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Animus Semper

ANIVERSÁRIO

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MAIS UMA PRIMAVERA...

A 24 de Outubro de 1952, na região de Proença-a-Nova, nasceu um indivíduo do sexo masculino a quem foi dado o nome de Virgílio Moreira. Cresceu, passou pela escola, frequentou os seminários  da diocese de Portalegre e Castelo Branco com vontade de descobrir o melhor para a vida, empregou-se, correu seca e meca (até andou pelo estrangeiro a ganhar a vida!) e presentemente vive em Proença-a-Nova, trabalhando na área da Biblioteca Municipal.

É a este amigo que hoje saudamos. 

PARABÉNS, VIRGÍLIO! Aqui fica o nosso abraço de amizade! Continua a fazer anos com alegria e muita saúde, na cmpanhia de familiares e muitos amigos. Gostamos de te ver. Vai aparecendo...

Contactável pelo n.º de telefone: 917 851 760

FELICIDADE HOJE

Aos oitenta e muitos, o Joaquim Nogueira continua a surpreender-nos, atirando para a nossa atenção estas considerações. Parabéns e obrigado. AH

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FELICIDADE  NA  SOCIEDADE  CONTEMPORÂNEA

 

No texto que escrevi, em 29 de Setembro último, abordei o tema sobre  a evolução das reflexões históricas da felicidade.  Vou, agora, escrever sobre o mesmo tema na atualidade, ou seja na sociedade contemporânea, procurando responder às perguntas  : “ O QUE É A FELICIDADE ? “.”QUAL O CAMINHO PARA A ALCANÇAR?”

 

No ínterior de todo o ser humano é imanente o desejo de ser feliz, isto é, de cada um de nós procurar a alegria e o prazer que possam dar qualidade ao nosso viver quotidiano.

Nesta questão da felicidade, não se podem comparar os prazeres imediatos e momentâneos às alegrias plenas e duradouras. Todos nós temos alegrias fugazes, como por exemplo no dia do nosso aniversário, quando nos restabelecemos de uma doença grave, etc. É claro que nos sentimos felizes com estes sucessos quotidianos, sendo, porém, certo que a felicidade, no verdadeiro sentido, é mais do que essas alegrias momentâneas e passageiras. Na verdade, essas alegrias são minimizadas por tristezas que também e felizmente, são, elas, passageiras. Posso, assim, escrever que a felicidade é fugaz como fugaz é a tristeza.

Dito o que antecede, não podem ficar dúvidas que o ideal para se ser feliz, em permanência, tem que ser procurado noutra origem e não só nos momentos felizes e momentâneos da vida. Se não associarmos a esses momentos um sentido mais profundo, ligado à espiritualidade, concluiremos que a completa e total felicidade não existe.

Vou tentar ultrapassar esse dilema, escrevendo, primeiro, sobre os momentos felizes do quotidiano e, depois, sobre a procura da VERDADEIRA FELICIDADE, designadamente, tentando encontrar o caminho para a atingir.

 

OS MOMENTOS ALEGRES E FELIZES DO QUOTIDIANO

Todos nós tivemos e temos momentos alegres e felizes. Vamos ver alguns exemplos:

---  VIVO EM PAZ COMIGO PRÓPRIO E COM A MINHA FAMíLIA – Sou feliz.  Não exageremos; sou feliz, agora, neste período e logo acontece algo que me tira  a alegria. Basta uma pequena discussão ou desavença com um filho para ficar menos feliz. Fazemos as pazes e o bem-estar volta. Contudo, não deixa de ser uma alegria fugaz.

---   CONVIVO COM OS E AS AMIGAS E TUDO “CORRE” BEM. Sou feliz, porém lá vem um desaguisado e a tristeza instala-se. Conversamos, entendemo-nos e o convívio saudável restabelece-se. Pequena coisa que não deixou de ser um empecilho na “engrenagem”, indicativo de que felicidade não era absoluta.

--- TENHO TRABALHO, FAÇO O QUE GOSTO E SINTO-ME REALIZADO COM COLEGAS, AMIGOS E SUPERIORES COMPREENSIVOS. Posso dizer que sou feliz, mas não posso dizer que essa alegria seja permanente, pois uma discussão com um colega relacionada com uma coisa fútil tirou-me o sono. Fiquei menos feliz.

