua legislação estes princípios (ou de outra religião)?. Não, pois impunha ao cidadão práticas e princípios que eram apenas de alguns.

Pode um católico ser laico? Sim. Aceita o princípio da laicidade do Estado. Pode defender formulações concretas dessa leis. O Estado não o obriga a divorciar-se, praticar aborto, etc. Isso é uma opção que a lei lhe confere, mas que a sua religião lhe proíbe. Todavia, por respeito pela cidadania dos outros (com outra ou sem religião) aceita e defende que possam tomar opções diferentes para também eles poderem agir de acordo com a sua consciência e os princípios da sua religião.

Óbvio: esta discussão só faz sentido numa sociedade pluralista.

Mário Pissarra

 

2 - Tolerância de ponto versus laicidade

"As «aparições» em Fátima ocorreram num momento em que, na sociedade portuguesa, se debatia o lugar da religião, a sua validade, se ela era da ordem do obscurantismo e da ignorância ou não, ou se era da ordem da realização e pode fornecer às pessoas um sentido para a sua vida.”


A. Marujo - Rui Paulo Cruz (2017). A Senhora de Maio: Temas e Debates: 65.

 

Este pequeno excerto demonstra a complexidade de problemas e os inúmeros problemas que os debates sobre o tema encerram. Hoje, por exemplo e sob o pretexto de algumas palavras de um deputado, muitos têm discutido a laicidade do Estado. O pretexto foi a anunciada tolerância de ponto para os funcionários públicos para 13 de Maio a pretexto da vinda do Papa a Fátima. Que reacções surgiram: a) Inaceitável -- o Estado é laico. b) Formidável: mais um dia de folga (praia, passear, etc.) c) Ainda bem: podemos ir a Fátima, ver a TV, aproveitar a ocasião para ver o papa, etc. d) Os funcionários públicos são uns privilegiados, para os que trabalham no privado não há tolerâncias,...

A questão da verdade não se coloca nesta, como em muitas outras discussões. Mas ultrapassando o sectarismo monocular de certos anticlericalismos, estilo republicanismo jacobino que confunde laicidade com laicismo, perguntas pertinentes são: 1. É legítima a decisão do Governo ou é contraditória com o princípio da laicidade. 2. Os direitos de alguns cidadãos são violados? 3. O Estado toma partido a favor de alguma religião?

Mário Pissarra

VIVA O ERNESTO JANA

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Também hoje celebra o seu aniversário o ERNESTO DELGADO JANA, que vive em Abrantes e nasceu em 36.

Grande amigo, PARABÉNS e votos de muita felicidade.

De certeza vais estar em Marvão. Quero ver-te E ABRAÇAR-TE, assim como muitos outros.

Esta foto é de Linda-a-Pastora.

ANIVERSÁRIO

Elisio Frade.jpg

PARABÉNS, ELÍSIO FRADE!

 

Faz hoje 65 anos (se não me engano!) este nosso amigo e colega.

Aqui ficam os nossos parabéns e votos de longa vida em felicidade e na companhia de família e amigos.

Vamos ver-nos em Marvão?

O SR. BISPO ESTARÁ CONNOSCO

ANUNCIO-VOS UMA GRANDE ALEGRIA:

 

VEIO HOJE A CONFIRMAÇÃO. MAIS UMA VEZ, O SR. BISPO VAI ESTAR CONNOSCO, AGORA EM MARVÃO.

 

ESTA ASSOCIAÇÃO DE ANTIGOS ALUNOS DOS SEMINÁRIOS DE PORTALEGRE E CASTELO BRANCO SENTE-SE RECONHECIDA E AGRADECIDA PELA PRESENÇA DO SR. D. ANTONINO NO NOSSO ENCONTRO ANUAL.

 

 

 

 

 

VAMOS A MARVÃO

Meus amigos, é mesmo tempo de vocês anunciarem a ida a Marvão. Não esperem por favor pela última hora.