---   A VIDA CORRE-ME BEM, GANHO O SUFICIENTE, NADA ME FALTA. Normalmente é uma situação muito boa, mas só é assim enquanto não há uma contrariedade que estraga os meus planos e lá se vai a alegria.

---   TENHO SAÚDE E VIVO BEM COM A MINHA SITUAÇÃO. É fundamental ter saúde, ela é a base da vida: com ela pode-se procurar trabalho, ganhar dinheiro. Embora o dinheiro seja bom, deve ser apenas o suficiente para prover às nossas necessidades, designadamente para tratar as doenças. É que ter muito dinheiro, ser rico, não dá a felicidade, só por si. É frequente conhecer e ver pessoas cheias de bens materiais, inclusive de dinheiro, desesperadas e com outros problemas.

---   VIVO NUMA LOCALIDADE ONDE HÁ SEGURANÇA e isto dá-me tranquilidade. Sou feliz, mas só até ao dia em que um dos meus vizinhos for assaltado, na rua.

Estes, alguns exemplos que nos ajudam a ser felizes e muitos outros podia elencar. Certo que a vida tem tantas facetas que, dificilmente, se pode falar de felicidade plena. Podemos sentir-nos felizes com uma boa notícia, com um dos aspetos que descrevi ou outros que nos alegrem e dêm prazer, mas se esses momentos não forem acompanhados com sentimentos interiores que nos façam estar imunes aos maus acontecimentos do quotidiano,  a felicidade é, como tenho vindo a dizer, relativa e não plena e absoluta. Como adquirir, então, a FELICIDADE PLENA?

 

CAMINHO PARA ALCANÇAR A FELICIDADE PLENA E ININTERRUPTA

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Na sua Mensagem do  27º DIA MUNDIAL DA JUVENTUDE, disse o Papa Bento XVI que as alegrias do cotidiano “só têm sentido se a origem delas estiver em Deus”. “Ele é alegria infinita que não permanece fechada em si mesma, mas se expande naqueles que Ele ama e que O amam”.

Noutro passo da Sua Mensagem, diz o mesmo Papa” que alegria e amor são inseparáveis, acrescentando que o amor produz alegria e a alegria é uma forma de amor”.

A verdade é que, digo eu, os meios de comunicação social e o mundo em geral nos transmitem, na atualidade, mensagens que nos levam a procurar prazeres e alegrias imediatos, conduzindo-nos a entrar na lógica do consumo, ou seja a uma felicidade artificial.

Ora, para permanecer no prazer e na alegria verdadeiros, somos chamados a viver no AMOR E NA VERDADE. E este AMOR e esta VERDADE só são alcançados se forem vividos com e em Deus. Digo em Deus, como podia dizer num SER SUPERIOR, em Quem se acredita e que nos acompanha nos atos, mais ou menos alegres e prasenteiros, da nossa vida.

E SERÁ COM FÉ EM DEUS QUE OS PRAZERES E ALEGRIAS DEIXARÃO DE SER PASSAGEIROS E LEVARÃO A UMA FELICIDADE E  A UMA ALEGRIA VERDADEIRA, PLENA E DURADOURA.

Um abraço e a amizade do J.Nogueira

Lisboa, 23 de Outubro de 2017.    

J.NOGUEIRA

 

Escreveu o Papa Francisco que estas pequenas alegrias só têm sentido se a origem delas estiver em Deus. O Papa diz, também, que a alegria está ligada ao amor, acrescentando que “o amor produz alegria e que a alegria é uma forma de amor”.

ANIVERSÁRIO

É tão bom fazer 40 anos!

 

Se nasceste em 1977, como o Carlos Rodrigues, pois então salta de alegria... Estás naquela fase entre a juventude e a idade mais madura, que muitos de nós já vivemos há muito...

 

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Mas o Carlos Rodrigues faz mesmo 40 anos hoje. Por isso, o saudamos vivamente e lhe damos os melhores PARABÉNS, DESEJANDO-LHE O MELHOR DA VIDA E A REALIZAÇÃO DOS SEUS SONHOS...

Contactável pelo tel. 966 646 328

Natural de Oleiros, aparece na sua página do Facebook como um grande corredor, adepto deste desporto tão saudável. E não sabemos mais dele. Um dia vai aparecer e então vamos conhecê-lo melhor.                                                   

Mas não resistimos a trazer para aqui algumas das suas palavras, que dão para reflectir:

 

 

«Fazer anos é olhar para trás com gratidão e para frente com fé!

...Às vezes leva tempo para que se amadureça...
Para que aprendamos de fato a valorizar momentos e pessoas, já que eles são únicos. E podem não voltar...
É preciso viver cada segundo, da melhor maneira e se tudo tiver um fim, que deixemos impresso o melhor de nós. A melhor marca!

Aprendamos a dar valor a quem está ao nosso lado, em quem realmente nos dá valor. A vida é muito curta para que valorizemos a vida dos outros e não a nossa. Talvez a vida se baseie em instantes... E o que passou há um segundo atrás, já não volta mais.»

Carlos Rodrigues

A revolução russa – 1917 (2)

Da utopia à realidade

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Encontrando-se a Rússia envolvida na I guerra – mundial, em situação desvantajosa, com a perda da Ucrânia, Finlândia e países bálticos - a favor da Alemanha- deu-se o assalto à Duma (Parlamento) pelos bolcheviques em outubro de 1917, iniciando-se um clima revolucionário, liderado por Lenine. Perante os desaires militares da guerra, resultando em dois milhões de desertores e milhares de perdas de vidas humanas, o ideólogo dos bolcheviques prometeu retirar o país deste devastador conflito, agradando assim aos militares e aos camponeses. Esta decisão, diria Lenine, teria sido “a mais bela prenda feita à revolução russa”.

A retirada foi acordada pelo armistício de Brest- Litovsk em 03.12.1918, assinado entre os bolcheviques, chefiado por Trosky e os aliados da Alemanha. Estes ficariam assim libertos desta zona do conflito, podendo deslocar os seus militares para combater no Oeste da Europa.

Se Lenine saiu de uma guerra, logo provocou outra. Os opositores às novas políticas radicais e os que se viram espoliados das suas terras e os donos das fábricas que as viram nacionalizadas, sob a direção burocrática dos bolcheviques, não podiam ficar de mãos caídas, e reagiram a tais opções políticas radicais.

Nesta conjuntura, a Rússia ficou, a partir de 1918, dividida entre a armada branca – opositores à revolução – com 30 mil soldados, e as forças militares – o exército vermelho - liderado pelos bolcheviques, com Trotsky à frente. Esta situação geraria um ambiente caótico, dando origem a uma mortífera guerra civil que se prolongou até 1922. Para combater os seus opositores, o governo revolucionário decretou em 29.05.1918, a mobilização obrigatória na Armada Vermelha para combater a Armada Branca, apoiada pela França e Inglaterra.

De imediato, o exército vermelho ocap_russia_wwii_parade_07Nov121-975x589.jpgupou, estrategicamente, as grandes cidades industriais do norte e do centro da Rússia, mudando a capital, de São Petersburgo para Moscovo.

Deste conflito resultaram cerca de três milhões de mortos e 250 mil exilados. Fomes e epidemias, resultantes desta guerra, matariam cerca de oito milhões de pessoas. Estes anos de guerra civil não deixaram de provocar uma grave crise económica, com o governo a apostar na “economia de guerra”. Foi necessário chegar a 1921 para, com a implantação da Nova Política Económica (NEP), uma forma de capitalismo do Estado, a Rússia levantar um pouco a cabeça.

Toda esta luta revolucionária só foi possível graças às ideias utópicas do marxismo-leninismo que prometia uma sociedade igualitária, sem classes. O paraíso na terra, mas à custa dos 20 milhões de vítimas de Estaline, entre 1930 e 1953 no Gulag.

Não foram só os operários e camponeses que ficaram fascinados por esta ideologia, a eles se juntariam os intelectuais socialistas e anarquistas. Daqui resultaria o aparecimento de partidos destas cores nos países da Europa e do mundo.