Às vezes, as circunstâncias são madrastas e impedem os nossos propósitos. Fora esses casos...

Aconteceu que o Herculano Lourenço, quando já ia para Castelo Branco no ano passado, teve de vHerculano.jpgoltar para trás por razões óbvias. Este ano quase lhe acontecia o mesmo. Chegou-nos à mão este seu escrito:

«Eu estive muito constipado mas já passou. A minha Carminho teve rotura de um aneurisma, mas felizmente parece que o pior já passou, mas a recuperação vai ser muito demorada. Pensava ir com ela a Marvão mas só poderei ir eu se não surgirem complicações. Peço-te que me inscrevas e reserves lugar no autocarro. Não pedi mais cedo por estar aguardando melhoras e o exame de hoje já permite estar mais tranquilo. Um grande abraço».

 

Aqui ficamos nós todos a torcer para que tudo se resolva a contento. E se puderem ir os dois, melhor.

Votos de boas melhoras, Herculano!

Ultimas novidades

Que bom saber que o P. António Escarameia está livre e vai a Marvão. E leva o seu órgão para animar a Eucaristia. Tudo se está a compor para o 20/05 ser uma grande jornada de convívio e amizade.

E também já está inscrito o P. Fernando Farinha. Outros sacerdotes irão com certeza...

E também já contamos com o Leonel Cardoso Martins, de Portalegre, um ilustre latinista...

AH

 

NÃO LHE BATAM MAIS!

Portalegre 19-05-2012 106.jpg

 25 ABRIL de 1974


Inesquecível. Ainda hoje tenho presentes todos os passos e todos os momentos desse dia. Desde a manhã na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa ao ataque, no final da tarde, à sede da PIDE/DGS, passando pela movimentação das tropas nas ruas da Baixa Pombalina, dos cravos do Rossio, da rendição de Marcello, no Carmo, entregando o Poder ao General Spínola para que não caísse na rua, nas mãos da multidão da qual também fazia parte. Nem nas do saudoso capitão Salgueiro MAIA, demasiado pequeno aos olhos do padrinho do actual Presidente Marcelo. Dia de sonhos, de ilusões e de juventude. Era uma quinta-feira e ao fim do dia chovia. Uma chuva tipo “molha parvos” que ia ensopando as roupas sem ser percebida mas insuficiente para arrefecer o entusiasmo e travar a "caça ao Pide".cravos.jpg 

Portugal era então um país vigiado, fechado, censurado e desigual. A PIDE/DGS e a Censura Prévia iam controlando os corpos e as mentes. A Guerra de África ia destruindo vidas e recursos, em nome da defesa de um Império anacrónico. Pouco mais de meia dúzia de grupos económicos pertencentes a meia dúzia de famílias protegidas pelo regime autocrático controlavam a economia nacional. O atraso e as desigualdades socioeconómicas eram assustadores. O 25 A de 1974 trazia a esperança.

 

25 ABRIL de 2017

Quarenta e três anos depois não existe guerra, não existe a PIDE e, em teoria, existe liberdade formal…
Todavia. Dizem as estatísticas oficiais que a desigualdades sociais nunca foram tão grandes e que a economia continua a ser dominada por meia dúzia de grandes empresas, que agora nem sabemos de quem são. Na sua maioria de capitais internacionais. Os centros de decisão estão longe de Lisboa e de Portugal. O regime não é autocrático. É formalmente democrático. As pessoas podem expressar livremente a sua opinião mas quem manda, manda. O Povo? Vota…
Uma certeza. Não há qualquer dúvida que a generalidade da população vive hoje muito melhor que em 1974. Mas, cotejando com os seus parceiros europeus, se, em 1974, Portugal estava na cauda da Europa, hoje lá continua. E com factura assustadora para pagar…
Valer, valeu! Mas tem sido tão mal tratado, o 25 de Abril de 1974!
IN MEMORIAM!

António Manuel Silva

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