Em Portugal, seria o Partido Comunista Português (PCP), fundado em 06.03.1921, em plena 1.ª República. Após a Revolução da Ditadura Militar de 28.05.1926, foi ilegalizado, entrando na clandestinidade até à Revolução do 25 de abril de 1974. Durante este longo período, os seus militantes, foram constantemente perseguidos pcunhal_1998_200pc.jpgela ditadura de Salazar, com exílios e prisões, torturas e assassinatos. Aljube, Peniche e Tarrafal guardam as memórias destes tempos.

Um dos maiores líderes do PCP foi Álvaro Cunhal (1913-2005), militante desde os 17 anos, com várias visitas à URSS. Seria eleito secretário – geral do partido, em 1961. A sua história de perseguido pela PIDE inclui 15 anos de prisão, por vários períodos, e a fuga da prisão de Peniche em 1960.

Embora a URSS se tenha desmembrado em 1991, após a queda do Muro de Berlim (1961-1989), os partidos comunistas na Europa e em alguns países do mundo vão-se mantendo. Neles se inclui a China, Venezuela, Cuba, Coreia do Norte e alguns países africanos. A grande utopia, apregoada pelo comunismo, foi esmorecendo com o impacto da realidade. Hoje, a globalização e o neoliberalismo vão cavando cada vez mais, o fosso entre os poucos que têm muito e muitos que têm pouco ou nada.

florentinobeirao@hotmail.com

 

NOTA: Vale a pena transcrever para aqui a mensagem que acompanhava este post. O Florentino sempre comunicador, esclarecendo a situação, acrescentando mais um tópico... E sempre amigo! Obrigado. AH 

 

«Caro amigo Henriques

Um pouco mais aliviados do fumo - que não dos efeitos dos fogos- aqui venho eu, de novo, a enviar-te para o nosso amado Animus, se assim o entenderes, mais uma colaboraçãozinha. Trata-se da segunda e última reflexão sobre a Revolução Russa, que conseguiu dividir o mundo em dois blocos antagónicos. Mas cujo efeito permanece ainda em alguns países. O futuro nos dirá dos possíveis efeitos desta revolução sangrenta.

De Fátima, nunca se conseguirá desligar. O pedaço do Muro de Berlim, ali permanece, relacionando estes dois acontecimentos históricos que  marcaram, indelevelmente, quase todo o séc.XX

Um forte abraço, com votos de que a mão da tua esposa esteja já em condições de descascar as deliciosas castanhas, no fraterno Magusto que se aproxima. Que corra pelo melhor.

f. beirão»

QUANTA DOR...

Os últimos dias têm sido marcados pela tragédia dos fogos e das muitas dezenas de mortos... Mas nem só!

Mesmo entre nós, acontecem situações dolorosas de que vamos tendo conhecimento.

Foi a morte da mãe do José Castiço, que todos nós sentimos que o abalou muito. É agora a situação clínica do José Figueira, um dos "habitués" do almoço na Parreirinha de Carnide, que tem faltado para ser acompanhado pelos médicos cardiologistas, ele que lá para o fim do mês tem de ser operado a um problema na válvula mitral.

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Mas, o que me chocou mais e me deixou sem palavras foi a situação do amigo Rogério Roque de Almeida, de Castelo Branco, que há poucos dias celebrou o seu aniversário. Ontem, num momento de pausa, resolvi telefonar-lhe para o saudar, lhe dar um abraço e perguntar como tem passado, pois já há muito que nada sabia dele.

E fui confrontado com a dor forte que o tolhe ainda: disse-me que o ano está a ser muito duro para ele, não só porque lhe morreu a mãe como ainda, surpreendentemente, lhe morreu também o filho de 26 anos...

E nós não soubemos... Ele disse-me que é muito reservado nestas coisas e não disse nada... Mas eu senti que tinha obrigação de comunicar esta tristeza aos amigos, para o mal diminuir com a amizade solidária de muitos.

Rogério, desde que uma vez nos encontrámos num almoço de lampreia, senti uma empatia com a tua pessoa que nuncaROGÉRIO.jpg mais desapareceu. A tua vontade de colaborar humildemente com o grupo marcou o conhecimento que tenho de ti.

Já te dei um abraço a sentir a dor da tua família e agora rezo para que tu continues a encontrar razões para viver e ultrapassar o que na vida não tem explicação, ou, como te disse ontem, "somos tão fortes como montanhas e tão fracos como passarinhos"... E vá lá mudar a triste e dura realidade...

AH

CADA VEZ MAIS PERTO DO MAGUSTO

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MAIS UMA ENCHENTE

NA PARREIRINHA...

 

 

Como se vê na foto, mais caras novas apareceram hoje na Parreirinha. 

Foi para mim um gosto especial abraçar o Manuel Pereira, o Pequito Cravo, o João Heitor e o Alexandre, que hoje engrossaram o número dos comensais. Como também gostei mesmo de olhar para os rostos alegres de todos os outros amigos, que me saudaram de um modo a sentir-me acarinhado e em tranquilidade naquele meio...

Falámos nos fogos, na desgraça que traumatizou tantos portugueses, e voltámos a pensar nos trabalhos a desenvolver para que o ENCONTRO da Sr.ª da Rocha em 11 de Novembro seja um sucesso, não no sentido de termos muito foguetório, mas sobretudo na alegria de uns com os outros falarmos dos tempos da nossa juventude e cimentarmos as amizades novas que agora nos envolvem e renovam os nossos dias.

Ao telefone, chegaram-me hoje palavras de amigos que já estão a dizer que querem ir a Portalegre, mas ainda teimam em ficar em casa para estes encontros "regionais".

- «Eu até já tenho vergonha, pois não tenho aparecido...».

- "Mas olha, meu caro, não é o sentimento de repulsa ou reprovação que ias receber no caso de compareceres pelo S. Martinho. Ias, sim, ver braços abertos a regozijarem-se com a tua presença... Como nós dizíamos nos fogos de conselho dos escuteiros a animar os novos figurantes, o pior que vais receber são pessoas a baterem-te palmas..."

 

FOMOS HOJE À SENHORA DA ROCHA 

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O João Heitor e o Alexandre Pires acompanharam-me ao Santuário onde vamos conviver em 11 de Novembro. Fomos falar mais uma vez com as pessoas responsáveis, desde os Sr.s Padres Dehonianos à D. Augusta, funcionária que bom apoio nos deu o ano passado. Queríamos garantir as melhores condições possíveis para o nosso convívio e só encontrámos boa vontade e a melhor colaboração. 

Até olhámos para um pormenor que no ano passado escapou a todos: ali ao lado, passa a ribeira do Jamor, onde numa gruta foi descoberta a pequena imagem em terracota de N.ª Sr.ª, que é venerada no Santuário. Por detrás dos amigos, corre ainda hoje um bom regato de água onde os patos se recreiam. O resto da história fica para outra ocasião.  AH 

 

PARABÉNS, AMIGO!

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O JOSÉ CASTIÇO FAZ ANOS!

 

Neste dia 20 de Outubro, o José António Castiço Marquês celebra mais uma primavera. Nem todos os nossos aniversários são iguais, sabemos bem. E o José este ano sente-se mais só, por lhe faltar a sua mãe...

Mesmo assim, a vida, a vida de cada um de nós tem um cunho tão pessoal, uma riqueza única que ninguém pode tirar-nos, mesmo que nos sintamos a navegar sozinhos no nosso barco.

Assim, meu caro José Castiço, queremos dizer que estamos a celebrar contigo este aniversário, a dizer que vale a pena viver... Por isso, te damos muitos PARABÉNS e te desejamos ainda uma vida com saúde, alegria e amigos!

Para contactá-lo, telefonem para o 966 393 347.

Queremos ainda dizer ao Castiço que conte com a nossa amizade, pois alguns de nós sentem-se muito próximos dele, acompanham a sua vida e querem apoiá-lo, caso ele sinta que precisa... Somos um grupo grande e naturalmente não nos sentimos todos à mesma distância uns dos outros. Do relacionamento do seminário passámos para outras amizades, ora de uns mais velhos ora de outros mais novos, consoante os nossos encontros vão proporcionando. Mas para isso é preciso vir, conhecer novos colegas e alargar horizontes.

Aqui fica mais um convite a estarem presentes no MAGUSTO de 11 de Novembro. Façam as vossas inscrições.

AH                                 

É DIFÍCIL MUDAR DE TOM...

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Confesso que me tenho sentido deveras incapaz de pegar na vida com a alegria e entusiasmo natural com que costumo viver. Os fogos derrotaram-me, mesmo que os tenha vivido apenas a distância...

E depois esta centena de vidas ceifadas destroçaram-me, sentindo como nada se conseguiu fazer par evitar esta tragédia... E porquê? 

Não sei responder, mas começo a ver que este Portugal está cheio de gente que não leva as coisas a sério, que assume encargos e responsabilidades mais por interesse pessoal que por vontade de ajudar e facilitar a vida dos outros.

Agora que o Presidente Marcelo mudou de tom, pode ser que as coisas mudem para melhor.

Lembrei-me da dor que senti quando ouvi que a aldeia de Álvaro tinha ardido (40 casas, 10 de habitação própria), uma terrinha de xisto por onde passeámos em paz há dois anos, conversando com os seus habitantes, sendo simpaticamente levados até à Igrejinha da Misericórdia pelo seu responsável. Desse tempo ficou a memória fotográfica que para aqui trago, no desejo de ver aqueles ambientes recuperados e verdejantes.

Este Interior esquecido e quase abandonado precisa de gente sem razões partidárias e sobretudo motivada pelo bem comum para encontrar soluções válidas que humanizem de Álvaro3.pngnovo este Portugal mortiço.

Tenho de reagir também. Os dias continuam a pedir-me razões de viver.

E Álvaro voltará a ser verde e a ser bafejado pelas águas do rio Zêzere. AH

 

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A FAZER ANOS!

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 JAIME NUNES DIAS GASPAR JÚNIOR - a contactar pelo tel. 962 906 508

 

Os nossos mais sinceros parabéns ao Jaime e votos de longa vida, com saúde e tranquilidade.

Vamos ver-nos um dia destes? Atenção ao Magusto de 11 de Novembro no Santuário da Senhora da Rocha, entre Carnaxide e Queijas.

 

Há um ano atrás, demos parabéns ao Jaime sem nada sabermos dele, nem telefone nem foto. Mas houve progressos...

Com ajudas muito positivas, temos a dizer que o Jaime, depois de deixar o seminário, seguiu Direito e profissionalmente pertenceu aos quadros da Justiça, como Procurador do Ministério Público. Sabemos dele que esteve em Évora (2003?) e em Lisboa (2006-2009?). 

Aposenta-se em 29/10/2009, mas continua ligado às estruturas da área da Justiça, como voluntário de uma Associação sem fins lucrativos intitulada "Ministério Público Solidário" (associada ao Sindicato dos Magistrados do Ministério Público), pois aparece como primeiro suplente da Direcção nos Órgãos Sociais eleitos na Assembleia-geral de 18/09/2015.

As surpresas não acabam aqui. Do blogue anterior  - ANIMUS60, que contém muita da nossa história, alguma feita com sangue e suor, mas sempre cheia de vida, pudemos recolher estas palavras do Jaime, na primeira pessoa, o que lhe dá ainda mais valor:

 

«...sou o Jaime Nunes Dias Gaspar Junior, mas não sou natural da Fundada, como por lapso escreveram em cima. Os meus pais é que eram de lá. Eu sou natural de Angola e vivi em Alhandra, recordam-se?
Pois fiquei até comovido quando percorri este sítio e a ele quero voltar sempre que puder. Só agora tive conhecimento dos encontros. Talvez para o ano vá a tempo. Fica aqui o meu email. (nota: não consta...)
Pissarra, lembras-te de mim? Estiveste em casa de minha mãe em Alhandra, há que anos!!!, lembras-te?
Abraço ao todos
jaime»

NOTA: Meu caro Jaime, envia o teu email para asal.mail@sapo.pt e começarás a receber informações da Comissão que agora assumiu a direcção da nossa associação. Tens ainda este blogue ANIMUS SEMPER, humilde companheiro dos antigos alunos na sua versão actual. AH (António Henriques)

MAIS PARABÉNS!

 

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Hoje, é o aniversário do Rogério Roque de Almeida, um albicastrense a gozar os seus dias em calma...

 

Aqui estamos nós a dar-te os sinceros PARABÉNS DO GRUPO...

Meu caro, saudamos-te vivamente e desejamos que os teus aniversários se repitam por muitos anos com saúde e felicidade. Um abraço de nós todos. 

Contacto do Rogério: tel. 914766053